A importância da eficiência operacional para transformação digital das empresas 559

Alexandre Reis é Head de Soluções de Decision Services da TransUnion Brasil / Divulgação

Confira artigo de Alexandre Reis, Head de Soluções de Decision Services da TransUnion Brasil

A transformação digital não só mudou a forma como vivemos o nosso cotidiano, mas, também o modo como as empresas e serviços são criados. A eficiência operacional completa essa jornada, sendo o objetivo de muitas companhias, pois ajuda a reduzir custos desnecessários, diminuir processos e aumentar a receita, o que resulta em ganho de escala.

Há empresas que já nascem eficientes, a exemplo de seguradoras e instituições financeiras, que usam da inovação e tecnologia desde a sua concepção. Muitas outras, como indústrias e atacados, estão no meio dessa transição, ainda demandando alguns trabalhos manuais. Na base da pirâmide estão as empresas que precisam de muita mão de obra e uma grande quantidade de funcionários para realizarem seus processos.

No dia a dia de uma companhia, todos os setores precisam realizar troca de dados. Geralmente isso é feito por meio de diversas plataformas e serviços, o que acaba gerando um gasto excessivo de tempo com funções simples. Na procura por exercer um trabalho escalável, encontram-se soluções tecnológicas que facilitam o cotidiano e reduzem o tempo gasto em tarefas de alto volume. Esse é um dos pontos onde a transformação digital se une à eficiência operacional.

O objetivo é conseguir ligar diversos dados que estão espalhados pela empresa e mapeá-los a fim de obter uma tomada de decisão mais eficiente. Por exemplo, no departamento de compras de uma indústria é necessária a análise de fornecedores, checagem detalhada de todas as informações, verificação de restrições que possam impedir a companhia de realizar negócios… Enfim, um processo que pode demorar horas ou até dias para ter uma avalição completa. As soluções de Decisão da TransUnion permitem o acesso a múltiplas bases de dados e aplicação de regras personalizadas para validar cada informação para a tomada de decisão eficiente, além de alcançarem todos esses dados em poucos segundos e automatizarem a operação. O investimento em plataformas inteligentes agiliza processos e dá escala aos negócios.

Um dos exemplos de sucesso de eficiência operacional é o da Creditas, plataforma online de crédito com garantia, que conseguiu otimizar etapas como a consolidação de certidões e documentos. A tecnologia possibilitou ganho de velocidade no relacionamento com o consumidor e diminuiu o ciclo da jornada em busca de crédito. Os dados fornecidos à Creditas nessa otimização auxiliam em uma visão mais rápida e global de potenciais novos clientes.

A transformação digital veio como um agente catalisador, que acelerou a dinâmica dos negócios. Mesmo em empresas que não conseguem automatizar todos os seus processos, já que as máquinas não conseguem replicar 100% dos passos, é possível trazer eficiência em atividades específicas. Redução de tempo de análises manuais, geração de escalas e diminuição de erros são processos que, automatizados, geram um impacto extremamente positivo.

Há alguns anos, quando uma instituição queria implementar um novo processo ou uma nova política de crédito, por exemplo, começava de forma manual. Testava e colocava em produção algumas bases de dados, avaliava o resultado mais interessante e, a partir dali, estudava formas de aprimoração e conclusão mais ágil. Atualmente, todos esses passos são otimizados desde o início, por meio de ferramentas e serviços digitais que mostram os resultados logo no começo da operação.

O que faz uma empresa crescer não é só o número de clientes subir e sim encontrar maneiras excelentes de fazer cada uma das etapas. Otimizar o tempo e ganhar eficiência em atividades diárias é o que diferencia uma corporação de sucesso das demais. Não há competitividade de mercado sem a eficiência operacional.

Mais da metade das empresas passa a adotar previdência complementar, diz MercerMarsh 431

Mais da metade das empresas passa a adotar previdência complementar, diz MercerMarsh / Foto: Clayton Cardinalli / Unsplash Images

Dados foram divulgados pela 30ª Pesquisa de Benefícios Corporativos

As empresas brasileiras têm apostado cada vez mais na previdência complementar como estratégia para a atração e retenção de seus talentos. Segundo dados da 30ª Pesquisa de Benefícios Corporativos, elaborada pela Mercer e pela MercerMarshBenefícios, 51% das companhias nacionais oferecem o benefício a seus colaboradores. O levantamento foi realizado com 737 empresas, sendo a Mercer Brasil a responsável pela análise sobre previdência.

“O número de empresas que possuem previdência complementar tem crescido nos últimos anos, o que corrobora a aposta no benefício como parte importante das políticas de RH. Temos observado em nossa base de clientes uma tendência importante de aposta na previdência privada não apenas como parte de um pacote voltado à captação e retenção de talentos, mas também como um instrumento fundamental na jornada financeira das pessoas em tempos tão desafiadores como o que estamos vivendo”, explica Felipe Bruno, líder da área de Previdência da Mercer Brasil.

O ganho de relevância da previdência complementar é alicerçado por outros elementos apresentados pela pesquisa. Mudanças sísmicas recentes como a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista, o processo de queda das taxas de juros e os efeitos da pandemia tem despertado indivíduos e empresas para a necessidade do planejamento de longo prazo e de educação financeira, o que tem gerado um incremento no volume de empresas que oferecem o benefício.

Quase metade das empresas brasileiras pretendem revisar planos de previdência

Quanto ao produto, a 30ª Pesquisa de Benefícios Corporativos mostrou que existe um profundo processo de mudança em andamento relacionado ao perfil da previdência complementar adotado pelas empresas brasileiras. De acordo com o levantamento, 48% das companhias pretendem fazer algum tipo de revisão no tipo de benefício oferecido nos próximos anos.

Além da continua migração dos modelos de benefício definido para contribuição definida, que continua sendo uma tendência (Planos de contribuição definida já representam 67% do total de planos), a maior parte das mudanças ocorre pela necessidade de atualização das regras dos planos, visando adaptá-los às grandes mudanças no cenário econômico dos últimos anos e principalmente ao aumento das idades de aposentadoria trazidos pela reforma da previdência.

“Os planos mais antigos, que possuíam idades de aposentadoria iniciando já aos 50 anos, agora enxergam uma necessidade clara de adaptação, visando diminuir o gap existente entre as idades de saída dos planos e as idades de aposentadoria pelo INSS. Além disto, com o processo de queda de juros, é fundamental que esses planos passem a oferecer “perfis” de investimento aos seus participantes, dando a escolha de alocação dos investimentos para aquelas pessoas que desejam diversificar mais a alocação ou perseguir retornos maiores”, diz Felipe Bruno.

Outro fator em permanente mudança está relacionado ao veículo administrador dos planos. Segundo o estudo da Mercer Brasil, 61% das empresas nacionais estão no modelo de entidades abertas ou seguradoras. “Observamos de 2010 para cá uma tendência de estagnação no número de Entidades Fechadas (Fundos de Pensão) exclusivos de empresas, que hoje representam 19% do total, e uma diversificação maior dos produtos em entidades fechadas multipatrocinadas, que vem atraindo novos players nos últimos anos e representam 20% do total de planos. Os custos, as exigências regulatórias e a autonomia das empresas no processo decisório têm sido os fatores principais de escolha entre um ou outro modelo”, adiciona Bruno.

Política de resgate e versatilidade nos investimentos mostram preocupação com retenção de funcionários.

A tendência de uso da previdência complementar como estratégia para retenção de talentos baseia-se em dois fatores mostrados pelo levantamento. Há alterações significativas nas políticas de desligamento (vesting) e na versatilidade dos investimentos oferecidos pelas empresas brasileiras.

No caso das políticas de desligamento, 40% das empresas que usam entidades abertas e 25% das que apostam em entidades fechadas ainda condicionam o resgate a um tempo de serviço igual ou superior a dez anos. No entanto, esse é um fator em transformação. “As companhias vêm mexendo nas regras, reduzindo essas carências, pois identificaram que o vesting é um dos fatores mais decisivos na atração e retenção dos talentos em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo”, opina Felipe Bruno.

Também existe um processo de mudança sobre a versatilidade dos planos no que tange às escolhas de investimentos. Entre as entidades fechadas, 39% ainda oferecem apenas um perfil de investimento, enquanto outros 39% já têm abertura para até três formatos. Entretanto, há uma tendência de ascensão dos modelos mais dinâmicos e alinhados com diferentes tipos de produtos e estratégias, que já somam 22% do total.

“A diversificação nos investimentos é uma conversa necessária para o qualquer conjuntura. Cada vez mais empresas e colaboradores concluem que, no final das contas, não correr riscos já representa um risco considerável, principalmente em um momento que a renda fixa vem oferecendo baixos retornos reais quando descontada a inflação, trazendo a necessidade de voltar o olhar para novas estratégias e produtos que possam dar mais consistência ao planejamento de longo prazo”, conclui Felipe Bruno.

As 737 empresas abarcadas pela 30ª Pesquisa de Benefícios Corporativos somam um total de 3,6 milhões de pessoas. Entre as companhias consultadas, 59% têm mais de 500 funcionários e 56% faturam mais de R$ 100 milhões.

4º Seminário Jurídico destaca importância do seguro para o desenvolvimento econômico e social 312

Iniciativa visa aproximar diálogo entre magistrados e representantes do setor de seguros

Ao abrir o 4º Seminário Jurídico, o Presidente da revista “Justiça & Cidadania”, Tiago Salles, destacou que o evento – realizado pela publicação e a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em 29 de novembro – tem por objetivo “aprofundar o diálogo entre magistrados e representantes do setor de seguros, a fim de aprimorar a relação entre as partes”.

Em sua participação, o Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, afirmou que, no plano existencial e no plano do cotidiano, é a solidariedade, por meio do mecanismo do seguro, que compõe nossas respostas às incertezas e aos riscos, ajudando a amenizar as perdas.

O setor de seguros, segundo o Ministro Humberto Martins, “em seus diferentes modos, tornou-se algo inafastável da vida das pessoas e empresas, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do País e para a segurança de vida das pessoas”. Afirmou, também, que o STJ cumpre com seu papel de dirimir questões que movem as relações entre seguradoras e segurados, preservando o sentido do contrato, tutelando a boa fé e evitando uma tipicidade rígida para trazer soluções viáveis e segurança jurídica para as relações entre seguradoras e segurados.

O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano lembrou do significativo avanço da atividade securitária no Brasil, principalmente nos últimos dez anos, demonstrando a preferência crescente de empresas, famílias e pessoas pela proteção securitária, que já represente cerca de 6,5% no PIB brasileiro.

“Até por conta dos desafios colocados pelos recentes ciclos econômicos, políticos e sociais do Brasil, que repetem, em escala local, o que se observa a nível global, a solidariedade representada pelo mutualismo, vem exigindo o protagonismo do seguro, exigência expressa pela demanda da sociedade, amplificada pela pandemia do novo coronavírus, que tornou mais visível para população a garantia prestada pelos seguros, revelada pelo vultosíssimo montante de indenizações pagas às vítimas da covid ou a seus beneficiários”, afirmou o Presidente da CNseg.

Para Coriolano, cada vez mais, “o direito securitário deve se encontrar com as intensas e extensas mudanças dos paradigmas da natureza, das práticas da economia política – tomada esta em seu sentido mais nobre – e com os fundamentos da atividade securitária”. E acrescentou: “sabemos todos do imenso desafio desse encontro de temática do direito e da economia, ainda mais considerando a sensibilidade que ambos têm para o consumidor – seja individual, seja o consumo coletivo. Não é por outra razão a realização deste Seminário, que também agrega especialista das mais variadas formações, todas convergentes para as melhores soluções possíveis em prol de objetivos comuns: o da garantia de acesso aos seguros de modo equânime e sustentável e o da busca do ideal de justiça, que é dar a cada um o que lhe é devido”.

Entre os temas em discussão no evento, Coriolano destacou: o dever de informação dos seguros coletivos de vida, considerando a dinâmica de relações entre estipulantes e seguradoras; o papel dos núcleos técnicos de apoio ao poder judiciário na desjudicialização das questões relacionadas à saúde suplementar; o critério de correção das dívidas e seus impactos na constituição de reservas técnicas, de patrimônio líquido e de provisões de sinistros do setor de seguros, e o fenômeno do exercício irregular da atividade seguradora pelas chamadas associações de proteção veicular.

O tema do exercício irregular da atividade seguradora e do chamado “mercado marginal dos seguros”, teve como participantes os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gurgel de Faria (moderador) e Og Marques Fernandes, além do Procurador Geral da Susep, Jezhiel Pena Lima, e do Presidente da Porto Seguro, Roberto Santos.

Axway realiza evento online sobre desafios tecnológicos enfrentados pelas empresas na Black Friday 318

Axway realiza evento online sobre desafios tecnológicos enfrentados pelas empresas na Black Friday / Divulgação

Transmissão gratuita traz soluções e experiências de empresas, além de revelar bastidores das mega datas no comércio

A Axway, empresa líder de soluções de integração, promove no dia 2 de dezembro, às 14h, um debate sobre as principais demandas tecnológicas e as soluções de integração de sistemas para as empresas, diante de desafios operacionais como a Black Friday, Black November, Cyber Monday e outras mega datas criadas para atrair os compradores.

O evento contará com a participação de especialistas, como Luis Gustavo Franco, Líder de Arquitetura e Estratégia da Axway, e Maicon Guerra, Head de Arquitetura e Infraestrutura de TI da Livelo Brasil. As inscrições gratuitas podem ser feitas neste endereço.

A Black Friday se consolidou como uma das mais importantes datas do calendário no comércio brasileiro, com milhões de consumidores recorrendo ao e-commerce e lojas físicas, em busca de promoções, mas sem abrir mão da expectativa de uma experiência de compra satisfatória.

“As empresas precisam estar preparadas para suportar a grande demanda. São desafios como evitar fraudes e erros, além de diminuir o tempo das operações, para proporcionar uma jornada de consumo sem fricções”, explica Luis Gustavo Franco.

Durante o evento, serão apresentadas experiências e soluções para empresas, e os participantes poderão enviar questões aos especialistas, enriquecendo o debate.

Maria Helena Monteiro: Fatos Relevantes sobre a Habilitação dos Corretores de Seguros 365

Maria Helena Monteiro é Diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros / Foto: William Anthony / Arquivo JRS

Confira artigo de Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Há 50 anos, os mercados segurador e da corretagem de seguros tiveram a coragem de fundar a Escola de Negócios e Seguros (ENS). Ao longo desse tempo, a ENS capacitou milhares de profissionais para a indústria brasileira de seguros, por meio de programas educacionais de excelência e inovadores. Assim, adquiriu credibilidade e se consolidou como a mais respeitada instituição de ensino voltada para a qualificação profissional em seguros e áreas afins.

Desde o início, a Escola teve como uma de suas principais atribuições a habilitação técnico-acadêmica dos corretores de seguros, missão cumprida com rara e exemplar competência. Em cinco décadas, foram mais de 100 mil corretores de seguros formados.

No começo de 2021, uma nova entidade foi autorizada a habilitar corretores de seguros no Brasil. A concorrência é salutar e faz parte do jogo de mercado. Novos entrantes sempre serão bem-vindos, desde que respeitem a história das empresas e entidades que ajudaram a construir a solidez e a reputação do mercado nacional de seguros, um setor forte e moderno, à altura dos players internacionais.

Essa nova instituição que atua na habilitação dos corretores baseia sua comunicação no fato de que veio para trazer inovação ao mercado, mas, na verdade, sabemos que é a ENS que vem inovando há 50 anos! A pandemia demonstrou isso de forma clara, quando fomos capazes de construir a primeira e única Sala do Futuro da América Latina, na nossa representação em São Paulo (SP). Além disso, firmamos parcerias inéditas com instituições de renome de Portugal, Inglaterra e Israel, para realização de treinamentos internacionais sobre Inovação, ratificando nossa posição de vanguarda.

Também em meio à pandemia, migramos todos os nossos cursos para o modo remoto, sem sequer uma hora de aula perdida, e com avaliações monitoradas por Inteligência Artificial, mantendo a máxima integridade do sistema de provas.

Isso além do material didático totalmente desenvolvido para o ensino a distância, com inúmeros recursos de aprendizagem e fixação de conceitos.

Não existe material didático pronto no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros (CHCS). Todos os anos, a ENS investe muito na criação de novos materiais e na atualização dos existentes, para que os alunos sempre tenham acesso a informação relevante e de qualidade para o exercício da profissão – nosso material didático é completo e de fácil entendimento. Não raro, nossas apostilas são impressas e viram bíblias acompanhando nossos alunos carreira afora.

Somente em 2021, o CHCS somou mais de 11 mil horas-aula on-line ao vivo, ministradas por um corpo docente composto por mais de 1.000 professores, de todo o ecossistema do mercado: seguradoras, resseguradoras, corretoras, escritórios de advocacia especializados, prestadoras de serviços, insurtechs, entre outras.

Sempre tivemos a preocupação de formar perfis empreendedores. Para isso, além das disciplinas de empreendedorismo durante o curso, promovemos as Oficinas dos Corretores de Seguros e as Feiras de Empreendedorismo, que buscam facilitar o início de carreiras autônomas e exitosas. Nesses eventos contamos com o apoio das grandes seguradoras, das grandes corretoras de seguros, das prestadoras de serviços e, mais recentemente, das insurtechs e demais empresas que militam no vasto universo da inovação, hoje fundamental para os corretores que iniciam carreira.

Para atender a um consumidor cada vez mais exigente e bem informado, o corretor de seguros vem, ao longo dos anos, aprimorando a sua abordagem ao cliente e passando a adotar uma postura voltada para a venda consultiva. Então, além do conhecimento técnico de excelência que a ENS transmite, passamos a moldar o perfil dos nossos alunos para atender a essa nova realidade, transformando-os em verdadeiros consultores de gestão de riscos com conhecimento em vários segmentos. Uma prova disso é que, em 2019, lançamos o curso para formação de AAIs (Agentes Autônomos de Investimentos), que abriu ainda mais o leque de atuação do corretor.

Vale ressaltar que a profissão de corretor de seguros é uma das mais inclusivas que existem. Antes da pandemia, com a predominância dos cursos presenciais, a ENS conseguia atender no máximo 60 municípios em todo o Brasil. Depois que o programa passou a ser ministrado de forma totalmente online, passamos a atender mais de 1.000 municípios, com alunos espalhados por todo o País.

A participação das mulheres no curso também merece ser destacada, já que é cada vez maior o número de alunas nessa profissão que possibilita bastante flexibilidade de horário. Desde 2001, as mulheres são maioria no setor de seguros. Dentro da sua filosofia de entender cada vez melhor o segmento em que opera, a ENS conduzirá, em 2022, o 4º Estudo das Mulheres no Mercado de Seguros. Esses trabalhos têm demonstrado como a presença feminina tem evoluído não só numericamente, mas, também, entre os cargos de gestão.

Os mais de 100 mil corretores de seguros formados pela ENS nos últimos 50 anos são a prova viva de que a tradição e a inovação convivem com estilo para produzir profissionais completos. E assim seguiremos, sempre buscando inovar em todos os programas educacionais que disponibilizarmos ao mercado, em especial, nos programas de formação de corretores de seguros.

O fenômeno da longevidade exige o olhar atento ao futuro 360

Nilton Molina é presidente do Instituto de Longevidade MAG / Divulgação

Confira artigo de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG

Estamos vivendo cada vez mais, e isso não é uma novidade. Temos acompanhado há mais de meio século o aumento contínuo da expectativa de vida, de acordo com dados e estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o caso brasileiro, mas no mundo inteiro se observa o mesmo fenômeno.

É bem verdade que, embora estudiosos estejam considerando sobre o eventual impacto da pandemia nos indicadores de sobrevivência, é preciso entender que a pandemia é apenas um retrato, enquanto a demografia deve ser vista como um filme. Isso fica ainda mais claro quando consideramos a rápida resposta da ciência no desenvolvimento de vacinas, visto que em menos de um ano, grande parte do mundo já está vacinado. Não obstante essa discussão, se a pandemia vai alterar ou não os índices de longevidade, precisamos continuar olhando o futuro.

Se o bônus da longevidade é viver mais, o ônus é representado pela necessidade constante de planejarmos nosso futuro financeiro. Para isso, o primeiro passo é admitir que pensa em longevidade não é coisa do futuro. Trata-se de um processo que deve permear toda nossa vida. Os valores poupados e os juros sobre essa acumulação confirmam essa tese: quanto antes começamos a poupar, mais rápido alcançaremos os nossos objetivos.

Outro ponto importante para considerar em nossos programas de educação financeira é um olhar sobre tudo o que significa ser previdente e não apenas considerar o propósito de longo prazo, ou seja, as aposentadorias. Nesse cenário de análise não podemos desconsiderar os imprevistos que poderão acontecer durante esse longo caminho, até as aposentadorias. É nesse contexto que o mercado de seguros ganha cada vez mais relevância.

É imprescindível que as pessoas passem a considerar todos os riscos aos quais estamos expostos: morte prematura deixando dependentes financeiros; invalidez que comprometa a capacidade de gerar renda; e bem-estar, a fim de garantir recursos para viver melhor e com saúde.

O seguro de vida é a solução para amenizar todos esses riscos. Por meio dele, é possível contar com soluções sob medida, para cada tipo de necessidade, perfil e até mesmo em diferentes condições de saúde e atividades profissionais.

A compreensão sobre a importância de planejar e preservar o próprio futuro e de suas famílias deve estar cada vez mais presente na nossa sociedade, muito impulsionada por fatores externos, como a pandemia, reforma da previdência, novos modelos sociais e a longevidade. É fundamental, no entanto, transformar consciência em ação, antes que seja tarde demais…