A democratização dos seguros é fundamental para a economia do País 483

Dhaval Chadha é founder da startup Justos / Divulgação

Confira artigo de Dhaval Chadha, founder da startup Justos

O seguro é uma das invenções mais geniais da economia moderna: juntar os recursos do coletivo para evitar catástrofes do indivíduo. Transferência de riscos de pessoas e seus bens às seguradoras e assim proteger às pessoas e deixar elas viverem sem medo. Esse é o papel do seguro para a sociedade. Em sua definição mais simples, o seguro é um acordo contratual entre contratante e contratada, no qual uma é responsável pelo pagamento das parcelas e a outra assume os riscos de pagar uma indenização em caso de danos. O seguro permite que o risco seja transferido a empresas especializadas no seu gerenciamento, possibilitando que indivíduos, empresas e governos desenvolvam projetos mais arriscados.

Além do seguro fornecer segurança e proteção contra grandes riscos, a importância do setor para a economia é gigante. O seguro torna a poupança (capital parado) em investimento; reduz perdas; garante tratamento médico e compensação por lesões; possibilita investimentos e inovações protegendo o downside (movimento negativo em um ativo, um mercado ou até na economia como um todo); aumento do crédito, pois as credoras sentem mais segurança quando tem garantias; complementa o investimento em serviços sociais; traz estabilidade e eficiência ao sistema bancário, nos mercados de capital e nas taxas de juros; na criação de empregos, recuperação da economia e crescimento do PIB. Com R$ 8 trilhões sob gestão e representando, em média, 6% do PIB brasileiro, a participação do setor ainda é pequena quando comparada a países como Coreia do Sul, Holanda e Reino Unido, que ultrapassam os 12%.

O mercado é altamente competitivo e diversificado: em 2019, por exemplo, havia mais de 122 seguradoras, 15 Cias de capitalização, um mil operadoras de saúde suplementar, 94 mil corretoras de seguros ativos dentro de 90 ramos de seguros classificados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), agrupados em 16 grupos. Os dados indicam que o mercado de seguros oferece ampla escala de produtos e serviços contribuindo para o cotidiano da população.

Como demonstração da importância do seguro para a economia do país e para a população, podemos usar um exemplo de uma pessoa que guardou dinheiro durante dois anos para comprar um carro e uma geladeira. Quando adquiriu o veículo, decidiu que não iria fazer um seguro, pois acreditava ser um custo desnecessário e caro. Ao sair da loja, sofreu uma colisão, causando “perda total”. Então, essa pessoa perdeu o seu patrimônio integralmente. Agora, além de usar o dinheiro da geladeira, precisará de mais tempo e mais economias para comprar outro veículo. Como reflexo na economia do país, se ela comprasse um carro e uma geladeira estimularia a cadeia produtiva de ambos os produtos. Se tivesse contratado um seguro, seria indenizada e teria a possibilidade de comprar o veículo e a geladeira ao mesmo tempo.

Nos últimos anos, os brasileiros da classe C passaram a consumir cada vez mais o seguro de automóveis. Entre os principais motivos da democratização do mercado de seguros no Brasil está a preocupação com a segurança. Segundo os dados do Governo Federal, entre 2015 e 2019, foram roubados mais de um milhão de veículos. Somente em 2017 foram 276.389. O volume de roubo e furto de veículos, principalmente nos grandes centros urbanos, vem alertando o brasileiro da necessidade de proteger seus bens.

Um outro grande impulso pela democratização do setor se deu com o surgimento das insurtechs, startups de seguros, que chegaram ao país automatizando operações e modernizando processos quando comparados às seguradoras tradicionais, com uma distribuição mais rápida, fácil e acessível, além de produtos personalizados para os consumidores. Com a flexibilização da regulação de seguros no país e a criação de um “sandbox” regulatório pela Susep para que empresas criem e testem projetos inovadores em condições favoráveis com tempo determinado, as insurtechs ganham cada vez mais relevância no cenário nacional, aumentando a competitividade e levando mais possibilidades para o consumidor final.

Além de inovação, essas startups valorizam a desmistificação do “segurês”, que são os jargões usados pelos players tradicionais do mercado, com palavras como “sinistros”, “apólices”, entre outros. É importante que a linguagem ao falar sobre o tema seja acessível e informal, para que o público se sinta mais próximo do produto e também mais confortável ao fazer a aquisição.

Para que o mercado continue aquecido e que essa democratização continue acontecendo é necessário continuar investindo em tecnologia e comunicação para que a população brasileira se conscientize de dois pontos: a importância de se ter um seguro e que esse serviço está cada vez mais acessível, já que nunca houve tantas opções para quem deseja contratar um.

Sindicatos dos Corretores do MG, de GO, MT, MS e DF anunciam 21º Congrecor para agosto 418

Sindicatos dos Corretores do MG, de GO, MT, MS e DF anunciam 21º Congrecor para agosto / Divulgação

Evento reúne profissionais da corretagem de Minas Gerais e dos Estados do Centro-Oeste

Entre os próximos dias 11 e 13 de agosto acontece a 21ª edição do Congrecor. O Congresso, promovido pelos Sindicatos dos Corretores de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal (Sincors MG / GO / MT / MS e DF), reunirá os profissionais da corretagem de seguros na Pousada do Rio Quente (GO).

A programação do evento contemplará palestras, mesas-redondas e oficinas com conteúdo atualizado e aprofundado sobre temas que atendem aos interesses nacional e regional do setor segurador e da economia em geral.

As inscrições com condições especiais podem ser realizadas através deste endereço.

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo 535

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo / Reprodução

‘Novo Essencial’ conta com renomados hospitais e laboratórios na rede de atendimento

A Seguros Unimed apresenta uma nova solução em saúde com cobertura centrada na capital paulista e na Grande São Paulo: o ‘Novo Essencial’. O lançamento do produto ocorrerá nesta quarta-feira (19 de janeiro), às 16h, em transmissão aberta especialmente para corretores da região. Para participar basta acessar este endereço.

Com foco no público de PME e coletivo empresarial, a partir de duas e 100 vidas respectivamente, o ‘Novo Essencial’ conta com uma rede de hospitais de renome tais como Hospital Alemão Oswaldo Cruz (Unidade Vergueiro), Hospital das Clínicas e Graac, além de laboratórios como CDB e Lavosier. “O novo produto foi pensado para atender, com excelência, as principais especialidades médicas. Além disso, possui um custo-benefício bastante competitivo para um cuidado efetivo com a saúde”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos Saúde e Odonto na Seguros Unimed.

Com quatro modalidades de comercialização, sendo dois em modelo de coparticipação, o ‘Novo Essencial’ oferece o rol de serviços da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tem como diferenciais o reembolso de consultas e terapias ambulatoriais, descontos em redes de farmácias credenciadas e atendimento de urgência e emergência em todo o país, a partir das parcerias com as Unimeds.

Os clientes PME têm ainda outra vantagem na contratação. Ao garantir o seguro-saúde aos colaboradores também contarão com benefício odontológico da Unimed Odonto, sem custo adicional. “A Seguros Unimed está focada em desenvolver soluções em saúde personalizadas e acessíveis, seguindo uma tendência de mercado. Tudo isso sem abrir mão da qualidade característica das empresas do Sistema Unimed Nacional”, ressalta Aguiar.

Serviço

Lançamento do produto ‘Novo Essencial’ da Seguros Unimed.
Público: Corretores (São Paulo).
Data: Quarta-feira (19 de janeiro de 2022).
Horário: 16h.
Acesso: neste endereço (Zoom).

eFestival 2022 abre inscrições para profissionais de saúde e corretores de seguros mostrarem talentos 523

eFestival 2022 abre inscrições para profissionais de saúde e corretores de seguros mostrarem talentos / Divulgação

Festival é reconhecido como um dos mais importantes palcos da música brasileira; SulAmérica é novamente patrocinadora oficial do concurso

As inscrições para a 21ª edição do eFestival começam hoje (17 de janeiro) e seguem até maio. Além do público geral, o “palco mais digital da música brasileira” contará, pelo 2º ano, com a participação de profissionais de saúde e corretores de seguros.

Com mais de 20 anos de história, o eFestival é reconhecido como um dos mais importantes palcos para a descoberta de novos talentos da música brasileira. Alguns dos maiores nomes da MPB já fizeram parte da construção dessa história como Carlinhos Brown, Titãs, Frejat, Pitty, Vanessa da Mata, Maria Rita, Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, João Bosco, Paulinho da Viola, entre outros.

O festival é dividido nas categorias Canção e Instrumental. O concurso é idealizado e realizado pela Dançar Marketing – que há 40 anos atua como a mais consistente empresa de marketing cultural do Brasil, e contará mais uma vez com o patrocínio da SulAmérica.

Para os profissionais de saúde e corretores de seguros é obrigatória a apresentação do registro de atividade ativo (Conselho Regional de Medicina – CRM, Superintendência de Seguros Privados – Susep, entre outros) no momento da inscrição. Os artistas têm até o dia 7 de maio para acessarem este endereço e conhecerem sobre o projeto, o tutorial com passo a passo de como se inscreverem, checarem o regulamento detalhado e, claro, efetivarem as inscrições.

Em 2021 o eFestival recebeu mais de 8 mil inscritos de todo o país. Este ano o evento acontece ao longo de 8 meses, divididos em 4 etapas: inscrições, análise curatorial, votação popular, e por último, a premiação.

Os vencedores se apresentarão em agosto em shows em formatos open air e indoor, ao lado de grandes artistas (embaixadores do projeto), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Mercados cedem às pressões nos juros americanos; Questão com funcionários públicos afeta economia interna 434

Mercados cedem às pressões nos juros americanos; Questão com funcionários públicos afeta economia interna / Foto: Kanchanara / Unsplash Images

Confira análise conjuntural da economia para a manhã desta terça-feira, 18 de janeiro, elaborada pela Nova Futura Investimentos

Os mercados europeus fecharam majoritariamente em alta no pregão de ontem (17). As notícias positivas advindas da China, com o PIB a crescer 8,1%, conforme esperado, e o corte de juros foram fatores importantes para o desempenho, dado que se trata do maior importador e exportador do mundo. Internamente, os destaques foram o anúncio da joint venture entre GSK e Pfizer. Na Bolsa de Londres, o índice FTSE 100 fechou em alta de 0,91%, Frankfurt subiu 0,32%. Paris teve ganhos de 0,82%. Milão ganhou 0,52%. Na península ibérica, Madri teve avanço de 0,36% e Lisboa perdeu 0,02%.

No Brasil, em dia de pouca liquidez por conta do feriado nos Estados Unidos, a bolsa teve queda de 0,52%, a 106.374 pontos. Mesmo com os dados positivos da China e a alta das commodities, o mercado não resistiu às pressões internas relacionadas à greve dos servidores públicos. Na agenda econômica, o IGP-M teve alta de 1,8%, contra expectativa de queda de 0,5%, e o IBC-Br de novembro veio próximo do esperado, com avanço de 0,69%.

Para esta terça (18 de janeiro)

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda devido aos sinais de cortes monetários nos Estados Unidos, ao passo que o petróleo sobe fortemente. Dentro do continente, o BC japonês descartou a possibilidade de cortar juros, adotando um perfil fortemente acomodatício. Na China continental, o Xangai Composto foi a exceção, com alta de 0,80%. O Shenzhen teve desvalorização de 0,33%. O índice japonês Nikkei caiu 0,27%. O sul-coreano Kospi cedeu 0,89%. Taiex registrou perda de 0,79% em Taiwan.

Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian teve alta de 1,0%, a US$ 112,54.

Na Europa, com a agenda econômica sem dados, os mercados operam em queda devido às altas de juros nos Estados Unidos e tensões na geopolítica envolvendo a Rússia por conta de um vídeo com tanques russos sendo transportados para Belarus, país que também faz fronteira com a Ucrânia, aumentando a suspeita de uma invasão de Moscou ao país, ao passo que os EUA, a OTAN e a Alemanha se opõem às investidas do Kremlin.

Nos EUA também há uma agenda vazia de dados econômicos. O mercado se volta para o avanço dos rendimentos das treasuries de 10 anos, que chegam a níveis não vistos em dois anos, acima de 1,80%. Os investidores se preocupam com a alta da inflação e a possibilidade de o FED subir a taxa de juros e retirar estímulos de forma mais abrupta. Inclusive, na semana passada, James Bullard disse acreditar que a autoridade monetária americana poderá subir não apenas três, mas quatro vezes a taxa de juros. Outro fator importante de hoje foi o ataque drone nos Emirados Árabes, pressionando os preços do petróleo.

No Brasil, o mercado deve seguir os movimentos do mercado externo, mesmo que empresas do setor de commodities se beneficiem das altas do minério de ferro e do petróleo.

As altas nos juros americanos devem impactar os DIs além dos ruídos fiscais que serão gerados por conta da greve dos servidores públicos pressionando o governo federal a conceder reajustes de salários para as categorias. Caso isso aconteça, teremos mais fragilidade das contas públicas. Tal movimento do lado fiscal, afetará as companhias que compõem o índice de consumo e imobiliário dado que são os setores mais sensíveis à elevação dos juros e da inflação.

No corporativo, temos o Banco Inter a informar que foi comunicado pela Ponta Sul sobre a alienação de Units da companhia. Após o movimento, a gestora carioca de Flávio Calp Gondim, passa agora a deter 3,94% dessa categoria de papéis da instituição financeira.

Acionistas da BRF aprovaram em AGE proposta de aumento de capital via oferta follow-on de até 325 milhões de ações ordinárias. Do total da oferta, R$ 500 milhões serão destinados ao capital social e saldo remanescente à formação de reserva de capital.

A retomada das atividades de extração e mineração na mina Casa de Pedra da CSN, planta de beneficiamento do Pires e operação portuária de carregamento de minério no Terminal de Carvão (Tecar), no porto de Itaguaí, no Rio.

A Cogna informa que foi comunicada pela Alaska Investimento que sua participação alcançou 15,23% do total de emissões da companhia. O porcentual representa 285.779.108 papéis ordinários.

Direcional e a Cyrela assinaram Memorando de Intenções, para aquisição, pela Direcional, de 60% de participação em quatro projetos de empreendimentos imobiliários em desenvolvimento, cujos direitos são do Grupo Cyrela.

Even registrou R$ 925,1 milhões em valor geral de vendas (VGV) de lançamentos no quarto trimestre de 2021, alta de cerca de 73% ante o mesmo período de 2020. A cia lançou cinco empreendimentos entre outubro e dezembro, sendo três em SP e dois no RS.

A MRV registrou volume de R$ 3,243 bilhões em lançamentos no quarto trimestre de 2021, de acordo com prévia operacional. O volume representa alta de 52,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Tratativas da United Health para vender o controle da Amil seguem de vento em popa, mas entre os quatro pretendentes (Rede D’Or, Dasa, Sul América e Bradesco), um deles está quase sem apetite. É o Bradesco. Já a Dasa segue como favorita.

Unipar informou que a Vila Velha – Administração e Participações aumentou sua participação societária na companhia de 16.412.175 de ações ordinárias, equivalentes a 49,72% do total dessa classe de ação, para 16.504.265, ou 50,01%.

Bradesco Seguros anuncia novos benefícios no produto Auto Correntista 537

Eduardo Menezes é Superintendente Executivo de Produto Auto da Bradesco Auto/RE / Divulgação

Flexibilização na contratação e serviços diferenciados tornam o produto mais atrativo para clientes do banco

A Bradesco Seguros aposta em preços competitivos, benefícios e serviços sob medida, além de condições diferenciadas de pagamento a clientes do produto Auto Correntista.

Entre os principais atrativos, a flexibilização na contratação de coberturas e diversos benefícios, de acordo com o perfil do segurado, como por exemplo a opção de escolha de alguns serviços de sua preferência e com desconto, cobertura 0km por seis meses (gratuita), descontos no prêmio e na franquia para atendimentos nos Bradesco Auto Center, entre outras facilidades. Além disso, o Produto oferece novas formas de pagamento, como débito em conta Bradesco e em outros bancos*, cartão de crédito Bradesco Seguros e de outras bandeiras** e boleto. O cliente conta com um parcelamento diferenciado, em até 10 vezes sem juros, no débito ou cartão de crédito, ou em até 6 vezes sem juros, no boleto. E mais, um desconto promocional extra de 5% ao pagar com o Cartão Bradesco Seguros.

O produto é destinado aos clientes dos segmentos Classic, Exclusive e Prime, que possuam veículos de passeio e pick-ups. “Nosso objetivo é atender às demandas dos consumidores e ampliar o acesso da população ao seguro auto. Com o auto correntista, aproveitamos a capilaridade da presença do banco pelo país para oferecer serviços customizados”, destaca Eduardo Menezes, superintendente de produtos.

Os benefícios exclusivos são válidos somente para seguros individuais, de Pessoa Física, para carros dos tipos passeio, picape leve e pesada, além de motos, enquadradas no produto Bradesco Seguro Auto Correntista.

*O pagamento por débito em conta só é permitido para conta Bradesco e para os seguintes bancos: Itaú, Santander, Banco do Brasil, Bancoob e Credicoamo.
**Bandeiras Elo, Visa, Mastercard e Amex.