Maria Helena Monteiro: Fatos Relevantes sobre a Habilitação dos Corretores de Seguros 426

Maria Helena Monteiro é Diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros / Foto: William Anthony / Arquivo JRS

Confira artigo de Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Há 50 anos, os mercados segurador e da corretagem de seguros tiveram a coragem de fundar a Escola de Negócios e Seguros (ENS). Ao longo desse tempo, a ENS capacitou milhares de profissionais para a indústria brasileira de seguros, por meio de programas educacionais de excelência e inovadores. Assim, adquiriu credibilidade e se consolidou como a mais respeitada instituição de ensino voltada para a qualificação profissional em seguros e áreas afins.

Desde o início, a Escola teve como uma de suas principais atribuições a habilitação técnico-acadêmica dos corretores de seguros, missão cumprida com rara e exemplar competência. Em cinco décadas, foram mais de 100 mil corretores de seguros formados.

No começo de 2021, uma nova entidade foi autorizada a habilitar corretores de seguros no Brasil. A concorrência é salutar e faz parte do jogo de mercado. Novos entrantes sempre serão bem-vindos, desde que respeitem a história das empresas e entidades que ajudaram a construir a solidez e a reputação do mercado nacional de seguros, um setor forte e moderno, à altura dos players internacionais.

Essa nova instituição que atua na habilitação dos corretores baseia sua comunicação no fato de que veio para trazer inovação ao mercado, mas, na verdade, sabemos que é a ENS que vem inovando há 50 anos! A pandemia demonstrou isso de forma clara, quando fomos capazes de construir a primeira e única Sala do Futuro da América Latina, na nossa representação em São Paulo (SP). Além disso, firmamos parcerias inéditas com instituições de renome de Portugal, Inglaterra e Israel, para realização de treinamentos internacionais sobre Inovação, ratificando nossa posição de vanguarda.

Também em meio à pandemia, migramos todos os nossos cursos para o modo remoto, sem sequer uma hora de aula perdida, e com avaliações monitoradas por Inteligência Artificial, mantendo a máxima integridade do sistema de provas.

Isso além do material didático totalmente desenvolvido para o ensino a distância, com inúmeros recursos de aprendizagem e fixação de conceitos.

Não existe material didático pronto no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros (CHCS). Todos os anos, a ENS investe muito na criação de novos materiais e na atualização dos existentes, para que os alunos sempre tenham acesso a informação relevante e de qualidade para o exercício da profissão – nosso material didático é completo e de fácil entendimento. Não raro, nossas apostilas são impressas e viram bíblias acompanhando nossos alunos carreira afora.

Somente em 2021, o CHCS somou mais de 11 mil horas-aula on-line ao vivo, ministradas por um corpo docente composto por mais de 1.000 professores, de todo o ecossistema do mercado: seguradoras, resseguradoras, corretoras, escritórios de advocacia especializados, prestadoras de serviços, insurtechs, entre outras.

Sempre tivemos a preocupação de formar perfis empreendedores. Para isso, além das disciplinas de empreendedorismo durante o curso, promovemos as Oficinas dos Corretores de Seguros e as Feiras de Empreendedorismo, que buscam facilitar o início de carreiras autônomas e exitosas. Nesses eventos contamos com o apoio das grandes seguradoras, das grandes corretoras de seguros, das prestadoras de serviços e, mais recentemente, das insurtechs e demais empresas que militam no vasto universo da inovação, hoje fundamental para os corretores que iniciam carreira.

Para atender a um consumidor cada vez mais exigente e bem informado, o corretor de seguros vem, ao longo dos anos, aprimorando a sua abordagem ao cliente e passando a adotar uma postura voltada para a venda consultiva. Então, além do conhecimento técnico de excelência que a ENS transmite, passamos a moldar o perfil dos nossos alunos para atender a essa nova realidade, transformando-os em verdadeiros consultores de gestão de riscos com conhecimento em vários segmentos. Uma prova disso é que, em 2019, lançamos o curso para formação de AAIs (Agentes Autônomos de Investimentos), que abriu ainda mais o leque de atuação do corretor.

Vale ressaltar que a profissão de corretor de seguros é uma das mais inclusivas que existem. Antes da pandemia, com a predominância dos cursos presenciais, a ENS conseguia atender no máximo 60 municípios em todo o Brasil. Depois que o programa passou a ser ministrado de forma totalmente online, passamos a atender mais de 1.000 municípios, com alunos espalhados por todo o País.

A participação das mulheres no curso também merece ser destacada, já que é cada vez maior o número de alunas nessa profissão que possibilita bastante flexibilidade de horário. Desde 2001, as mulheres são maioria no setor de seguros. Dentro da sua filosofia de entender cada vez melhor o segmento em que opera, a ENS conduzirá, em 2022, o 4º Estudo das Mulheres no Mercado de Seguros. Esses trabalhos têm demonstrado como a presença feminina tem evoluído não só numericamente, mas, também, entre os cargos de gestão.

Os mais de 100 mil corretores de seguros formados pela ENS nos últimos 50 anos são a prova viva de que a tradição e a inovação convivem com estilo para produzir profissionais completos. E assim seguiremos, sempre buscando inovar em todos os programas educacionais que disponibilizarmos ao mercado, em especial, nos programas de formação de corretores de seguros.

Fenacor cria projeto para orientar Sindicatos na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) 562

CNSP vai definir como funcionará entidade autorreguladora de seguros

Coordenação da iniciativa está sob comando de Wilson Pereira, Presidente do Sincor-PR

Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução
Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) criou o “Projeto CCT” para servir de base nas negociações da Convenção Coletiva do Trabalho, seja no aspecto administrativo ou jurídico, entre outros. A coordenação está a cargo do Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), Wilson Pereira.

O projeto está coletando, junto aos presidentes do Sincors, informações sobre as suas respectivas CCT’s, incluindo proposições e informações gerais. O objetivo é centralizar o recebimento e elaborar demonstrativo das condições de cada CCT para posterior conhecimento de todos, através de planilha informativa para os Sincors.

Em reuniões futuras, será feito ainda o planejamento das ações para os próximos anos. Para tanto, é imprescindível que todos os presidentes enviem as informações dos seus sindicatos, para inclusão no projeto. “Antecipadamente, analisamos o material já recebido e constatamos divergências que só o tempo nos permitirá termos atuação parametrizada e unificada, pois existem divergências regionais e operacionais que dificultam a equalização no curto prazo”, explica Wilson Pereira.

Contudo, já para a Convenção Coletiva do Trabalho de 2022, a intenção é oferecer orientação quanto às cláusulas econômicas e ao índice de correção salarial, menor ou igual à variação do índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC , no caso atual, de 10,16%. “O período de transformações que estamos vivendo exige cautela e vigilância para que as despesas das Corretoras de Seguros não sejam superiores às suas receitas para os próximos períodos”, observa Pereira.

O Presidente do Sincor-PR acrescenta que serão respeitadas as diferenças regionais e as decisões de cada Sincor, pois podem existir parâmetros diferentes em termos de Salário Base e/ou benefícios diferenciados, inclusive até da quantidade menor de empresas Corretoras de Seguros, que possibilitam concessões de correções salariais com ganho real. “Este é um fator que consideramos normal existir. Mas, muitas vezes, dificulta as negociações dos demais Sindicatos, pois embora existam parâmetros e condições diferenciadas em cada CCT, o Sindicato dos Securitários sempre utilizará como exemplo os índices maiores concedidos para considerar em suas proposições”, comenta o coordenador do Projeto CCT.

Por essa razão, é importante ter como referência a orientação da Fenacor, no sentido de haver um “norte” a seguir para colaborar no momento da negociação de cada Sincor.

Outro fato importante nas negociações é a última reforma trabalhista, a qual permitiu livre negociação entre trabalhador e empregador através de Contrato de Trabalho, permitindo, inclusive, não haver necessidade de Convenção Coletiva de Trabalho. Assim, há condições favoráveis para negociações mais justas, com equilíbrio e bom senso entre os direitos e obrigações de ambos na CCT.

Neste momento, ainda estão sendo realizadas as negociações para fechamento do dissídio 2022. A orientação é para que cada Sincor, dentro de sua possibilidade, conceda em sua CCT, no máximo, a variação da inflação em 2021, com base nos seguintes índices (variação nacional):

  • IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo: 10,06%; ou
  • INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor (Variação Nacional): 10,16%.

O IPCA, que engloba uma parcela maior da população, aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos.

Já o INPC verifica a variação do custo de vida médio apenas de famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos. Esses grupos são mais sensíveis às variações de preços, pois tendem a gastar todo o seu rendimento em itens básicos, como alimentação, medicamentos, transporte, etc.

Pereira reforça ainda que a negociação dos diferentes estados, na medida em que são efetivadas, é usada como argumentação pelos sindicatos laborais onde os termos ainda se encontram em discussão. “Neste sentido, julgamos importante mantermos alguns padrões definidos como orientação pela Fenacor para facilitar as negociações de todos”, frisa.

Além disso, outro fator importante a considerar como blindagem e o bom relacionamento na negociação é sempre informar que embora haja reunião com a Diretoria Executiva para definição do percentual de correção salarial e das demais cláusulas da Convenção a decisão final caberá à Assembleia Geral.

Por fim, Wilson Pereira reafirma a importância de todos enviarem suas informações para que se conclua um trabalho conjunto e para que, no próximo dissídio, “possamos ter as definições antecipadamente”.

Mesmo com oscilações políticas e econômicas, Brasil continua terreno fértil para startups e investidores estrangeiros 351

Dalton Locateli é sócio da Pryor Global / Divulgação

Confira artigo de Dalton Locateli, sócio da Pryor Global

Há décadas, o Brasil é um País instável, marcado por oscilações políticas e econômicas. Outros fatores que agora exigem atenção dos estrangeiros antes de investir por aqui são os altos índices de desemprego, a volta da inflação e a quebra do teto de gastos, que gera o receio de uma nova onda de irresponsabilidade fiscal combinada à crise social. Mas, apesar de toda esta instabilidade, os agentes econômicos estrangeiros ainda se sentem atraídos pelo Brasil, devido ao seu amplo mercado consumidor (mais de 200 milhões de habitantes), capacidade produtiva e avanço da transformação digital dos negócios. Prova disto é que, segundo o Valor Econômico, os investimentos estrangeiros no Brasil cresceram 133% em 2021 (US$ 58 bilhões) em relação a 2020 (US$ 28 bilhões). Os valores ainda não retornaram aos patamares de 2019 (US$ 65,8 bilhões), antes da pandemia, mas mostram uma recuperação considerável.

Ou seja, o Brasil continua sendo um grande destino de investimentos, com boas vantagens em relação aos demais países latino-americanos. Uma de suas vantagens, segundo analistas de mercado, é que o País conta com ferramentas para vencer a crise, pois, desde a década de 1990, apresenta certa continuidade de princípios na política econômica, independentemente da orientação dos diferentes governos, que são considerados sólidos. A democracia brasileira também tem mostrado resiliência, com instituições fortes, o que se comprovou, nos últimos meses, com reposicionamentos da Presidência da República em busca de governabilidade, afastando a possibilidade de uma ruptura institucional a curto prazo.

Outro diferencial positivo é que, apesar de todas as perdas humanas e da contribuição para a instabilidade econômica, a pandemia de covid-19 abriu uma série de oportunidades de negócios no Brasil, sobretudo na área da tecnologia. Uma mostra clara disso é o contraste entre a saída de grandes multinacionais e a chegada de bilhões em investimentos de startups estrangeiras. As fusões e aquisições em território nacional somaram R$ 76 bilhões (aumento de 65% em relação a 2020). Ou seja, mesmo diante de todos os contratempos e das oscilações de 2021, o mercado continua vivo e buscando alternativas para se ampliar o volume de negócios.

Este é um cenário que aponta para a dinamização do mercado, não só com maior variedade de produtos e serviços, mas também com maior presença da tecnologia no cotidiano, pois se intensificou a inclusão digital da população. Para ficar apenas em três exemplos, basta mencionar o processo ampliação da bancarização, o crescimento vertiginoso do comércio eletrônico e a propagação (ainda incipiente) da oferta de educação on-line, a fim de manter os estudantes nas escolas e universidades.

Vale destacar, ainda, que a população brasileira, além de volumosa, é carente de produtos e serviços de qualidade e bastante aberta a inovações. Os brasileiros gostam e consomem tecnologia, sempre que têm condições econômicas, aderindo com grande facilidade a novidades em termos de aplicativos e mídias sociais. Em diversas áreas, há uma boa demanda reprimida no País e, qualquer sinal de recuperação econômica, logo se reverterá em recompensa rápida às startups que decidiram apostar no Brasil.

O País é gigantesco e sempre existem boas oportunidades, a questão é saber analisar e identificar onde encontra-las, quando e como investir, mensurando os riscos a fim de evitar surpresas inesperadas. O Brasil é para os fortes, mas aqueles que se estabelecem, em geral, garantem, não só o retorno de seus investimentos, mas bons resultados a médio e longo prazos. Entretanto, para isto, os investidores precisam sempre contar com apoio administrativo, operacional e jurídico de uma empresa de consultoria local para entender a cultura empresarial brasileira, apoiar na viabilização de recursos humanos estratégicos e na superação das complexidades fiscal, tributária e jurídica.

Auto Compara entra em serviços automotivos e mira consumidor que está fora do mercado de seguros 445

Newton Queiroz é CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS / Divulgação

Insurtech do Santander, em parceria com a Europ Assistance, vai oferecer pacote com reboque, socorro mecânico e meio de transporte alternativo, além de monitoramento e localização de veículos

O Auto Compara, plataforma de contratação de seguros do Santander, firmou parceria com a Europ Assistance Brasil – multinacional presente em mais de 200 países e líder mundial em assistências – para democratizar o acesso a serviços automotivos. A estratégia das duas empresas é atender a motoristas com um pacote de comodidades que, tradicionalmente, ficam restritas a quem possui cobertura das seguradoras. Outro público-alvo são proprietários de veículos com mais de dez anos de uso, devido às limitações para a contratação de seguro.

Para cumprir o propósito de facilitar o acesso aos serviços, a solução chega ao consumidor ao custo de R$ 49,90 por mês. O pacote inclui serviço de monitoramento e localização para casos de roubo e furto, além de assistências automotivas como reboque, socorro mecânico ou por pane seca, além de meio de transporte alternativo para o motorista e passageiros. O cliente ainda recebe assistência despachante e concierge automotivo para renovação da CNH, mudança de categoria, transferência de veículos e agendamento de revisão do automóvel.

A expectativa é que por meio da parceria as empresas possam oferecer a facilidade dos serviços de assistência automotiva a uma população que hoje não é assistida, dado a baixa penetração de seguros automotivos no Brasil. Um estudo desenvolvido pelas maiores seguradoras com atuação local estima que mais de 70% da frota de veículos do País não é segurada. O Brasil aparece apenas na 50ª posição global em gastos per capita com seguros.

Segundo Ronaldo Rondinelli, CEO do Auto Compara, o plano de negócios tem como meta inicial alcançar 300 mil contratos em três anos. “Com este lançamento, estamos ampliando a nossa atuação no setor automotivo, com um pacote de assistências bastante atrativo a uma parcela significativa de potenciais clientes”, afirma. O executivo explica que, hoje, entre os consumidores que acessam a plataforma em busca de proteção veicular, uma parcela desiste da contratação devido ao custo, ou por não fazer parte da base elegível das seguradoras.

O Auto Compara é uma plataforma 100% digital, controlada pelo Santander, para cotação, comparação e contratação de seguros de carro e moto de seis seguradoras (HDI, Liberty, Sompo, Tokio Marine, Zurich e Allianz, que a partir deste ano conta também com toda a carteira da SulAmerica). Além de oferecer a venda online de proteção para o veículo, a insurtech transformou a experiência do cliente no processo de contratação em uma operação simples, rápida e acessível. A jornada completa – do preenchimento de dados pessoais, informações do carro ou da moto, até a efetivação da compra – pode ser feita em apenas três minutos.

“Trata-se uma oportunidade de negócio crescente e robusta. Nesse sentido, as duas companhias ressaltam o peso dessa parceria, que, além de reunir soluções bastante vantajosas, contribui para a o acesso de forma massificada dos serviços de assistência”, completa Rondinelli.

Segundo Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance, a oferta das soluções de assistência por meio do Auto Compara vai fazer com que a multinacional alcance um número cada vez maior de possíveis clientes no Brasil. “Esse movimento estratégico reforça o nosso plano de ampliação dos negócios, pensando sempre na facilidade e na praticidade para o consumidor”, avalia Queiroz.

Este movimento, vai de encontro com a estratégia da Europ Assistance, em termos de diversificações de canais e foco na maior penetração de produtos de proteção a sociedade. “Nós trabalhamos no ramo de proteção, ou seja, nossos produtos visam atender pessoas em momentos de possível vulnerabilidade, através de uma prestação de qualidade, é possível ter um resultado extremamente positivo ao cliente. O mais interessante nesta pareceria, é o encontro de duas empresas com a visão de democratizar a proteção com mais opções em produtos para seus clientes”, finaliza Queiroz.

O CEO da Europ Assistance destaca que a facilidade de acesso a serviços que antes estavam condicionados apenas às apólices de seguros amplia o alcance da companhia e projeta as ferramentas de assistência o caminho ideal para todos os públicos que buscam proteção do veículo.

Seguros SURA expande atuação no Nordeste 582

Tiago Melo é Líder de Canais Seguros SURA / Reprodução/Rede Social

Ampliação terá como foco desenvolver o varejo através de soluções nessa região

Reconhecendo o altíssimo potencial destas regiões, a Seguros SURA – já presente no Nordeste – reforça seu campo de atuação com foco em expansão.

Hoje, o Nordeste é responsável pelo terceiro maior PIB do Brasil por região, além de concentrar quase 20% das frotas de todo o país. Só o estado da Bahia possui 967.082 empresas, sendo a maioria de comércio e serviços.

A SURA terá Gestores de Canais nas cidades de Salvador, Recife e Fortaleza. Em Recife, o time conta com o apoio da Gestora de Canais, Andrea Monteiro, e, Alonso Santos como Gestor de Canais em Salvador. Já para coordenar a região Nordeste como um todo, estará à frente o Líder de Canais, Tiago Melo.

A decisão por essas localidades específicas vem do fato de os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará representarem 67,5% de todos os corretores ativos do Nordeste. Dentre elas, o destaque da atividade está na Bahia, considerado o sexto estado com maior quantidade de empresas no país.

O foco da ampliação da SURA no Nordeste é desenvolver o varejo da região através de soluções de seguros, já que as maiores atividades econômicas são o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, além do varejo de mercadorias em geral, como minimercados, mercearias e armazéns, responsáveis por mais de 400.000 empresas.

Com a expansão, a SURA continua se desenvolvendo em busca de construir ações cada vez mais integradas, conectadas e eficientes, oferecendo inovação e segurança a todas as regiões do país e considerando as particularidades de cada uma delas.

“Temos um grande desafio pela frente e juntos vamos expandir nossa atuação fortalecendo ainda mais nossa presença em toda a região. A SURA pode oferecer serviços e produtos de qualidade que atendam às atuais e novas demandas de mercado na região diversificando ainda mais nossas soluções com os clientes”, comenta Tiago Melo.

Com foco em marketing para o mercado de seguros, plataforma PromoDigital ganha nova funcionalidade 547

Com foco em marketing para o mercado de seguros, plataforma PromoDigital ganha nova funcionalidade / Foto: Lilly Rum / Unsplash Images

Ferramenta criada pela Porto Seguro é pioneira no ecossistema brasileiro

A PromoDigital, sistema online que oferece aos corretores de seguros, soluções digitais para que possam construir campanhas de marketing 360°, apresenta uma nova aplicabilidade nesse começo de ano. “Procuramos sempre evoluir com a plataforma, assim adicionamos uma nova funcionalidade que permite com que o corretor insira seu número de WhatsApp diretamente em banners digitais, publicações no Facebook e em e-mails marketing criados na PromoDigital. Assim, possibilitando ao cliente entrar em contato com o corretor de forma ágil e prática em apenas um clique”, orienta o Gerente de Trade Marketing, Samuel Nery.

A qualidade da ferramenta foi atestada por uma pesquisa realizada no ano passado com mais de 300 corretores que utilizam os serviços da PromoDigital. Nesta pesquisa, 89% dos corretores se sentiram satisfeitos com a plataforma e 82% afirmaram que a plataforma aumenta o seu fluxo de negócios.

A plataforma oferece um portfólio completo de soluções que englobam disparo de até 5 mil e-mails marketing por mês, banners digitais, posts para Facebook e Instagram, imagens para compartilhar via WhatsApp, gifs, vídeos, landing pages, apresentações comerciais por produto e materiais impressos, como banners, folhetos e cartazes.

Para acessar a plataforma PromoDigital, basta ir ao portal Corretor Online e seguir a sequência de cliques: Gestão e Marketing > Gestão de Vendas > Funcionalidades para Vendas > Materiais de Divulgação > Acesse.