O fenômeno da longevidade exige o olhar atento ao futuro 462

Nilton Molina é presidente do Instituto de Longevidade MAG / Divulgação

Confira artigo de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG

Estamos vivendo cada vez mais, e isso não é uma novidade. Temos acompanhado há mais de meio século o aumento contínuo da expectativa de vida, de acordo com dados e estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o caso brasileiro, mas no mundo inteiro se observa o mesmo fenômeno.

É bem verdade que, embora estudiosos estejam considerando sobre o eventual impacto da pandemia nos indicadores de sobrevivência, é preciso entender que a pandemia é apenas um retrato, enquanto a demografia deve ser vista como um filme. Isso fica ainda mais claro quando consideramos a rápida resposta da ciência no desenvolvimento de vacinas, visto que em menos de um ano, grande parte do mundo já está vacinado. Não obstante essa discussão, se a pandemia vai alterar ou não os índices de longevidade, precisamos continuar olhando o futuro.

Se o bônus da longevidade é viver mais, o ônus é representado pela necessidade constante de planejarmos nosso futuro financeiro. Para isso, o primeiro passo é admitir que pensa em longevidade não é coisa do futuro. Trata-se de um processo que deve permear toda nossa vida. Os valores poupados e os juros sobre essa acumulação confirmam essa tese: quanto antes começamos a poupar, mais rápido alcançaremos os nossos objetivos.

Outro ponto importante para considerar em nossos programas de educação financeira é um olhar sobre tudo o que significa ser previdente e não apenas considerar o propósito de longo prazo, ou seja, as aposentadorias. Nesse cenário de análise não podemos desconsiderar os imprevistos que poderão acontecer durante esse longo caminho, até as aposentadorias. É nesse contexto que o mercado de seguros ganha cada vez mais relevância.

É imprescindível que as pessoas passem a considerar todos os riscos aos quais estamos expostos: morte prematura deixando dependentes financeiros; invalidez que comprometa a capacidade de gerar renda; e bem-estar, a fim de garantir recursos para viver melhor e com saúde.

O seguro de vida é a solução para amenizar todos esses riscos. Por meio dele, é possível contar com soluções sob medida, para cada tipo de necessidade, perfil e até mesmo em diferentes condições de saúde e atividades profissionais.

A compreensão sobre a importância de planejar e preservar o próprio futuro e de suas famílias deve estar cada vez mais presente na nossa sociedade, muito impulsionada por fatores externos, como a pandemia, reforma da previdência, novos modelos sociais e a longevidade. É fundamental, no entanto, transformar consciência em ação, antes que seja tarde demais…

Porto Seguro abre diversas oportunidades de emprego 1084

Porto Seguro apresenta lucro líquido de R$ 1,7 bilhão em 2020 / Divulgação

Saiba como participar do processo seletivo

A Porto Seguro abriu diversas oportunidades para os mais variados setores na companhia. Fundada em 1945, a companhia tem sede em São Paulo e é considerada uma das mais antigas do segmento. A empresa atua com seguros para automóveis, empresariais, saúde e em serviços financeiros.

Confira abaixo a lista de vagas

  • Consultor de Negócios;
  • Analista de Produto e Mercado Pleno – exclusivo para PCD’s;
  • Consultor de Negócios;
  • Analista de Planejamento Comercial Sênior;
  • Analista de Operações;
  • Educador Social;
  • Coordenador de Experiência do Cliente;
  • Analista de Riscos Sênior;
  • Operador de Atendimento Receptivo;
  • Analista de Sistemas Sênior;
  • Consultor de Negócios – Ramos Elementares;
  • Consultor de Negócios Vida e Previdência;
  • Analista de Produto e Mercado Sênior;
  • Analista de Marketing Pleno;
  • Coordenador de Estratégia de Cobrança;
  • Consultor de Vendas.

As vagas exigem experiência na função e ensino médio. Algumas das oportunidades exigem o ensino superior.

A seguradora oferece remuneração compatível com as práticas de mercado, além de benefícios como Vale Refeição, Vale Transporte, plano médico, Seguro de Vida, Plano Odontológico, Convênio Farmácia, Bolsa de Estudos, Gympass, desconto em produtos, Previdência Privada e Participação nos Lucros.

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*Com informações de Notícias Concursos.

2022 deve trazer mais rigor na retomada do crescimento, estima presidente da FenaCap 585

Marcelo Farinha é presidente da FenaCap / Divulgação

Confira artigo de Marcelo Farinha, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap)

A Capitalização ingressa em 2022 completando uma trajetória de 93 anos de atuação ininterruptas no mercado, em que a resiliência tem sido a sua marca. Nesta longa jornada, o setor enfrentou os mais diferentes desafios. Aliás, a atividade chegou ao Brasil no período dramático de crise mundial provocada pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York – que afetou os rumos dos negócios com café e abriu caminho para o algodão, por exemplo. Portanto, é um segmento que tem convivido com mudanças de hábitos, no estilo de vida e na atividade econômica ao longo do tempo.

E estamos passando por mais um grande desafio: a pandemia da Covid-19. O setor, como todo o processo produtivo, também teve impactos negativos, mas acelerou os processos de inovação realizando pesados investimentos para garantir o atendimento on-line. Nesse processo de migração para o digital, foi fundamental o engajamento das equipes das empresas para a implementação de uma contínua mudança de processos capazes, por sua vez, de oferecer transparência e segurança nas operações.

Tudo isso constituiu um grande aprendizado e os resultados foram importantes para termos a confiança de que o setor encerra o ano de 2021 mais forte, mais estruturado e pronto para retomar o vigor dos anos anteriores. As equipes envolvidas nessa rápida transformação tecnológica também saem mais fortalecidas e aptas ao atendimento das novas demandas, entre as quais figuram, além das pessoas, os pequenos e microempresários que acabaram por ser os mais afetados justamente pela ausência, muitas vezes, de um planejamento financeiro e reserva de valor para períodos de crise.

A confiança da Capitalização com o futuro é sinalizada desde já pelo resultado positivo: R$ 20 bilhões de arrecadação entre janeiro e outubro de 2021, crescimento na casa dos 6%, e um crescente volume de reservas que ultrapassa os R$ 33 bilhões. É claro que ainda existe um longo caminho a ser trilhado. A crise provocada pela pandemia reforçou a importância da Capitalização como instrumento de reserva de valor, disciplina financeira e mecanismo de garantia, seja para os momentos de emergência, ações sociais e comerciais, ou para transformar sonhos em realidade.

É importante ressaltar que um dos diferenciais competitivos da Capitalização é a sua diversidade e a sua capacidade de se reinventar. Com os avanços regulatórios, o setor deixou de ter praticamente uma única opção de produto para se transformar em um segmento capaz de criar outros modelos de negócios, com atuação de produtos em garantia de aluguel, filantropia, ações de marketing voltadas à retenção de clientes, só para citar alguns exemplos.

É uma atividade com grande capacidade de se acoplar a outros produtos e mercados. Ao longo dos anos, a Capitalização se desenvolveu a partir das necessidades dos públicos de interesse e passou a oferecer soluções simples que, combinadas com sorteios, são capazes de atender de maneira diferenciada a novas e crescentes demandas da sociedade.

Essa característica abriu uma nova perspectiva de mercado, inclusive para corretores de seguros. Somos capazes de atender às demandas de praticamente todos os segmentos de negócios. Com produtos voltados para pessoa física ou jurídica e com valores acessíveis, para qualquer tamanho de bolso, extremamente inclusivo e de simples contratação, a Capitalização demonstra toda a sua versatilidade e aderência às necessidades dos consumidores.

O marco regulatório trouxe ainda novas possibilidades de negócios. A modalidade de Incentivo, que aproxima empresas de seus clientes, ou ainda a modalidade Instrumento de Garantia, que se vale os títulos para a viabilização de muitos contratos, devem dar impulso para uma retomada sustentável do segmento.

A modalidade Filantropia Premiável têm apresentado desempenho altamente promissor. Os acordos com organizações sociais emprestam ao mercado grande credibilidade que é devolvida a esses projetos na forma de investimentos significativos. De janeiro a outubro de 2021, os produtos contribuíram com um aporte mais de R$ 1 bilhão às entidades que realizam ações voltadas ao trabalho social. Foi o setor que mais direcionou recursos à filantropia ao longo do ano passado.

Por fim, os próximos anos serão de valorização da experiência do cliente, ou seja, pensar essa jornada é mais importante do que a simples venda dos produtos. Aprimorar os mecanismos de relacionamento com o consumidor e oferecer soluções mais ágeis e completas serão determinantes para a sustentabilidade do mercado de Capitalização. Transformar os clientes em fãs é o desafio da Capitalização no Brasil. Que venham os próximos anos!

A importância da segurança do paciente em ambiente hospitalar 345

A importância da segurança do paciente em ambiente hospitalar / Foto: Adhy Savala / Unsplash Images

Confira artigo de Gisele Panegassi, Gerente de Marketing da Advanced Sterilization Products Brasil

A pandemia reacendeu uma preocupação muito comum em ambientes hospitalares: o risco de infecção hospitalar relacionada à assistência à saúde (IRAS). Com um alto número de pessoas internadas em unidades de saúde, seja em ambulatórios ou em unidades intensivas, o perigo de contaminação cresce gradativamente.

Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde, em países de baixa e média renda, estima-se que o número de infecções hospitalares é de 10%, que alteram entre risco, alto, médio e baixo. No Brasil, a taxa de infecção hospitalar chega a 14%. é importante ressaltar que o conceito de infecção hospitalar inclui todos os processos infecciosos, que não foram identificados na admissão do paciente na entrada ao hospital e que se manifesta durante a sua permanência.

Em geral, essas infecções são agrupadas como entéricas, respiratórias, cutâneas e gerais e o aparecimento da infecção é determinado pela interação entre agentes mórbidos com o meio ambiente e o homem. Após essa breve explicação, é possível entender o quanto as infecções hospitalares se mostram um problema desafiador nas unidades de saúde, principalmente, por existir um aumento significativo na taxa de mortalidade. Elas trazem dificuldade e riscos à saúde, tanto dos pacientes, quantos dos profissionais.

É devido a isso que foram desenvolvidos vários investimentos em práticas funcionais que aprimoram o controle e redução de casos. Assim, como forma de prevenção, existem práticas extremamente rotineiras que precisam ser cumpridas e auxiliam nos cuidados para evitar as infecções hospitalares, como lavar as mãos, realizar precaução de contato, utilizar as roupas certas, manter os protocolos de limpeza local e esterilizar materiais hospitalares, sendo este último muito importante, pois é a porta de entrada para iniciar todo o processo de infecção hospitalar relacionado a assistência à saúde, tendo em vista que há contato tanto interno, quanto externo, em pacientes e profissionais da saúde.

No mercado existem diversos tipos de tecnologias que automatizam os processos de desinfecção e esterilização, e é por isso que vale ressaltar a busca por tecnologias que levem segurança para pacientes e equipes médicas., assegurando a rastreabilidade do processo e do dispositivo médico.

Neste sentido, é imprescindível a utilização de um ecossistema único no qual os equipamentos estejam conectados para que seja possível assegurar a rastreabilidade durante todo o ciclo a partir de uma tecnologia que permite a captura e transferência de informações para a nuvem, tornando-as seguras e acessíveis em toda a cadeia produtiva.

Desta forma, concluímos ser necessário cuidados minuciosos, tanto pessoais, como no uso de tecnologia para evitar a disseminação das infecções hospitalares nas redes unidades de saúde. Além de atrasar a recuperação do paciente, há um aumento no custo com as internações e até mesmo levar a complicações mais graves. Por isso, toda ação realizada para evitar as infecções hospitalares precisa ser considerada para preservar a saúde dos pacientes e, principalmente, dos profissionais que atuam nos hospitais.

Cibersegurança pode ser o game over das organizações 724

Cibersegurança pode ser o game over das organizações / Foto: Adi Goldstein / Unsplash Images

Confira artigo de Flávia Duarte, Lucimara Tejeda e Thiago Labliuk, executivos da Bravo GRC

É reconhecida a transformação pela qual o mundo vem passando, e muito enfatizada por conta dos efeitos que a pandemia da Covid-19 impôs nestes últimos dois anos. Hoje, a forma de consumir e ofertar serviços passa pelo celular ou qualquer outro dispositivo conectado à internet e seu processamento, ou parte dele, é realizado em alguma nuvem. A hiperdigitalização que todo negócio se viu obrigado a adotar contou com a democratização das opções de tecnologia e serviços, gerando um grande ecossistema de conexões e organizações que assumem, de forma terceirizada, partes sensíveis da cadeia de valor de diversas empresas.

A democratização da tecnologia normalizou a capacidade de as empresas entregarem uma experiência ao cliente mais aderente à expectativa de quem consome. São adaptações de um mundo massificado, veloz e de grandes riscos. Um contexto extremamente atraente para gerar valor, entretanto, a maturidade e forma de pensar de quem passou por essa transformação não acompanhou a mesma velocidade para entender que alguns riscos, antes periféricos ao negócio, passaram a fazer parte estrutural da proposta de valor. Estamos falando dos riscos de cibersegurança, que envolvem de forma geral a privacidade dos dados e, por consequência, a sua continuidade de negócios.

Entre 70% a 90% dos executivos reconhecem a importância em considerar aspectos de segurança de dados nas agendas internas da companhia. Por outro lado, de acordo com o estudo “How Covid-19 is impacting future investment in security and privacy”, elaborado pela EY, foi observado um aumento de mais de 300% dos casos de ataques em 2021, frente ao que tivemos em 2020, e a perspectiva é de crescimento constante. Na sua grande maioria, os alvos não são escolhidos a dedo, mas sim de forma massificada por robôs que operam a todo momento na internet, tentando encontrar os menos preparados.

Por mais que os discursos dos executivos sejam pragmáticos e apresentem até mesmo um tom padronizado sobre a importância da cibersegurança, ainda é evidente a falta de conhecimento sobre a real exposição aos riscos cibernéticos, principalmente quando os investimentos sobre a prevenção ainda são marginalizados frente a uma oferta de soluções que hoje estão em máxima, seja por necessidade ou valor.

A democratização da tecnologia traz consigo a vulnerabilidade que um olhar exclusivo para o business pode propiciar. O olhar apenas para o produto final e para a experiência do cliente, sem o planejamento em segurança adequado, seja por empresas tradicionais que nunca se preocuparam tanto com a vulnerabilidade que o digital traz, seja novas empresas que estão focadas em fornecer diferentes experiências, pode trazer consequências significativas para a reputação de organizações. Qualquer modelo de negócio e cadeia de valor que esteja caminhando para um mundo digital, tanto em organizações tradicionais ou startups, precisa entender que a segurança da informação e privacidade de dados fazem agora parte da cadeia. Os fornecedores de tecnologia, por sua vez, precisam demonstrar ao cliente final que a cibersegurança deve ser contemplada como o próprio business.

Toda semana temos exemplos de empresas que estão sofrendo com problemas cibernéticos, principalmente com a onda de Ransomware (Sequestro de Dados) que vem acontecendo com maior intensidade nos últimos dois anos. Fato interessante e preocupante é que os ataques não são exclusividade das empresas pequenas, mas também em empresas de grande tradição, ou até mesmo órgãos governamentais, o que demonstra o enorme gap entre quem ataca e quem defende.

Simulações de estresse, com uma adequada governança para apresentação de resultados, follow-up de ações e projeção de investimentos certamente podem evitar que o business sofra com as vulnerabilidades deste novo contexto digital, que não dorme. Podemos encontrar diversos indicadores, cases e análises de tendências sobre como o futuro está se desenhando para o mundo social e dos negócios, tudo misturado em ambientes de metaverso. Estar presente neste futuro consiste em ser seguro, caso contrário, será game over para o seu negócio.

De tradicional a inovador: as transformações no mercado de seguros 613

Christian Wellisch é sócio-fundador da Globus / Divulgação

Confira artigo de Christian Wellisch, sócio-fundador da corretora Globus Seguros

O setor de seguros é conhecido por ser muito previsível, mas ainda um pouco desconhecido do mercado como um todo. Atualmente, o produto de seguros ainda é “marginalizado”, e isso ocorre por diversos motivos: bancos vendendo produtos que não estão alinhados às necessidades dos clientes, falta de transparência por parte de alguns corretores, a percepção dos clientes de que os profissionais não são qualificados, experiências de compras ruins, problemas com indenização e a percepção (equivocada) do não pagamento de indenizações.

Outro ponto é que aqui no Brasil, especificamente, as pessoas têm a falsa impressão de que o mercado se restringe ao seguro de automóvel. Porém, não podemos nos esquecer da premissa básica da contratação de seguros, que é o equilíbrio econômico da sociedade. Em momentos de pandemia e crise financeira sua importância tem sido fundamental. Nota-se o aumento da sinistralidade em algumas linhas de negócios, como, por exemplo, nos seguros de saúde, que sofreram alguns impactos com o aumento exponencial do número de internação desde o início da pandemia.

Vemos também o aumento do interesse da sociedade em relação às apólices de seguros de vida, que vem sendo bastante comercializada ultimamente, até mesmo em função da covid-19 e a maior conscientização da necessidade de proteção por parte das pessoas. Existem ainda outros produtos que estão crescendo e mostram a força dessa indústria, que nos últimos anos vem crescendo acima dois dígitos, com exceção do ano de 2020, que foi atípico. Em 2021 o setor já apresenta uma retomada forte em relação ao ano passado e a expectativa é fechar o ano com um crescimento entre 15% e 18%.

Embora os números sejam bons, a penetração dos seguros no PIB nacional ainda é muito pequena – na casa de 3% –, o que significa que temos grandes oportunidades nesse setor nos próximos anos. Também existe muito espaço para evolução no que tange tecnologia, produto e distribuição. Além disso, os investimentos em infraestrutura devem impactar positivamente esse mercado.

Nos últimos meses, temos visto uma aceleração muito forte em relação a inovação no setor de seguros. Há muita coisa acontecendo hoje com a entrada de novos players (insurtechs) e seguradoras mais leves (sandbox). Com as novas regulamentações da Superintendência de Seguros Privados (Susep), principalmente o marco da questão do sandbox, que é uma regulamentação um pouco mais flexível, o mercado passa a ter acesso a novos produtos e também maior capacidade de inovação. Já temos mais de dez participantes desse modelo que estão trazendo novos produtos para o mercado, o que até pouco tempo atrás seria impossível. Evolução e mais transparência em relação ao modelo de distribuição e aumento do nível de qualificação dos profissionais são outras grandes tendências para o mercado segurador.

O seguro de automóvel “pay per use” é um exemplo de produto inovador, já que o cliente paga pelo seguro apenas quando utiliza o automóvel. A flexibilização aproxima as pessoas do mercado como um todo, proporciona uma experiência mais fluida para o cliente final, contribuindo para que conheçam e contratem outros produtos (além do seguro auto), como seguro de vida, acidentes pessoais, responsabilidade civil etc. Na esteira de produtos que vem se destacando desde o início da pandemia, estão o seguro de saúde PME – de 30 até 100 vidas – e o seguro garantia, que apresentam aumento significativo da procura e comercialização.

No longo prazo, a reboque dos R$ 700 bilhões de investimentos em saneamento, produtos como riscos de engenharia, riscos diversos, patrimoniais, transporte, saúde e vida devem se destacar, uma vez que irão oferecer cobertura para toda essa indústria que irá trabalhar nas obras. São os ramos de seguros que devem alavancar o setor nos próximos anos. Sob a perspectiva de produtos e proteção, a indústria de seguros está 100% preparada para lidar com momentos críticos/atípicos. Ela está muito amparada, de diversas formas, e qualificada para fazer as devidas indenizações. Vale destacar que as próprias seguradoras compram proteção através de resseguradores, diluindo assim o risco.

Por fim, há o desafio de fazer com que a sociedade tenha uma visão mais positiva do setor. Nesse sentido, a indústria tem pela frente a missão de disseminar e popularizar a cultura do seguro. Só assim poderá explorar novos nichos, continuar inovando e alcançar todo o seu potencial.