I Congresso Brasileiro de Seguro de Vida entra para história do mercado brasileiro de seguros 9984

I Congresso Brasileiro de Seguro de Vida entra para história do mercado brasileiro de seguros / Fotos: Filipe Tedesco/JRS

Encontro foi promovido pelo Grupo Caburé e App Anjo, nos últimos dias 09 e 10 de dezembro, em Gramado (RS)

As belas paisagens da cidade gaúcha de Gramado foram o cenário para um momento ímpar para o Seguro de Vida no Brasil. O Grupo Caburé, com apoio de Anjo App, Azos Seguradora, Icatu Seguros, Rio Grande Seguros e Previdência, Zurich Seguros, AddMoney, MAG Seguros, MAPFRE, Porto Seguro e StationCor, promoveu, entre os dias 09 e 10 de dezembro, o I Congresso Brasileiro de Seguro de Vida.

Foram diversos os momentos marcados pela capacitação, troca de experiências e muita emoção – afinal, este foi um dos primeiros encontros presenciais realizados pelo mercado nacional de seguros. “O poder da união é o que faz da Caburé o que ela é hoje. Quero agradecer muito nossos parceiros. É um orgulho para mim estar aqui compartilhando conhecimento. Devemos estar sempre aprendendo”, reforçou José Luiz Mota, CEO do Grupo Caburé. As quase seis décadas de operação de um dos maiores administradores de apólices de Seguros de Vida da América Latina foram apresentadas junto ao desafio de expandir, cada vez mais, o número de brasileiros protegidos. “Temos um trabalho muito grande para fazer. O grande antídoto para todos os males é o amor. Isso é muito necessário quando vamos oferecer o Seguro de Vida para as pessoas. Amor é a principal palavra que existe na vida do ser humano. Quando a gente enxerga bem a realidade das pessoas, elas percebem isso”, explicou o executivo ao rememorar a fundação do Grupo Caburé, em 1963, pela Dona Zélia – que incentivou o Sr. Caburé a ingressar no ramo de seguros através de um recorte de jornal, que anunciava a busca por um profissional para tornar-se angariador de seguros. “O Sr. Caburé é nosso mestre, nosso guia. Aquele que nos motiva a começar de novo a cada dia”, acrescentou Mota.

O Grupo Empresarial de Capital Fechado teve como primeiro cliente segurado a categoria dos eletricitários do Rio Grande do Sul e hoje conta com mais de 1,2 milhão de segurados, além de outros negócios em ramos diversos. “O Cartão Proposta e o App Anjo são nossas grandes ferramentas para realizar a distribuição de Seguro de Vida. Nossa rede de distribuição, atualmente, conta com mais de 11 mil parceiros cadastrados, entre agenciadores, corretores e anjos”, evidenciou ao referendar a evolução da rede de distribuição ao longo dos anos. “Outro destaque trata especificamente do App Anjo, que, em menos de dois anos, conta com 6,6 mil parceiros cadastrados. É o primeiro aplicativo do Brasil feito para Corretores de Seguros e Agentes. Essa ferramenta foi desenhada com o pensamento das pessoas que distribuem o seguro e trabalhamos sempre em melhorias com o objetivo de aumentar a cultura do Seguro de Vida no País”, complementou ao demonstrar a responsabilidade dos profissionais do seguro para com a distribuição das soluções em seguros para todas as camadas sociais. “Temos 85,6% das pessoas nas classes C, D e E. Quem tem mais proteção do Seguro de Vida são os 3% mais privilegiados. Precisamos olhar para o lado de quem mais precisa. Tenho orgulho dos parceiros da Caburé, que já olham para essa questão há pelo menos 24 anos. Anteriormente nosso foco era apenas nas classes A e B e hoje, se vocês olharem o Aplicativo Anjo, o limite do Capital Segurado é de R$ 300 mil, justamente para atender este público”, explanou José Luiz Mota.

Outro ponto destacado pelo Grupo Caburé foram as práticas de governança corporativa, com a criação de um Conselho de Family Office, por exemplo. “A criação deste grupo vem justamente da preocupação com a família, característica da nossa holding. Os resultados são extremamente significativos e essa estabilidade precisa estar refletida em toda a empresa. Todos estão seguros de que tudo que foi conquistado será mantido. E este Conselho também foi criado justamente para pensar o futuro da empresa. Isso dá mais condição aos gestores para colocarem sua forma de administrar. Temos uma responsabilidade muito grande, que é de honrar a confiança que as pessoas colocam na gente”, citou Luiz Alexandre, Presidente do Conselho de Family Office do Grupo Caburé.

Para a CFO do Grupo Caburé, Adriana Mota, a missão do Grupo Caburé está totalmente relacionada à união do maior número de pessoas possível. “Estamos no meio de muitas feras em dois dias de muito aprendizado. Nós tocamos pessoas, devolvemos condições para famílias que não teriam como poder continuar. Através do amor a gente leva o que todo ser humano precisa. Isso precisa de fé e determinação”, contou a executiva.

Os fundadores do Anjo App, Marina Mota e Marcel Mota, demonstraram toda emoção em pertencer a um dos players mais relevantes da indústria mundial de seguros. “Honra e confiança representam os sentimentos de uma vida. Agradeço a todos que confiaram na gente, além dos corretores, agenciadores e funcionários. É incrível o quanto cada um nos ajuda”, disse Marina, que também é Diretora de Marketing e Expansão da holding. “Nossa família respira o Seguro de Vida. Nos inspiramos na energia de nosso avô e fundador do Grupo Caburé. Temos de levar isso para frente e estaremos unidos nessa missão. É muito importante ter esse apoio que nós temos e a família, o amor e a união são a magia de nossa empresa. Esperamos tocar o coração de todos e que possamos compartilhar dessa união para evoluir, cada vez mais, e aumentar a cobertura de Seguro de Vida no Brasil todo”, enfatizou Marcel, Gestor de Inovações do Grupo Caburé.

“A Caburé me fez crescer como pessoa e profissionalmente. Sou apenas um exemplo do que a empresa sempre fez para todos os nossos colegas. O Sr. Caburé sempre dizia para nós: ‘Meu filho, não dá para dar 99%, porque esse 1% vai te derrubar’. E eu tenho certeza que nosso time dá 100%. Assim como eu, com 26 anos de empresa, existem muitos com mais de 30 anos de empresa e com mais de 20 acredito que seja a grande maioria e o nosso grande propósito é servir. Nos adaptamos às necessidades. São os corretores e agenciadores que trazem os nossos segurados. É uma honra representar todos esses colegas”, afirmou Gustavo Papaléo, Gerente Executivo Corporativo da empresa, ao demonstrar toda satisfação em fazer parte da história do Grupo Caburé e de um momento tão especial como o I Congresso Brasileiro de Seguro de Vida.

Todos os detalhes deste verdadeiro marco para o mercado brasileiro de seguros de vida estarão na edição 256 da Revista JRS. Abaixo você confere o show de imagens, além dos vídeos – por turno – com todos os detalhes da programação do evento que, certamente, já entrou para o calendário oficial da indústria seguradora em nível mundial.

Confira as imagens – Fotos: Filipe Tedesco/JRS:

Assistência médica totaliza 49,8 milhões de beneficiários 392

Assistência médica totaliza 49,8 milhões de beneficiários

Planos exclusivamente odontológicos registraram 29.9 milhões de usuários

Os dados de beneficiários de planos de saúde referentes a junho de 2022 estão disponíveis na Sala de Situação https://www.ans.gov.br/images/stories/Materiais_para_pesquisa/Perfil_setor/sala-de-situacao.html, ferramenta de consulta do portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No período, o setor totalizou 49.789.947 usuários em planos de assistência médica e 29.894.874 em planos exclusivamente odontológicos. Nos planos médico-hospitalares, em um ano houve crescimento de 1.650.293 beneficiários – o equivalente 3,43% de aumento em relação a junho de 2021. No comparativo de junho de 2022 com maio de 2022, o crescimento foi de 248.639 usuários.

Já nos planos exclusivamente odontológicos, somaram-se 2.414.293 beneficiários em um ano – o que representa 8,79% de crescimento no período – e 248.639 na comparação de junho de 2022 com maio de 2022.

Nos estados, no comparativo com junho de 2021, o setor registrou evolução de beneficiários em planos de assistência médica em 26 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro os que tiveram o maior ganho em números absolutos. Entre os odontológicos, 26 unidades federativas registraram crescimento no comparativo anual, sendo também que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os estados com maior crescimento em números absolutos.

Importante destacar que os números podem sofrer alterações retroativas em razão das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

As tabelas de evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências estão disponíveis no portal da ANS. Clique aqui e acesse https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias-1/periodo-eleitoral/junho-assistencia-medica-totaliza-49-8-milhoes-de-beneficiarios

ABECOR NEWS fala sobre o mercado de resseguros com Jason Roe, da Chubb UK 407

ABECOR NEWS fala sobre o mercado de resseguros com Jason Roe, da Chubb UK


Oficina do Texto Eduardo Toledo, presidente da ABECOR –  Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros, recebeu, diretamente de Londres, o Gerente Geral de Produtos da Chubb para área de Marine, Spicie e fine arts, Jason Roe, para falar sobre o mercado de resseguros.

Ao ser questionado sobre o que é Spicie, Roe afirma que Spicie é uma palavra muito antiga na língua inglesa e significa moedas de ouro. “Ela é usada hoje, em tempos modernos, para descrever itens de altíssimo valor. Seja esse valor intrínseco, como em uma commodity, diamante, ouro ou de valor artístico, como nas belas artes ou outros itens similares, como um certificado de ações ou tickets de alimentos”, explicou.

Sobre sua visão sobre o mercado de resseguros, o entrevistado disse que o mercado de resseguros de Londres em termos de fine arts e Spicies é enorme. “Há capacidade para alocar US$ 2.5 bilhões de negócios em resseguros facultativos para o risco brasileiro, se risco se enquadrar nos critérios corretos de subscrição para resseguradora, em termos de segurança, preços e histórico de risco”, disse.

Confira a entrevista na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=MTlryrCsGsQ

Associação beneficente da Allianz Seguros retoma mostra presencial de artes visuais e digitais 406

Associação beneficente da Allianz Seguros retoma mostra presencial de artes visuais e digitais

Evento reuniu mais de 800 pessoas em três dias; Visitantes acompanharam trabalhos inspirados no artista e produtor cultural indígena Jaider Esbell

Após duas edições totalmente on-line, a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz Seguros (ABA) retomou presencialmente sua Mostra de Artes Visuais e Digitais. Realizada entre os dias 28 e 30 de julho, o evento reuniu mais de 800 pessoas entre frequentadores da instituição e visitantes, que foram divididos em grupos durante os três dias de exposição, seguindo todos os protocolos sanitários de prevenção à covid-19 e evitando aglomerações.

“É diferente você viver essa experiência presencialmente. Para nós, a construção da Mostra tem o significado de um recomeço”, comemorou Rose Oliveira, diretora da ABA. O evento reuniu o aprendizado adquirido pelas crianças, adolescentes e idosos durante o primeiro semestre de 2022. No espaço, os visitantes acompanharam artes visuais, digitais e audiovisuais relacionadas à natureza e inspiradas no artista e produtor cultural indígena Jaider Esbell. Além disso, assistiram, em vídeo, o espetáculo de ballet “Coisa de Criança” – os interessados também podem conferir a apresentação no Portal da ABA Digital (https://www.youtube.com/watch?v=Co_dZz8doFA). “Por meio dessas ações, buscamos ampliar o repertório das crianças, jovens e idosos que aqui frequentam para que eles se posicionem de uma forma positiva na sociedade, sem receios e preconceitos”, explicou Rose.

As pessoas que passaram por lá também participaram ativamente do jogo das palavras, desenvolvido pelos idosos por meio de conceitos básicos de programação. João Raimundo Oliveira Santana, de 67 anos, foi um dos idosos envolvidos nessa atividade. “Eu sou tipógrafo, profissão que não existe mais. Trabalhei por anos e ainda trabalho em gráfica e vim à ABA porque preciso aprender a mexer no computador para continuar no mercado de trabalho”, disse ele. “Já era para ter iniciado o curso antes, mas não tive oportunidade. Agora, que surgiu, eu agarrei”, explicou.

Marco Campos, diretor de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e atual presidente da Associação, esteve presente no evento. “A ABA nasceu há 28 anos e atendia aproximadamente 120 crianças. Hoje, prestamos atendimento a mais de 1 mil crianças, adolescentes e idosos”, relembra, destacando que os colaboradores da Allianz são parte ativa do projeto. “O apoio dos nossos colaboradores é fundamental para o sucesso deste projeto. Temos um engajamento muito bom em todas as ações promovidas”, disse. Marco destacou ainda a importância de as empresas investirem em ações voltadas à responsabilidade social corporativa. “A Allianz é uma marca conhecida globalmente e tem como um de seus compromissos contínuos contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Ao promover ações como essa, a companhia também contribui para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e ética”.

Várias gerações, uma história 

Josevan da Silva Castro, de 28 anos, frequentou a primeira turma da ABA e acompanhou a evolução da instituição. Ele esteve presente na mostra por um motivo duplamente especial: relembrar a vivência adquirida no local e jogar uma partida de xadrez com seu filho, Nícolas Miguel da Silva Castro, que hoje é uma das crianças assistidas pela Associação. “Aprendi a jogar xadrez na ABA. Jogamos em casa também e eu tento passar o máximo de aprendizados possíveis que adquiri na ABA, pois cada brincadeira também tem um propósito”, afirmou ele, que permaneceu na ABA até os 17 anos de idade. “Participei de todo o processo, desde a creche até o curso de capacitação. A ABA foi tudo para mim e possibilitou conhecimentos que nunca tive lá fora”, resumiu.

Kauê Pereira Araújo da Silva, de 27 anos, também foi frequentador da ABA. Permaneceu na Associação dos sete aos 15 anos e, atualmente, trabalha na área Comercial da filial Campinas-Jundiaí da Allianz Seguros, onde iniciou a carreira como menor aprendiz. “A ABA é um mundo à parte. Você entra nesse universo e aprende a conviver em grupo e a ter acesso a diversas oportunidades”, pontuou. “Vim aqui prestigiar esse lugar que me trouxe muitas alegrias”.

Recovery dá dicas de como aumentar a renda aproveitando a proximidade do Dia dos Pais 400

Recovery dá dicas de como aumentar a renda aproveitando a proximidade do Dia dos Pais

Veja o que comercializar para fazer dinheiro e turbinar o orçamento

Uma das datas mais especiais para as famílias brasileiras, o Dia dos Pais, em 2022 será celebrado no dia 14 de agosto e é também uma ótima oportunidade para empreendedores que querem ganhar uma renda extra por ser uma das datas mais importantes para o varejo. A Recovery, empresa do Grupo Itaú e especialista em recuperação de crédito, listou algumas dicas de como aproveitar a data para alavancar a renda mensal com a venda de itens para o Dia dos Pais.

Em 2021, segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mais de 107,7 milhões de pessoas foram às compras para presentear os pais, movimentando cerca de R$ 22 bilhões.

Esse é, portanto, um bom momento para quem deseja ganhar fôlego financeiro para equilibrar as contas, fazer um pé de meia, começar a investir ou quitar dívidas. Se você já é empreendedor ou tem alguma aptidão que possa ser convertida em um presente bacana, aqui vão algumas ideias para turbinar a renda. Confira, também, as dicas para se dar bem na venda de produtos e serviços, descobrindo onde estão seus potenciais clientes, calculando o preço certo e agregando mimos ao que irá entregar.

Cestas gourmet

Alimentos e bebidas são um dos carros chefes da renda extra. E receber uma bela cesta com itens que a gente adora é tudo de bom. Aposte na venda de cestas de café da manhã, vinhos, queijos, pães, frios e até chocolates variados, para pais fãs dessas guloseimas. São muitas as opções, mas a sugestão é não abrir muito o leque para não desperdiçar esforços. Concentre-se em dois ou três tipos de cestas e ofereça opções de tamanhos e valores para atender a todos os bolsos. Capriche na embalagem e na escolha dos produtos, monte e fotografe algumas cestas-modelos para divulgar. Trabalhar sob encomenda, nesse caso, é fundamental. Assim, você compra os ingredientes que irá entregar, sem precisar gastar com estoque.

Tábuas de queijos, frios e castanhas

Em vez de cestas, que tal preparar e vender tábuas de frios? Elas são um excelente presente para pais que gostam de petiscar enquanto ouvem música ou assistem algo na TV. Como queijos e frios estragam rapidamente fora da geladeira, é preciso planejar bem a montagem e entrega para preservar os alimentos. Você pode oferecer tábuas com produtos como: queijos de tipos diferentes, salames, presuntos e outros frios especiais, batata chips, azeitonas, castanhas e frutas secas e torradas e minipães. Aqui também valem as dicas básicas de caprichar na apresentação e oferecer duas ou três versões diferentes de tábuas.

Kits de cervejas

O mercado de cervejas artesanais evoluiu muito no Brasil nos últimos anos, passando a oferecer opções para os diversos paladares. Uma ideia é aproveitar o amplo número de ofertas para criar kits que alegram pais cervejeiros. Crie kits com tamanhos e preços diferentes e escolha algumas marcas de cervejas com as quais irá trabalhar. Na hora de comprar, vale fazer uma busca para encontrar ofertas, mas sem descuidar da data de validade. Outra dica é conversar com gerentes ou donos de cervejarias artesanais de sua região. Além de ajudar na escolha dos sabores, elas também podem oferecer descontos nas compras em maior quantidade

Canecas para cerveja e café

Elas podem ser de cerâmica, plástico, vidro, alumínio, inox, cobre e outros materiais. Esmaltadas, emborrachadas, transparentes ou com coberturas rústicas, como madeira. Há as mais adequadas para cervejas, que mantêm o líquido gelado por mais tempo, e as que seguram a bebida quentinha até o último gole e são perfeitas para café. Podem ser vendidas em duplas, em caixas, ou em kits, acompanhadas de uma boa cerveja, café especial ou de um livro. Nesse caso, o seu trabalho será descobrir produtos legais, negociar com o produtor, preparar uma embalagem diferente e vender. Outra opção é oferecer canecas personalizadas para diferentes estilos de pais, com o nome gravado, frases ou estampas originais. Se a sua pegada de negócio for essa, há diversos tutoriais que ensinam a estampar canecas (https://www.youtube.com/results?search_query=como+personalizar+canecas) à mão ou usando prensas que podem ser encontradas no mercado a partir de R$ 400,00.

Camisas sociais personalizadas

Camisas sociais são sempre uma carta na manga. Mesmo para pais que não usam essa peça para trabalhar, ela é útil em ocasiões especiais como casamentos, jantares e festas. Aqui, vale a mesma regra das camisas esportivas: comprar em lote, por atacado, e vender com algum valor agregado. Um jeito de fazer isso é personalizar as peças que irá vender com botões, iniciais do homenageado ou algum desenho simples, que tenha significado para quem vai receber o presente. A personalização deve ser combinada no ato da venda.

Churrasco & cozinha

Organizadores de armários, barra magnética para pendurar facas, kits para churrasco, facas de queijo, vidros para deixar os mantimentos à vista, potes de pimentas, ervas aromáticas e temperos. Quem gosta de cozinha adora ganhar itens como esses, então, combinar utilidades domésticas e condimentos pode ser um jeito de realizar boas vendas. Descubra atacadistas na sua região, pesquise preços de produtos e embalagens como caixas e sacolas de tecidos para organizar os itens que irá entregar. As combinações podem ir muito além de tábua e faca para churrasco e chimichurri.

Algumas dicas para ser bem-sucedido nas vendas – Agora que você já tem algumas ideias sobre o que fazer para turbinar a renda no Dia dos Pais, pode dar o próximo passo que é organizar a sua oferta. E, nessa hora, planejamento é fundamental. Independente do que irá vender, você precisará de bons fornecedores, de uma produção (se for o caso), montagem e entrega bem-organizadas.

Cada detalhe conta muito para o sucesso do empreendedor, por isso, invista na apresentação e em materiais de qualidade. Se puder usar embalagens recicláveis e biodegradáveis, melhor ainda! Hoje em dia, existem opções acessíveis que não agridem a natureza. Além disso, cartões e bilhetinhos escritos à mão são sinais de atenção e cuidado. Dois pontos são fundamentais: calcule o preço de venda e acerte na divulgação.

Caso o seu empreendimento seja uma loja física, aproveite o Dia dos Pais para enfeitar o lugar, caprichando na vitrine e comunicando uma venda especial durante todo o mês de agosto. Foque na decoração: ela é um excelente cartão de visitas e rende ótimas fotos para redes sociais.

Essas dicas podem fazer com que você tenha uma renda extra e melhore suas finanças ou quite suas dívidas durante o Dia dos Pais. Para consultar seu CPF com a Recovery e entender a sua situação, acesse o https://renegocie.gruporecovery.com/.

Diretora de Normas do IBRACOR analisa impactos da Lei 14.430/22 507

Diretora de Normas do IBRACOR analisa impactos da Lei 14.430/22

Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR / Divulgação
Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR / Divulgação

Ao comentar os possíveis reflexos da Lei 14.430/22, publicada nesta quinta-feira (04 de agosto), que dispõe, entre outros temas, sobre a emissão de Letra de Risco de Seguro (LRS) por Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE) e promove alterações no Decreto-Lei 73/66 e na Lei 4.594/64, a advogada Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR – Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, afirmou que o texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Presidente da República reflete aprimoramentos que contribuem para o avanço da categoria profissional dos Corretores de Seguros, “especialmente sob a ótica da capacitação, organização e da autorregulação”.

Na avaliação dela, considerando que as autorreguladoras do mercado de seguros são órgãos auxiliares da Susep na forma disposta na Lei Complementar 137/10, a Lei 14.430/22 fortalece a autonomia da organização do setor profissional, obedecidas as regras editadas pelo CNSP, garantindo que a habilitação, regulação e fiscalização dos profissionais possa ser realizada pelas entidades autorreguladoras devidamente autorizadas a funcionar. “Trata-se de um importante ganho para o sistema nacional de seguros privados sob a ótica da gestão de riscos, na qual a Susep poderá efetivamente valer-se das auxiliares legalmente estabelecidas, as autorreguladoras, e dedicar-se a aprimorar, entre outras atividades, os controles para garantia do cumprimento legal e normativo aplicável ao setor, sobretudo na fiscalização prudencial das sociedades seguradoras e resseguradoras, especialmente diante da criação de uma nova forma de constituição de sociedade seguradora”, acrescentou.

Priscila Figueiredo disse ainda que, sem afastar a competência da Susep em continuar responsável pela habilitação e fiscalização do mercado de corretagem de seguros, a atuação da autarquia neste âmbito pode passar a ser residual mediante critérios a serem fixados pelo CNSP e obedecidos pelas entidades autorreguladoras que, por sua vez, além de subordinadas àquela autarquia, serão integralmente dedicadas ao aperfeiçoamento deste mercado.

Nesse contexto, ela entende que as modificações promovidas na Lei 4.594/64 refletem uma modernização da legislação da categoria profissional, além de promover ajustes de adequação às alterações do Decreto-Lei 73/66. “Vale destacar, que a Lei expressa a essencialidade do corretor de seguros durante a contratação e a vigência dos contratos de seguros, inclusive na assistência aos segurados e na liquidação de sinistros, além de suprimir a possibilidade de que as sociedades seguradoras possam receber propostas de contratação de seguros a partir de representantes e agências, delimitando-as o recebimento de propostas advindas da intermediação dos corretores de seguros ou diretamente a partir dos proponentes”, frisou.

A diretora do IBRACOR apontou ainda como outro destaque da nova Lei a possibilidade de divulgação da relação dos registros dos corretores de seguros devidamente habilitados pelos Sindicatos da categoria e pela FENACOR, mediante a disponibilização de informações advindas das entidades responsáveis pelo registro destes profissionais. “Em sendo os corretores de seguros capacitados para atendimento aos consumidores e para defesa de seus interesses perante as seguradoras, torna-se necessário maximizar a forma de garantia da conferência da regularidade do registro, idoneidade e capacitação técnica destes profissionais”, argumentou.

Priscila Figueiredo observou também que a modernização do marco legal dos corretores de seguros contribuirá na sua inserção na economia digital, porém, mantidas as suas características de atendimento presencial e de relacionamento de confiança com os segurados, que podem ser “melhor compreendidas no âmbito da autorregulação a partir de suas atribuições consagradas na Lei 14.430/22, especialmente da função social de assistência ao segurado e seus beneficiários desde a identificação dos riscos até a liquidação de sinistros”.

Por fim, a advogada lembrou que, ao editar a MP 1103/22, o Poder Executivo Federal fundamentou a urgência e a necessidade do ato para simplificar operações de riscos, trazendo recursos do mercado de capitais para o mercado de seguros e, por outro lado, a existência de novos ativos de investimentos disponíveis no mercado não atrelados ao ciclo econômico. “Além de novas competências atribuídas ao CNSP e à Susep no âmbito da regulamentação e supervisão destas entidades, nasceu também a necessidade de interação contínua entre o CNSP, a SUSEP, o Conselho Monetário Nacional e a Comissão de Valores Mobiliários para que, cada umas das instituições, dentro de suas respectivas competências, disponha sobre as operações das SSPEs e sobre os tipos de riscos passíveis de aceitação por meio das letras de risco de seguros”, pontuou, ressalvando ainda que, somando-se a todo o rol de competências e responsabilidade que o CNSP e a Susep já possuem, a lei sancionada “exige uma interação e atuação multidisciplinar no âmbito das SSPEs, demandando ainda mais atenção da entidade fiscalizadora para garantir a segurança e a liquidez do mercado”.