C.Josias & Ferrer celebra sucesso e conquistas do escritório em 2021 702

C.Josias & Ferrer celebra sucesso e conquistas do escritório em 2021 / Fotos: Filipe Tedesco/JRS

Confraternização foi realizada nesta quinta-feira (16)

O escritório C.Josias & Ferrer Advogados Associados celebrou um 2021 de sucesso nesta quinta-feira (16). Em confraternização na Capital gaúcha, os sócios Carlos Josias Menna de Oliveira, Juliano Ferrer, Suellen Farias, Luiz Felipe Amabile Loch e Maria Izabel Indruziak recepcionaram todo o time da empresa.

O momento coroou um ano de muito trabalho para a equipe do escritório, que conta com matriz em Porto Alegre (RS) e especialidade no mercado de seguros.

Confira as imagens – Fotos: Filipe Tedesco/JRS:

Grupo Aspecir tem oportunidade para profissional na área Técnica/Atuarial 688

Grupo Aspecir tem oportunidade para profissional na área Técnica/Atuarial / Foto: Thought Catalog / Unsplash Images

Vaga é para atuação na cidade de Porto Alegre (RS)

O Grupo Aspecir, holding com atuação nos segmentos de Previdência Privada, Seguro de Vida e Empréstimos, contrata profissional para atuar na equipe da área Técnica/Atuarial. A posição é para atuação na cidade de Porto Alegre (RS).

Entre os principais requisitos estão: Graduação em Ciências Atuariais (ou em andamento), experiência consolidada no mercado de seguros (ramo Vida) e domínio do Pacote Office. É desejável que a pessoa contratada tenha conhecimento na legislação vigente do setor segurador.

Entre as principais atribuições desta oportunidade estão a análise técnica de riscos, o acompanhamento da carteira de produtos e demais rotinas pertinentes aos setores técnico de seguros e atuarial.

Com carga horária de segunda a sexta-feira, a empresa oferece Vale Transporte, Vale Refeição, Vale Alimentação e Plano de Saúde entre os benefícios.

Gostou? Envie seu currículo com pretensão salarial para vagas@grupoaspecir.com.br!

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Revista JRS 256: Superação e estratégia explicam sucesso da ViverBem 4272

Confira última edição da publicação mensal do JRS em 2021

Feliz Ano Novo!

Mais um ano termina e chega o momento em que fazemos nossas ponderações e balanço sobre aquilo que tem sido feito nos últimos períodos. A nós, do Grupo JRS, cabe apenas agradecer aos leitores, parceiros e demais atores do ecossistema segurador pela confiança durante um dos períodos mais desafiadores já vivenciados pela sociedade moderna.

Neste sentido, projetamos que a chegada de um novo ano também traga perspectivas ainda melhores para o desenvolvimento do setor, da economia em geral e do Brasil, como um todo. 2022 traz consigo diversos momentos importantes. Além da tão esperada Copa do Mundo do Futebol, vamos escolher quem representará nossa Nação, nosso Estado e nossa Sociedade nas casas legislativas.

Em um ano tão importante, como o que está chegando, colocamo-nos, mais uma vez, em plena disposição de nossos espectadores nas multiplataformas do Grupo JRS para bem difundir os fatos, movimentos e acontecimentos de um dos setores mais pujantes da economia brasileira: a indústria seguradora. Ao público em geral reforçamos, ainda, a importância e o cunho social das soluções desenvolvidas pelo segmento – que representa mais de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

Ao longo das próximas páginas da Revista JRS você verá os principais acontecimentos das últimas semanas, como a escolha dos novos presidentes das Federações do setor de seguros, presidentes de alguns dos principais Sindicatos das Seguradoras regionais e a ascensão de um Corretor de Seguros, Alexandre Camillo, como Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Além disso, contamos com a contribuições de especialistas diferenciados em colunas especiais para fechar as edições de 2021 em alto estilo.

Confira essas e outras histórias ao longo das páginas que recheiam a edição 256 da Revista JRS!

Exportações industriais gaúchas sobem 35,1% em 2021 478

Exportações industriais gaúchas sobem 35,1% em 2021 / Foto: Paul Teysen / Unsplash Images

Indústria de transformação do RS foi a segunda que mais exportou no Brasil

A indústria de transformação gaúcha terminou 2021 com um total de US$ 14,1 bilhões exportados no acumulado do ano, uma taxa de crescimento de 35,1% (um aumento de mais de US$ 3,6 bilhões) na comparação com 2020. Parte deste resultado positivo se deve ao mês de dezembro, cujas vendas somaram US$ 1,4 bilhão, elevação de 29,3% ante o mesmo período anterior. Consideradas as médias dos cinco últimos anos antes da pandemia, de 2015 a 2019, o crescimento foi em ritmo menor, de 14,9%, mas ainda muito acima das taxas usuais. “Nossos principais parceiros comerciais aumentaram em mais de 50% as compras em 2021, especialmente os Estados Unidos”, destaca o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

Na análise por setor dos principais resultados acumulados em 2021, entre os 24 segmentos exportadores da indústria de transformação, 22 cresceram o valor exportado sobre o mesmo período de 2020. As exceções ficaram com Tabaco (-8,7%) e Veículos automotores (-0,6%). Alimentos foi o setor que mais cresceu em termos de valor, com aumento de US$ 1,1 bilhões sobre 2020, ou 32,5%, resultando em novo recorde das exportações acumuladas do segmento (US$ 4,5 bilhões). Contribuíram para esse resultado, principalmente os incrementos nas vendas do setor para a China, Coreia do Sul, Índia e Emirados Árabes.

Entre os principais produtos embarcados pelo setor no ano destacaram-se os avanços nas vendas externas de Carne de boi, com mais US$ 22,7 milhões; Carne de frango, mais US$ 193,1 milhões; e Carne de suíno, mais US$ 83,7 milhões. Químicos ocupou a segunda colocação, subindo 65,8% no ano, US$ 697,3 milhões a mais do que em 2020, puxado especialmente pelas altas nas demandas para a Argentina e os Estados Unidos.

Os setores de Produtos de metal, Máquinas e equipamentos e Couro e calçados vêm sendo impulsionados pelo movimento cíclico da economia mundial desde 2020, e tiveram elevação novamente em 2021. Produtos de metal atingiu recorde da série histórica ao subir 64,4% no ano (aumento de US$ 331,3 milhões). Já Máquinas e equipamentos aumentou 56,3%, influenciado principalmente pelas compras dos Estados Unidos, Paraguai, Argentina e México. Por fim, Couro e calçados teve elevação de 45,2% no ano, em decorrência dos maiores embarques para os Estados Unidos e China, principalmente.

Destinos

A respeito dos principais destinos das exportações totais do Estado em 2021, que fecharam em US$ 21,1 bilhões, 50,2% de crescimento sobre 2020, as vendas da indústria para os Estados Unidos foram o destaque positivo, totalizaram US$ 1,8 bilhão, aumentando 44,2%. Entre os setores que mais exportaram para a economia americana destacaram-se Produtos de Metal, Couro e calçados, Químicos, Máquinas e equipamentos e Celulose e papel. Para a Argentina, as vendas também aumentaram, 24,9%, assim como para a China, 81,2%.

Pelo lado das importações, em dezembro o RS adquiriu US$ 951,6 milhões em mercadorias, configurando uma demanda 43,2% superior a dezembro de 2020. Com esse resultado, as importações do RS acumularam em 2021 um total de US$ 11,7 bilhões, 54% a mais do que no ano anterior. As importações de Bens intermediários totalizaram US$ 7,8 bilhões, e lideraram a pauta das compras externas no ano, seguidas por Bens de capital (US$ 1,9 bilhão).

Finalmente, exportações da indústria de transformação da economia brasileira totalizaram US$ 145,2 bilhões em 2021, crescimento de 26,6% sobre 2020. Entre os cinco os principais estados exportadores, destaca-se o segundo lugar ocupado pelo Rio Grande do Sul, com US$ 14,1 bilhões, atrás apenas de São Paulo, com US$ 46,1 bilhões. Compondo a listagem dos principais estados exportadores para a indústria aparecem na sequência Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina.

JRS inaugura novo escritório em Porto Alegre (RS) 880

JRS inaugura novo escritório em Porto Alegre (RS) / Foto: Filipe Tedesco/JRS

Empresa de jornalismo especializado passa a localizar-se na Av. Diário de Notícias, Zona Sul da Capital gaúcha

O Jornal do Seguro (JRS) completa 22 anos em 2022 e as novidades não param. Sempre ao lado da comunidade que forma o ecossistema do mercado brasileiro de seguros, a empresa de jornalismo especializado acaba de inaugurar novo escritório na Av. Diário de Notícias, 200 – na sala 1.406 do Edifício Cristal Tower -, na Zona Sul de Porto Alegre (RS).

O novo espaço traz consigo a especial mensagem “Ninguém faz Nada Sozinho”, sempre proferida pelo fundador do JRS, Jota Carvalho. Com a mudança, o JRS deixa de atender em seu antigo endereço, na Rua dos Andradas, 904/507, onde a empresa esteve localizada durante mais de duas décadas.

A novidade vai ao encontro do objetivo do JRS em sempre proporcionar melhores experiências para seus colaboradores, parceiros de negócios, clientes e leitores. Muitas novidades ainda serão anunciadas durante o ano, que marca a 20ª edição do Troféu JRS.

Estiagem no Rio Grande do Sul prejudica produtores rurais; Seguro é alternativa para prevenção de perdas 720

Estiagem no Rio Grande do Sul prejudica produtores rurais; Seguro é alternativa para prevenção de perdas / Foto: Hassan Ouajbir / Pexels

Mais de 200 municípios decretaram situação de emergência na região

Chega a 239 o número de municípios em situação de emergência no Rio Grande do Sul por conta da estiagem. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, foi conferir a situação no Estado e esteve no município de Santo Ângelo, na quarta (12).

Informações do Rally da Safra 2022, maior expedição técnica do agronegócio brasileiro, indicam que as perdas ao potencial produtivo das lavouras no Paraná, Sul do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são irreversíveis. A estimativa da produção caiu 7%, para 134,2 milhões de toneladas. No pré-plantio, a previsão era de 144,3 milhões de toneladas.

A área plantada é estimada em 40,7 milhões de hectares – 5% maior que a safra passada. Um aspecto importante: é preciso que volte a chover nessa parte do País para que os problemas não continuem se agravando. A produção atualmente projetada é 2,95 milhões de toneladas inferior à da safra 2020/2021. “Os problemas climáticos impedem uma terceira safra recorde consecutiva, depois de 2019/2020 e de 2020/2021”, diz André Debastiani, coordenador do Rally da Safra. A produtividade média de soja do Brasil para a safra 2021/2022 é estimada em 55 sacas/hectare, a menor desde a safra 2015/2016 quando o Brasil registrou 49,3 sacas/hectare.

Boa parte das perdas acumuladas se concentra nas lavouras de soja precoce (semeadas na segunda quinzena de setembro e na primeira de outubro), situadas nos estados afetados pela estiagem. Em solo gaúcho, a produtividade prevista para a atual safra caiu 17% sobre 2020/2021, 48 sacas por hectares.

Rafael Di Domenico é especialista da Genebra Corretora de Seguros no Seguro Paramétrico / Divulgação
Rafael Di Domenico é especialista da Genebra Corretora de Seguros no Seguro Paramétrico / Divulgação

Rafael Di Domenico, especialista da Genebra Corretora de Seguros no Seguro Paramétrico, reitera que em momentos assim é que o seguro precisa “cumprir seu papel para mitigação de danos, prestando garantias aos produtores no momento de necessidade”. “Uma apólice de seguros pode proteger desde o faturamento de uma grande empresa do agronegócio até a renda da família de um produtor rural atingido por algum evento da natureza, nesse atual caso, a estiagem”, completa.

Rafael aproveita para enfatizar as soluções do Seguro Paramétrico. A atuação da Genebra Corretora de Seguros acontece em parceria com a holandesa Vandersat – que faz prestação de serviços de monitoramento para grandes seguradoras. “O produto que apostamos para esse período de secas é um pouco diferente do produto tradicional multirrisco. A cobertura se dá quando: tem excesso de chuva (chuvas diárias ou média mensal), falta de chuva (chuvas diárias ou média mensal), calor excessivo, risco de baixas temperaturas e falta de variação da temperatura, portanto, ao contratar o Seguro Paramétrico e for verificado que os índices climáticos combinados ficaram fora do previamente estabelecido, o produtor é indenizado, independentemente do manejo, se houve produção ou não. A indenização se dá sem o longo caminho da regulação do sinistro”, revela o consultor.

Em caso de perdas pelo período de seca, o produtor deve avisar imediatamente a seguradora ou corretora com a qual fez a contratação da apólice. “O bom manejo das informações necessárias para o levantamento dos prejuízos também ajuda para que haja uma regulação de sinistro mais célere. Temos visto um aumento significativo na procura do Seguro Paramétrico, mas como ainda é um produto novo no Brasil, os produtores ficam receosos em contratar, preferindo as apólices mais tradicionais. Entretanto, com a forte estiagem desse ano, apostamos que esse produto terá uma aceitação maior”, projeta Rafael Di Domenico.

Veja também: Segunda apólice de Seguro Paramétrico do Brasil é do Rio Grande do Sul.

A forte onda de calor que atinge o Estado gaúcho deve permanecer na região até o final desta semana. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é que a temperatura máxima em Porto Alegre (RS) será de 39º, no sábado (15). Segundo o meteorologista Mamedes Melo, consultado pela Agência Brasil, esse calor fora do comum se deve ao fenômeno La Niña. A previsão é que a onda de calor vai diminuir à medida que a massa de ar quente for penetrando o continente. Isso deve influenciar, inclusive, na diminuição das chuvas que atingem os Estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Bahia, dando espaço às chuvas típicas de verão: intensas e rápidas.

De acordo com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do RS esta pode ser considerada a maior seca dos últimos 17 anos, o que pode resultar em uma perda de 39% nas lavouras do Estado.

Saiba mais sobre o funcionamento da solução de monitoramento da empresa Vandersat (.PDF).

*Com informações de Agência Brasil e Carol Silveira.