Saúde: conquista coletiva que gera novos negócios 474

Fabio Daher é diretor da Mediservice / Divulgação

Confira artigo de Fabio Daher, diretor da operadora de plano de saúde Mediservice

Há quase dois anos, vivemos uma crise sanitária mundial. Com isso, a Saúde saltou para o topo da lista de prioridades de grande parte da população brasileira, o que deve se seguir pelos próximos anos. Em um contexto corporativo, o plano de saúde é um fator apontado como decisivo na escolha de um emprego. Oferecer qualidade de vida ao possibilitar acesso a cuidados assistenciais para colaboradores e seus familiares se tornou ainda mais primordial para retenção de talentos, além de reforçar a atuação mais humanizada, de um olhar mais afetuoso, por parte das corporações.

Segundo a pesquisa Anab de Planos de Saúde, realizada pela Associação Nacional das Administradoras de Benefício, para 81% dos entrevistados, a crise da pandemia da Covid-19 fez aumentar o receio da falta de acesso a tratamentos médicos e, consequentemente, a preocupação com o acesso à saúde. Os participantes enxergam o plano de saúde como uma conquista, assim como ter um imóvel, um veículo, realizar uma viagem ou ter investimentos. O plano de saúde é a terceira maior conquista do brasileiro em 2021. Na faixa etária acima de 50 anos, o benefício só perde para a casa própria em importância.

Por outro lado, a pandemia foi um catalisador para o avanço tecnológico no setor de Saúde Suplementar. Além da telemedicina, destaca-se o aprimoramento das ferramentas de monitoramento online das carteiras de planos, a partir do uso de Inteligência Artificial e que resulta em maior detalhamento e controle de dados e redução de custos. Todo esse aprimoramento tecnológico contribui para que as empresas contratantes de planos de saúde alcancem maior eficiência e sustentabilidade em seus processos – informação que permite maior entendimento sobre a gestão de saúde do quadro de colaboradores, sem que esse avanço signifique desrespeito ao sigilo médico ou qualquer tipo de intervenção na conduta profissional.

Nesse cenário de maior interesse por Saúde e processos tecnológicos em franca expansão, buscar alternativas, novos caminhos, permitem a ampliação dos negócios para novos horizontes e podem trazer resultados positivos. Na Saúde Suplementar, não seria diferente. Trata-se, inclusive, de um momento bem oportuno. Novos negócios podem surgir a partir da otimização de recursos já existentes, humanos e financeiros.

Desta forma, diversificar a atuação de uma operadora de plano de saúde para um modelo híbrido – que atenda aos clientes finais (empresas contratantes do produto para oferecer como benefício aos colaboradores) e também ao mercado de autogestão – possibilita maior alcance, amplia acesso à saúde e cria identidade própria para o desenvolvimento de um nicho específico dentro do setor de saúde privada.

Com esse viés de fornecer ao mercado de saúde o compartilhamento de rede credenciada de prestadores assistenciais e recursos tecnológicos customizados para a gestão da carteira de beneficiários, essa ação permite ganho de escala, sem que, necessariamente, represente mais investimentos em recursos próprios. O resultado dessa visão de negócios tem impacto direto na sustentabilidade da assistência médico-hospitalar, com redução de custos e de trâmites burocráticos para todos os envolvidos.

Construir relacionamentos de confiança com as empresas contratantes e demais operadoras de planos de saúde, permite entender necessidades e buscar soluções para os desafios, gerando novas oportunidades de negócios. Com mais possibilidades de acesso a cuidados assistenciais e informação, saúde será cada vez mais uma conquista coletiva da sociedade, que almeja mais qualidade a custos acessíveis.

73% das empresas não possuem planos de continuidade dos negócios adequados, indica KPMG 383

73% das empresas não possuem planos de continuidade dos negócios adequados, indica KPMG / Foto: Charles Forerunner / Unsplash Images

Tecnologia da Informação e serviços financeiros destacam-se no levantamento

Estudo realizado pela KPMG indica que 73% das empresas brasileiras pesquisadas não contam com um nível adequado de maturidade com relação aos planos de continuidade de negócios. Desse total, 40% das organizações encontram-se no estágio 1, ou seja, não possuem sequer uma estratégia neste sentido. Outras 33% foram classificadas no estágio 2, em que este mecanismo até existe, mas não identifica e direciona todos os eventos que possam afetar as operações adequadamente. Apenas 27% das companhias participantes da pesquisa têm, de fato, um plano de continuidade de negócios estruturado, completo e abrangente, similar ao modelo esperado pelas boas práticas de mercado.

Apesar dos números relacionados ao nível de maturidade, 57% dos respondentes da pesquisa afirmaram ter consciência da importância de se estabelecer um plano de continuidade de negócios. A pesquisa destacou ainda que a recuperação eficiente com o menor dano possível é o tema mais apontado pelos executivos entre os diversos benefícios trazidos pela implementação deste mecanismo. Por outro lado, segundo os dados reunidos pela KPMG, a maior barreira enfrentada pelas empresas é provocada pela ausência de cultura em gestão de riscos e crises e a falta de clareza em relação a potenciais benefícios destas práticas.

“É imprescindível manter em mente que todas as corporações estão expostas a diversos riscos – e o que diferencia as bem-sucedidas das demais é a maneira como agem quando uma crise é instalada. Empresas que buscam a longevidade devem identificar e tratar os riscos por meio de um plano de continuidade de negócios eficiente. E, para isso, é importante entender o nível de maturidade da companhia, os protocolos de recuperação existentes e quais pontos devem ser tratados com prioridade”, pontua o sócio-diretor de Gestão de Riscos da KPMG, Luís Navarro.

Tecnologia da informação e serviços financeiros têm maior estágio de maturidade:

O relatório da KPMG avaliou e classificou o nível de maturidade dos planos de continuidade de negócios de 17 setores. As indústrias que mais se destacaram foram tecnologia da informação e serviços financeiros com 51% e 49% no estágio 3, respectivamente. No estágio dois, aparecem os segmentos de varejo (63%), energia, recursos naturais e saneamento (49%) e infraestrutura (44%).

Nas posições de estágio 1 de maturidade estão companhias de logística e distribuição (88%), agronegócio (75%), biotecnologia (75%), educação (69%), bens de consumo (67%), construção/imobiliário (62%), farmacêutica (60%), entretenimento, mídia e editorial (60%), transporte, viagens, turismo (60%), manufatura (51%), saúde (48%) e de outros ramos de atividade (42%).

“Os resultados indicam que ainda há um longo caminho para que esta cultura seja implementada e naturalizada em todos os segmentos. Somente assim o patamar de maturidade desejado será atingido, alinhando a gestão de crises e de continuidade com a estratégia de negócios”, ressalta Navarro.

Sobre a pesquisa:

A primeira edição da “Pesquisa de maturidade dos planos de continuidade de negócios no Brasil” foi realizada entre maio e junho do ano passado por meio de uma plataforma web e contemplou 28 perguntas. Os resultados foram classificados em uma escala com três níveis, detalhados a seguir:

  • Estágio 1: A empresa não possui uma política de continuidade de negócios e os pré-requisitos de governança para essa estrutura não estão implementados. Além disso, não existe avaliação do nível de preparação para responder a uma crise que interrompa a continuidade dos negócios e os colaboradores não são devidamente conscientizados sobre o assunto.
  • Estágio 2: O plano de continuidade de negócios existente não identifica nem direciona todos os eventos que possam afetar a continuidade das operações. A empresa dispõe de um processo de gerenciamento de crises, mas ele não é estruturado com todas as respostas, nem é atualizado de maneira regular, limitando as estratégias para a recuperação de eventos adversos.
  • Estágio 3: O plano de continuidade de negócios é completo e abrangente, revisado regularmente e sempre que há alguma mudança significativa nos negócios. A aderência à política, às normas e aos procedimentos é analisada de maneira independente e existe uma governança estruturada para o acionamento e execução da gestão de crises.

Unimed lidera entre operadoras com nota máxima na avaliação oficial dos planos de saúde 517

Grupo Unimed-Rio lança corretora de seguros

Dados são do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2021), promovido pela ANS

A Unimed foi o grande destaque no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2021, ano-base 2020, que acaba de ser publicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Entre as 65 operadoras médico-hospitalares que atingiram nota máxima na avaliação, 57 fazem parte do Sistema Unimed, o que representa nove em cada dez dos melhores planos de saúde do país. Além disso, as 271 cooperativas médicas avaliadas obtiveram nota média de 0,8588, classificada na faixa de excelência do índice – em escala que varia de 0 a 1 – e acima da média do segmento, que ficou em 0,8095.

O IDSS faz parte do Programa de Qualificação das Operadoras (PQO), desenvolvido pela ANS para estimular a qualidade dos planos de saúde. O índice é formado por 33 indicadores que avaliam a atenção à saúde oferecida, o acesso aos serviços e a satisfação dos beneficiários, a sustentabilidade no mercado, a gestão de processos e o atendimento à regulação do setor. Dessa forma, permite aos consumidores a comparação entre as operadoras e a disseminação transparente de informações.

Além da modalidade de cooperativas médicas, a marca Unimed também se destaca na faixa de excelência entre as seguradoras especializadas em saúde e as operadoras odontológicas. A Seguros Unimed obteve nota máxima no IDSS. Já a Unimed Odonto está entre as top 3 operadoras de grande porte, com pontuação total nas dimensões de qualidade da atenção à saúde e sustentabilidade no mercado.

Os resultados demonstram a excelência e a relevância do Sistema Unimed no setor de saúde suplementar brasileiro, em especial frente à pandemia do novo coronavírus. No período analisado, que reflete os impactos do primeiro ano da crise sanitária, o desempenho da Unimed foi ainda melhor que em 2019, e a nota média das cooperativas vem crescendo de forma consistente desde 2017, quando a ANS revisou a metodologia da avaliação.

Os números também corroboram o compromisso do Sistema Unimed com a cobertura assistencial e a garantia de atendimento em um cenário desafiador para todo o setor de saúde. “Mesmo com a forte pressão acarretada pela pandemia, as operadoras de planos de saúde estão cumprindo seu papel social, e o setor tem demonstrado sua capacidade de responder com efetividade às demandas que se apresentam”, afirma Omar Abujamra Junior, presidente da Unimed do Brasil, confederação que representa a marca em todo o país. “Os resultados do Sistema Unimed, acima da média do mercado, atestam a excelência do cuidado oferecido pelos nossos médicos cooperados e colaboradores, bem como o compromisso de nossas cooperativas e empresas em prestar o melhor atendimento aos clientes”, conclui o presidente.

Certificado de qualidade

Um dos fatores que impulsionam o desempenho setorial do Sistema Unimed no IDSS 2021 é a adesão ao Programa de Acreditação de Operadoras – certificação de melhores práticas de gestão e assistência, que visa qualificar os serviços prestados pelos planos de saúde. Isso ocorre por meio da avaliação de toda a gestão das operadoras nas dimensões organizacional, rede prestadora, saúde e experiência dos beneficiários, abrangendo 21 requisitos e mais de 160 itens de verificação.

Das 43 operadoras acreditadas pela ANS e listadas no site oficial, 36 são Unimed, das quais 31 estão certificadas no nível 1 – o mais alto do programa, concedido às operadoras que obtiveram nota maior ou igual a 90, apresentaram conformidade em pelo menos 80% dos itens de excelência e nota no IDSS acima de 0,8.

Confira abaixo as operadoras do Sistema Unimed com nota máxima no IDSS 2021:

  • Central Nacional Unimed
  • Seguros Unimed
  • Unimed Amparo (SP)
  • Unimed Apucarana (PR)
  • Unimed Araçatuba (SP)
  • Unimed Barbacena (MG)
  • Unimed Belo Horizonte (MG)
  • Unimed Blumenau (SC)
  • Unimed Campo Grande (MS)
  • Unimed Cascavel (PR)
  • Unimed Central RS
  • Unimed Chapecó (SC)
  • Unimed Conselheiro Lafaiete (MG)
  • Unimed Costa Oeste (PR)
  • Unimed Curitiba (PR)
  • Unimed Encosta da Serra (RS)
  • Unimed Erechim (RS)
  • Unimed Federação Paraná
  • Unimed Fesp (SP)
  • Unimed Franca (SP)
  • Unimed Francisco Beltrão (PR)
  • Unimed Fronteira Noroeste RS
  • Unimed Goiânia (GO)
  • Unimed Inconfidentes (MG)
  • Unimed Jaboticabal (SP)
  • Unimed Joinville (SC)
  • Unimed Juiz de Fora (MG)
  • Unimed Litoral (SC)
  • Unimed Londrina (PR)
  • Unimed Marília (SP)
  • Unimed Missões (RS)
  • Unimed Nordeste RS
  • Unimed Noroeste do Paraná
  • Unimed Noroeste RS
  • Unimed Norte Pioneiro (PR)
  • Unimed Pato Branco (PR)
  • Unimed Piracicaba (SP)
  • Unimed Poços de Caldas (MG)
  • Unimed Regional de Campo Mourão (PR)
  • Unimed Ribeirão Preto (SP)
  • Unimed Santa Bárbara d’Oeste e Americana (SP)
  • Unimed São João del Rei (MG)
  • Unimed São José do Rio Preto (SP)
  • Unimed São José dos Campos (SP)
  • Unimed Sete Lagoas (MG)
  • Unimed Sobral (CE)
  • Unimed Sorocaba (SP)
  • Unimed Sul Capixaba (ES)
  • Unimed Sul Paulista (SP)
  • Unimed Três Rios (RJ)
  • Unimed Uberlândia (MG)
  • Unimed Vale das Antas (RS)
  • Unimed Vale do Aço (MG)
  • Unimed Vale do Sinos (RS)
  • Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (RS)
  • Unimed Vertente do Caparaó (MG)
  • Unimed Vitória (ES)

Plano de saúde nacional, serviços odontológicos e seguro de vida são tendências empresariais em 2022 619

Plano de saúde nacional, serviços odontológicos e seguro de vida são tendências empresariais em 2022 / Foto: Andrea Piacquadio / Pexels

Empresa indica que oferta de boas vantagens contratuais pode fazer toda a diferença no momento de atrair e reter os melhores talentos

Um levantamento realizado pela Pipo Saúde, startup de tecnologia que transforma a maneira que as empresas contratam e gerem plano de saúde, indicou quais as grandes apostas para 2022 com relação aos benefícios de saúde ofertados pelas empresas aos seus colaboradores. Entre os destaques estão as vantagens com abrangência nacional, que contemplem planos de vida e odontológico, e que ofereçam soluções de bem-estar físico e emocional.

A “Pesquisa de Benefícios de Saúde e Bem-estar Pipo 2021” foi realizada com o objetivo de analisar as principais tendências das companhias de tecnologia e unicórnios no quesito pacote de benefícios para seus funcionários. A oferta de vantagens contratuais é uma das principais estratégias para as empresas se destacarem no mercado, além de atraírem e reterem os melhores colaboradores para seus times. Esses benefícios podem estar relacionados a diversas frentes de atuação, como: saúde e bem-estar, educação, entretenimento, alimentação, locomoção, entre outras, sendo que os ligados ao setor da saúde são os mais visados pelos trabalhadores.

Confira abaixo as tendências para 2022 de acordo com o estudo da Pipo Saúde:

Benefícios de saúde mental

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas na América Latina, o que representa uma preocupante situação com relação à saúde mental da população. Por isso, uma das grandes tendências para 2022 é a oferta de benefícios de bem-estar com foco em saúde mental. Com base nos dados levantados pela Pipo Saúde, 67% das empresas de tecnologia que não oferecem esse tipo de vantagem planejam ofertá-la nos próximos 12 meses, entendendo a sua importância para o colaborador e o impacto que ela causa no processo de recrutamento e seleção.

Benefícios de bem-estar físico

Por conta da pandemia de Covid-19 e do isolamento social, muitas pessoas deixaram de praticar exercícios físicos, o que pode ocasionar diversos problemas de saúde, como dores corporais, alterações de metabolismo e doenças crônicas. Segundo a pesquisa da Pipo Saúde, 63% das empresas que ainda não oferecem alguma opção de benefício para o bem-estar físico planejam passar a ofertar em 2022.

Plano de saúde com abrangência nacional

Com a implementação do modelo de trabalho remoto, muitas empresas abriram suas portas para colaboradores de todo o país, fazendo-se necessária a oferta de um plano de saúde com abrangência nacional. Hoje, mais de 90% das empresas já oferecem um plano com cobertura em todo o Brasil, e desta forma, não oferecer esse benefício pode significar ficar atrás na corrida por talentos.

Oferta de plano odontológico e seguro de vida

O plano de saúde dental e o seguro de vida tornam o pacote de benefícios de saúde ainda mais completo. De acordo com o estudo realizado pela Pipo Saúde, essas vantagens devem crescer em 2022: 43% das empresas planejam oferecer o benefício de saúde bucal e 38% planejam contratar um seguro de vida para seus colaboradores.

Newton Queiroz: O futuro do Corretor de Seguros 667

Newton Queiroz é presidente da Europ Assistance Brasil (EABR) e CEABS Serviços / Divulgação

Confira artigo do profissional com mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros mundial e especializações em futurismo, inovação, corporações infinitas e mentoria

Quem me conhece fora do mundo corporativo sabe que gosto muito de estudar e analisar tendências para o futuro, desde tecnologias até como será o futuro do trabalho (já publiquei alguns artigos sobre o assunto). Justamente em uma conversa com um amigo da indústria fui indagado a respeito de qual seria o futuro do corretor de seguros, sob a ótica que sempre utilizo para analisar o futuro do trabalho.

Confesso que no início achei a pergunta um pouco desafiadora, mas logo depois me lembrei que já tinha sido corretor de seguros por anos, ou seja, conheço a profissão para poder analisar melhor do que outras; e repentinamente consegui elaborar uma visão para tal pergunta.

Começo informando que sempre defendo dois pontos como primordiais para o futuro do trabalho (qualquer que seja o trabalho):

  • 1) adaptabilidade (que é a capacidade não apenas de sobreviver em um ecossistema novo, mas se tornar relevante – isso é ser adaptável);
  • 2) aprender sempre (muitos falam hoje do famoso “life long learning”, que basicamente é sempre aprenda, e este conceito eu aprendi desde cedo com meus pais e avós – meu avô de 94 anos não apenas trabalha, mas ainda lê livros para seguir aprendendo).

Ou seja, qualquer profissional que tenha estas duas características, tem grande chance de ter êxito em um futuro (seja de curto, médio ou longo prazo), pois, conseguirá (através das habilidades que aprendeu/aprende de forma contínua) se adaptar a novos ecossistemas.

Agora, voltando ao corretor de seguros, aqui está o ponto interessante da pergunta que recebi e minha reflexão. Quando parei para analisar estes dois pontos, e como os corretores se relacionam com ambos, na verdade vi que a grande maioria dos corretores já tem tido a necessidade de se adaptarem por décadas. Não apenas se flexibilizar, mas realmente se adaptar e foi justamente por isso, que durante a pandemia (independente de alguns terem pouca tecnologia) conseguiram se ajustar rapidamente ao cenário onde tudo se tornou virtual. Algo interessante, que não tenho o dado exato, mas me arrisco a dizer é que o número de profissionais acima de 50 anos que conseguiram se adaptar a utilizar novas tecnologias de forma eficiente, deve ter sido um dos maiores percentuais entre os corretores quando comparado com outras profissões.

No que tange aprender sempre, a profissão de corretor exige que você esteja sempre lendo a respeito de novos produtos, novas regras do regulador, das seguradoras e muito mais. Então, automaticamente o corretor acaba por estar sempre aprendendo também. Porém, aqui eu vejo um espaço para melhora em aprender temas que vão além de seguros, para aumentarem seus leques de produtos ofertados aos clientes; assim como serviços ofertados.

Um ponto que ainda não mencionei é a importância de criar múltiplas fontes de rendas, tanto para o profissional quanto para empresas, uma vez que cada vez mais ter mais de um trabalho será algo normal.

Sempre utilizo a frase do famoso Warren Buffet que diz “Se você depende apenas de seu salário para ter renda, então, está a um passo da miséria”.

Claro que esta frase serve muito mais para dar o tom da questão, mas se pensarmos, quantas vezes profissionais perdem suas posições e então temos dois caminhos quando não se encontra uma recolocação rápida. Ficar estagnado e buscando recolocação, ou fazer algo para ter uma renda e seguir procurando a recolocação. A segunda opção, diversas vezes acaba sendo tão interessante que o profissional não para mais com esta segunda fonte de renda e isso é justamente um ponto que todos os profissionais de hoje e amanhã, devem focar – diversas fontes de renda (sempre seguindo o compliance e transparência que isso necessita).

Concluindo, o corretor de seguros não só tem muito espaço devido a importância que detém dentro da indústria de seguros, mas também pelas características que desenvolve ao longo de seu dia a dia. Sendo que a única sugestão que deixaria, até para começar neste ano, é de diversificar sua fonte de renda utilizando sua própria base de clientes (sempre dentro da possibilidade real, e claro o melhor ao cliente).

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo 644

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo / Reprodução

‘Novo Essencial’ conta com renomados hospitais e laboratórios na rede de atendimento

A Seguros Unimed apresenta uma nova solução em saúde com cobertura centrada na capital paulista e na Grande São Paulo: o ‘Novo Essencial’. O lançamento do produto ocorrerá nesta quarta-feira (19 de janeiro), às 16h, em transmissão aberta especialmente para corretores da região. Para participar basta acessar este endereço.

Com foco no público de PME e coletivo empresarial, a partir de duas e 100 vidas respectivamente, o ‘Novo Essencial’ conta com uma rede de hospitais de renome tais como Hospital Alemão Oswaldo Cruz (Unidade Vergueiro), Hospital das Clínicas e Graac, além de laboratórios como CDB e Lavosier. “O novo produto foi pensado para atender, com excelência, as principais especialidades médicas. Além disso, possui um custo-benefício bastante competitivo para um cuidado efetivo com a saúde”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos Saúde e Odonto na Seguros Unimed.

Com quatro modalidades de comercialização, sendo dois em modelo de coparticipação, o ‘Novo Essencial’ oferece o rol de serviços da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tem como diferenciais o reembolso de consultas e terapias ambulatoriais, descontos em redes de farmácias credenciadas e atendimento de urgência e emergência em todo o país, a partir das parcerias com as Unimeds.

Os clientes PME têm ainda outra vantagem na contratação. Ao garantir o seguro-saúde aos colaboradores também contarão com benefício odontológico da Unimed Odonto, sem custo adicional. “A Seguros Unimed está focada em desenvolver soluções em saúde personalizadas e acessíveis, seguindo uma tendência de mercado. Tudo isso sem abrir mão da qualidade característica das empresas do Sistema Unimed Nacional”, ressalta Aguiar.

Serviço

Lançamento do produto ‘Novo Essencial’ da Seguros Unimed.
Público: Corretores (São Paulo).
Data: Quarta-feira (19 de janeiro de 2022).
Horário: 16h.
Acesso: neste endereço (Zoom).