Sustentabilidade na Saúde Suplementar 478

Sustentabilidade na Saúde Suplementar / Foto: EVG Culture / Pexels

Confira artigo de José Luiz Toro da Silva, Advogado, Mestre e Doutor em Direito, além de Pós Doutorando na Universidade de Coimbra

Como tive a oportunidade de mencionar em recente seminário promovido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que contou com as honrosas presenças do ex-Ministro José Cechin, do Ministro do STJ Ricardo Villas Bôas Cueva e da Diretora Médica Dra. Vanessa Assalim, existe uma má judicialização da saúde, que é aquela que obriga as operadoras de planos de saúde cobrir procedimentos e eventos que não têm fulcro na legislação vigente, especialmente no Rol de Procedimentos e Eventos da  Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que é editado com fundamento no parágrafo 4º. do artigo 10 da Lei n. 9.656, de 1998.

José Luiz Toro da Silva é Advogado, Mestre e Doutor em Direito, além de Pós Doutorando na Universidade de Coimbra / Divulgação
José Luiz Toro da Silva é Advogado, Mestre e Doutor em Direito, além de Pós Doutorando na Universidade de Coimbra / Divulgação

Muitas decisões judiciais se esquecem que os planos de saúde representam um verdadeiro fundo comum, pois se baseiam no mutualismo, que é a socialização dos riscos. Em termos práticos, não são as operadoras que pagam pelas citadas coberturas, mas os próprios consumidores ou beneficiários do plano de saúde, sendo que o preço é estabelecido com base em estudo técnico-atuarial, e eventuais coberturas não previstas na legislação acabam distorcendo a equação econômico-financeira que norteou a contratação, exigindo que seus beneficiários tenham que pagar contraprestações pecuniárias cada vez maiores. Ademais, estas decisões acabam privilegiando alguns, que receberão cobertura maior do que aquela contratada, em detrimento de toda a massa de beneficiários.

Em audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, que discutia proposta de aumento de cobertura, mencionei que se faz mister verificar se os consumidores e os beneficiários têm condições de suportar tais ampliações de atendimento, pois serão eles, ao final, que irão pagar a conta, pois como dizem os americanos “Don’t have free lunch”. Alguém terá que pagar a conta, sendo que, muitas vezes, no afã de proteger, acabamos desprotegendo, pois muitas pessoas não terão condições de pagar seu plano de saúde, tendo que ser atendido pelo SUS, que realiza um extraordinário trabalho, mas que terá seus recursos diminuídos em face daqueles que não conseguiram pagar seus planos de saúde.

Ora, foi o próprio legislador quem definiu que o rol de coberturas seria estabelecido pela ANS, e, concomitantemente, também existem no parlamento inúmeros projetos de lei que objetivam o aumento de cobertura ofertada pelos planos privados de assistência à saúde aos seus consumidores e beneficiários, de modo que, é possível constatar a existência de sérios conflitos entre os próprios poderes constituídos com referência ao mencionado assunto.

Quando um juiz concede uma cobertura que não tem amparo na lei dos planos de saúde ele está criando uma “nova” obrigação para a operadora (e seus mutualistas), com efeito retroativo, invadindo a separação dos poderes e contrariando o princípio da legalidade, gerando, muitas vezes, externalidades positivas para os consumidores/beneficiários e negativas para as operadoras de planos privados de assistência à saúde, resultando em distorções nos custos dos planos e, principalmente, nos seus cálculos e estudos atuariais, impondo o oferecimento ao mercado de planos mais caros, que acabam restringindo o acesso de muitos consumidores a este mercado.

Por fim, trazemos à colação trecho de recente acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) (Agint no Ag em RE n. 1.810.221-GO), relatado pelo Ministro Luís Felipe Salomão, que bem apreciou a questão da judicialização da saúde, tendo mencionado na ementa que:

“Conforme adverte a abalizada doutrina, o fenômeno denominado ‘judicialização da saúde’ exige redobrada cautela e autocontenção por parte de toda a magistratura, para não ser levada a proferir decisões Documento: 141717455 – Ementa, Relatório e Voto – Site certificado Página 4 de 30 Superior Tribunal de Justiça limitando-se ao temerário exame insulado dos casos concretos, que, somados, correspondem à definição de políticas públicas, feita sem qualquer planejamento (que o Judiciário, pela justiça do caso concreto, não tem condições de fazer) e sem atentar para as deficiências orçamentárias que somente se ampliam em decorrência de sua atuação, desprovida que é da visão de conjunto que seria necessária para a definição de qualquer política pública que se pretenda venha em benefício de todos e não de uma minoria’. Com efeito, o ‘grande risco da concessão judicial indiscriminada […] é que o summum jus (concessão de um direito individual mal investigado) se transforme em summa injuria (interesse coletivo desprotegido). Isto sem falar que o juiz se substitui ao Legislativo e ao Executivo na implementação de políticas públicas, concentrando em suas mãos uma parcela de cada um dos três Poderes do Estado, com sérios riscos para o Estado de Direito e para a segurança jurídica’ (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Judicialização de políticas públicas pode opor interesses individuais e coletivos)” (AgInt no AREsp 1619479/SP, Rel. Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 29 de março de 2021, DJe 05 de abril de 2021)

Evidencia-se, portanto, que a sustentabilidade dos planos de saúde, inclusive daqueles administrados pelas entidades de autogestão, que não possuem finalidade lucrativa e que são geridos pelos próprios trabalhadores e servidores públicos, depende da forma como o judiciário aprecia as demandas dos consumidores e beneficiários que exigem coberturas que não possuem amparo na legislação vigente, o que gera grave instabilidade jurídica aos agentes envolvidos na atividade de saúde suplementar. Ademais, a última ratio do direito é, justamente, trazer previsibilidade e segurança jurídica.

Newton Queiroz: O futuro do Corretor de Seguros 668

Newton Queiroz é presidente da Europ Assistance Brasil (EABR) e CEABS Serviços / Divulgação

Confira artigo do profissional com mais de 20 anos de experiência na indústria de seguros mundial e especializações em futurismo, inovação, corporações infinitas e mentoria

Quem me conhece fora do mundo corporativo sabe que gosto muito de estudar e analisar tendências para o futuro, desde tecnologias até como será o futuro do trabalho (já publiquei alguns artigos sobre o assunto). Justamente em uma conversa com um amigo da indústria fui indagado a respeito de qual seria o futuro do corretor de seguros, sob a ótica que sempre utilizo para analisar o futuro do trabalho.

Confesso que no início achei a pergunta um pouco desafiadora, mas logo depois me lembrei que já tinha sido corretor de seguros por anos, ou seja, conheço a profissão para poder analisar melhor do que outras; e repentinamente consegui elaborar uma visão para tal pergunta.

Começo informando que sempre defendo dois pontos como primordiais para o futuro do trabalho (qualquer que seja o trabalho):

  • 1) adaptabilidade (que é a capacidade não apenas de sobreviver em um ecossistema novo, mas se tornar relevante – isso é ser adaptável);
  • 2) aprender sempre (muitos falam hoje do famoso “life long learning”, que basicamente é sempre aprenda, e este conceito eu aprendi desde cedo com meus pais e avós – meu avô de 94 anos não apenas trabalha, mas ainda lê livros para seguir aprendendo).

Ou seja, qualquer profissional que tenha estas duas características, tem grande chance de ter êxito em um futuro (seja de curto, médio ou longo prazo), pois, conseguirá (através das habilidades que aprendeu/aprende de forma contínua) se adaptar a novos ecossistemas.

Agora, voltando ao corretor de seguros, aqui está o ponto interessante da pergunta que recebi e minha reflexão. Quando parei para analisar estes dois pontos, e como os corretores se relacionam com ambos, na verdade vi que a grande maioria dos corretores já tem tido a necessidade de se adaptarem por décadas. Não apenas se flexibilizar, mas realmente se adaptar e foi justamente por isso, que durante a pandemia (independente de alguns terem pouca tecnologia) conseguiram se ajustar rapidamente ao cenário onde tudo se tornou virtual. Algo interessante, que não tenho o dado exato, mas me arrisco a dizer é que o número de profissionais acima de 50 anos que conseguiram se adaptar a utilizar novas tecnologias de forma eficiente, deve ter sido um dos maiores percentuais entre os corretores quando comparado com outras profissões.

No que tange aprender sempre, a profissão de corretor exige que você esteja sempre lendo a respeito de novos produtos, novas regras do regulador, das seguradoras e muito mais. Então, automaticamente o corretor acaba por estar sempre aprendendo também. Porém, aqui eu vejo um espaço para melhora em aprender temas que vão além de seguros, para aumentarem seus leques de produtos ofertados aos clientes; assim como serviços ofertados.

Um ponto que ainda não mencionei é a importância de criar múltiplas fontes de rendas, tanto para o profissional quanto para empresas, uma vez que cada vez mais ter mais de um trabalho será algo normal.

Sempre utilizo a frase do famoso Warren Buffet que diz “Se você depende apenas de seu salário para ter renda, então, está a um passo da miséria”.

Claro que esta frase serve muito mais para dar o tom da questão, mas se pensarmos, quantas vezes profissionais perdem suas posições e então temos dois caminhos quando não se encontra uma recolocação rápida. Ficar estagnado e buscando recolocação, ou fazer algo para ter uma renda e seguir procurando a recolocação. A segunda opção, diversas vezes acaba sendo tão interessante que o profissional não para mais com esta segunda fonte de renda e isso é justamente um ponto que todos os profissionais de hoje e amanhã, devem focar – diversas fontes de renda (sempre seguindo o compliance e transparência que isso necessita).

Concluindo, o corretor de seguros não só tem muito espaço devido a importância que detém dentro da indústria de seguros, mas também pelas características que desenvolve ao longo de seu dia a dia. Sendo que a única sugestão que deixaria, até para começar neste ano, é de diversificar sua fonte de renda utilizando sua própria base de clientes (sempre dentro da possibilidade real, e claro o melhor ao cliente).

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo 644

Seguros Unimed apresenta nova solução em saúde para a cidade de São Paulo / Reprodução

‘Novo Essencial’ conta com renomados hospitais e laboratórios na rede de atendimento

A Seguros Unimed apresenta uma nova solução em saúde com cobertura centrada na capital paulista e na Grande São Paulo: o ‘Novo Essencial’. O lançamento do produto ocorrerá nesta quarta-feira (19 de janeiro), às 16h, em transmissão aberta especialmente para corretores da região. Para participar basta acessar este endereço.

Com foco no público de PME e coletivo empresarial, a partir de duas e 100 vidas respectivamente, o ‘Novo Essencial’ conta com uma rede de hospitais de renome tais como Hospital Alemão Oswaldo Cruz (Unidade Vergueiro), Hospital das Clínicas e Graac, além de laboratórios como CDB e Lavosier. “O novo produto foi pensado para atender, com excelência, as principais especialidades médicas. Além disso, possui um custo-benefício bastante competitivo para um cuidado efetivo com a saúde”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos Saúde e Odonto na Seguros Unimed.

Com quatro modalidades de comercialização, sendo dois em modelo de coparticipação, o ‘Novo Essencial’ oferece o rol de serviços da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tem como diferenciais o reembolso de consultas e terapias ambulatoriais, descontos em redes de farmácias credenciadas e atendimento de urgência e emergência em todo o país, a partir das parcerias com as Unimeds.

Os clientes PME têm ainda outra vantagem na contratação. Ao garantir o seguro-saúde aos colaboradores também contarão com benefício odontológico da Unimed Odonto, sem custo adicional. “A Seguros Unimed está focada em desenvolver soluções em saúde personalizadas e acessíveis, seguindo uma tendência de mercado. Tudo isso sem abrir mão da qualidade característica das empresas do Sistema Unimed Nacional”, ressalta Aguiar.

Serviço

Lançamento do produto ‘Novo Essencial’ da Seguros Unimed.
Público: Corretores (São Paulo).
Data: Quarta-feira (19 de janeiro de 2022).
Horário: 16h.
Acesso: neste endereço (Zoom).

eFestival 2022 abre inscrições para profissionais de saúde e corretores de seguros mostrarem talentos 587

eFestival 2022 abre inscrições para profissionais de saúde e corretores de seguros mostrarem talentos / Divulgação

Festival é reconhecido como um dos mais importantes palcos da música brasileira; SulAmérica é novamente patrocinadora oficial do concurso

As inscrições para a 21ª edição do eFestival começam hoje (17 de janeiro) e seguem até maio. Além do público geral, o “palco mais digital da música brasileira” contará, pelo 2º ano, com a participação de profissionais de saúde e corretores de seguros.

Com mais de 20 anos de história, o eFestival é reconhecido como um dos mais importantes palcos para a descoberta de novos talentos da música brasileira. Alguns dos maiores nomes da MPB já fizeram parte da construção dessa história como Carlinhos Brown, Titãs, Frejat, Pitty, Vanessa da Mata, Maria Rita, Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, João Bosco, Paulinho da Viola, entre outros.

O festival é dividido nas categorias Canção e Instrumental. O concurso é idealizado e realizado pela Dançar Marketing – que há 40 anos atua como a mais consistente empresa de marketing cultural do Brasil, e contará mais uma vez com o patrocínio da SulAmérica.

Para os profissionais de saúde e corretores de seguros é obrigatória a apresentação do registro de atividade ativo (Conselho Regional de Medicina – CRM, Superintendência de Seguros Privados – Susep, entre outros) no momento da inscrição. Os artistas têm até o dia 7 de maio para acessarem este endereço e conhecerem sobre o projeto, o tutorial com passo a passo de como se inscreverem, checarem o regulamento detalhado e, claro, efetivarem as inscrições.

Em 2021 o eFestival recebeu mais de 8 mil inscritos de todo o país. Este ano o evento acontece ao longo de 8 meses, divididos em 4 etapas: inscrições, análise curatorial, votação popular, e por último, a premiação.

Os vencedores se apresentarão em agosto em shows em formatos open air e indoor, ao lado de grandes artistas (embaixadores do projeto), nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba.

Os desafios e as oportunidades femininas no mercado de trabalho 700

Adriana Menezes é superintendente de TI da Generali Brasil / Divulgação

Confira artigo de Adriana Menezes, superintendente de TI da Generali Brasil

A grande dificuldade de escrever sobre o desenvolvimento da liderança feminina é fugir dos clichês sem perder a sensibilidade e o respeito por todas as mulheres que buscam um lugar no mercado de trabalho. Assim, pensei: nada melhor do que contar um pouco da minha própria história!

Tudo começou com um processo seletivo para atuar em uma financeira, na mesa de operações. Éramos 50 candidatos e apenas 5 vagas. A seleção seria feita através de provas de matemática e acabei me classificando entre os cinco primeiros. Na sequência, fui chamada para uma entrevista e fiquei bastante animada. Ao longo da conversa, o diretor da companhia disse que fez questão de me conhecer pois eu havia ido muito bem nas avaliações e ele gostaria de me parabenizar por isso.

Mas, uma notícia me pegou completamente de surpresa. A empresa decidiu não me contratar pois, na avaliação dos recrutadores, o ritmo de trabalho era intenso e optar por uma mulher possivelmente traria problemas futuros com relação a filhos, por exemplo. Eu não soube o que dizer, apenas pensava: como assim? Eu tenho 18 anos, não penso em ter filhos agora.

Hoje, olhando para toda a minha trajetória profissional, acho que foi melhor ter passado por essa experiência logo no início. Isso me fez avaliar que empresas que possuem esse tipo de conduta não merecem ter mulheres fazendo parte de suas equipes. Embora chateada, não desanimei, pelo contrário, percebi que teria que estudar muito para ter uma carreira de sucesso.

Posso dizer que passei por muitas oportunidades, aproveitei todas elas, algumas vezes tendo que abrir mão de estabilidade ou remuneração, até mesmo de prestígio, por acreditar que sair da zona de conforto e arriscar seguir por um novo caminho valeria a pena. Acredito que o desenvolvimento da profissão vem junto com o amadurecimento e com a evolução da vida pessoal. Como equilibrar tudo? Não existe tutorial. Mas, de uma coisa tenho certeza, precisamos contar com pessoas que nos incentivam e não nos deixam esquecer que nem sempre acertamos. Nos lembram de sermos humildes nos momentos de sucesso e serenos em outros mais difíceis.

No início da minha jornada, foi fundamental o suporte da família e, mais tarde, o incentivo do meu marido. Também tive dois gestores que marcaram minha evolução profissional e acreditaram em mim, me desafiaram e me fizeram decolar. Vejo que bons mentores são muito importantes nesse processo.

Durante grande parte da minha carreira, passei por empresas de consultoria em Tecnologia da Informação, o que significou viajar com frequência, navegar em diversos segmentos de negócio, discutir assuntos variados como gestão, administração, inovação, entre outros. Isso também trouxe o desafio de gerir equipes multidisciplinares, muitas vezes em diferentes lugares.

Falando nisso, equipes são fundamentais visto que não produzimos nada sozinhos, precisamos de complemento, escutar ideias, repensar, quebrar paradigmas, encorajar e estimular. Esse pensamento construiu o alicerce da minha formação como líder, o que me permitiu evoluir e ter a possibilidade de integrar times de sucesso.

Nós, mulheres, temos um dinamismo e uma agilidade de lidar com diversos assuntos, ao mesmo tempo adicionando uma certa dose de objetividade e olhar mais humano. Isso nos permite propor uma liderança diferenciada, muitas vezes dura, porém também calorosa. Coisa de mãe, sabe?

Cada vez mais as empresas consideram a diversidade como fator-chave para desenvolvimento, inovação e sucesso de estratégias de negócio. As oportunidades estão disponíveis, nós estamos preparadas, vamos aproveitá-las!

Por fim, digo: tenha um propósito, goste do que faz, saiba aonde quer chegar e mantenha sempre o brilho nos olhos, pois isso contagia a todos em volta. Inspire e se deixe inspirar.

88i e MAPFRE firmam parceria para oferta de serviços de assistência auto, residencial e saúde 714

Rodrigo Ventura é fundador da 88i Seguradora Digital; e Fernando Moreira é CEO da 88i / Divulgação

Aliança vai ao encontro da proposta de digitalização das empresas, que acreditam na personalização das soluções de proteção

A 88i, seguradora 100% digital nascida com o propósito de transformar o modelo de distribuição e de consumo de soluções de seguros no Brasil, fechou uma aliança com a MAPFRE Assistência, empresa global especializada em prestação de serviços de assistência para o mercado segurador. Com a parceria estratégica, a 88i Seguradora Digital passa a diversificar as ofertas para os clientes do ecossistema digital, com serviços de assistência auto, assistência residencial e de saúde.

A aliança começou em dezembro de 2021, quando os serviços de assistência auto da MAPFRE Assistência passaram a ser fornecidos pela 88i por meio dos canais de distribuição do ecossistema digital, fintechs, e-commerce e plataformas de mobilidade e delivery, como parte integrante das ofertas de proteção da seguradora digital. A partir deste ano, os serviços de assistência residencial e de saúde da MAPFRE Assistência também farão parte da cesta de opções da 88i.

“A 88i Seguradora Digital combina o ‘Open Insurance’ com o modelo de afinidade digital B2B2C, além da distribuição por meio de corretores, oferecendo, assim, um portfólio de seguros massificados de maneira simples, intuitiva e digital. A partir da parceria firmada com a MAPFRE Assistência, vamos operar em conjunto tanto em serviços como em proteções. Ter soluções 100% digitais nos coloca à frente e na vanguarda deste mercado em plena transformação”, diz Rodrigo Ventura, fundador da 88i Seguradora Digital.

A parceria entre a 88i Seguradora Digital e a MAPFRE Assistência vai ao encontro da proposta de digitalização das duas empresas, que acreditam na personalização das soluções de proteção.

Atenta às tendências do mercado segurador, a MAPFRE Assistência vem oferecendo soluções digitais, multicanais, de autosserviço e com informação em tempo real. “Oferecemos aos nossos clientes soluções e experiências únicas, o que reforça nosso compromisso com a excelência no atendimento. A parceria com a 88i está totalmente alinhada com os nossos objetivos estratégicos focados na jornada dos nossos clientes”, comenta Lucía Martinez, superintendente Comercial da MAPFRE Assistência.

“A distribuição digital de produtos e serviços de seguro personalizados, através de canais digitais e corretores digitais, tem como foco absoluto o cliente. Juntos, a MAPFRE Assistência e a 88i Seguradora Digital vão ofertar as melhores soluções ao mercado”, conclui o CEO da 88i, Fernando Moreira.

Focada em alta tecnologia, a 88i estuda cada canal de distribuição, identificando oportunidades para oferecer produtos específicos ao cliente final. A estratégia de inovação da 88i prevê o uso de computação em nuvem, IoT, inteligência artificial e blockchain.