Boris Ber: Olhar atento aos novos desafios que vêm por aí 938

Boris Ber é presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) / Divulgação

Presidente do Sincor-SP aborda de que modo oportunidades com novos produtos e ferramentas exigem participação dos corretores de seguros

Iniciamos o ano cheio de esperanças de tempos melhores, com o avanço da vacinação para controle da pandemia e novidades que devem evoluir o setor de seguros. A evolução virá, mas, como toda mudança, é preciso acompanhar para não perder espaço.

Os corretores de seguros agora têm a chance de uma interlocução mais próxima com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) para participação ativa nos rumos da profissão, com um líder da categoria à frente da autarquia. Mesmo cientes de que o órgão regulador atua em prol de todo o setor, é reconfortante saber que há conhecimento técnico sobre o funcionamento de um modelo que vem dando certo.

O mercado de seguros brasileiro seguiu crescendo mesmo na pandemia tendo a população apoiada pelo modelo de distribuição e consultoria dos corretores de seguros. Nosso país, de dimensões continentais, conta com corretores em todos os seus municípios, e quem levou até agora o seguro em todos esses locais foi o corretor de seguros, profissional preparado para conversar com o cliente sobre qualquer risco.

Algumas inovações nos foram colocadas no último ano sem a importante participação daqueles profissionais que atuam na ponta com o cliente contribuindo diretamente para o crescimento do setor. O open insurance é um grande exemplo, foi aplicado como cópia do modelo do open banking sem adaptação ao nosso setor ou à realidade do Brasil.

O modelo é cópia, mas os setores são bastante distintos. Enquanto no bancário trata-se de uma relação direta entre banco e correntista, em seguros há a figura técnica do corretor entre a seguradora e o segurado, atuando como consultor pela necessidade de conhecimento para análise de riscos e coberturas de acordo com cada caso.

Pela definição, “o open insurance aplica as práticas de inovação aberta, por meio do fornecimento de serviços e dados a parceiros, comunidades e startups, a fim de criar novos serviços, aplicativos e modelos de negócios inovadores”. No entanto, com o corretor de seguros, nosso mercado já é “open”. Sendo um profissional de confiança do segurado, o corretor já faz o trabalho de levantar e cruzar suas informações para encontrar as melhores condições, taxas, franquias etc. Como transferir esta confiança para uma simples transação de cotação, sem qualquer análise ou esclarecimento ao segurado? Isso não pode ser perdido ou simplesmente estigmatizado como algo mecânico, em que se envia as condições e recebe de volta uma proposta. Não somos contra a evolução, mas em um setor sensível e fundamental para a sociedade na preservação de empregos, continuidade da vida, não se pode desumanizar o atendimento.

As próprias Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro (SISS), criadas no âmbito do Sistema de Seguros Aberto / Open Insurance, foram colocadas no mercado ainda sem a definição sobre a participação dos corretores de seguros. As Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. Com isso cria-se um novo ente e alguém terá que pagar esta conta, porque precisará de profissionais altamente gabaritados para fazer esse trabalho que já vem sendo realizado pelo corretor de seguros. Ou seja, mais uma vez digo que o open insurance já existe, que é o trabalho feito pelo profissional corretor de seguros, com todo o seu conhecimento técnico e do cliente.

Outra novidade, que entra em vigor em março, é a Circular 621, que acaba com os seguros padronizados e o processo de aprovação da autarquia para cada produto criado, dando liberdade às seguradoras para oferecer seguros personalizados de acordo com as necessidades dos clientes. A Circular 621 pode ser benéfica ao proporcionar modernização e simplificação na contratação de seguros, mas traz desafios na medida em que os consumidores vão precisar de uma venda ainda mais consultiva por parte dos corretores, pela gama de possibilidades de combos e coberturas que podem ser agregados em uma única apólice.

O compartilhamento dos dados tende a ampliar a concorrência tanto para corretores quanto para seguradoras, com a entrada de novos players interessados na versatilidade dos produtos. Os corretores de seguros precisam ser mais proativos em sua profissão, para manter e ampliar o protagonismo no setor. Precisam encarar os problemas, olhar de perto o que está acontecendo em seu espaço.

Nessa oportunidade de uma interlocução mais próxima com a Susep, é fundamental que os corretores estejam mais atuantes em sua entidade representativa – o Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), no caso de São Paulo – para nos fortalecermos e defendermos a verdade posição dos profissionais responsáveis pela distribuição de seguros no Brasil. Como exemplo, o Sincor-SP realiza no fim de janeiro um debate com o superintendente da Susep, quando iremos discutir todos estes pontos. Com união e o olhar atento de nossa categoria, os novos tempos serão de boas oportunidades.

Fenacor cria projeto para orientar Sindicatos na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) 562

CNSP vai definir como funcionará entidade autorreguladora de seguros

Coordenação da iniciativa está sob comando de Wilson Pereira, Presidente do Sincor-PR

Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução
Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) criou o “Projeto CCT” para servir de base nas negociações da Convenção Coletiva do Trabalho, seja no aspecto administrativo ou jurídico, entre outros. A coordenação está a cargo do Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), Wilson Pereira.

O projeto está coletando, junto aos presidentes do Sincors, informações sobre as suas respectivas CCT’s, incluindo proposições e informações gerais. O objetivo é centralizar o recebimento e elaborar demonstrativo das condições de cada CCT para posterior conhecimento de todos, através de planilha informativa para os Sincors.

Em reuniões futuras, será feito ainda o planejamento das ações para os próximos anos. Para tanto, é imprescindível que todos os presidentes enviem as informações dos seus sindicatos, para inclusão no projeto. “Antecipadamente, analisamos o material já recebido e constatamos divergências que só o tempo nos permitirá termos atuação parametrizada e unificada, pois existem divergências regionais e operacionais que dificultam a equalização no curto prazo”, explica Wilson Pereira.

Contudo, já para a Convenção Coletiva do Trabalho de 2022, a intenção é oferecer orientação quanto às cláusulas econômicas e ao índice de correção salarial, menor ou igual à variação do índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC , no caso atual, de 10,16%. “O período de transformações que estamos vivendo exige cautela e vigilância para que as despesas das Corretoras de Seguros não sejam superiores às suas receitas para os próximos períodos”, observa Pereira.

O Presidente do Sincor-PR acrescenta que serão respeitadas as diferenças regionais e as decisões de cada Sincor, pois podem existir parâmetros diferentes em termos de Salário Base e/ou benefícios diferenciados, inclusive até da quantidade menor de empresas Corretoras de Seguros, que possibilitam concessões de correções salariais com ganho real. “Este é um fator que consideramos normal existir. Mas, muitas vezes, dificulta as negociações dos demais Sindicatos, pois embora existam parâmetros e condições diferenciadas em cada CCT, o Sindicato dos Securitários sempre utilizará como exemplo os índices maiores concedidos para considerar em suas proposições”, comenta o coordenador do Projeto CCT.

Por essa razão, é importante ter como referência a orientação da Fenacor, no sentido de haver um “norte” a seguir para colaborar no momento da negociação de cada Sincor.

Outro fato importante nas negociações é a última reforma trabalhista, a qual permitiu livre negociação entre trabalhador e empregador através de Contrato de Trabalho, permitindo, inclusive, não haver necessidade de Convenção Coletiva de Trabalho. Assim, há condições favoráveis para negociações mais justas, com equilíbrio e bom senso entre os direitos e obrigações de ambos na CCT.

Neste momento, ainda estão sendo realizadas as negociações para fechamento do dissídio 2022. A orientação é para que cada Sincor, dentro de sua possibilidade, conceda em sua CCT, no máximo, a variação da inflação em 2021, com base nos seguintes índices (variação nacional):

  • IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo: 10,06%; ou
  • INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor (Variação Nacional): 10,16%.

O IPCA, que engloba uma parcela maior da população, aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos.

Já o INPC verifica a variação do custo de vida médio apenas de famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos. Esses grupos são mais sensíveis às variações de preços, pois tendem a gastar todo o seu rendimento em itens básicos, como alimentação, medicamentos, transporte, etc.

Pereira reforça ainda que a negociação dos diferentes estados, na medida em que são efetivadas, é usada como argumentação pelos sindicatos laborais onde os termos ainda se encontram em discussão. “Neste sentido, julgamos importante mantermos alguns padrões definidos como orientação pela Fenacor para facilitar as negociações de todos”, frisa.

Além disso, outro fator importante a considerar como blindagem e o bom relacionamento na negociação é sempre informar que embora haja reunião com a Diretoria Executiva para definição do percentual de correção salarial e das demais cláusulas da Convenção a decisão final caberá à Assembleia Geral.

Por fim, Wilson Pereira reafirma a importância de todos enviarem suas informações para que se conclua um trabalho conjunto e para que, no próximo dissídio, “possamos ter as definições antecipadamente”.

Mesmo com oscilações políticas e econômicas, Brasil continua terreno fértil para startups e investidores estrangeiros 351

Dalton Locateli é sócio da Pryor Global / Divulgação

Confira artigo de Dalton Locateli, sócio da Pryor Global

Há décadas, o Brasil é um País instável, marcado por oscilações políticas e econômicas. Outros fatores que agora exigem atenção dos estrangeiros antes de investir por aqui são os altos índices de desemprego, a volta da inflação e a quebra do teto de gastos, que gera o receio de uma nova onda de irresponsabilidade fiscal combinada à crise social. Mas, apesar de toda esta instabilidade, os agentes econômicos estrangeiros ainda se sentem atraídos pelo Brasil, devido ao seu amplo mercado consumidor (mais de 200 milhões de habitantes), capacidade produtiva e avanço da transformação digital dos negócios. Prova disto é que, segundo o Valor Econômico, os investimentos estrangeiros no Brasil cresceram 133% em 2021 (US$ 58 bilhões) em relação a 2020 (US$ 28 bilhões). Os valores ainda não retornaram aos patamares de 2019 (US$ 65,8 bilhões), antes da pandemia, mas mostram uma recuperação considerável.

Ou seja, o Brasil continua sendo um grande destino de investimentos, com boas vantagens em relação aos demais países latino-americanos. Uma de suas vantagens, segundo analistas de mercado, é que o País conta com ferramentas para vencer a crise, pois, desde a década de 1990, apresenta certa continuidade de princípios na política econômica, independentemente da orientação dos diferentes governos, que são considerados sólidos. A democracia brasileira também tem mostrado resiliência, com instituições fortes, o que se comprovou, nos últimos meses, com reposicionamentos da Presidência da República em busca de governabilidade, afastando a possibilidade de uma ruptura institucional a curto prazo.

Outro diferencial positivo é que, apesar de todas as perdas humanas e da contribuição para a instabilidade econômica, a pandemia de covid-19 abriu uma série de oportunidades de negócios no Brasil, sobretudo na área da tecnologia. Uma mostra clara disso é o contraste entre a saída de grandes multinacionais e a chegada de bilhões em investimentos de startups estrangeiras. As fusões e aquisições em território nacional somaram R$ 76 bilhões (aumento de 65% em relação a 2020). Ou seja, mesmo diante de todos os contratempos e das oscilações de 2021, o mercado continua vivo e buscando alternativas para se ampliar o volume de negócios.

Este é um cenário que aponta para a dinamização do mercado, não só com maior variedade de produtos e serviços, mas também com maior presença da tecnologia no cotidiano, pois se intensificou a inclusão digital da população. Para ficar apenas em três exemplos, basta mencionar o processo ampliação da bancarização, o crescimento vertiginoso do comércio eletrônico e a propagação (ainda incipiente) da oferta de educação on-line, a fim de manter os estudantes nas escolas e universidades.

Vale destacar, ainda, que a população brasileira, além de volumosa, é carente de produtos e serviços de qualidade e bastante aberta a inovações. Os brasileiros gostam e consomem tecnologia, sempre que têm condições econômicas, aderindo com grande facilidade a novidades em termos de aplicativos e mídias sociais. Em diversas áreas, há uma boa demanda reprimida no País e, qualquer sinal de recuperação econômica, logo se reverterá em recompensa rápida às startups que decidiram apostar no Brasil.

O País é gigantesco e sempre existem boas oportunidades, a questão é saber analisar e identificar onde encontra-las, quando e como investir, mensurando os riscos a fim de evitar surpresas inesperadas. O Brasil é para os fortes, mas aqueles que se estabelecem, em geral, garantem, não só o retorno de seus investimentos, mas bons resultados a médio e longo prazos. Entretanto, para isto, os investidores precisam sempre contar com apoio administrativo, operacional e jurídico de uma empresa de consultoria local para entender a cultura empresarial brasileira, apoiar na viabilização de recursos humanos estratégicos e na superação das complexidades fiscal, tributária e jurídica.

Auto Compara entra em serviços automotivos e mira consumidor que está fora do mercado de seguros 445

Newton Queiroz é CEO da Europ Assistance Brasil e da CEABS / Divulgação

Insurtech do Santander, em parceria com a Europ Assistance, vai oferecer pacote com reboque, socorro mecânico e meio de transporte alternativo, além de monitoramento e localização de veículos

O Auto Compara, plataforma de contratação de seguros do Santander, firmou parceria com a Europ Assistance Brasil – multinacional presente em mais de 200 países e líder mundial em assistências – para democratizar o acesso a serviços automotivos. A estratégia das duas empresas é atender a motoristas com um pacote de comodidades que, tradicionalmente, ficam restritas a quem possui cobertura das seguradoras. Outro público-alvo são proprietários de veículos com mais de dez anos de uso, devido às limitações para a contratação de seguro.

Para cumprir o propósito de facilitar o acesso aos serviços, a solução chega ao consumidor ao custo de R$ 49,90 por mês. O pacote inclui serviço de monitoramento e localização para casos de roubo e furto, além de assistências automotivas como reboque, socorro mecânico ou por pane seca, além de meio de transporte alternativo para o motorista e passageiros. O cliente ainda recebe assistência despachante e concierge automotivo para renovação da CNH, mudança de categoria, transferência de veículos e agendamento de revisão do automóvel.

A expectativa é que por meio da parceria as empresas possam oferecer a facilidade dos serviços de assistência automotiva a uma população que hoje não é assistida, dado a baixa penetração de seguros automotivos no Brasil. Um estudo desenvolvido pelas maiores seguradoras com atuação local estima que mais de 70% da frota de veículos do País não é segurada. O Brasil aparece apenas na 50ª posição global em gastos per capita com seguros.

Segundo Ronaldo Rondinelli, CEO do Auto Compara, o plano de negócios tem como meta inicial alcançar 300 mil contratos em três anos. “Com este lançamento, estamos ampliando a nossa atuação no setor automotivo, com um pacote de assistências bastante atrativo a uma parcela significativa de potenciais clientes”, afirma. O executivo explica que, hoje, entre os consumidores que acessam a plataforma em busca de proteção veicular, uma parcela desiste da contratação devido ao custo, ou por não fazer parte da base elegível das seguradoras.

O Auto Compara é uma plataforma 100% digital, controlada pelo Santander, para cotação, comparação e contratação de seguros de carro e moto de seis seguradoras (HDI, Liberty, Sompo, Tokio Marine, Zurich e Allianz, que a partir deste ano conta também com toda a carteira da SulAmerica). Além de oferecer a venda online de proteção para o veículo, a insurtech transformou a experiência do cliente no processo de contratação em uma operação simples, rápida e acessível. A jornada completa – do preenchimento de dados pessoais, informações do carro ou da moto, até a efetivação da compra – pode ser feita em apenas três minutos.

“Trata-se uma oportunidade de negócio crescente e robusta. Nesse sentido, as duas companhias ressaltam o peso dessa parceria, que, além de reunir soluções bastante vantajosas, contribui para a o acesso de forma massificada dos serviços de assistência”, completa Rondinelli.

Segundo Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance, a oferta das soluções de assistência por meio do Auto Compara vai fazer com que a multinacional alcance um número cada vez maior de possíveis clientes no Brasil. “Esse movimento estratégico reforça o nosso plano de ampliação dos negócios, pensando sempre na facilidade e na praticidade para o consumidor”, avalia Queiroz.

Este movimento, vai de encontro com a estratégia da Europ Assistance, em termos de diversificações de canais e foco na maior penetração de produtos de proteção a sociedade. “Nós trabalhamos no ramo de proteção, ou seja, nossos produtos visam atender pessoas em momentos de possível vulnerabilidade, através de uma prestação de qualidade, é possível ter um resultado extremamente positivo ao cliente. O mais interessante nesta pareceria, é o encontro de duas empresas com a visão de democratizar a proteção com mais opções em produtos para seus clientes”, finaliza Queiroz.

O CEO da Europ Assistance destaca que a facilidade de acesso a serviços que antes estavam condicionados apenas às apólices de seguros amplia o alcance da companhia e projeta as ferramentas de assistência o caminho ideal para todos os públicos que buscam proteção do veículo.

Icatu foca em mercado imobiliário com atualização do Icatu Garantia de Aluguel 360

Marcelo Oliveira é diretor de Capitalização da Icatu / Divulgação

Título de capitalização de garantia locatícia agora conta com opção de parcelamento em cartão de crédito

A nova rotina de home office e ensino a distância trazida pela pandemia alterou a relação das pessoas com suas moradias, o que fez o mercado imobiliário se reinventar com novas estratégias. Além disso, é cada vez mais clara a demanda do consumidor por produtos simples e de fácil contratação, que ofereçam taxas atrativas e facilidades de pagamento. Com market share de 9,2% no segmento de Capitalização, a Icatu apresenta uma nova atualização em seu produto Icatu Garantia de Aluguel, um título de capitalização que substitui o fiador ou seguro-caução nos contratos imobiliários de locação de imóveis, que agora conta com possibilidade de contratação facilitada em até 12 parcelas divididas no cartão de crédito.

“A adoção de títulos de capitalização como garantia locatícia é uma tendência que se consolida cada vez mais no mercado imobiliário brasileiro porque é uma operação segura, ágil e muito prática, tanto para as imobiliárias, quanto para os donos de imóveis e os locadores. Além de devolver ao cliente o valor integral do título no final do prazo. Só no ano passado, tivemos um crescimento de 13% em volume de negócios desse tipo de produto em relação a 2020. E agora, com a opção de pagamento parcelado no cartão de crédito, ela se torna uma solução ainda mais acessível”, afirma o diretor de Capitalização da Icatu, Marcelo Oliveira.

A Icatu é o quinto maior grupo econômico no país em Capitalização, com mais de R$ 3 bilhões em provisões. A seguradora acredita que as vendas parceladas no cartão irão representar mais de 20% das vendas novas desse produto ao longo do ano. Atualmente, o produto Icatu Garantia de Aluguel representa 34% do faturamento de Capitalização da companhia.

“Nossa visão é que o ticket do produto, que geralmente é um múltiplo do valor do aluguel, para algumas pessoas acaba sendo um limitador. Com a possibilidade de parcelar esse valor, tornaremos o Icatu Garantia de Aluguel mais acessível aos consumidores de uma maneira geral”, complementa Oliveira. Assim como acontece no seguro fiança, o consumidor vai analisar se aquela parcela está dentro do orçamento dele, com o diferencial que ele resgata o valor do título no final do prazo.

Benefícios

O Icatu Garantia de Aluguel funciona para contratos de 12, 15, 18 e 30 meses, para a locação de imóveis residenciais ou comerciais. A contratação é feita de forma simples, sem avaliação de crédito, e é realizada uma única vez, válida por todo o período de locação. O valor da garantia é combinado diretamente entre o locador e locatário, que recebe 100% do valor do título ao final do contrato de locação, caso não haja qualquer tipo de inadimplência. Por se tratar de um título de capitalização, o locatário tem direito a participar de sorteios mensais no valor total do título. Cada cliente receberá um número da sorte com seis dígitos, com sorteios realizados através da Loteria Federal. Além disso, a contratação também dá direito a coberturas de assistência residencial, como chaveiro, vidraceiro, eletricista, encanador e conserto de eletrodomésticos.

Por sua vez, o locador terá, entre os principais benefícios, direito de fazer o resgate do valor garantido em caso de inadimplência no pagamento do aluguel a qualquer momento, com liquidez imediata, da mesma forma que o processo de cobrança dos valores em aberto e da desocupação do imóvel contam com o apoio da Icatu.

Seguros SURA expande atuação no Nordeste 582

Tiago Melo é Líder de Canais Seguros SURA / Reprodução/Rede Social

Ampliação terá como foco desenvolver o varejo através de soluções nessa região

Reconhecendo o altíssimo potencial destas regiões, a Seguros SURA – já presente no Nordeste – reforça seu campo de atuação com foco em expansão.

Hoje, o Nordeste é responsável pelo terceiro maior PIB do Brasil por região, além de concentrar quase 20% das frotas de todo o país. Só o estado da Bahia possui 967.082 empresas, sendo a maioria de comércio e serviços.

A SURA terá Gestores de Canais nas cidades de Salvador, Recife e Fortaleza. Em Recife, o time conta com o apoio da Gestora de Canais, Andrea Monteiro, e, Alonso Santos como Gestor de Canais em Salvador. Já para coordenar a região Nordeste como um todo, estará à frente o Líder de Canais, Tiago Melo.

A decisão por essas localidades específicas vem do fato de os estados da Bahia, Pernambuco e Ceará representarem 67,5% de todos os corretores ativos do Nordeste. Dentre elas, o destaque da atividade está na Bahia, considerado o sexto estado com maior quantidade de empresas no país.

O foco da ampliação da SURA no Nordeste é desenvolver o varejo da região através de soluções de seguros, já que as maiores atividades econômicas são o comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, além do varejo de mercadorias em geral, como minimercados, mercearias e armazéns, responsáveis por mais de 400.000 empresas.

Com a expansão, a SURA continua se desenvolvendo em busca de construir ações cada vez mais integradas, conectadas e eficientes, oferecendo inovação e segurança a todas as regiões do país e considerando as particularidades de cada uma delas.

“Temos um grande desafio pela frente e juntos vamos expandir nossa atuação fortalecendo ainda mais nossa presença em toda a região. A SURA pode oferecer serviços e produtos de qualidade que atendam às atuais e novas demandas de mercado na região diversificando ainda mais nossas soluções com os clientes”, comenta Tiago Melo.