Da Zona da Mata de Pernambuco para o universo segurador: a história do Alfaiate do Seguro 3292

José Carlos, o 'Alfaiate do Seguro' / Divulgação/Arquivo Pessoal

Descubra como a história deste profissional começou a mudar por causa do mercado de corretagem

A cidade de Ribeirão, Zona da Mata do Estado de Pernambuco, exportou para o universo segurador uma grande personalidade. Estamos falando sobre José Carlos, mais conhecido como o ‘Alfaiate do Seguro’.

Em entrevista exclusiva ao Jornal do Seguro (JRS), o profissional lembra que nasceu em uma região onde a economia baseia-se na produção de cana-de-açúcar. “Morei em um engenho que ficava há quilômetros de distância da cidade. Muitas vezes ia e voltava caminhando para poder estudar”, comenta ao rememorar a infância e fase de transição para a vida adulta.

A casa onde José Carlos cresceu / Divulgação/Arquivo Pessoal
A casa onde José Carlos cresceu / Divulgação/Arquivo Pessoal
A primeira escola de José Carlos / Divulgação/Arquivo Pessoal
A primeira escola de José Carlos / Divulgação/Arquivo Pessoal

Foi em 2000 que as coisas começaram a mudar. “Foi quando fui ser motorista de ônibus. Trabalhava em média de 12 a 14 horas por dia. Aqui começava minha relação com o Seguro de Vida. A linha que eu operava passava perto da sede da Mongeral Aegon (MAG Seguros). Andava sempre comigo uma corretora de seguros responsável pelos treinamentos dessa companhia. Algumas vezes ela havia me entregado folders sobre Seguro e Vida e nunca dei atenção”, cita José Carlos. “Eu frequentava uma Igreja Evangélica que também era frequentada por um gerente dessa seguradora. Em um mês específico, por terem batido a meta, o executivo convidou o pastor para um culto na sucursal da empresa. Ao chegar no culto encontrei a corretora que sempre andava comigo no ônibus. Perguntou-se pode onde eu estava, pois não me via mais. Eu estava desempregado. Foi aí que ela chamou sua gerente e ela perguntou se eu gostaria de trabalhar lá. Claro que aceitei e fiz os testes prontamente. Na mesma semana em que era para começar como corretor, outra empresa de ônibus me chamou para ser motorista. Agradeci e fui ser corretor”, completa.

Mas os desafios não pararam por aí. Naquela época, o Alfaiate do Seguro ainda não dominava as ferramentas tecnológicas. “Eu nem sabia o que era um e-mail. Para salvar uma cotação no computador eu levei quase 30 dias para aprender. Em 2009, por vários dias eu comia apenas no café da manhã da seguradora. No resto do dia não comia mais nada porque não tinha dinheiro. Passei muita fome. Eu tinha dois filhos e a minha mais velha ligava dizendo que todo alimento tinha acabado, não tinha nada. Ela me questionava porque eu não voltava a ser motorista, que era mais certo”, lembra. “Minha vida começou a mudar depois que vi uma reportagem na televisão sobre o polo gesseiro de Pernambuco, que fica 800km de Recife. Não posso deixar de agradecer a minha gerente à época, a Márcia Urbana. Sem ela eu não seria o Alfaiate do Seguro”, acrescenta.

Toda essa jornada ensinou algumas lições para José Carlos. O profissional reforça que “nenhum obstáculo é intransponível quando se tem vontade de vencer”. “Você é o que você quiser. Se você tem um sonho, vá em busca. Trabalhe, estude, dedique-se, seja honesto e ético. Pode demorar, mas o sucesso chega”, compartilha.

Na visão do corretor de seguros, foco e persistência são fundamentais para tudo na vida. “Para um profissional da corretagem, em especial, estes dois elementos são o combustível principal. Por muitas vezes os projetos não dão certo. Aí tem auto cobrança, cobrança da família… Bate a vontade de desistir. Mas desistir é para os fracos. A mão do sucesso profissional tem cinco dedos: Caráter, Vocação, Talento, Esforço e Disciplina. Sem isso, ninguém conquista nada”, ensina.

José Carlos, o Alfaiate do Seguro, revela que alguns colegas do setor são extremamente inspiradores em sua jornada, como Márcia Urbana, sócia da Cedro Master Ricardo Tarantello; Emérson Soares, da SEGASP Univalores, Josusmar Souza, da Mister Liber, Tiago Melo, Autor do Livro Xeque Mate; Alberto Júnior, CEO do Grupo Life Brasil. “Tem um colega que sou fã trabalho e admirador como ser humano. O quanto ele ajuda as pessoas e sua generosidade são um grande destaque. Estou falando de Rogério Araújo – simplesmente Rogerinho da TGL. Esse é o embaixador do Seguro de Vida no Brasil”, contempla.

Ao explicar que é motivo de alegria e um verdadeiro privilégio poder contar sua história no mercado de seguros, este verdadeiro ícone do setor deixa uma mensagem especial tanto para corretores que estão começando, como para corretores mais experientes: “Se dediquem, estudem bastante, procurem ouvir o cliente, mantenham uma relação permanente com os clientes, não apenas no momento da venda, ligue no aniversário, no dia de profissão, ligue desejando Feliz Natal, Ano Novo. Esteja presente durante toda jornada do segurado. Entregue o melhor que puder. Faça diferente dos seus colegas. Faça o melhor para seu cliente”, finaliza.

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 485

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 502

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 512

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 288

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 288

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.