Como vender mais seguros para caminhões 685

Como vender mais seguros para caminhões / Foto: Quintin Gellar / Pexels

Confira uma série de dicas elaboradas pela Quiver Soluções

Como vender mais seguros para caminhões? Essa é a pergunta que as corretoras de seguros que vendem esse tipo de produto fazem diariamente. No entanto, não existe fórmula mágica, o diferencial pode estar em detalhes. Caminhoneiros, donos de transportadoras e empresas de frota reconhecem a insegurança e perigos das estradas. Por isso, contratar um bom seguro para caminhões é importante tanto para a proteção do patrimônio quanto para possíveis danos causados a terceiros.

Para a corretora vender seguro de caminhão, determinadas estratégias precisam ser desenvolvidas. A pré-venda precisa se basear na realidade dos clientes. Um levantamento do número de situações de sinistros nos últimos anos – envolvendo potenciais clientes – pode nortear o trabalho. Além de sinistros, para saber como vender mais seguros para caminhão também pode-se apresentar os números nacionais de furtos e roubos de cargas, além das condições das principais estradas por onde trafegam os veículos dos clientes (e eles sabem que muitas vezes as condições são precárias).

Saiba a realidade do cliente

A pré-venda é tão importante quanto as outras etapas. Inicie procurando conhecimento na realidade vivida pelo potencial comprador.

Insegurança

O número de roubos e furtos de cargas no Brasil cresceu 80% nos últimos cinco anos, segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística).
Os dados colocam o país entre os mais perigosos para o transporte rodoviário de cargas. Em geral, o foco dos assaltantes está em itens com maior valor agregado, como medicamentos e eletrodomésticos.

Em alguns casos, o próprio condutor é a vítima da ação dos marginais. Motoristas são feitos reféns e passam por situações de extremo estresse.

Infraestrutura

As más condições das rodovias nacionais precisam ser consideradas. A precariedade de asfalto, trechos complicados de estrada de chão e o volume de veículos em locais com pista simples são exemplos de situações que causam maior desgaste de componentes do veículo de carga e aumentam os riscos de se envolver em acidentes.

Diante desse panorama, é possível compreender o dia a dia das transportadoras e dos condutores de caminhões. Isso permite vislumbrar possibilidades diante das necessidades do setor. Demonstre interesse em reduzir os riscos deste segmento garantindo prevenção.

Foto: Josiah Farrow / Unsplash Images
Foto: Josiah Farrow / Unsplash Images

Utilização de ferramentas

Pequenas ações e mudanças na forma de desenvolver sua atividade de trabalho podem garantir o aumento das vendas. Fique atento as fontes de informação do seu cliente, descubra quais ferramentas online você pode utilizar para chamar a atenção dele para o seu negócio. Desenvolva métodos que possam atrair empresários e caminhoneiros autônomos para a sua corretora.

Atualmente o mercado tecnológico oferece ferramentas que podem direcionar o contato com o cliente, criar prospecção e aumentar o lucro da corretora. Pesquise e encontre o seu espaço.

Para apresentar as melhores propostas com agilidade, utilize um multicálculo para seguro de caminhão que esteja integrado diretamente aos sites das seguradoras, como o Quiver Mult.

Crie um bom relacionamento

Estabelecer um relacionamento de confiança pode fazer diferença na hora de vender seguro de caminhão. Cada cliente exige um tipo de preparação.

Por exemplo, caminhoneiros e profissionais desta área costumam ter vocabulário mais específico. Aprenda algumas gírias para que a conversa possa fluir sem confusão.

Vale lembrar, em qualquer tipo de venda, utilizar de palavras técnicas não é o aconselhado. É mais adequado explicar sobre seu produto usando expressões mais simples e informais.

Durante o contato com proprietários de transportadoras e frotas, pergunte sobre a experiência com outros serviços de proteção veicular. Entenda por quais situações eles passaram, para depois você tentar vender seguro de caminhão.

Esteja preparado para escutar. Você pode ter muito para apresentar, diversas condições para oferecer ao futuro cliente, mas ouça o que ele tem a dizer. Isso é fundamental.

Trabalhe para não cometer erros de relacionamento. As falhas mais comuns entre os corretores são:

  • Não demonstrar interesse na realidade do cliente;
  • Não ouvir o que cliente tem a dizer;
  • Romper relacionamento após a venda;
  • Esquecer datas importantes.

Tenha em mente que a corretora de seguros não é estruturada apenas por você. Os colaboradores de outros setores devem manter o mesmo posicionamento sobre como vender mais seguros para caminhão. Invista em ensinar o marketing de relacionamento para atender a expectativa do cliente.

Ofereça a cobertura adequada a cada cliente

Para vender seguro de caminhão você deve mostrar como vai ajudar o cliente. Em uma breve pesquisa ou conversa, veja o tipo de veículo e a mercadoria que ele trabalha. Crie uma estratégia a partir das informações coletadas.

Cargas mais perigosas ou de valor, oferecem mais riscos de danos e a cobertura do seguro deve estar adequada a essa informação. Analise ainda se o seguro será para caminhões leves, pesados, rebocadores, reboques ou semirreboques.

Ao montar os planos de cobertura pertinentes para cada necessidade é possível atingir vários níveis de clientes. Além disso, você pode apresentar as vantagens e tipos de assistência dos serviços adicionais. Destaque as opções de assistência 24 horas.

Um caminhão em atividade está sujeito a todo tipo de imprevisto. Acidente, roubo, pane mecânica e elétrica estão entre os principais riscos. Por essa razão, contratar um seguro de caminhão é indispensável.

Desta maneira você consegue atrair a atenção de transportadoras que procuram desde a cobertura básica até a mais completa.

Vender seguro de caminhão requer atenção aos detalhes. Por isso, a necessidade de analisar caso a caso.

Mostre o diferencial da corretora

Se em reunião com o cliente você oferecer coberturas personalizadas e demonstrar noção dos riscos das rodovias em que a frota dele circula, a resposta de como vender mais seguros para caminhão será simples. E você se tornará um corretor com diferencial no mercado.

Fazer esse ciclo funcionar pode ser trabalhoso, mas vai valer a pena.

Credenciamento

Algumas associações atuam oferecendo proteção veicular, mas sem regulamentação. É importante orientar que a prática é ilegal e nem sempre os serviços prometidos são realizados. Normalmente essas empresas comercializam seguro com preço abaixo do mercado.

Explique ao futuro cliente que somente corretoras credenciadas na Superintendência de Seguros Privados (Susep) e profissionais habilitados são autorizados a exercer a atividade de vender seguro de caminhão.

Para valorizar a sua corretora, mostre os trabalhos já feitos junto aos seus colaboradores.

Dê exemplos de casos atendidos. Essa parte da venda é válida para ganhar confiança.

Esclareça dúvidas

Pode acontecer do caminhoneiro ou administrador não compreender a funcionalidade do serviço que oferece.

Esclareça as etapas e demonstre vantagens com situações reais. Neste momento, você pode ser mais que um corretor e se posicionar como alguém que pretende cuidar do patrimônio do cliente. É outra oportunidade de mostrar diferencial.

Analise o feedback

Após apresentar o serviço disponível ao cliente, aguarde a efetivação ou não da venda. Os dois retornos vão trazer respostas a serem ponderadas.

Lembre que você vende proteção. Se o contrato foi bem sucedido o método desenvolvido funcionou e você entendeu como vender mais seguros para caminhão. Entretanto, se acontecer o contrário o aprendizado deve ser dobrado.

Neste caso, separe um tempo para verificar em que momento o cliente deixou de acreditar no seguro.

É importante discutir esse processo com os colaboradores. Pense se vale levar o tema para reuniões. A iniciativa de debater o assunto em grupo não é sobre vender seguro de caminhão, mas sobre analisar erros e fazer diferente nas próximas oportunidades.

Foto: Andrea Piacquadio / Pexels
Foto: Andrea Piacquadio / Pexels

Mantenha contato no pós-venda

Vender seguro de caminhão exige dedicação. Não abandone o cliente após ganhar a confiança dele. Ofereça sua disponibilidade para casos de dúvidas ou imprevistos.
Mantenha-se no seu lugar, mas sempre presente.

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 484

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 497

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 511

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 288

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 288

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.