Fenacor cria projeto para orientar Sindicatos na Convenção Coletiva do Trabalho (CCT) 873

CNSP vai definir como funcionará entidade autorreguladora de seguros

Coordenação da iniciativa está sob comando de Wilson Pereira, Presidente do Sincor-PR

Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução
Wilson Pereira é Presidente do Sincor-PR / Arquivo JRS/Reprodução

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) criou o “Projeto CCT” para servir de base nas negociações da Convenção Coletiva do Trabalho, seja no aspecto administrativo ou jurídico, entre outros. A coordenação está a cargo do Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), Wilson Pereira.

O projeto está coletando, junto aos presidentes do Sincors, informações sobre as suas respectivas CCT’s, incluindo proposições e informações gerais. O objetivo é centralizar o recebimento e elaborar demonstrativo das condições de cada CCT para posterior conhecimento de todos, através de planilha informativa para os Sincors.

Em reuniões futuras, será feito ainda o planejamento das ações para os próximos anos. Para tanto, é imprescindível que todos os presidentes enviem as informações dos seus sindicatos, para inclusão no projeto. “Antecipadamente, analisamos o material já recebido e constatamos divergências que só o tempo nos permitirá termos atuação parametrizada e unificada, pois existem divergências regionais e operacionais que dificultam a equalização no curto prazo”, explica Wilson Pereira.

Contudo, já para a Convenção Coletiva do Trabalho de 2022, a intenção é oferecer orientação quanto às cláusulas econômicas e ao índice de correção salarial, menor ou igual à variação do índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC , no caso atual, de 10,16%. “O período de transformações que estamos vivendo exige cautela e vigilância para que as despesas das Corretoras de Seguros não sejam superiores às suas receitas para os próximos períodos”, observa Pereira.

O Presidente do Sincor-PR acrescenta que serão respeitadas as diferenças regionais e as decisões de cada Sincor, pois podem existir parâmetros diferentes em termos de Salário Base e/ou benefícios diferenciados, inclusive até da quantidade menor de empresas Corretoras de Seguros, que possibilitam concessões de correções salariais com ganho real. “Este é um fator que consideramos normal existir. Mas, muitas vezes, dificulta as negociações dos demais Sindicatos, pois embora existam parâmetros e condições diferenciadas em cada CCT, o Sindicato dos Securitários sempre utilizará como exemplo os índices maiores concedidos para considerar em suas proposições”, comenta o coordenador do Projeto CCT.

Por essa razão, é importante ter como referência a orientação da Fenacor, no sentido de haver um “norte” a seguir para colaborar no momento da negociação de cada Sincor.

Outro fato importante nas negociações é a última reforma trabalhista, a qual permitiu livre negociação entre trabalhador e empregador através de Contrato de Trabalho, permitindo, inclusive, não haver necessidade de Convenção Coletiva de Trabalho. Assim, há condições favoráveis para negociações mais justas, com equilíbrio e bom senso entre os direitos e obrigações de ambos na CCT.

Neste momento, ainda estão sendo realizadas as negociações para fechamento do dissídio 2022. A orientação é para que cada Sincor, dentro de sua possibilidade, conceda em sua CCT, no máximo, a variação da inflação em 2021, com base nos seguintes índices (variação nacional):

  • IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo: 10,06%; ou
  • INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor (Variação Nacional): 10,16%.

O IPCA, que engloba uma parcela maior da população, aponta a variação do custo de vida médio de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos.

Já o INPC verifica a variação do custo de vida médio apenas de famílias com renda mensal de 1 a 5 salários mínimos. Esses grupos são mais sensíveis às variações de preços, pois tendem a gastar todo o seu rendimento em itens básicos, como alimentação, medicamentos, transporte, etc.

Pereira reforça ainda que a negociação dos diferentes estados, na medida em que são efetivadas, é usada como argumentação pelos sindicatos laborais onde os termos ainda se encontram em discussão. “Neste sentido, julgamos importante mantermos alguns padrões definidos como orientação pela Fenacor para facilitar as negociações de todos”, frisa.

Além disso, outro fator importante a considerar como blindagem e o bom relacionamento na negociação é sempre informar que embora haja reunião com a Diretoria Executiva para definição do percentual de correção salarial e das demais cláusulas da Convenção a decisão final caberá à Assembleia Geral.

Por fim, Wilson Pereira reafirma a importância de todos enviarem suas informações para que se conclua um trabalho conjunto e para que, no próximo dissídio, “possamos ter as definições antecipadamente”.

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 486

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 503

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 513

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 289

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 289

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.