Descubra funcionalidades e como ativar o Guru de Seguros na Alexa 614

Descubra funcionalidades e como ativar o Guru de Seguros na Alexa / Foto: Lazar Gugleta / Unplash Images

Projeto foi desenvolvido pela Sistran Informática e Escola de Negócios e Seguros (ENS)

A Sistran Informática, em parceria de conteúdo educacional com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), lançou a Guru de Seguros, aplicação em Alexa que explora recursos de AI da Amazon/AWS. O novo produto, inicialmente, vai explicar e tirar dúvidas sobre as diversas modalidades de seguros, de forma rápida e eficaz, usando comandos em linguagem natural, como numa conversa.

Com um simples comando de voz, o usuário pode entender como funcionam as regras dos diferentes tipos de seguros, comparar produtos e receber notícias sobre o mercado, entre outras interações específicas e técnicas. O acesso ao conteúdo é totalmente gratuito, para o usuário final.

O desenvolvimento dessa aplicação (skill) durou cerca de um ano e meio, envolvendo equipe multifuncional nas áreas de pesquisa, TI, conteúdo e marketing. De acordo com Marcio Paes, CEO da Sistran, a previsão é alcançar 10 mil corretores de seguros e mais de 100 mil usuários cadastrados, além de milhares de acessos mensais no primeiro ano de funcionamento. O projeto envolveu investimentos aproximados de R$ 5,5 milhões, com expectativa de gerar receita superior a R$ 15 milhões (por meio de patrocínios e outras fontes) até o fim de 2023.

Alexa é serviço em nuvem da Amazon que entende a fala e executa ou responde às interações com usuários, implementando Conversational Commerce na modalidade Voice User Interface (VUI). Para avançar na praticidade e usabilidade, incluindo recursos de aprendizagem de máquina (ML) Alexa faz o reconhecimento de fala e a compreensão de linguagem natural através dos seguintes componentes da família AWS: Automatic Speech Recognition (ASR), Natural Language Understanding (NLU), Simple Speech Markup Language (SSML) e Text-To-Speech (TTS).

Clientes e usuários interagem com o skill da Guru de Seguros de forma natural e intuitiva, por meio de dispositivos habilitados para operar a Alexa. Esses dispositivos são oferecidos pela Amazon, incluindo Echodots, FireTVs e Fire Tablets, bem como por outros fornecedores que usam o kit de desenvolvimento de software (SDK) Alexa Voice Service (AVS) fornecido pela Amazon: Fiat, Jeep, Samsung, LG, Multilaser, Intelbras, Positivo e Philips vendem produtos com Alexa embarcada.

Para explicar melhor o funcionamento, vamos desbravar o sistema através dos tópicos abaixo, demonstrando com exemplo de solicitação: “Alexa, como está o tempo em Miami?”. Veremos como a solicitação é captada por um dispositivo Alexa, enviada por voz, aciona a Guru ou outro skill, é reconhecida, interpretada, tratada e, finalmente, respondida.

Para essa jornada mais simples não há necessidade de acesso a sistemas legados nas seguradoras, que são acionados apenas nas utilizações transacionais (cotação e emissão de um seguro-viagem, por exemplo).

1) Ativação

Uma interação com Alexa começa com a ativação do hardware habilitado para Alexa, pressionando um botão ou pela palavra de ativação “Alexa, Echo ou Amazon”, o dispositivo abre um fluxo de áudio para a nuvem e envia a solicitação para Alexa responder. Alexa encerrará a transmissão imediatamente assim que o usuário encerrar a conversa ou se Alexa detectar silêncio ou fala que não é destinada a Alexa, uma luz ou indicador semelhante no dispositivo indica quando o áudio está sendo transmitido para a nuvem. O sistema é projetado para que a comunicação entre o dispositivo Alexa e a nuvem Alexa seja criptografada e protegida usando TLS 1.2.

2) Automatic Speech Reconhecimento (ASR)

O reconhecimento automático de fala (ASR) pega o fluxo de áudio e o transcreve (ou seja, o transforma em uma sequência de texto ou conjunto de possíveis sequências de texto). As transcrições são enviadas para o sistema Natural Language Understanding (NLU).

Em nosso caso, exemplos de possíveis transcrições poderiam ser:

  • “Como está o tempo em miami”;
  • “Qual o clima em miame”;
  • “Como está o tempo em my amy”;
  • “Qual temperatura mi ame”.

Os usuários podem visualizar quais dados foram enviados à nuvem através do app da Alexa ou no site da Alexa. Ou então perguntando “Alexa, o que eu acabei de falar?”. Ela repetirá de volta o que achar que ouviu ou ainda explicará como ouviu tudo o que foi falado acessando o app da Alexa.

3) Natural Language Understand (NLU)

O “Natural Language Understanding” (NLU) interpreta o resultado da transcrição e produz uma intenção — uma instrução para o sistema Alexa dizer a que responder. O sistema NLU executa:

  • Classificação de intenção (determinando, neste caso, que o usuário deseja obter o clima e retornando uma intenção de clima),
  • Reconhecimento de entidade (determinando que o usuário solicitou a localização “Miami”), e
  • Resolução do slot (determinando o identificador de local para o local “Miami” que pode ser usado posteriormente para recuperar o clima correto para aquele local).

O serviço agora olha para a intenção como “Tempo” e direciona a solicitação para o aplicativo adequado (Skill) com os slots preenchidos para localização (Miami) e hora (hoje). Nesse caso, o sistema Alexa precisa acessar uma fonte de dados externa para obter a temperatura e as condições meteorológicas relevantes.

Os dados sobre a intenção escolhida e as informações relacionadas ao reconhecimento de entidade e resolução de slot são armazenados para fins de aprendizado de máquina.

Skills são como “aplicativos” para Alexa e estendem o que o sistema Alexa pode fazer. A Amazon projetou as skills para compartilhar apenas informações limitadas com os desenvolvedores terceirizados dessas Skills. Por exemplo, as gravações de voz não são compartilhadas com as Skills.

No exemplo acima, o skill pega a entrada (local: Miami e hora: hoje) e recupera as informações apropriadas da fonte de dados designada, que retorna os dados necessários. O skill então formula sua resposta, pegando os dados brutos (neste caso, temperaturas, bem como a previsão) e constrói uma resposta textual formatada com simple speech markup language (SSML) que diz à próxima etapa, TTS, como responder.

4) Respostas (TTS)

O sistema de resposta pega o SSML que é produzido pela Skill, usa o text-to-speech (TTS) para gerar o arquivo de fala de áudio e transmite o áudio para o dispositivo apropriado. Para muitas skills, isso encerra a interação. Outras skills são interativas e farão perguntas subsequentes que exigem respostas.

O texto da resposta é armazenado pelo sistema Alexa para que os usuários de dispositivos pessoais possam revisar as respostas anteriores usando o app Alexa. O acesso a esses dados. Além disso, a resposta pode ser usada pela equipe da Amazon que desenvolveu a Skill específica para garantir que Alexa esteja fornecendo respostas relevantes às consultas e que o sistema TTS esteja traduzindo corretamente o texto em fala.

Segundo Marcio Paes, a Guru de Seguros é o primeiro assistente virtual conversacional, acionado exclusivamente através de voz em linguagem natural, 100 % focado no universo de seguros. Com funcionalidades que atendem segurados, corretores e seguradoras, ela permite interações de negócios entre as partes, ou seja, é possível conversar com a solução – a Guru -, “turbinada” com recursos de inteligência artificial, entende o contexto e facilita a troca de informações; o processo de comunicação dispensa a necessidade de digitação.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, a Guru de Seguros é uma importante inovação no mercado e contribuirá para democratizar o setor em todas as camadas da sociedade. “Acreditamos na massificação desse skill, que tem grande valor e utilidade para os envolvidos na cadeia produtiva do seguro. Queremos promover um ciclo virtuoso, que se retroalimente, com a inclusão de novos conteúdos à medida que cada vez mais pessoas tenham acesso à Guru de Seguros. Será uma espécie de Insurepedia, com curadoria feita por quem mais entende de seguros no País, que é a ENS”.

O projeto compreende diferentes etapas. Inicialmente, a Guru de Seguros oferece serviço de perguntas e respostas, dicas sobre o mercado, um glossário e game para testar os conhecimentos do segurado, aluno ou corretor. Numa segunda etapa, a ser patrocinada por Seguradoras de acordo com ramos / produtos de seu interesse, o usuário terá ao alcance um serviço de escolhas de coberturas e respectivas cotações de preços (prêmios), de modo a escolher condições mais vantajosas e ajustadas. Na terceira etapa, já integrado aos legados, o comando de voz poderá ser utilizado em quase toda a jornada do seguro, incluindo a contratação e renovação de apólices, emissão de guias de pagamento e o acionamento de serviços associados, como reboque e assistência 24 horas.

“O objetivo é criar uma ferramenta de informação e de conscientização sobre a importância do seguro, bem como de fidelização dos usuários. A penetração do seguro no Brasil ainda é muito baixa em comparação com outros países. Dessa forma, queremos contribuir para a disseminação da cultura securitária no País, por meio de um sistema de fácil utilização e grande apelo comercial”, conclui Paes.

O uso é bastante simples. Basta ativar o dispositivo Alexa, carregar a skill Guru de Seguros, dizendo: “Alexa, abrir Guru de Seguros”. Pronto. O serviço estará disponível para uso em telefones celulares, smart TVs, computadores e tablets, e nos automóveis mais modernos que já contam com esta tecnologia embarcada.

A Guru de Seguros abre nova era no mercado de seguros, da simplificação e amadurecimento das relações entre as partes interessadas (stakeholders), especialmente segurados e corretores, eliminando assimetria de informações que ainda prevalece no Brasil e no mundo.

A Alexa completou recentemente dois anos de Brasil. Hoje existem cerca de 650 modelos de dispositivo que têm a assistente virtual embutida, incluindo celulares, TVs, aparelhos de som e veículos, num total acima de 1 milhão de contas de usuário Amazon) no País. O uso de assistentes de voz também se multiplica pelo mundo.

De acordo com pesquisa da consultoria Ilumeo, o uso de comandos de voz cresceu 47% entre os brasileiros durante a pandemia. Mais da metade dos entrevistados (54%) percebe um maior valor agregado em produtos e serviços que incorporam essa tecnologia. Os brasileiros também estão usando o sistema com mais frequência: 48% utilizam comandos de voz pelo menos uma vez por semana e outros 20%, diariamente. A pesquisa, realizada com 1.100 pessoas em todo o país, mostra que dois terços dos entrevistados gostariam de usar mais dispositivos com assistentes virtuais a curto prazo.

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 482

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 496

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 509

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 286

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 287

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.