Alper investe em tecnologia para mitigar risco do produtor de algodão 717

André Lins é diretor de Seguros Agrícolas da Alper Consultoria em Seguros / Foto: Filipe Tedesco / JRS

Produção brasileira de pluma atingiu 2,44 milhões de toneladas na safra 2020/2021 e a expectativa é crescer cerca de 45% até 2030

De olho no potencial de crescimento do mercado de produção de pluma, a Alper Consultoria em Seguros, líder nacional na armazenagem de seguro de algodão, foi a campo entender as necessidades desse segmento e trouxe o que há de mais moderno e inovador no mundo para os seus clientes.

A empresa trouxe uma série de ferramentas de gerenciamento de riscos que contribuem para identificar possíveis falhas no processo evitando, assim, um sinistro. “Essas ferramentas, sendo empregadas desde o início da cadeia, contribuem muito para identificar possíveis falhas no processo, permitindo que o produtor possa agir antes que o sinistro aconteça”, explica diretor de Seguros Agrícolas da Alper Consultoria em Seguros, André Lins.

O executivo reforça que ao apresentar essas inovações ao cotonicultor é possível mudar a percepção de muitos deles de que o seguro é uma despesa, e mostrar que ele é um aliado na proteção dos seus investimentos. “Conhecemos a cadeia produtiva do algodão do começo ao fim e sabemos que há muitos detalhes no meio do caminho. Se o seguro não for feito com um especialista, que entenda a real necessidade de cada cliente, esse preconceito com o seguro nunca vai acabar”, pondera.

Para isso, a Alper conta com uma equipe especializada na cultura do algodão com mais de 15 anos de experiência neste segmento. “Hoje, mais importante do que vender a apólice de seguro para armazenagem do algodão, é oferecer um serviço de consultoria do início ao fim do processo de armazenagem e beneficiamento do algodão”, aconselha Lins.

O executivo lembra ainda que não existem muitas empresas focadas em seguro de algodão no Brasil, por se tratar de uma cultura com alta frequência de sinistro e de difícil colocação do risco. “A falta de conhecimento de alguns profissionais da área de seguro faz com que a apólice não seja adequada a cada produtor, o que acaba causando prejuízos no momento de um sinistro”.

Mercado brasileiro de algodão

A cultura brasileira de algodão vem se destacando muito no agronegócio. Para se ter uma ideia, na safra 2020/2021 a produção de pluma atingiu 2,44 milhões de toneladas e a expectativa é de crescimento em torno de 45% até o ano de 2030. O Brasil é o quarto maior produtor mundial de algodão e o segundo maior exportador. A área plantada de algodão no país é de cerca de 1,5 milhão de hectares.

Nos últimos 10 anos, o Brasil teve um crescimento médio anual das exportações em torno de 19%, ante expansão das exportações mundiais de 3% ao ano. A produção mundial do algodão é de 26 milhões de toneladas (safra 2021/2022).

O algodão brasileiro é reconhecido internacionalmente por ser um produto com alta qualidade, com sustentabilidade e rastreabilidade, que garantem ao importador da pluma segurança sobre a qualidade de origem do produto.

Com a importante posição conquistada pelo Brasil no mercado nacional e internacional na produção do algodão, é fundamental que o cotonicultor se atente à necessidade de proteger sua produção evitando, assim, a interrupção da exportação da pluma brasileira por conta de algum sinistro, como um incêndio, tão comum no processo de beneficiamento do algodão.

Além da cultura de algodão, a Alper rem expandido e investido no seguro de safra. “Identificamos a necessidade que o produtor tem em garantir seus investimentos, possibilitando a redução de endividamentos em caso de uma quebra de safra através de uma apólice de seguros, principalmente, com as adversidades climáticas que estão cada vez mais seguidas fazendo com que o volume de indenizações aumente consideravelmente”, complementa.

A Alper conta com produtos exclusivos, assim como tecnologia para atender o produtor rural da melhor forma possível. “Estamos cada vez mais próximos dos produtores rurais, levando soluções diferenciadas em relação aos nossos concorrentes, dessa forma, pretendemos crescer consideravelmente em volume de seguro Agro na safra 2022/2023”, revela Lins.

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 486

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 503

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 513

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 289

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 289

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.