Dyogo Oliveira e Roberto Santos assumem Presidência e Conselho Diretor da CNseg 11914

Dyogo Oliveira (novo Diretor-Presidente); Marcio Coriolano (atual Presidente); e Roberto Santos (novo Presidente do Conselho Diretor da CNseg) / Foto: William Anthony / JRS

Momento marca encerramento da gestão de Marcio Coriolano, após 6 anos no comando da Confederação

O setor de seguros avança vertiginosamente no desenvolvimento da infraestrutura tecnológica e na profissionalização dos quadros, especialmente com o crescimento da adesão aos programas de compliance por parte das empresas que atuam nessa indústria. Essa foi uma das principais mensagens explicitadas por Marcio Coriolano em sua despedida como Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) após 6 anos de gestão. O executivo será substituído por Dyogo Oliveira, que assume como Diretor-Presidente da Instituição, e Roberto Santos, que assume o Conselho Diretor da Confederação.

Durante balanço sobre os anos em que esteve à frente da CNseg, Coriolano mencionou os feitos e resultados do mercado segurador. “Vivemos um momento de consciência amplificada do consumidor sobre a importância do seguro. Momento este que também é marcado pelo surgimento de novos produtos, assim como uma maior flexibilização das apólices – permitida pelas mudanças na regulamentação do setor por parte da Superintendência de Seguros Privados (Susep)”, explicou.

Marcio Coriolano deixa comando da CNseg após 06 anos / Foto: William Anthony / JRS
Marcio Coriolano deixa comando da CNseg após 06 anos / Foto: William Anthony / JRS

Marcio Coriolano mencionou ainda que o sistema de seguros brasileiro é um dos mais protegidos pelo Estado Brasileiro. “Vivemos um período de duas recessões econômicas e uma crise epidemiológica que colocou todos (seja população ou empresa) em risco. Por isso celebramos os números do setor – que segue solvente e conta com todos os controles de administração”, acrescentou ao lembrar das pessoas com as quais conviveu diariamente ao longo dos últimos anos. “Deixo muitas amizades e, especialmente, demonstro total sensibilidade pelas pessoas que conviveram no dia-a-dia da CNseg”, comentou.

Coriolano ainda citou as diversas ações do período em que liderou a CNseg, como a aproximação com órgãos voltados ao consumidor, como a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor. “Além disso, um dos principais legados dessa gestão é a implementação de um programa de gestão empresarial – com a profissionalização dos quadros e preparação do terreno para que os interesses da Confederação estejam bem representados”, revelou ao lembrar do crescimento ímpar registrado pelos segmentos de Responsabilidade Civil, .Seguros Cibernéticos e Responsabilidade Civil, por exemplo.

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Amadurecimento do setor de seguros

O novo Diretor-Presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, reiterou como o processo de transição na Confederação representa a fotografia do amadurecimento e da profissionalização da indústria de seguros. “O setor se desenvolveu de maneira ímpar nos últimos tempos”, afirmou ao lembrar que acompanha as movimentações da indústria seguradora há pelo menos 16 anos – quando o governo brasileiro decidiu abrir o mercado de resseguros no País.

Neste período, Dyogo contabilizou a existência de ao menos 160 empresas seguradoras e outras 146 resseguradoras autorizadas a operar em solo brasileiro. “Essa é uma grande transformação e a transformação da indústria precisa acompanhar esse processo de modernização, de crescimento e amadurecimento”, disse ao lembrar da importância de programas voltados ao compliance e à eficiência operacional. “Temos diversificado a quantidade de novos produtos e flexibilidades em cada produto. Este é um mercado extremamente plural e competitivo. A natureza desta indústria é atender as pessoas no momento crítico, que precisa de atendimento de saúde, se aposentar, dano a um bem, negócio ou atividade… Precisamos que a sociedade compreenda isso. E ao compreender isso, muitas outras oportunidades de contribuir com a sociedade irão surgir”, sublinhou.

O novo Diretor-Presidente da CNseg, Dyogo Oliveira / Foto: William Anthony / JRS
O novo Diretor-Presidente da CNseg, Dyogo Oliveira / Foto: William Anthony / JRS

O novo Diretor-Presidente ainda abordou o elevado grau de risco enfrentado – assim como questões ambientais e sociais. “A gente acredita que este é um modelo eficiente de representação da indústria. É muito importante contribuir com as transformações e participar deste processo, antevendo as mudanças. Temos uma estrutura totalmente preparada para este tipo de ação mais eficiente – em benefício de toda sociedade e em prol de um país com um crescimento econômico mais elevado”, apontou. “Hoje a CNseg funciona igual a uma empresa, com comitês e decisões colegiadas”, complementou.

Reconhecimento do setor e ampliação da participação no PIB

Roberto Santos, novo presidente do Conselho Diretor da CNseg, demonstrou o foco da nova gestão em ampliar a participação do setor de seguros no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, além da relevância em ampliar o reconhecimento do setor através de ações de comunicação.

“Vejo de forma extremamente relevante a transformação das entidades regionais (Sindicatos das Seguradoras) – que atuam como braços da Confederação, além do bom relacionamento com as demais instituições do setor – como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Federação Nacional do Corretores de Seguros (Fenacor)”, explicitou Roberto. “O seguro é importante para a economia de qualquer país, dada a contribuição que o setor traz para a sociedade”, finalizou ao demonstrar que trabalhar com seguros “é uma atividade muito bonita e prazerosa”.

Roberto Santos, novo presidente do Conselho Diretor da CNseg / Foto: William Anthony / JRS
Roberto Santos, novo presidente do Conselho Diretor da CNseg / Foto: William Anthony / JRS

Cerimônia de posse

A cerimônia iniciou com um vídeo institucional que destacou o legado, conquistas e desafios do setor nos últimos seis anos, destacando resultados como crescimento na arrecadação, o recorde de R$ 1,6 trilhão em ativos garantidores em 2021 reinvestidos na economia brasileira, o desempenho em segmentos como seguros gerais, previdência complementar, capitalização e saúde suplementar, além do amparo à sociedade em meio à pandemia, quando mais de R$ 6 bilhões beneficiaram cerca de 162 mil famílias.

A cerimônia de posse contou também com apresentações dos novos presidentes das Federações integrantes da CNseg, como Marcelo Farinha, da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap); Manoel Peres, da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde); Edson Franco, da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), e Antônio Trindade, da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Juntos, os porta-vozes destacaram o compromisso com o fortalecimento do setor por meio das suas áreas de atuação, o foco na ampliação do diálogo, regulação eficiente e combate às más práticas, em prol do crescimento sustentável do setor e do impulsionamento da cultura de planejamento e proteção que atendam às necessidades da sociedade.

Roberto Santos e Marcio Coriolano / Divulgação CNseg
Roberto Santos e Marcio Coriolano / Divulgação CNseg

O superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Alexandre Camillo, se colocou à disposição para que o sucesso do mercado seja ainda mais amplo, salientando o comprometimento com o diálogo para equacionar pontos que sejam fonte de preocupação, estabelecendo a confiança necessária que transmita segurança para se investir, empreender e desenvolver o setor. A cerimônia também contou com parlamentares, como o deputado Artur Leal, representando a Câmara dos Deputados, e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim. Os porta-vozes convergiram para o estreitamento de laços do setor com o governo e reforçaram que para o país obter uma economia inclusiva e sustentável, é preciso uma indústria de seguros cada vez mais forte para garantir proteção a sociedade.

Representando todo o setor segurador, Roberto Santos homenageou Marcio Coriolano, ao entregar uma placa de reconhecimento por sua contribuição ao setor de seguros. “O Marcio conduziu a CNseg com muita firmeza, sabedoria, construindo alicerces e pavimentando uma estrada que nos levará ao avanço ainda maior do mercado”, encerrou.

O evento também contou com a palavra do presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros, Armando Vergílio, que deu boas-vindas à nova presidência da CNseg, colocando à disposição os cerca de 120 mil corretores de seguros que atuam na missão de levar a cultura de proteção e segurança para a sociedade e o País.

Confira as imagens – Cerimônia de posse CNseg e Federações em Seguros:

*Com colaboração de Comunicação CNseg / Approach Comunicação

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap 489

Título de Capitalização deve ser declarado no Imposto de Renda, alerta FenaCap / Foto: Braňo / Unsplash Images

Federação explica passo a passo para realizar a declaração

Os contribuintes que foram contemplados com prêmios em dinheiro oriundos de Títulos de Capitalização, ou que fizeram resgates durante o exercício de 2021, devem informar o valor na declaração de Imposto de Renda de 2022. Para auxiliar os consumidores, a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) preparou um passo a passo de como declarar os TC’s.

O processo é feito no próprio site da Receita Federal, onde o contribuinte poderá acessar o sistema do IRPF 2022.

Se o contribuinte ganhou um sorteio no ano passado, o valor deve ser declarado na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Nesse caso, o documento que deverá ser usado é o Informe de Rendimentos.

Os resgates também devem ser declarados na ficha Rendimentos Sujeito a Tributação Exclusiva/definitiva, Linha 12 – Outros. Se o valor do resgate foi maior que o valor pago, haverá tributação somente sobre o que excedeu o valor pago.

Caso ainda exista saldo da sua capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o contribuinte deverá buscar o Extrato de IR.

Caso ainda exista saldo da sua Capitalização, o resíduo deve ser informado na ficha Bens e Direitos, Grupo 99 – Outros Bens e Direitos, Código 99. Nesse caso, o declarante deverá buscar o Extrato de IR. O prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda é até o dia 31 de maio.

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs 506

Chubb promove encontro entre parceiros e experts em Responsabilidade Civil para PMEs / Foto: Louis Hansel / Unsplash Images

Coberturas vão até R$ 6 milhões e R$ 100 milhões de faturamento

A Chubb promoveu o encontro de seus experts no Seguro de Responsabilidade Civil Geral para Pequenos e Médios Negócios junto aos parceiros de distribuição durante o Chubb Digital, realizado na manhã desta terça (17), em ambiente virtual. Na ocasião, os especialistas da companhia demonstraram as principais características dos produtos, além das novidades em termos da simplificação da contratação e emissão por parte dos corretores.

“A Chubb tem mais de 170 anos de operação, em 2014 adquirimos a carteira de Grandes Riscos do Itaú e – em seguida – fizemos a aquisição da Chubb em nível mundial (através da ACE)”, explicou Daniel Silva, Gerente da Chubb Seguros na Filial Campinas (SP), ao enfatizar a organização da seguradora em território nacional. “A ideia é contribuir com a emissão das apólices deste segmento no dia-a-dia. Passou pelo sistema, automaticamente é possível emitir a apólice sem preencher questionário ou informações adicionais, just-in-time. Nosso produto vai até R$ 6 mi e faturamento até R$ 100 mi”, reforçou Anderson Fernandes, Gerente de SME da Chubb.

Na parte técnica, Natanael Leocádio (Responsável por Grandes Riscos da Seguradora), apresentou os principais aspectos do produto RC Geral. “Este produto amplia as coberturas específicas para facilitar o entendimento. Essa solução também já está adaptada às alterações nas Circulares Susep relacionadas com este segmento – de modo que o clausulado possui mais fácil compreensão”, justificou.

De acordo com o subscritor Eric Epprecht, estão entre as atividades foco do RC da linha SME os segmentos de Alimentos e Bebidas, Restaurantes, Hotelaria, Geração de Energia, Indústria Têxtil, Desenvolvimento de Software / Consultoria / Projetos, Atividades de Escritório, TI, Marketing, Advocacia, Contabilidade, Estabelecimentos de Ensino (exceto Maternal, Berçário e Educação Infantil), além da fabricação de máquinas para uso industrial.

O Chubb Digital é promovido todas as terças, a partir das 9h30min. Os temas da semana são divulgados no site do Jornal do Seguro (JRS.digital).

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade 514

Dádivas ao Entardecer: Encontro em SP destaca trabalho da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

Evento foi realizado na noite desta segunda-feira (16), na Capital Paulista

A noite desta segunda-feira (16) foi mais do que especial para os parceiros e mantenedores da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade, que promove serviço de convivência e fortalecimento de vínculos para 330 pessoas idosas de Carapicuíba (SP). Em evento, realizado na cidade de São Paulo, os dirigentes da instituição reuniram-se para celebrar os 15 anos dedicados à promoção do bem-estar e da inclusão na longevidade.

“É um momento de encontro entre as pessoas e estamos muito felizes em contar com todo esse apoio à causa da longevidade. O público idoso foi o mais afetado durante o período pandêmico. É possível apoiar com a Nota Fiscal Paulista, com trabalho voluntário e também se aproximando da causa”, destaca Monica Rosales, Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim, ao indicar que empresas também podem auxiliar no fomento dessa ação de convivência entre os beneficiados pela entidade. “É muito importante dar dignidade à pessoa idosa, para que viva em paz, propósito e sentido de vida. É comum vermos pessoas ultrapassando os 100 anos. Nosso centro apoia todo idoso ativo para que ele tenha uma vida longa e saudável”, complementa.

Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS
Monica Rosales (Fundadora e Conselheira da Associação São Joaquim) e Mariana de Oliveira Pedreira (Presidente da instituição) / Foto: William Anthony / JRS

Já Mariana de Oliveira Pedreira, Presidente da Associação, reforça a satisfação em promover o momento de confraternização. “As pessoas demandam convivência. Esse evento espelha justamente o que estamos trabalhando e incentivando. A gente procura deixar esse carinho e demonstrar um pouquinho do que fazemos no dia-a-dia da entidade de modo a estabelecer essa aproximação da sociedade com o que fazemos”, explica. No site da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade há um tutorial de como cadastrar automaticamente as notas fiscais para reverter benefícios à instituição.

Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS
Ana Paula é mobilizadora de recursos da Associação São Joaquim de Apoio à Maturidade / Foto: William Anthony / JRS

A mobilizadora de recursos Ana Paula menciona a transformação do mindset das pessoas – que perceberam a importância em auxiliar umas às outras – diante do momento de pandemia de coronavírus. “Essa questão tem muito a ver com a Sustentabilidade, algo tão em alta nos dias de hoje. A população está envelhecendo e com menos filhos, que seja com dignidade e convivência. As pessoas estão falando mais sobre isso, especialmente as mulheres”, analisa. “Envelhece melhor quem tem propósito e pertencimento”, finaliza em entrevista ao Jornal do Seguro (JRS).

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País 290

Historiadores contextualizam origens do atraso no desenvolvimento econômico do País / Divulgação

‘A Passos Lentos’ revisita políticas econômicas adotadas no Brasil Império e explora consequências do escravagismo e de governos deficitários

Resultado da reunião de historiadores renomados, o livro A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império, lançamento da editora Almedina Brasil, pode ser definido como uma nova referência para estudiosos e curiosos. A leitura é indicada para aqueles que desejam entender a dinâmica de desenvolvimento do País ao longo dos séculos a partir das políticas econômicas adotadas durante o domínio da monarquia.

Marcelo de Paiva Abreu, doutor em Economia pela Universidade de Cambridge e professor titular emérito do Departamento de Economia da PUC-Rio, Luiz Aranha Correa do Lago, doutor em Economia pela Universidade Harvard, professor do Departamento de Economia da PUC-Rio e ex-diretor do Banco Central (1987-1988), e André Arruda Villela, doutor em História Econômica pela Universidade de Londres e professor adjunto da FGV EPGE, assinam esta obra que nasce como fonte essencial de conhecimento.

‘A Passos Lentos’ aborda as dinâmicas econômicas da época, baseadas sumariamente no escravagismo, o PIB das regiões habitadas, os dilemas que envolviam a posse e divisão de terras, as relações trabalhistas e como a capital se mantinha. Os historiadores também apresentam a relação entre o Brasil Império e a Economia mundial, destrinchando as políticas de comércio exterior, exportações, importações e dívida externa.

Ficha técnica

  • Livro: A Passos Lentos – Uma História Econômica do Brasil Império;
  • Autores: Marcelo de Paiva Abreu, Luiz Aranha Correa do Lago, André Arruda Villela;
  • Editora: Almedina Brasil;
  • ISBN: 9786586618976;
  • Páginas: 284;
  • Formato: 17x24x1,5;
  • Preço: R$ 119,00;
  • Onde encontrar: Almedina BrasilAmazon.

Axway é destaque no projeto Open Revolution 290

Axway é destaque no projeto Open Revolution / Foto: Kendall Ruth / Unsplash Images

Documentário e cursos, produzidos pela Fpass e OperaHaus, abordarão as mudanças globais do Open Finance

O Open Banking – compartilhamento de dados de consumidores entre instituições financeiras – é o primeiro passo de uma revolução ampla nos serviços e nos negócios. Abordando essas transformações, por meio de entrevistas com referências globais em finanças e tecnologia, o projeto “Open Revolution” preparou um documentário, um curso, que serão lançados nesse mês, além de um livro que será publicado futuramente. A iniciativa é realizada pela Fpass – instituição com um robusto ecossistema de educação continuada, juntamente com a Produtora de Cinema OperaHaus.

O projeto tem como um dos destaques a Axway (Euronext: AXW.PA), empresa líder de gerenciamento de APIs. A multinacional participa do projeto por meio das falas do Eyal Sivan, Head de Open Banking da Axway e apresentador do podcast Mr. Open Banking.

“Estamos vivendo uma Revolução Open e caminhamos para algo muito maior que é a Indústria 4.0. No documentário compartilho uma parte dessa transformação que está ocorrendo e mudando a vida de todo mundo. E a Axway é um dos personagens dessa história, não só da revolução, mas do próprio documentário. É uma empresa de ponta em tecnologia”, explica o diretor da obra Steven Phil.

Com mais de vinte entrevistados ao redor do mundo, o documentário é voltado para consumidores, entusiastas de finanças e tecnologia e profissionais da área, com conteúdo em vários níveis de tecnicidade.

“A Axway está sempre à frente da inovação, impulsionando as transformações digitais de nossos clientes. Por isso, faz parte de nosso DNA contribuir com iniciativas que reproduzam o conhecimento para o mercado e também para os consumidores”, afirma o Vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Axway na América Latina, Marcelo Ramos. Para Eyal Sivan, o debate sobre transformação digital é um movimento contínuo. “É importante termos essas conversas sobre como a transformação, na interseção tecnologia e negócios, deve ocorrer para trazer mais benefícios. O Open Everything não é mais um conceito abstrato, vemos iniciativas que mostram que ele está em curso e será a tendência para os negócios e serviços nos próximos anos”, diz.

A estreia do documentário será no dia 24 de maio, no Cinemark Iguatemi, para convidados. Posteriormente, a obra será disponibilizada em plataformas de streaming. Já o curso oferecido na plataforma da Fpass será disponibilizado em formato de smart classes, com aulas objetivas de 10 a 15 minutos. A edtech oferece um sistema de assinatura, para que os usuários possam consumir diversos conteúdos. Parte do material produzido também poderá ser conferido por meio de posts nas redes sociais da Fpass. Mais informações sobre o projeto Open Revolution no site.