Patrícia Coimbra, da SulAmérica: Você não é só o seu trabalho 613

Patrícia Coimbra é vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica / Divulgação

Confira artigo da vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica

No início de maio, celebramos o Dia do Trabalho. Contextualizando rapidamente, a data tem origem em uma manifestação realizada em 1º de maio de 1886 nos Estados Unidos, em que trabalhadores foram às ruas das maiores cidades do país em busca da redução da carga horária de trabalho por dia. Desde então, diversos países celebram o feito.

Sabemos que de lá pra cá muita coisa mudou. E que bom! Mas também temos a consciência de que ainda há muito para ajustar. Para celebrar essa data, lançamos recentemente a campanha “Você não é só o seu trabalho”, que mostra colaboradoras e colaboradores da SulAmérica vivendo seus interesses e aventuras. Aqui, acreditamos e trabalhamos fortemente o conceito de Saúde Integral, composto pelas saúdes física, emocional e financeira. Por isso sempre destaco a importância de balancear esses três pilares, seja na vida pessoal ou profissional. Está tudo interligado.

Mas não sejamos otimistas demais, a realidade é que muitas pessoas e empresas ainda não se encontraram nessa equação. Durante a pandemia, vimos um aumento no número de pedidos de demissão. Estudos e especialistas reforçam que as pessoas buscam, cada vez mais, diferentes estilos de vida. Esse movimento de demissão em massa ganhou o nome de “grande renúncia”. Sim, é importante ir em busca do que nos faz bem. Mas tem um ponto importante nisso tudo, muitas pessoas gostariam de sair, só que não podem abrir mão de seus trabalhos por diversas questões. E então você me pergunta: “Ok, Patrícia, como seguir trabalhando em um lugar onde não me sinto parte do grupo, onde meus valores não são levados em consideração ou então que não me ajuda em nada além do dinheiro?”. Essa é uma realidade de muitas pessoas. Nesse caso, o primeiro passo é realmente entender e assumir que, para você, aquele lugar não representa o seu modelo ideal de trabalho. Coloque consciência nisso, mas lembre-se sempre do motivo que faz você estar ali. Analise todas as possibilidades que você tem. Tente se equilibrar em outras áreas da sua vida. Entenda até que ponto é importante estar neste lugar e se pergunte como você pode ser ainda mais feliz, mesmo diante desse cenário. Muitas pessoas entendem isso, aceitam e seguem em ambientes que não as fazem bem, mas aprenderam a lidar. Outras acabam pedindo para sair.

Entenda, esse artigo não é um incentivo ao seu pedido de demissão, mas um convite para ajudar a equilibrar as saúdes física, emocional e financeira. Esse é o ponto essencial. Se o trabalho não faz bem, mas você precisa dele, busque equilíbrio em outras áreas, até que consiga encontrar outras oportunidades. Buscarmos a nossa “vida ideal” pode fazer com que a gente desanime, por parecer que estamos longe demais dos nossos objetivos. Mas que tal você fazer pequenos ajustes para que amanhã você esteja um pouco mais feliz do que está hoje?

Gosto de dizer que muitas vezes nos misturamos com o trabalho, não sabemos os limites entre as vidas pessoal e profissional, mas o importante é entender que não somos o nosso trabalho! Eu mesma adoro temas ligados ao ESG, consumo consciente, ações sociais. Faço isso fora do meu ambiente de trabalho, só que isso está diretamente ligado a quem eu sou aqui dentro da minha empresa também. Nossas paixões e interesses acabam complementando quem somos. E tudo bem se isso mudar ao longo do tempo.

É muito comum perguntarem para as crianças o que elas querem ser quando crescer. Precisamos tirar essa pressão delas, porque a verdade é que muitos adultos ainda não têm a resposta também, e não tem nada de errado nisso. Não importa se você sabia responder a essa pergunta quando criança, porque o mundo está em constante evolução, assim como nossos sonhos e desejos. Eu, por exemplo, quando pequena falava que queria ser independente para alcançar tudo o que eu pudesse vir a querer. E sigo desejando isso! Sou formada em Tecnologia, já fui pianista, trabalhei com design de joias. E tudo isso me trouxe para onde estou e quem sou hoje.

Na SulAmérica, oferecemos diversas ações para que nossas colaboradoras e colaboradores se sintam pertencentes ao time. Nós valorizamos a individualidade de cada um. Saúde Integral não está apenas no nosso discurso, nos preocupamos com o modelo de trabalho, em como as agendas são organizadas. Aqui falamos em “Inclusão e Diversidade” e não “Diversidade e Inclusão”, pois não adianta ser um ambiente diverso se não é inclusivo. Essa é a nossa cultura. A cultura onde trabalhamos para cultivar um ambiente que cada vez mais acolha a individualidade de cada pessoa.

Então deixo aqui a pergunta “Quem é você além do seu trabalho?”.

CORPe intensifica atuação no Rio de Janeiro com parceria com a Samoc Saúde 616

José Carlos Lopes, gerente de Produtos da CORPe Saúde / Divulgação

Operadora fluminense foi fundada em 1965

A CORPe Saúde, administradora de benefícios em expansão por todo o Brasil, está intensificando sua atuação no Estado do Rio de Janeiro com a parceria com a operadora Samoc Saúde. Fundada em 1965, a operadora Samoc conta com sua rede própria, hospitalar e ambulatorial em pontos estratégicos no Rio de Janeiro.

Segundo José Carlos Lopes, gerente de Produtos da CORPe Saúde, este novo projeto é destinado a pequenos e micro empresários, das classes C e D. “Trata-se de uma operadora bem tradicional e consolidada no Rio de Janeiro, com tratamento próximo e humanizado, que conta com rede própria. A parceria está alinhada com a estratégia da CORPe de buscar opções para todos os perfis de clientes, democratizando a oferta de assistência medica de qualidade”, afirma.

“Este é um pilar muito importante da nossa empresa, que tem sido foco de nossa estratégia corporativa, reforçada constantemente pelo nosso presidente Dirceu Canal, que é de buscar novas parcerias em todo o Brasil, para que possamos oferecer saúde de qualidade para os cidadãos brasileiros e cumprir nosso compromisso com sorrisos”, enfatiza.

Andréia Araújo: CVG RS faz aniversário de 32 anos 567

Andréia Araújo: CVG RS faz aniversário de 32 anos / Divulgação

Executiva é presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul

Mais de três décadas de força e foco do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) marcam nossa trajetória.

As histórias são diversas nesses 32 anos de existência da Entidade. Hoje, 28 de junho, celebramos essa data com o mesmo entusiasmo de décadas atrás.

Nosso objetivo continua o mesmo: proporcionar ao mercado segurador gaúcho relevantes encontros sociais, culturais, educativos, interativos e inclusivos. Além disso, queremos estar cada vez mais próximos dos nossos associados e futuros associados.

Nossas portas estão abertas para que boas ideias e tendências contribuam com o crescimento da nossa entidade e por consequência do setor.

Desde 1990, o CVG RS vem promovendo encontros e ações colaborativas, formativas e de networking.

Nossa Entidade consolida sua marca através do empenho, profissionalismo e dedicação de todos que compõem essa diretoria e todas as que nos antecederam.

Nesses 32 anos de mercado segurador reforçamos o desejo de chegar cada vez mais nos lares brasileiros levando a conscientização da importância da proteção através do seguro.

Durante o período em que encontros presenciais não foram possíveis, encontramos na tecnologia uma aliada para nos transportar até o público do CVG RS realizando mensalmente bate-papos online que trouxeram temas diversos.

Felizmente já podemos nos reencontrar e o retorno dos nossos habituais eventos presenciais foi marcado recentemente pela tradicional Feijoada do CVG RS que reuniu mais de 200 participantes – momento em que iniciamos as comemorações pelos 32 anos do CVG RS.

Fico muito feliz também que, neste mandato, tenhamos aberto as fronteiras no Estado do Rio Grande do Sul através do Projeto de Interiorização, para que juntos pudéssemos unir ideias e iniciativas, alavancando ainda mais o mercado segurador no segmento de Vida, Previdência e Saúde. Além da Interiorização, o nosso “Sem Fronteiras” tem trazido diferentes vozes do mercado nacional para compartilhar experiências.

Quem venham mais muitas e muitas décadas de trabalho dedicado à proteção das pessoas! É um privilégio e uma grande honra fazer parte desta história.

Gratidão;
Andréia Araújo

Inflação, taxas de câmbio e trabalho flexível moldam a mobilidade corporativa, aponta estudo da Mercer 523

Inflação, taxas de câmbio e trabalho flexível moldam a mobilidade corporativa, aponta estudo da Mercer / Foto: Jason Goodman / Unsplash Images

Pesquisa fornece um ponto de referência e ajuda a moldar a abordagem das organizações multinacionais para calcular os pacotes de remuneração apropriados para funcionários expatriados

A Mercer divulgou os resultados de sua Pesquisa de Custo de Vida de 2022, com Nova York permanecendo como a cidade mais cara dos EUA para expatriados, ocupando o 7º lugar em todo o mundo, enquanto Hong Kong SAR ocupou o primeiro lugar globalmente. Além dos dados de custo de vida, a pesquisa de mobilidade de funcionários e a experiência da consultoria com clientes demonstram que a guerra na Ucrânia, as variações cambiais e a inflação generalizada estão diminuindo os salários e as economias dos funcionários.

Tanto a inflação quanto as flutuações cambiais influenciam diretamente o poder de compra dos funcionários expatriados. A ascensão do trabalho remoto e flexível também fez com que muitos colaboradores reconsiderassem suas prioridades, o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, e a escolha do local para viver. Essas condições têm sérias consequências para os empregadores, que precisam repensar sua abordagem de gerenciamento de uma força de trabalho distribuída globalmente, particularmente em mercados de trabalho escassos.

Os dados de custo de vida da Mercer ajudam os empregadores a entenderem a importância de monitorar as flutuações cambiais e avaliar as pressões inflacionárias e deflacionárias sobre bens, serviços e acomodações em todos os locais de operação. Também colaboram com as organizações para determinar e manter pacotes de remuneração para funcionários em projetos internacionais e quando trabalham no exterior.

“A volatilidade desencadeada pela Covid-19 e agravada ainda mais pela crise na Ucrânia alimentou a incerteza econômica e política global. Somando-se esse fator com o aumento significativo da inflação na maioria dos países ao redor do mundo, temos funcionários expatriados preocupados com seu poder de compra e estabilidade socioeconômica”, disse Yvonne Traber, Partner na Mercer e Líder Global de Mobilidade.

“Não adotar estratégias competitivas de remuneração internacional em tempos de incerteza e deixar de se adaptar a esse novo mundo de trabalho prejudicará a capacidade de uma organização de atrair e reter os melhores talentos”, acrescentou Traber.

Por outro lado, essa situação também oferece uma oportunidade para cidades e governos que desejam atrair negócios estrangeiros e para empresas que desejam atrair talentos. O custo de vida em um local pode ter um impacto significativo em sua atratividade como destino para os talentos e pode influenciar as decisões de escolha do local para organizações que estão expandindo e transformando sua presença geográfica.

“Após anos de inflação baixa, os EUA agora estão vendo aumentos de preços de bens e serviços a taxas maiores em comparação com muitos outros países. Essa inflação também está se manifestando em diferentes níveis nas cidades e regiões norte americanas”, disse Vince Cordova, Partner na Mercer para área de carreira. “Dada a maior flexibilidade que as organizações e os indivíduos têm em relação às opções de local de trabalho, entender essas diferenças e ser capaz de medir como elas mudam ao longo do tempo será importante para projetar estratégias de remuneração e talentos eficazes e responsivas”.

O Brasil no ranking

Em 2021 foram analisadas 209 cidades e 3 cidades brasileiras ocupavam o ranking. Em 2022 foram analisadas 227 cidades do ranking, e temos 5 brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Manaus e Belo Horizonte. A capital paulista, que ocupava a 177ª posição no ranking do ano passado, subiu para a 168ª colocação neste ano. Assim como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília também subiram no ranking. A capital fluminense subiu 15 posições e o Distrito Federal, 5. Manaus ocupa a posição de número 207 e a capital mineira ocupa a posição de número 210, sendo a mais barata do Brasil.

“Como o real está desvalorizado frente a países de moeda forte, está mais caro expatriar (envio de brasileiros ao exterior), e o colaborador transferido pode ter um impacto negativo no seu rendimento líquido anual a depender da política de remuneração da empresa”, afirma Inaê Machado, Líder de Mobilidade da Mercer Brasil. ”Por outro lado, com o real desvalorizado, o custo de vida para receber estrangeiros no Brasil, se considerarmos os países de moeda forte, está mais barato, mesmo diante do aumento da inflação nas cidades brasileiras”, explica Machado.

Divulgação
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O estudo identificou quatro produtos que tiveram aumentos significativos de preços de 25 cidades ao redor do mundo, de todos os continentes (comparativo baseado nos dados coletados entre setembro de 2021 e março de 2022): a gasolina, que registrou aumento de 25% em São Paulo, 27% em Nova York, e 155% em Istambul; óleo de cozinha, com aumento de 17% em São Paulo, 33% em Dublin e Istambul, e 44% em Barcelona; e do pão, com acréscimo de 19% em São Paulo, 18% em Dublin, 43% na Cidade do México, e 69% em Istambul.

Em contrapartida, desses mesmos produtos, o óleo de cozinha e a cerveja tiveram deflação (diminuição de preço) em algumas localidades, durante esse mesmo período de coleta, como: a cerveja diminuiu 18% em Varsóvia, 6,5% em Berlim e 5% em Pequim, Toronto e Nairóbi, já o óleo de cozinha diminuiu 11% em Mumbai, 7,5% em Seoul e 6% em Toronto.

Insights regionais

As Américas

A cidade de Nova York (7) continua sendo a cidade mais cara da região, seguida por Nassau, Bahamas (16). As demais cidades dos EUA estão classificadas entre o 17º e o 112º lugar, Los Angeles (17), San Francisco (19), Honolulu (20), Washington (29), Chicago (36) e Cleveland (112).

A cidade canadense mais cara é Toronto (89), seguida de Vancouver (108), Montreal (125), Ottawa (132), e a cidade mais barata do Canadá é Calgary (141).

Na América do Sul, Buenos Aires, Argentina (114) é classificada como a cidade mais cara da região, seguida por Montevidéu, Uruguai (123), Santiago, Chile (130), Quito, Equador (156) e São Paulo, Brasil (168). Belo Horizonte (210) é a cidade mais barata da América do Sul. Manágua (212) a capital da Nicarágua é a cidade mais barata das Américas.

Ásia-Pacífico

Quatro das 10 cidades mais caras para se viver estão localizadas na Ásia, incluindo a cidade mais cara do mundo – Hong Kong SAR (1). Cingapura (8), Tóquio, Japão (9) e Pequim, China (10) estão no top 10. A cidade mais cara da Índia é Mumbai, classificada em 127º.

A cidade mais cara do Pacífico é Noumea, Nova Caledônia (54), seguida de perto por Sydney, Austrália (58). Auckland, Nova Zelândia (95) é a cidade mais cara da Nova Zelândia, e Wellington (120) a menos cara do Pacífico.

Europa

Quatro cidades europeias estão na lista das 10 cidades mais caras. Todas essas quatro estão sediadas na Suíça, e Zurique ocupa o segundo lugar no ranking global, como sendo a mais cara entre as cidades europeias, seguida de perto por Genebra (3) e Basileia (4). Outras cidades da Europa são Copenhague, Dinamarca (11), Londres, Reino Unido (15), Viena, Áustria (21) e Amsterdã, Holanda (25).

A cidade mais cara da Europa Oriental é Praga (República Tcheca) classificada em 60º entre 227 cidades. Segue-se Riga, Letónia (79), Bratislava, Eslováquia (105) e Tallinn, Estónia (140). A cidade mais barata da Europa Oriental é Sarajevo, na Bósnia-Herzegovina, classificada em 209º.

Oriente Médio e África

Tel Aviv (Israel) é a cidade mais cara do Oriente Médio para expatriados, ocupando a 6ª posição no ranking global. As demais posições dessa região são cidades dos Emirados Árabes Unidos, sendo Dubai (31) e Abu Dhabi (61). Cidades sauditas ocupam as posições 103ª (Riad) 111ª (Jeddah), seguidas de perto por Amã, Jordânia (115) e Manama, Bahrein (117).

Na África, Bangui (23), Libreville, Gabão (24) e Victoria, Seychelles (38) são as três cidades mais caras. No topo do ranking para esta região encontramos também Djibuti (41), Kinshasa (53) e Lagos (55). A cidade mais barata da África é Túnis, a Tunísia ficou em 220º lugar.

As 10 cidades mais caras, segundo o Ranking de Custo de Vida da Mercer:

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As 10 cidades mais baratas, segundo o Ranking de Custo de Vida da Mercer:

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Sobre a Pesquisa de Custo de Vida da Mercer

O amplamente reconhecido ranking de Custo de Vida da Mercer é um dos mais abrangentes do mundo e foi desenvolvido para ajudar empresas multinacionais e governos a determinar estratégias de remuneração para seus representantes internacionais. A cidade de Nova York é usada como a cidade base para todas as comparações e os movimentos da moeda são medidos em relação ao dólar americano. A pesquisa inclui mais de 400 cidades em todo o mundo. O ranking, que é fruto de uma pesquisa global da Mercer que existe desde a década de 1990, inclui este ano 227 cidades em cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada local, incluindo moradia, transporte, alimentação, vestuário, utensílios domésticos e entretenimento. Os dados coletados fornecem todos os elementos-chave que os empregadores precisam para projetar pacotes de remuneração eficientes, transparentes e viáveis para transferidos internacionais.

Para mais detalhes do estudo acesse: https://www.mercer.com/our-thinking/career/cost-of-living.html.

SulAmérica é patrocinadora de Congresso de Corretores no Nordeste 456

Depois de dois anos, 4ª edição do Conseg-NE acontece nos dias 30 de junho e 01 de julho, em João Pessoa (PB)

A SulAmérica é patrocinadora da 4ª edição do Congresso de Corretores de Seguros do Nordeste, o Conseg-NE. Nesta quinta e sexta-feira, dias 30 de junho a 1º de julho, o evento proporcionará que corretores de seguros de varejo da região possam discutir soluções e perspectivas para o setor de seguros, oportunidades para o mercado na região, além de viabilizar a geração de novos negócios.

Depois de dois anos suspenso devido a pandemia, neste ano, o evento será presencial e tem como expectativa reunir 1 mil corretores de seguros de varejo da região Nordeste. Além da exposição da marca em um estande de 16m², com distribuição de brindes e interação com os visitantes, a SulAmérica contará ainda com a participação de três de seus principais executivos em dois grandes painéis de conteúdo do congresso.

No dia 01 de julho, às 8h30min, a vice-presidente de Saúde, Odonto e Comercial da SulAmérica, Juliana Caligiuri, participa do “Painel dos Presidentes”, representando Ricardo Bottas, CEO da companhia. O espaço, que vai contar com representantes de seguradoras, vai abordar “O futuro é nosso presente” e trazer um debate sobre o cenário de 2022 e 2023, as perspectivas de investimento no Nordeste, além das estratégias que estão adotando e irão adotar nessa retomada.

À tarde, neste mesmo dia, será a vez de dois outros representantes da SulAmérica participarem. Marcelo Mascaretti, Diretor Comercial de Vida e Previdência, e Luciano Lima, Diretor Comercial, vão apresentar como a proposta de Saúde Integral da SulAmérica pode ajudar a turbinar a produção de corretores, na prática.

O Conseg-NE foi organizado por oito Sincors da Região Nordeste (Paraíba – sede, Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e será realizado no Centro de Convenções, no Polo Turístico do Cabo Branco, em João Pessoa (PB).

Com apoio da BB Seguros, Brasília recebe programação musical especial em julho 565

Sede do Clube do Choro de Brasília / Divulgação

Capital federal terá apresentações do espetáculo Rock para Crianças e novas atrações no Clube do Choro durante o mês

Uma das maiores incentivadoras da cultura no Brasil, a BB Seguros apresenta durante o mês de julho uma programação musical especial em Brasília (DF). O tradicional Clube do Choro de Brasília, que retomou sua agenda completa de apresentações em maio, traz à capital uma apresentação de Nilze Carvalho com o Grupo Choro Livre no dia 2 de julho. A programação do Clube contará ainda com apresentações do sanfoneiro Mestrinho nos dias 6 e 7 de julho e do violinista Nicola Krassik, nos dias 13 e 14 de julho. No dia 3 de julho, Nilze Carvalho e o Grupo Choro Livre se apresentam no CCBB, às 17h30, com entrada franca.

Já o espetáculo “Rock Para Crianças”, que conta a história do gênero musical a partir de alguns dos maiores clássicos do estilo, estreia na cidade em curta temporada no CCBB, com shows nos dias 9 e 10 de julho, às 16h; e dias 16 e 17 de julho, com sessões duplas, às 16h e 18h.

“Julho é mês de férias escolares, período em que pais e filhos passam mais tempo juntos, mas nem sempre conseguem ir viajar. O apoio aos espetáculos une a vocação da BB Seguros de fazer da cultura um instrumento simultâneo de lazer e educação, com a sensibilidade de democratizar o acesso à diversão a toda a família”, afirma Fábio Mourão, Superintendente Executivo de Marketing e Planejamento Comercial da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

O Clube do Choro de Brasília completa 42 anos de existência em 2022, atingindo a marca histórica de ser uma das instituições culturais de maior êxito e longevidade no Brasil. Até o fim do ano, o espaço vai sediar o projeto “Brasília — 60 anos de Choro”, que consiste em uma série de 20 espetáculos com grandes solistas e instrumentistas do país, para comemorar a retomada do projeto e as seis décadas da capital federal.

Por sua vez, o musical “Rock Para Crianças” narra a história do rock and roll por meio de diálogos, coreografias, imagens e muita música, com banda ao vivo. Os personagens Duda e Kiko apresentam às crianças a evolução do rock ao longo dos tempos, partindo da década de 50 até os dias atuais, recorrendo à releitura de clássicos de artistas que ajudaram a construir o gênero musical, de Elvis Presley e Beatles a Guns N’ Roses e Bon Jovi. A atração tem produção da Zeus Produções e co-produção de “As Meninas Produções Artísticas”.

Serviço – Clube do Choro

Local: Setor de Divulgação Cultural Bloco G — Entre o Centro de Convenções e o Planetário
Horário: 20h30min
Ingressos: R$ 30,00 (Meia-Entrada) / R$ 60,00 (Inteira), na plataforma Bilheteria Digital.

Serviço – Nilze Carvalho com o Grupo Choro Livre

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília — Endereço: SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília/DF
Horário: 17h30
Ingressos: Entrada gratuita

Serviço – Rock Para Crianças

Duração: 60 minutos Gênero: Musical Infantil
Classificação etária: Livre
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília — Endereço: SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília/DF
Informações: (61) 3108-7600 ou pelo e-mail: ccbbdf@bb.com.br.

Temporada 09 e 10 de julho de /2022, às 16 horas e nos dias 16 e 17 de julho de 2022, em duas sessões, às 16 e 18 horas. Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) — Vendas: Na bilheteria do Teatro ou na plataforma Eventim.