Especialista do Consórcio Magalu ensina como declarar carta de crédito no imposto de renda 513

Especialista do Consórcio Magalu ensina como declarar carta de crédito no imposto de renda / Foto: Tierra Mallorca / Unsplash Images

Prazo para envio da declaração foi prorrogado para 31 de maio, mas muita gente ainda tem dúvidas do que deve e como ser declarado

Dia 31 de maio é o último dia para o envio da declaração do imposto de renda. O que muitas pessoas não sabem é que os consórcios também devem ser declarados. O especialista do Consórcio Magalu, Nilton César, Gerente Corporativo de Controladoria, dá dicas de como ficar em dia com a receita federal e fazer todo o processo de forma simples e rápida.

Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de 28.559,70 reais em 2021 é obrigado a fazer a declaração de imposto de renda. Para quem exerce atividade rural, o valor da receita bruta deve ter sido superior a 142.798,50 reais no ano passado. “Muitas pessoas acham que apenas o consórcio contemplado deve ser declarado no imposto de renda, mas isso não é verdade: todos os consórcios contemplados ou não contemplados devem ser declarados”, afirma Nilton César, Gerente Corporativo de Controladoria do Consórcio Magalu. “Além das parcelas do consórcio, os valores pagos pelo lance contemplado, também devem ser declarados”.

Todas as informações referentes aos consórcios devem ser descritas na aba “bens e direitos”, tendo a carta de crédito sido contemplada ou não. “Não há segredo para declarar os consórcios no imposto de renda, é muito fácil, basta ter em mãos os dados da administradora e os valores pagos durante o ano”, afirma Nilton.

Declaração de consórcio não contemplado

Caso o cliente ainda não tenha sido contemplado com a carta de crédito do consórcio, é preciso abrir no programa de declaração a ficha de “Bens e Direitos” e selecionar o grupo 99 (Outros Bens e Direitos) e na sequência o código 05 (Consórcio Não Contemplado).

No campo de discriminação, o consorciado deve colocar a maior quantidade de informações possíveis sobre o consórcio, como o nome da administradora, CNPJ, número do contrato, grupo e cota, valor da carta de crédito, prazos e o bem material a ser adquirido, que podem ser veículos, imóveis, serviços, entre outros.

Nos dois próximos campos é preciso ter uma atenção especial: se o consórcio foi contratado em 2021, é necessário deixar o campo “situação em 31 de dezembro de 2020” em branco. Já no campo “situação em 31 de dezembro de 2021”, o cliente deve inserir o valor total das parcelas que foram pagas no ano passado.

Agora, se o consorciado já é participante há mais de um ano, por exemplo, desde 2020, é preciso colocar o mesmo valor informado na declaração do IR de 2021 no campo “situação em 31 de dezembro de 2020”. Já no campo “situação em 31 de dezembro de 2021”, basta somar o valor informado no campo: “situação em 31 de dezembro de 2020” com as parcelas pagas em 2021.

Cliente contemplado com bem entregue

Caso o bem já tenha sido comprado, seguir o mesmo caminho, abrir a aba de “bens e direitos” e incluir seu código correspondente no Grupo 1 para imóvel ou Grupo 2 para veículo.

Na parte de “discriminação”, o cliente deve inserir os detalhes do bem adquirido e o percentual do consórcio a ser quitado. Caso seja um imóvel, é necessário informar o endereço, CEP, número do IPTU, matrícula do imóvel e descrição conforme a escritura. Se for um veículo é preciso inserir o modelo, placa, ano etc.

É possível acessar os informes de rendimento do seu consórcio no App do Consórcio Magalu, disponível na Google Play e na App Store. Os especialistas do Consórcio Magalu estão à disposição dos clientes para tirar dúvidas sobre a declaração do imposto de renda.

Allianz atinge lucro operacional de 3,5 bilhões de euros no 2º trimestre 377

Allianz atinge lucro operacional de 3,5 bilhões de euros no 2º trimestre / Divulgação

Grupo confirma projeção para o ano

2T2022: 

• Receitas totais sobem 8,2% e chegam a 37,1 bilhões de euros
• Lucro operacional cresce 5,3% e atinge 3,5 bilhões de euros, puxado pelo segmento P&C (Ramos Elementares).
• Lucro líquido atribuível aos acionistas é de 1,7 bilhão de euros, um recuo de 23,3%.
• Coeficiente de capitalização Solvency II robusto com 200%1.

1S2022: 

• Receitas totais têm pico de 7,2% indo para 81,2 bilhões de euros.
• Lucro operacional sobe 1,2% e chega a 6,7 bilhões de euros.
• Lucro líquido atribuível aos acionistas fica em 2,3 bilhões de euros – um decréscimo de 52,7%, devido principalmente a uma provisão contabilizada no primeiro trimestre com relação aos trâmites dos fundos estruturados Alpha da AllianzGI U.S.

Previsão:

• Meta de Lucro operacional para 2022 confirmada em 13,4 bilhões de euros, mais ou menos 1 bilhão de euros2.

Outros itens:

• Programa de recompra de ações (buy-back) no valor de 1 bilhão de euros finalizado, com 5,1 milhões de ações adquiridas até 15 de julho de 2022.

“A Allianz entregou outro trimestre com sólido desempenho financeiro, impulsionado pelo acentuado crescimento no nosso segmento de P&C (Ramos Elementares). O lucro operacional e o coeficiente de capitalização do Grupo mostraram-se resilientes diante da elevada volatilidade e de um ambiente econômico fundamentalmente mais fraco. Estamos bem-posicionados para administrar o impacto da alta inflação e das pressões econômicas que estão particularmente em evidência na Europa. A Allianz continuará utilizando suas vantagens, como estabilidade e escala, em benefício dos nossos clientes e acionistas”, Oliver Bäte, CEO da Allianz SE

Destaques Financeiros 

Receitas

2T 2022: As receitas totais avançaram 8,2%, chegando a 37,1 (2T 2021: 34,3) bilhões de euros, impulsionadas pelo segmento de P&C (Ramos Elementares) com amplo aumento de volumes e efeito de preço positivos. O crescimento teve ainda apoio do segmento Vida/Saúde, o qual se beneficiou com os efeitos de transposição cambial e a aquisição das operações da Aviva, na Polônia. O segmento de Gestão de Ativos permaneceu estável, tirando proveito das receitas maiores decorrentes dos ativos sob gestão.

O crescimento das receitas internas, com ajustes para os efeitos de transposição cambial e consolidação, permaneceu na marca dos 3,6%.

1S 2022: As receitas totais saltaram 7,2%, chegando a 81,2 (1S 2021: 75,7) bilhões de euros, em grande parte impulsionadas pelo segmento de P&C (Ramos Elementares), devido a influências positivas de preço e volume, e com o apoio adicional dos segmentos de Gestão Patrimonial e Vida/Saúde.

O crescimento das receitas internas aumentou para 3,7%

Lucros 

2T 2022: O lucro operacional aumentou 5,3% indo para 3,5 (3,3) bilhões de euros, movido pelos melhores resultados na subscrição e nos investimentos do segmento P&C (Ramos Elementares). O crescimento foi parcialmente contrabalançado pelo segmento Vida/Saúde, refletindo o impacto da volatilidade do mercado e a menor margem de investimento na Alemanha e nos Estados Unidos. O lucro operacional reduzido no segmento de Gestão Patrimonial, decorrente das oscilações adversas do mercado e da posição cautelosa do investidor, também exerceram um efeito neutralizador.

O lucro líquido atribuível aos acionistas foi de 1,7 (2,2) bilhões de euros, já que um resultado menor do investimento não operacional contrabalançou com folga a diminuição nos impostos sobre rendimento e o lucro operacional mais elevado.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado (RoE) foi de 6,7% (2021: 10.6%). Excluindo-se o impacto da provisão relacionada com os trâmites dos fundos estruturados Alpha da AllianzGI U.S, o RoE anualizado foi de 11,1% (2021: 14,9%). O lucro básico por ação (EPS) foi de 5,28 (1S 2021: 11,47) milhões de euros, registrando queda de 54%.

1S 2022: O lucro operacional subiu 1,2% e foi para 6,7 (6,7) bilhões de euros, impulsionado pelo lucro operacional mais elevado nos segmentos P&C (Ramos Elementares) e Gestão Patrimonial. O crescimento do lucro operacional foi motivado pela evolução positiva na receita operacional do investimento e por um modesto aumento nos resultados de subscrição no segmento P&C (Ramos Elementares), assim como pelas receitas maiores decorrentes dos bens sob gestão (AuM) no segmento de Gestão Patrimonial.

O crescimento no lucro operacional em geral foi amplamente compensado por um declínio no lucro operacional do segmento Vida/Saúde, sobretudo devido a desdobramentos de mercado desfavoráveis.

O lucro líquido atribuível aos acionistas foi de 2,3 (4,8) bilhões de euros, um recuo em relação ao mesmo período do ano anterior, devido a uma provisão contabilizada no primeiro trimestre com relação aos trâmites dos fundos estruturados Alpha da AllianzGI U.S.

Coeficiente de capitalização Solvency II 

O coeficiente de capitalização Solvency II foi de 200% no final do segundo trimestre de 2022, comparado aos 199% no final do primeiro trimestre de 2022. Incluindo a aplicação de medidas de transição por provisões técnicas, o coeficiente de capitalização Solvency II foi de 227% no final do segundo trimestre de 2022, em comparação com os 226% registrados no final do primeiro trimestre de 2022.

Destaques por Segmento 

“Nossos números destacam a força e a resistência da Allianz. Em um trimestre marcado por inflação elevada, e volatilidade de mercado, nós alcançamos um lucro operacional muito forte no segundo trimestre, o que enfatiza a nossa capacidade de navegar com êxito em meio a um panorama de mudanças rápidas.

  • O segmento P&C (Ramos Elementares) apresentou novamente um robusto crescimento interno, impulsionado por um firme crescimento do volume, e pela precificação saudável em todas as localidades e linhas de negócios. Amparado em um bom índice combinado, nosso lucro operacional se beneficiou também da maior rentabilidade nos reinvestimentos e do resultado acelerado no investimento.
  • No segmento Vida / Saúde, o crescimento positivo, especialmente nas linhas de negócio capital-eficiente, contribuiu para uma significativa expansão da margem dos novos negócios. Esse é um ótimo prenúncio de uma rentabilidade operacional sustentada nesse segmento.
  • O lucro operacional do segmento Gestão de Ativos apresentou boa resiliência em um ambiente de negócios caracterizado por incertezas relacionadas à inflação e por turbulência no mercado de capitais. Nós continuamos conduzindo nossos clientes através desses terrenos desafiadores.

Tendo cumprido metade do caminho em nossa perspectiva para o ano, seguimos confiantes com relação à nossa trajetória de crescimento no longo prazo. Confirmamos nossa previsão para o ano com lucro operacional de 13,4 bilhões de euros, mais ou menos 1 bilhão de euros”, diz Giulio Terzariol, CFO da Allianz SE.

Seguro P&C (Ramos Elementares): crescimento acentuado 

2T 2022: As receitas totais tiveram alta acentuada de 16,2%, elevando-se a 16,2 (13,9) bilhões de euros. Com os ajustes por transposição cambial e efeitos de consolidação, a taxa de crescimento interno foi mais do que triplicada, registrando 11,1%, devido a um efeito de preço de 5,8%, a um efeito de volume de 3,9%, e a um efeito de serviço, de 1,4%. As principais contribuições para esse aumento vieram de Allianz Partners, AGCS e Turquia.

O lucro operacional saltou para 21,1% alcançando 1,6 (1,4) bilhão de euros, devido ao forte crescimento no resultado de subscrição e no resultado do investimento operacional.

O índice combinado avançou 0,3%, atingindo 93,6% (93,9%). A redução nos sinistros por catástrofes naturais e uma contribuição favorável proveniente do resultado de run-off mais do que compensaram as perdas atricionais maiores, devido à normalização na frequência de sinistros e ao impacto da inflação no Brasil e na Turquia, bem como a eventos relacionados ao clima. O rácio de despesas foi de 26,8% (26,4%), sobretudo por conta dos custos de aquisição maiores em meio a uma alteração no mix de negócio da Allianz Partners.

1S 2022: As receitas totais tiveram alta de 12,1% indo para 37,7 (33,6) bilhões de euros. Com os ajustes por transposição cambial e efeitos de consolidação, o crescimento interno foi firme, registrando 8,5%, graças a um efeito de preço de 4,8%, bem como um efeito de volume de 2,8% e um efeito de serviço de 0,8%. Embora muitas empresas tenham contribuído para tal crescimento, as contribuições vieram primariamente de Allianz Partners, Turquia e Alemanha.

O lucro operacional subiu 5,2% para 3 (2,9) bilhões de euros, puxado por um resultado significativamente maior no investimento operacional.

O índice combinado foi de 94,1% (93,4%), já que o impacto do aumento das catástrofes naturais, assim como os sinistros relacionados ao clima e a frequência da normalização de sinistros foram parcialmente compensados por um resultado favorável do run-off. O resultado da subscrição permaneceu estável.

 Vida/Saúde: margem de novos negócios se expande mais 

2T 2022: O PVNBP3 ou valor atual dos prêmios dos novos negócios foi de 16,5 (19,7) bilhões de euros, visto que os maiores volumes de vendas de produtos de renda vitalícia a índice fixo, nos Estados Unidos, e as vendas maiores, em Taiwan, não compensaram inteiramente o impacto de uma renegociação de contrato em grupo na Itália, em 2021, e de uma reduzida ação de transferência para o produto Fidélité, na França.

O lucro operacional ficou em 1,1 (1,3) bilhão de euros, tendo sido afetado pelas condições voláteis do mercado e pela margem de investimento menor na Alemanha e nos Estados Unidos. A consolidação da aquisição das operações da Aviva, na Polônia, teve efeito compensatório parcial.

A margem de novos negócios (NBM) saltou para 4,1% (3,2%), puxada por um mix de negócio aprimorado, especialmente na Alemanha e nos Estados Unidos. As maiores taxas de investimento também contribuíram para a ampliação da margem. O valor dos novos negócios (VNB) subiu 6,2% e atingiu 672 (633) milhões de euros, sobretudo devido ao melhor mix de negócios.

1S 2022: O PVNBP foi de 35,9 (39,2) bilhões de euros, pois os maiores volumes de vendas de produtos de renda vitalícia a índice fixo nos Estados Unidos foram compensados com folga pelo impacto de uma renegociação de contrato em grupo na Itália, em 2021

O lucro operacional foi de 2,3 (2,5) bilhões de euros, devido a um ambiente de mercado desfavorável e uma margem de investimento menor na Alemanha e nos Estados Unidos. Contribuições positivas vieram dos carregamentos e taxas maiores, e de uma margem técnica ampliada devido à aquisição da Aviva, na Polônia.

A margem de novos negócios (NBM) aumentou 3,7% (3%), puxada por um mix de negócio aprimorado em todas as companhias. O valor dos novos negócios (VNB) cresceu para 1,3 (1,2) bilhão de euros devido às margens ampliadas.

Gestão de Ativos: desempenho reflete mudanças no mercado 

2T 2022: As receitas operacionais cresceram 0,8%, ficando em 2 bilhões de euros, como consequência das receitas maiores provenientes dos ativos sob gestão (AuM), parcialmente compensadas pelas taxas de desempenho menores.

O lucro operacional foi de 771 (825) milhões de euros, um recuo de 6,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com os ajustes por efeitos de transposição cambial, o lucro operacional teve queda de 14,8%. A relação custo-rendimento (CIR) subiu para 61,8% (58,7%).

Os ativos de terceiros sob gestão totalizaram 1,769 trilhão de euros até 30 de junho de 2022, mostrando uma redução de 109 bilhões de euros em relação ao final do primeiro trimestre de 2022. O impacto positivo de 87,7 bilhões de euros, por efeitos favoráveis da transposição cambial, foi contrabalançado com folga por um impacto de mercado desfavorável de 159,2 bilhões de euros e por saídas líquidas de 33,8 bilhões de euros.

O total de ativos sob gestão era de 2,319 trilhões de euros no final do primeiro trimestre de 2022, refletindo a tendência em ativos de terceiros sob gestão.

1S 2022: As receitas operacionais subiram 6,4%, indo para 4,1 bilhões de euros como consequência das receitas maiores provenientes de ativos sob gestão (AuM). O lucro operacional subiu 1,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, registrando 1,60 (1,57) bilhão de euros. Com os ajustes por efeitos de transposição cambial, o lucro operacional recuou 5,2%. A relação custo-rendimento (CIR) subiu para 60,8% (59%). Os ativos de terceiros sob gestão era de 1,769 trilhão de euros até 30 de junho de 2022, com queda de 197 bilhões de euros desde o final de 2021.

1: Excluindo a aplicação de medidas transicionais para provisões técnicas.
2: Catástrofes naturais e desdobramentos adversos nos mercados de capitais, bem como os fatores apontados em nossa Nota de advertência com relação a declarações prospectivas, podem afetar seriamente o lucro operacional e/ou o lucro líquido das nossas operações e os resultados do Grupo Allianz.
3: PVNBP mostrado após interesses não controladores, salvo quando expresso em contrário.

JRS amplia atuação multicanal com grupos sobre seguros no WhatsApp e no Telegram 542

JRS amplia atuação multicanal com grupos sobre seguros no WhatsApp e no Telegram

Jornal do Seguro lança nova funcionalidade para ampliar agilidade na disseminação das informações sobre o setor

O Jornal do Seguro (JRS) acaba de ampliar sua atuação multicanal. Após período de testes, os leitores podem acompanhar as notícias e informações muito mais rapidamente – através dos aplicativos WhatsApp e Telegram.

No WhatsApp, um sistema de grupos agiliza o recebimento das publicações para os participantes. Já no Telegram, um canal central recebe em tempo real todas as atualizações do portal de notícias.

“A ideia do JRS é aproximar ainda mais os leitores das notícias e em um tempo muito mais ágil. Está no DNA do Jornal do Seguro sempre aprimorar suas ferramentas e essas novas funcionalidades evidenciam isso”, comenta William Anthony, correspondente do JRS em São Paulo.

Serviço

Recebimento de notícias no WhatsApp e no Telegram:

Qual a diferença entre Engenharia Civil e Engenharia de Produção Civil? 498

Qual a diferença entre Engenharia Civil e Engenharia de Produção Civil? / Divulgação

Entenda a diferença entre Engenharia Civil e Engenharia de Produção Civil e conheça as atribuições do Engenheiro de Produção Civil

A faculdade de Engenharia é um dos cursos universitários mais tradicionais e prestigiados do mercado. Reconhecida há muitos anos e com frequentes inovações e novos espaços de trabalho, não é incomum que os estudantes interessados em seguir uma carreira de exatas optem por essa profissão.

Dentre os cursos mais comumente escolhidos pelos futuros alunos, a Engenharia Civil e a Engenharia de Produção são as mais procuradas. Elas são também as engenharias mais procuradas no mercado de trabalho. E, recentemente, um novo ramo da área parece estar ganhando atenção: a Engenharia de Produção Civil.

Mas qual é a diferença entre a Engenharia Civil e a Engenharia de Produção Civil?

Para entender por que a Engenharia de Produção Civil não é nem Engenharia Civil, nem Engenharia de Produção, continue lendo este texto! Conheça melhor o que faz a Engenharia de Produção Civil e como está o mercado de trabalho para essa área.

O que a Engenharia de Produção Civil faz?

A Engenharia de Produção Civil é a área da Engenharia responsável por unir a Engenharia Civil e a Engenharia de Produção. Isso significa que os seus estudantes desenvolvem tanto as habilidades ligadas ao planejamento e desenvolvimento de projetos, quanto ao controle e otimização da produtividade.

Dessa maneira, são atribuições da Engenharia de Produção Civil:

  • O planejamento e a criação de projetos tanto na Engenharia Civil, quanto na Engenharia de Produção;

  • A análise da viabilidade de projetos, tanto em termos financeiros quanto em termos práticos;

  • A supervisão e a orientação técnicas;

  • O desenvolvimento de técnicas e ferramentas a partir de pesquisas voltadas para ambas as áreas.

Desse modo, se é função da Engenharia Civil planejar e colocar em prática as construções, e se é função da Engenharia de Produção viabilizar projetos e levar em consideração fatores econômicos, então a Engenharia de Produção Civil fica encarregada de ambos os trabalhos.

Qual a diferença entre Engenharia Civil e Engenharia de Produção Civil?

Você já sabe o que faz o Engenheiro de Produção Civil. Mas, afinal, como ele se difere do Engenheiro Civil? De acordo com o CREA, essa diferença diz mais respeito ao título do que à prática profissional, uma vez que as atribuições de ambos são as mesmas.

Ainda assim, é importante mencionar que a Engenharia de Produção Civil tem um olhar voltado também para a gestão de negócios e para o setor econômico de uma empresa. Ao contrário do Engenheiro Civil, portanto, o Engenheiro de Produção Civil pode atuar também no setor de planejamento não só de projetos, mas também de estratégias.

Isso significa que a Engenharia de Produção Civil, ao contrário da Engenharia Civil, contempla uma formação mais abrangente e diversificada, que leva em consideração a atuação em ainda mais setores. Evidentemente, porém, a base dos cursos é bastante parecida.

Para saber se a Engenharia de Produção Civil é mais adequada para você do que a Engenharia Civil, tenha em mente que, na primeira, você se tornará apto para gerir pessoas e processos; já na segunda, o foco são os processos de construção.

Como é o curso de Engenharia de Produção Civil?

O curso de Engenharia de Produção Civil costuma ser um “ramo” da Engenharia de Produção, e não é o único a unir essa engenharia a outras. Por isso mesmo, o curso tende a ter 5 anos de duração e conta com disciplinas da Produção e das áreas correlatas.

A grade curricular do curso de Engenharia de Produção Civil inclui, portanto, as matérias que formam o chamado “ciclo básico de Engenharia” — cálculo, física, álgebra —, e outras disciplinas mais específicas, como:

Soma-se a isso, ainda, as matérias mais ligadas ao curso de Engenharia de Produção, em geral focadas na administração de recursos e na gestão financeira dos projetos.

O curso de Engenharia de Produção Civil pode ser oferecido tanto na modalidade presencial, quanto na modalidade EaD.

Como é o mercado de trabalho da Engenharia de Produção Civil?

O mercado de trabalho valoriza, cada vez mais, a multidisciplinaridade e a capacidade de compreender e atuar de maneira mais abrangente nas suas funções. Nesse sentido, a Engenharia de Produção Civil se destaca por preparar os profissionais tanto para a execução das tarefas, quanto para o seu planejamento.

No mercado, o Engenheiro de Produção Civil pode atuar tanto no ramo de construção e de indústrias, quanto na organização e gestão dos negócios. Seja através do desenvolvimento de projetos de engenharia, seja por meio da criação de estratégias de otimização e segurança, suas funções tendem a ser múltiplas.

Isso significa que há vagas disponíveis para esses profissionais. Eles podem atuar em empresas privadas ou públicas. E o salário médio, de acordo com o portal Vagas, fica na casa dos R$ 9.062,00, podendo chegar até R$ 11.131,00.

Qual é o perfil do Engenheiro de Produção Civil?

Diante de um quadro de disciplinas bastante diverso e de uma carreira com múltiplas possibilidades de atuação, é natural que os futuros estudantes de Engenharia imaginem qual é o perfil para quem deseja cursar Engenharia de Produção Civil.

Em primeiro lugar, é evidente, está a capacidade de atuar em times multidisciplinares, valorizando e otimizando o serviço de cada colaborador. O Engenheiro de Produção Civil deve ser alguém que gosta de trabalhar em equipe e que consegue navegar entre diferentes grupos com facilidade.

Para além disso, porém, cabe destacar que faz parte do perfil do Engenheiro de Produção Civil:

  • O olhar analítico e a capacidade de resolver problemas;

  • O raciocínio lógico;

  • A criatividade;

  • O interesse por processos de gestão e finanças;

  • A capacidade de liderar projetos e equipes.

 

No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, INC realiza atividade de conscientização e lanche em escola pública 489

No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, INC realiza atividade de conscientização e lanche em escola pública / Divulgação

Nutricionista do INC Diva Peçanha conversou com alunos sobre a importância de uma alimentação saudável

No Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) realizou uma atividade de conscientização sobre alimentação saudável e lanche coletivo junto a alunos da Escola Municipal José de Alencar, localizada na Rua das Laranjeiras, 397, no bairro de Laranjeiras, em frente à sede do Instituto.

Diva Peçanha, nutricionista do Serviço de Cardiologia da Criança e do Adolescente do INC, fez uma palestra para cerca de 40 alunos de 10 a 15 anos, escolhidos pela Direção da escola por apresentarem histórico de alimentação inadequada.

Os estudantes participantes, que com frequência recusam a merenda escolar e se alimentam com fast food e alimentos processados adquiridos fora da escola, ouviram com atenção as informações da nutricionista e observaram os cartazes com informações complementares.

Após uma exposição inicial sobre os malefícios de produtos ultraprocessados e com teor elevado de gordura, sal e açúcar, Diva Peçanha fez uma gincana em que os alunos respondiam se determinado alimento era saudável ou não. Em seguida, os alunos fizeram muitas perguntas e esclareceram dúvidas sobre itens que costumam consumir, como biscoitos, refrigerantes, sucos de caixa, doces e derivados de leite.

“A conversa foi muito boa. É muito bom falar de alimentação”, afirma Ana Clara Alves, de 14 anos, que cursa o 9º ano na escola. “Eu como muita bala, chiclete, refrigerante, biscoito recheado… Mas agora vou dar o exemplo. E vou falar com a minha família”.

Depois da palestra, foi servido um lanche aos alunos preparado pelo INC, que consistiu em bolo integral de banana e aveia, pipoca sem óleo e água mineral. Os estudantes também receberam uma folha com a receita para preparação do bolo.

“Eles prestaram atenção, foram muito participativos e tiraram as dúvidas. Acho que plantamos uma sementinha”, avalia Diva Peçanha.

O colesterol é um tipo de gordura vital para o funcionamento do organismo. Mas em excesso, ele leva à formação de placas de gordura nas artérias, causando o endurecimento e entupimento dos vasos sanguíneos. Essa obstrução pode causar problemas graves como AVC e infarto, que podem ser fatais.

A pessoa com colesterol elevado não costuma ter sintomas. Por isso é tão importante fazer exames periódicos, assim como manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos regularmente. Controlar as taxas de gordura no sangue é fundamental para a redução dos riscos de doenças cardíacas.

BB Seguros anuncia apoio a projeto que oferece ensino técnico a jovens de comunidades rurais no Sul da Bahia 415

BB Seguros anuncia apoio a projeto que oferece ensino técnico a jovens de comunidades rurais no Sul da Bahia / Divulgação

Fundada em 2007, Casa Familiar Rural de Igrapiúna já beneficiou mais de 15 mil pessoas na região em que atua

Reconhecida por apoiar projetos socialmente relevantes e transformadores, a BB Seguros é agora uma das patrocinadoras da Casa Familiar Rural de Igrapiúna. O projeto educacional une o ensino regular ao técnico, com foco em agricultura, e tem o objetivo de capacitar jovens de 9 municípios e mais de 60 comunidades rurais na região sul do estado da Bahia. Com o apoio da BB Seguros, a Casa Igrapiúna pretende ampliar o acesso à formação e capacitação de futuros “empresários rurais”.

“Acreditamos que a educação é a principal via para pavimentarmos o futuro do Brasil. O projeto da Casa Familiar Rural de Igrapiúna nos encantou por ter essa mesma premissa aplicada à realidade social e econômica da região em que atua. Esperamos que, com o apoio da BB Seguros, mais jovens tenham a oportunidade de estar em linha com as práticas mais modernas da agricultura e consigam ajudar a desenvolver a produção rural da região em que moram, impactando positivamente toda a comunidade ao redor”, comenta João Fruet, Diretor Comercial da Brasilseg, uma empresa da BB Seguros.

A Casa Familiar Rural de Igrapiúna foi fundada em agosto de 2007 e credenciada, em junho de 2011, como uma Unidade de Ensino que oferta o curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Agronegócio Integrado ao Ensino Médio pelo Conselho Estadual de Educação do estado da Bahia (CEE/BA). Desde então, o projeto já atuou diretamente na formação de cerca de 250 jovens agricultores que têm à sua disposição uma estrutura moderna e completa, incluindo alojamentos que abrigam os alunos durante o período de aulas na semana.

Para serem admitidos no projeto, os meninos e meninas da região passam por um processo seletivo anual E, atualmente, 66% dos alunos da Casa de Igrapiúna são do gênero feminino. Além dos ensinos regular e técnico, o projeto busca se integrar de diferentes maneiras à vida e o dia a dia das comunidades que atende. 

Uma das atuações mais relevantes promovidas pela Casa Igrapiúna é feita por meio dos Projetos Educativos Produtivos, em que é fornecido a jovens e famílias selecionadas não só o conhecimento técnico agronômico, mas também os insumos para o desenvolvimento de diversos tipos de cultivo e aulas de administração e gerenciamento. 

“Nos nossos quinze anos de existência, a Casa Igrapiúna já realizou mais de 430 Projetos Educativos Produtivos, promovendo segurança alimentar e melhoria na renda de dezenas de famílias”, relembra Francisvaldo Amaral Roza, diretor da Casa Familiar Rural de Igrapiúna. “O apoio da BB Seguros será decisivo para que possamos ampliar a nossa capacidade de atendimento, sobretudo nos Projetos Educativos Produtivos, que geram resultados econômicos tangíveis à região, e nas Ações Multiplicadoras, que ajudam a levar o conhecimento às comunidades”, celebra o dirigente.

As Ações Multiplicadoras são desenvolvidas nos períodos em que os jovens estão com suas famílias e vizinhos. Essas ações contemplam seminários rurais, que discutem soluções concretas para desafios enfrentados pelas comunidades; palestras, no intuito de promover o desenvolvimento comunitário; além de “dias de campo”, para a aplicação prática dos conhecimentos técnicos absorvidos no projeto; e ações ambientais, como reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.

O projeto adota como modelo educacional a Pedagogia de Alternância, que permite ao jovem não se afastar do ambiente familiar, desenvolvendo atividades socioprodutivas e tendo o trabalho como princípio educativo. Este modelo possui profunda sinergia com os princípios da Educação do Campo, que incorpora os saberes dos agricultores, da família e da comunidade, além de contribuir com a sucessão familiar e a permanência do jovem no campo.

Desta forma, todas as ações desenvolvidas pela Casa Familiar Rural de Igrapiúna contribuem para a melhoria das condições de vida da população do Baixo Sul da Bahia, em suas dimensões ambiental, social, política, econômica e cultural.

Para saber mais sobre a Casa Familiar Rural de Igrapiúna, visite o site.