A importância do combate ao etarismo no mercado de trabalho 342

Antonio Leitão é gerente institucional do Instituto de Longevidade MAG / Divulgação

Por Antonio Leitão, gerente institucional do Instituto de Longevidade MAG

Em sentido amplo, o etarismo engloba a discriminação contra pessoas com base em sua idade. É um preconceito que pode ocorrer contra os mais jovens, como, por exemplo, quando o profissional é visto automaticamente como “irresponsável”, ou então não preparado para cargos de liderança. No entanto, o termo é normalmente voltado à adultos de meia idade, a partir dos 50 anos, onde o impacto do preconceito é sentido de forma muito acentuada, seja no financeiro ou emocional, e está diretamente ligado a diminuição de oportunidades profissionais.

De acordo com estudo elaborado pelo Instituto de Longevidade MAG a partir de dados públicos, a população com 50 anos ou mais no país soma 55,9 milhões de pessoas, e a participação desse público no mercado de trabalho vem crescendo a taxas de 0,5 ponto percentual por ano.

A população 50+ teve, pelo mesmo estudo, uma taxa de participação de 41,3% em 2021 em todos os postos de trabalho. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de janeiro deste ano, em 30 anos quase 30% da população brasileira será idosa, índice que triplicou desde 2010. Se continuarmos nessa tendência, em 2030 haverá uma mudança de paradigma, pois será quando a população do país com 60 anos ou mais irá ultrapassar crianças e adolescentes de 14 anos.

Esses dados mostram a urgência do combate ao etarismo e como a inclusão etária tornou-se uma prioridade. Ele deve ser combatido da mesma maneira que o racismo, machismo ou homofobia: com educação, conscientização e estímulos práticos para que pessoas que se enquadrem nesses perfis — pessoas pretas, mulheres, LGBTQIA+s e ou 50+ — tenham oportunidades concretas de ascender em suas carreiras.

Segundo relatório divulgado no ano passado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), é estimado que uma em cada duas pessoas no mundo já sofreu atitudes discriminatórias que pioram a saúde física e mental de pessoas idosas. Além disso, também foi revelado que o preconceito por idade pode estar infiltrado em muitas instituições e setores da sociedade, como locais de assistência médica e trabalho.

Dessa forma, as corporações devem estar mais abertas e atentas às vantagens de se manter um funcionário 50+. Ter profissionais mais maduros no mercado não seria apenas uma readequação ao paradigma atual, mas uma ação que traz uma gama de benefícios para a empresa contratante, vantagens que derivam da promoção da diversidade corporativa. E por que é importante ter profissionais de diferentes etnias, gêneros e gerações? Porque a sociedade é feita de pessoas de diferentes etnias, gêneros e gerações. Se as empresas querem inovar, conquistar novos clientes e desenvolver produtos alinhados às demandas, tanto melhor será ter uma equipe plural, diversa, com diferentes perspectivas — e que reflita o mundo em que vivemos.

Contudo, os 50+ possuem dois principais desafios: um deles é o fato de terem sua formação educacional e o ingresso no mercado de trabalho em um momento do mundo em que a aceleração tecnológica não era tão intensa. Outra questão é a longevidade, pois a expectativa de vida vem crescendo cada vez mais, e isso acaba gerando um impacto sobre a duração das carreiras e tempo de trabalho, e sobre a renda gerada para a aposentadoria.

Mas que não haja dúvidas de que é possível que o profissional busque se manter atualizado; ele não deve temer fazer contato com as gerações mais jovens, e deve buscar aprender com elas e desenvolver o autoconhecimento, para entender quais caminhos trilhar.

MAG tem novo diretor de Marketing Digital e Growth 418

Leonardo Secundo é diretor de Marketing Digital e Growth da MAG Seguros / Divulgação

Posição será ocupada pelo executivo Leonardo Secundo

A MAG Seguros – seguradora especializada em vida e previdência mais longeva do País – acaba de criar a diretoria Executiva de Marketing Digital e Growth. A posição será ocupada por Leonardo Secundo, formado em Comunicação Social, com MBA em Marketing pelo Ibmec e certificações internacionais em estratégia de marca, marketing digital e estratégia em instituições como MIT.

O executivo, que acumula mais de 17 anos de experiência, tem passagem por diversos segmentos como Varejo, Bens de Consumo e Educação. Leonardo construiu sua carreira em grandes empresas, como Coca Cola, L’Oréal, BR Malls, Vale e Anima Educação.

Na MAG, Secundo terá sob sua liderança as áreas de Marketing Digital, Gestão da Marca e Gestão do Relacionamento. A estrutura faz parte da diretoria Comercial e de Marketing e Leonardo reporta diretamente ao diretor Estatutário, Nuno David.

Mercado de seguros cresceu 15,4% no primeiro trimestre, aponta Susep 389

Mercado de seguros cresceu 15,4% no primeiro trimestre, aponta Susep / Foto: Rodnae Productions / Pexels

Documento é atualizado de acordo com os registros das empresas supervisionadas pela autarquia

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje a Síntese Mensal dos principais dados relativos ao desempenho do setor de seguros em março de 2022. As informações foram obtidas a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas. O documento é atualizado de acordo com o envio pelas empresas, podendo haver ajustes em função de recargas do Formulário de Informações Periódicas (FIP). Na edição de março de 2022, os principais destaques foram:

  1. A arrecadação do setor supervisionado nos três primeiros meses de 2022 foi de R$ 82,14 bilhões, o que representa crescimento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2021, quando foram movimentados R$ 71,16 bilhões.
  2. Os segmentos de seguros apresentaram crescimento de 15,8% no primeiro trimestre de 2022, em relação a 2021. Foram arrecadados R$ 72,19 bilhões nos três primeiros meses de 2022. Nos seguros de pessoas, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante de R$ 6,19 bilhões nos três primeiros meses do ano. O valor corresponde a um crescimento de 18,2% em relação ao mesmo período de 2021.
  3. Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 22,0% na arrecadação de prêmios na comparação do primeiro trimestre de 2022 com o primeiro trimestre de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 10,63 bilhões nos primeiros três meses do ano, valor 23,3% superior ao do mesmo período de 2021.
  4. Em março, a sinistralidade do seguro de danos registrou redução, fechando o mês em 69,2%. Em fevereiro, o valor registrado foi de 81,3%. A sinistralidade dos seguros de danos, em março de 2021, foi de 54,6%. Nos seguros de pessoas, a sinistralidade, em março de 2022, foi de 32,5%, frente aos 49,5% e aos 32,9%, observados em março de 2021 e fevereiro de 2022, respectivamente.
  5. A linha de negócio rural foi novamente destaque, com crescimento de 50,3% na arrecadação de prêmios no primeiro trimestre de 2022, na comparação com o mesmo período de 2021. Os seguros das linhas patrimoniais também se destacaram, com crescimento acima de 30%.

Acesse a Síntese Mensal de março aqui (.PDF externo).

Capemisa promove encontros para reforçar o relacionamento com corretores 524

Companhia promove série de eventos regionais

Para a Capemisa Seguradora, o maior desafio é estar sempre preparada para a transformação que está ocorrendo em grande velocidade nas relações de consumo, em especial no mercado de seguros. Nesse contexto, o corretor desempenha cada vez mais o papel de um consultor, principalmente quanto aos produtos tradicionais ou sofisticados. Para reforçar esse engajamento e resgatar o relacionamento próximo pós-pandemia, a empresa está promovendo uma série de encontros regionais, aproveitando a abertura do mercado para eventos presenciais.

Batizado de Happy Hour, esses eventos ocorreram em 2019, quando a Capemisa se reunia com corretores em trocas de experiências descontraídas, em momentos de confraternização que contribuem para o fortalecimento de vínculos. Neste ano, 12 cidades receberão os encontros. No calendário, rodadas em Sinop (MT), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS) já aconteceram.

Veja também: Capemisa reforça parceria com corretores de seguros do RS

Fabio Lessa, diretor Comercial, reforça que a companhia é parceira dos corretores e busca valorizar seu trabalho com iniciativas que vão desde o desenvolvimento profissional e a oferta de ferramentas digitais, até atividades especiais com os parceiros convidados. “O Corretor é o profissional indicado para tomar o pulso junto ao cliente, identificar suas aspirações e nos trazer ideias e informações que nos permitam avançar na oferta de produtos e serviços inovadores, focados nas reais necessidades de proteção da sociedade”, afirma o executivo. “Esse relacionamento próximo é algo muito importante para nós. Por isso, estamos retomando as agendas e ainda temos muitos encontros pela frente”, finaliza.

Acompanhe o calendário dos próximos encontros:

  • Junho – Petrolina (PE) e Novo Hamburgo (RS);
  • Julho – São Paulo/ABC (SP) e Belém (PA);
  • Agosto – São Paulo – Zona Sul (SP), Brasília (DF) e Rio Branco (AC);
  • Setembro – São Paulo – Zona Leste (SP);
  • Outubro – Aracaju (SE).
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Desafios econômicos demonstram solidez do mercado segurador brasileiro 766

Desafios econômicos demonstram solidez do mercado segurador brasileiro / Foto: Pavel Danilyuk / Pexels

Economia mundial sofre impactos da pandemia e seguradoras ampliam foco nos resultados operacionais

A semana foi agitada no mercado, com diversas companhias divulgando seus balanços referentes ao primeiro trimestre de 2022. Apesar da expansão dos prêmios emitidos pelas seguradoras, os desafios econômicos se apresentam diante do resultado operacional das mesmas, além da alta da sinistralidade.

Dados da MAPFRE Economics dão dimensão de como os efeitos da pandemia de coronavírus poderão ser sentidos por um vasto período na economia mundial. De acordo com a instituição, o mundo e – especialmente – o Brasil irão crescer menos. A previsão para o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil é de apenas 0,7% – frente aos 5% que cresceu em 2021. Os economistas esperam crescimento de 3,6% na economia mundial para 2022, ante 4,8% no trimestre anterior, e 3,6%, em 2023, com a inflação subindo 6,8% e 4,1%, em média, no último trimestre em cada um dos anos. Isso, sem levar em conta a probabilidade dos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia.

No cenário macroeconômico, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros Selic para 12,75% ao ano. Nos Estados Unidos, o FED – Federal Reserve System anunciou 0,50 ponto de expansão das taxas. “Os investimentos mais recomendados nesse ambiente são os títulos de renda pós-fixada, ou seja, os títulos que acompanham a variação da Selic, com algumas opções oferecendo retorno de mais de 1% ao mês, dependendo do prazo da aplicação, além de títulos indexados à inflação, dado o cenário de preços elevados”, recomenda Felipe Rodrigo de Oliveira, economista da MAG Investimentos.

Em contrapartida, o mercado segurador demonstra sua solidez e equilíbrio perante aos desafios do cenário complexo em que vive a sociedade moderna.

A BB Seguridade, por exemplo, teve o melhor primeiro trimestre de toda história da companhia – com aumento de 20,7% no lucro líquido, o que representa R$ 1,2 bilhões. A companhia, todavia, destaca os efeitos do La Niña – que impactou as culturas de soja e milho do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul -, gerando R$ 2,2 bilhões em sinistros avisados.

O lucro da Caixa Seguridade também teve forte expansão – e consolidou crescimento de 29% nos três primeiros meses de 2022, um resultado histórico de R$ 557 milhões. Entre os destaques estão as carteiras de Vida, com crescimento de 7,8%, Residencial – com 6%, e Habitacional – com 4,9% de expansão.

Já a Bradesco Seguros registrou faturamento de R$ 22 bilhões – o que representa um total de 13,2% na comparação com o mesmo período de 2021. De acordo com o Grupo Segurador, os Prêmios Ganhos registraram evolução de 9,2% e o Resultado Financeiro cresceu 15,7%.

A Porto registrou aumento de 21,4% em suas receitas no primeiro trimestre de 2022 – na marca de R$ 5,9 bilhões. O lucro líquido foi de R$ 175,1 milhões. Na vertical de Seguros, a companhia cresceu 15%. Os destaques são da Porto Saúde e Porto Seguro Bank – crescendo a índices superiores a 35%. Além disso, a Porto Saúde viu suas receitas crescerem 37,4% – na comparação com o primeiro trimestre do ano anterior -, impulsionadas pelo Seguro Empresarial, que ampliou seus prêmios em 43,2% no trimestre e adicionou 95 mil vidas nos últimos 12 meses, alcançando cerca de 370 mil vidas seguradas.

Por fim, a MAPFRE Brasil registrou crescimento de 35,3% em prêmios no comparativo com os três primeiros meses de 2021. O volume atingido pela companhia no País totalizou € 987 milhões, alavancado, principalmente, pela evolução dos negócios agrícolas, de Vida Risco e os seguros de automóveis, que cresceram 76,3%, 21,7% e 35,2%, respectivamente.

Dia Continental do Seguro: são inúmeras as oportunidades para os corretores no ramo de vida 498

Nilton Molina é presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros / Divulgação

Confira artigo de Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros

O mercado de seguros vem se consolidando nos últimos anos como um dos setores mais promissores da economia nacional, com crescimento anual consistente, quase sempre na faixa de dois dígitos. No caso de seguro de pessoas, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios registrou R$ 50,8 bilhões (sem considerar VGBL) no acumulado de 2021, com alta de 12,4%. O grande destaque foi o seguro de vida individual, que registrou crescimento de 17,4% no mesmo período.

Pela primeira vez na história do setor, em 2017, o seguro de vida (sem considerar PGBL e VGBL) ultrapassou em arrecadação o que até então, era o maior ramo do mercado – o de automóveis, cenário este que continua acontecendo ano após ano. Pesam para isso a queda do número de veículos no país e a comoditização dos produtos, com baixa diferenciação, tornando o cliente mais sensível ao preço.

Mas, afinal, o que isso significa? A resposta é muito simples: já estamos mais do que na hora do corretor de seguros de automóveis ampliar os seus horizontes de produtos e negócios. A tendência, no entanto, aponta para um ramo promissor e que foi impulsionado pela pandemia: o vida. Esta minha afirmação é corroborada por estudos realizados por consultorias renomadas, como a Bain & Company, que apontou crescimento da demanda por seguro de vida durante a pandemia e no pós pandemia.

Também devemos acrescentar neste contexto os resultados de pesquisa recente encomendada pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) e realizada pelo Instituto Datafolha, que apontou que apenas 17% dos entrevistados afirmaram contar com um seguro de vida com cobertura de morte e apenas 9% têm proteção para o caso de invalidez.

Apenas estes dois números já revelam o grande oceano de oportunidades que os corretores brasileiros têm à sua frente. Sobretudo, quando falamos daqueles que atuam tradicionalmente com automóveis, devo acrescentar um tesouro que eles têm nas mãos: a sua carteira de clientes, que sem dúvida poderá proporcionar ao corretor a realização de venda complementar, agora, com um novo produto e que trará ainda mais ganhos pela sua característica de recorrência.

O mercado de vida passou por uma forte modernização nos últimos 20 anos, trazendo coberturas que estão cada vez mais aderentes às demandas da população brasileira, seus momentos de vida, renda disponível e condições de saúde. Na MAG Seguros, por exemplo, foram lançados mais de 30 produtos apenas nos últimos dois anos, sejam eles individuais ou coletivos, para proporcionar mais e melhores negócios aos nossos corretores parceiros.

A companhia, que se orgulha de sua história de mais de 185 anos, também tem duas grandes vocações: formar profissionais e ser inovadora, características estas que, sem dúvida, contribuem para que cada vez mais novos corretores possam ingressar no ramo vida para ampliar os seus ganhos com todo suporte da mais longeva seguradora especialista, de um amplo e completo portfólio de produtos e de ferramentas digitais de suporte à venda. A expectativa para o futuro é positiva, pois também segundo a pesquisa da Fenaprevi mais da metade dos entrevistados têm a intenção de contratar um seguro de vida em 2022. Este é o momento.