Pesquisa da Capgemini indica passos para expansão dos benefícios da saúde conectada 473

Pesquisa da Capgemini indica passos para expansão dos benefícios da saúde conectada / Foto: Irwan Iwe / Unsplash Images

Levantamento aponta áreas onde uso de tecnologia pode avançar

Espera-se que o número de ofertas de saúde conectada¹ aprovadas cresça 40% nos próximos cinco anos, devido a seu forte potencial para aumentar o envolvimento do paciente, novas possibilidades de tratamento e diagnóstico precoce, e detecção de doenças. Ainda assim, apenas 16% das empresas de ciências da vida² estão testando ou aprovaram produtos de saúde conectada no mercado. A maturidade geral em saúde conectada para a maioria das organizações está apenas “emergindo”. Isso é o que aponta o último relatório da Capgemini Research Institute, Unlocking the Value in Connected Health, que detalha as principais áreas terapêuticas onde a saúde conectada pode trazer benefícios significativos para os pacientes e as barreiras que as organizações de ciências da vida devem superar para alcançá-los.

De acordo com o relatório, as principais áreas terapêuticas para os futuros produtos de saúde conectada nos próximos cinco anos incluem doenças relacionadas à neurociência, como esclerose múltipla, Alzheimer e epilepsia, seguidas por doenças raras e imunologia. Para perceber isso, mais de 50% das organizações de ciências da vida planejam desenvolver casos de uso nos próximos cinco anos para monitoramento remoto de pacientes, aplicativos de biomarcadores digitais (por exemplo, biossensores vestíveis) e diagnósticos preditivos habilitados para IA e medicina preventiva.

No entanto o setor ainda está muito longe de realizar esses tipos de casos de uso e apenas um quarto das organizações de ciências da vida pesquisadas são maduras nas principais áreas de saúde conectada, como estratégia de portfólio, design de produtos e desenvolvimento de produtos. A pesquisa também descobriu que menos de um terço das organizações têm os recursos digitais, tecnológicos e colaborativos necessários para iniciativas de saúde conectada bem-sucedidas. Por exemplo, apenas um quarto utiliza inteligência artificial para executar análises preditivas em dados em tempo real dos produtos de saúde conectada. Menos ainda (21%) têm um centro de excelência para impulsionar inovação, sinergia e melhores práticas em suas ofertas de saúde conectada.

Olivier Zitoun, Líder Global da Indústria de Ciências da Vida da Capgemini, diz: “A demanda e a oportunidade de melhorar os resultados dos pacientes existem hoje, e várias tecnologias prometem revolucionar as vias de tratamento e as interações dos pacientes com os profissionais de saúde. Para colher os benefícios das tecnologias de saúde digital, as organizações precisarão abordar as habilidades, a tecnologia e as lacunas estruturais para construir um portfólio de saúde conectada escalável, personalizado e integrado. Organizações maiores de ciências da vida mostram sinais mais promissores de maturidade, mas, com grandes players de tecnologia também de olho no potencial, o mercado como um todo precisa avançar no mesmo ritmo”.

As organizações que têm a maturidade de saúde conectada necessária e estão além da fase de estratégia são predominantemente as empresas maiores. Quase metade das organizações de ciências da vida com mais de US$ 20 bilhões em receita disseram que estão maduras em estratégia e planejamento de portfólio contra apenas 17% das empresas com menos de US$ 1 bilhão.

As razões por trás dessa discrepância são múltiplas, mas em grande parte se resumem à maior capacidade das empresas maiores de superar os dois principais desafios de desenvolver e dimensionar a saúde conectada: as vulnerabilidades de segurança e a aprovação regulatória.

De acordo com o relatório, organizações menores de ciências da vida estão se recuperando, e as razões por trás de sua falta de maturidade podem muito bem ser uma discrepância na percepção entre executivos de tecnologia e de negócios sobre as habilidades disponíveis na empresa. Por exemplo, quase metade das pessoas em funções de negócios acredita que a empresa de saúde conectada possui habilidades adequadas em realidade aumentada e virtual, enquanto apenas 20% do pessoal de tecnologia concorda. Realidade aumentada/virtual, pensamento sistêmico e interoperabilidade, engenharia e design centrado no ser humano são as principais habilidades técnicas com maior escassez.

Para aumentar a maturidade da saúde conectada e acelerar o desenvolvimento de casos de uso, a Capgemini identificou ações necessárias para seis áreas críticas de foco:

  • definir uma estratégia comercial de saúde conectada alinhada aos planos de portfólio estabelecidos;
  • projetar produtos de saúde conectada para gerar valor e resultados mensuráveis;
  • construir um ecossistema de dados que promova o compartilhamento e a interoperabilidade de dados dentro e fora da organização;
  • aprimorar o conhecimento em dados, ciência comportamental e desenvolvimento ágil;
  • centralizar a governança, o modelo operacional e as estruturas financeiras para que a saúde conectada possa impulsionar o crescimento e a coordenação regulatória;
  • construir um ecossistema de saúde conectada que forneça estrutura e proteções, mas também abrace inovações abertas.

Para ler o relatório completo, clique aqui.

Metodologia

A Capgemini entrevistou 523 executivos de nível gerencial e superior (representando 166 empresas) de organizações de ciências da vida nos setores farmacêutico e de biotecnologia em sete países da América do Norte, da Europa e da Ásia. Os entrevistados indicaram que sua empresa está atualmente elaborando estratégias para abordagem à saúde conectada, atualmente testando/desenvolvendo produtos de saúde conectada e/ou atualmente tem produtos de saúde conectada aprovados e no mercado. A pesquisa global ocorreu entre outubro e novembro de 2021. Além disso, a Capgemini realizou entrevistas em profundidade com 10 executivos seniores das principais empresas biofarmacêuticas globais.

¹Para os propósitos desta pesquisa, a definição de saúde conectada abrange um amplo espectro de produtos e serviços de saúde digital, desde produtos de bem-estar digital, como wearables de consumo, até soluções clinicamente validadas, como companheiros digitais, terapia digital (DTx) e combinação DTx, incluindo Software-as-a-Medical Device (SaMD).

²A pesquisa abrange organizações de biotecnologia e farmacêuticas (biofarmacêuticas).

CAPEMISA Seguradora reforça importância da Região Centro-Oeste e Minas Gerais 466

Fábio Lessa é diretor Comercial da Capemisa Seguradora / Divulgação

Empresa participa do 2° Congrecor que reunirá mais de mil Corretores, em Goiás

A CAPEMISA Seguradora comemora o ótimo crescimento dos negócios na Região Centro-Oeste e Minas Gerais. O ano de 2022 já conta com aumento de 45%  no volume de vendas em relação a 2021. O número de Corretores parceiros também cresce a cada ano: alta de 19%, na comparação.

A empresa acredita no potencial da região, que registra altas significativas na contratação das apólices de Vida PME – sua expertise, despertando o interesse de profissionais que buscam ampliar seus negócios. Com isso, reforçando a comunicação com esse público, é patrocinadora do 2° Congresso Regional Centro-Oeste e Minas dos Corretores de Seguros (Congrecor), que será realizado nos dias 11 e 12 de agosto, na cidade goiana de Caldas Novas. O evento reunirá mais de mil pessoas.

Valorizando os bons resultados, a companhia terá um estande no evento e contará com a presença de seu time comercial para uma troca sobre oportunidades e negócios com os Corretores presentes. “Para a CAPEMISA Seguradora, é muito importante a participação em congressos como este, gostamos da interação, dos apertos de mão, dos abraços, principalmente depois desse longo período sem eventos.  Teremos uma feira totalmente diferente, conectada com a natureza, para que os Corretores se sintam a vontade para termos boas conversas,  ouvirem boa música e provarem nossa cerveja artesanal, sempre privilegiando os produtores locais, ação que já virou tradição em nossos eventos por todo o País”, afirma Fabio.

Na programação, o Congresso terá, além da feira de exposições e negócios, uma agenda de workshops e palestras sobre o mercado de seguros e também temas atuais que envolvem o cenário econômico e empresarial brasileiro. Uma oportunidade para a apresentação de produtos, serviços e reforço no relacionamento entre corretores e o mercado segurador.

Sobre a CAPEMISA Seguradora    

Nascida de uma história de dedicação e proteção à vida das pessoas há 62 anos, a CAPEMISA Seguradora investe em um modelo de negócio onde a segmentação é a estratégia para a obtenção de resultados de crescimento. Atua em duas linhas de negócios – Vida e Previdência, e vem concentrando seus esforços para melhor entender as necessidades de seus clientes, seus parceiros de negócios e desenvolver soluções customizadas. A companhia tem 29 sucursais pelo país e mais de 2 milhões de clientes. Está entre as dez seguradoras independentes mais rentáveis do país, com reconhecimento em rankings corporativos importantes, como Época Negócios 360º, Estadão Finanças Mais e Great Place to Work.

Painel do CVG RS revela tendências no relacionamento e negociação com clientes na venda de Seguro de Vida 377

Painel do CVG RS revela tendências no relacionamento e negociação com clientes na venda de Seguro de Vida

Na última quarta (10) o Head de treinamento e conteúdo na Azos e apresentador do Podcast Canal Corretor, André Rezende, participou do V Painel sobre o segmento Vida realizado pelo Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS), neste mês de agosto. Com o tema “Seguro de vida: Se você não oferecer outro irá”, a live no YouTube do Clube teve mediação da presidente do CVG RS, Andréia Araújo.

Para André Rezende, entender as novas tecnologias é essencial para se desenvolver no setor de seguros. “O corretor precisa se adaptar às novas tecnologias, caso contrário ele fica para trás. O corretor que está atento e antenado acaba estando à frente na hora da venda. Tem que saber usar a tecnologia a seu favor. A rede social, por exemplo, não é para venda e sim para o relacionamento. São pequenos detalhes que conquistam o cliente, por isso a importância do bom engajamento”.

“Nunca criei metodologia de venda, mas acabei estudando e reunindo várias ideias e imprimindo do meu jeito. Quando a gente começa a estudar sobre o comportamento humano, percebemos que se preocupar com ele é criar um relacionamento. Não ligar apenas para vender ou renovar. Isso não estreita a relação entre você e o cliente”, destaca André.

Segundo a presidente do CVG RS, Andréia Araújo, “estamos vivenciando uma transição nos modelos e formas de distribuir, e ouvirmos experiências de trajetórias como a do André é sempre muito produtivo e motivador! Agradecemos imensamente a generosidade de dividir conosco e nos ajudar a reforçar a ideia de um CVG RS cada dia mais sem fronteiras”

O quinto painel sobre a área de seguros em 2022 seguiu impulsionando iniciativas em boa informação, vendas e capacitação para o setor. O “CVG RS Sem Fronteiras” segue com o intuito de dialogar com todo o Brasil sobre o setor de seguros. Conversas abertas dão enfoque a diversos temas, personagens e contextos relevantes para o segmento no país, partilhando experiências e ensinamentos entre os mais experientes e as novas vozes no mercado.

Confira a conversa na íntegra: André Rezende aborda negociação na hora da venda em webinar do CVG RS – YouTube

Sobre o CVG RS

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) contribui há 32 anos para a preservação, aperfeiçoamento e difusão do mercado de seguros de pessoas e de benefícios no Estado. São eventos e ações formativas, informativas, sociais e culturais que criam oportunidades para atualização e novas conexões profissionais no segmento.

Chubb celebra parceria com corretores do Rio Grande do Sul 471

A Chubb reuniu na noite desta quarta-feira (10) seus parceiros corretores de seguros no Estado do Rio Grande do Sul. Na ocasião, os executivos da companhia prestigiaram e deram ênfase à parceria com os profissionais dessa localidade.

Os executivos da seguradora aproveitaram a ocasião para colocar a empresa à disposição dos corretores, conforme evidenciou o Diretor Comercial, Alexandre Federman, e o time de profissionais que atuam pela Chubb na região Sul.

Confira as imagens – Fotos: Filipe Tedesco / JRS:

Conheça a fintech especialista em crédito com garantia 313

Conheça a fintech especialista em crédito com garantia

Ampliando estratégias, a CashMe foca na experiência do cliente e no crédito que impulsiona

A CashMe, é uma fintech especializada em crédito com garantia de imóvel, também conhecido como home equity, no último mês lançou seu novo posicionamento e identidade visual. Com o tema “CashMe: crédito que impulsiona”, seu principal objetivo é enriquecer o universo financeiro do público brasileiro e fortalecer ainda mais as parcerias de crédito.

Atualmente o seu intuito é oferecer experiências completas aos clientes, com transparência, velocidade e simplificação dos processos sem perder a essência da empresa. A mudança passa pelos principais valores, emoções, personalidade e objetivos da marca, profundamente estudados com base na evolução e necessidades do mercado.

A CashMe está no mercado desde 2019 realizando operações de Crédito com Garantia de Imóvel (CGI), uma linha de crédito que usa como garantia um bem imóvel. Desde 2021, alinhado à estratégia de crescimento do negócio, vem lançando novos produtos de crédito em seu portfólio como: crédito para empresas, reforma, condomínios, obras em loteamentos, SFI e Consignado Privado.

De acordo com o co-fundador da CashMe, Juliano Bello, o anúncio está alinhado à expansão da empresa, que desde sua fundação, segue conectada às parcerias, atendendo necessidades dos clientes e do mercado, de olho no futuro, mas sem perder a sua essência e o seu DNA. Com a nova marca, a empresa busca descomplicar o acesso ao crédito e garantir uma ótima experiência ao cliente. A empresa desponta no reclame aqui como a mais bem avaliada do setor.

A fintech conta com grandes parceiros que atuam com os produtos da CashMe no portfólio de vendas. Os chamados CashMembers, são especialistas que trabalham alinhados à credibilidade e verdade da marca, oferecendo tratamento consultivo com agilidade, simplicidade e transparência nas informações.

A CashMe

A CashMe oferece crédito com garantia de imóvel. A fintech do ramo financeiro opera nos segmentos de home equity tradicional, crédito à aquisição de imóveis, crédito às incorporadoras com garantia de estoque e capital de giro para as empresas e linha de crédito sem exigências de garantias reais para os condomínios.

Atualmente considerada como um dos principais players por ser a fintech com as melhores condições de crédito e pagamento do mercado. Foi reconhecida neste ano de 2022 pelo Great Place to Work (GPTW), um dos principais selos no mundo do trabalho, conquistando o primeiro lugar como a melhor fintech para se trabalhar no Brasil no segmento de serviços financeiros.

Alper registra a melhor receita líquida em seis anos 413

Marco Couto da Alper / Divulgação

Resultado no segundo trimestre cresceu 64,1%, para R$ 53,7 milhões

A Alper Consultoria em Seguros encerrou o segundo trimestre do ano com a melhor receita líquida trimestral em seis anos, de R$ 53,7 milhões, expansão de 64,1% ante o mesmo período de 2021. O Ebitda ajustado atingiu R$ 11,2 milhões, avanço de 79,7% na mesma base de comparação.

Quando considerado o acumulado no período de janeiro a junho, ante o mesmo período do ano passado, a receita líquida subiu 62,7%, para R$ 103,2 milhões e o Ebitda ajustado avançou 82,9%, para R$ 21,8 milhões.

De acordo com o CEO, Marcos Couto, o resultado reflete uma série de iniciativas orgânicas e aquisições. Entre elas, o executivo destaca a conclusão do aumento de capital anunciado em abril. “Apesar do cenário adverso durante o período de captação, atingimos o valor máximo pretendido e captamos R$ 150 milhões”, afirma, acrescentando que “esta captação tem o objetivo de seguir financiando a estratégia da companhia de crescimento por meio de M&A de corretoras, além de acelerar nossos investimentos em tecnologia”.

Para se ter uma ideia, nos últimos cinco anos a Alper realizou a aquisição de 12 corretoras, o que representa cerca de R$ 110 milhões em receita anual. “E, não vamos parar por aí. Seguimos com inúmeras oportunidades de pipeline”, cita. Em abril, foi anunciada a compra da Trade Vale e a incorporação da JDM, em junho. Em julho, foi a vez de adquirir a Almeida Budoya, uma das maiores e mais tradicionais corretoras do interior de São Paulo, e a maior aquisição da Alper até o momento.

Do lado orgânico, uma das principais estratégias da companhia é fomentar o desenvolvimento digital buscando novas tecnologias que gerem ganhos de eficiência e valor para os clientes.

“Nossos números revelam que estamos no caminho certo de crescimento e consolidação do mercado de corretagem de seguros. Estamos sempre atentos às inovações tecnológicas que possam agregar ao nosso negócio”, finaliza Couto.