Maria de Fátima: Corretor, sua imagem transmite seu sucesso pessoal e profissional? 599

Maria de Fátima Fernandes é especialista em Gestão de Reputação, em Códigos de Comportamento e Etiqueta / Divulgação

Confira artigo de Maria de Fátima Fernandes, especialista em Gestão de Reputação, em Códigos de Comportamento e Etiqueta

Em um mundo cada vez mais competitivo e hiper conectado, estamos em um momento que não basta ser é preciso mostrar quem se é.

A princípio, pode parecer um pouco confuso, mas hoje não basta ter as melhores qualificações, formações acadêmicas, títulos e especializações. Você precisa demonstrar que é a melhor opção que o mercado de seguros pode ter.

Essas informações não estão estampadas em nossos rostos. Mas nossa imagem diz muito sobre nós.

Então, fique atento e anote esses insights.

– Cuide da sua aparência:

A nossa imagem visual é o primeiro contato que nossa Marca Pessoal se expõe ao outro. Essa mensagem precisa ser coerente com aquilo que somos em essência e traduzir que somos bem sucedidos. Mesmo que você ainda esteja trilhando esse caminho rumo ao sucesso profissional.

Pessoas gostam e desejam se espelhar naqueles que demonstram garra, determinação e sucesso.

Faça da sua aparência uma imagem magnética capaz de atrair pessoas que desejem que você as lidere.

2 – Cuide da sua Comunicação:

Neste item falaremos tanto sobre a importância da comunicação verbal quanto da não verbal.

Saiba ter repertório diversificado. Ninguém gosta de ouvir em rodas de conversas de negócios ou networking as façanhas de conquistas de prêmios, vendas e cifras apenas. É importante falar sobre assuntos diversos.

Saber ser aquela pessoa que é admirada por falar de artes, vinhos, livros, histórias; tudo isso mesclando com as tendências de mercado. Você será muito mais interessante por ter um repertório vasto, diversificado. Lembra que falamos acima sobre ser magnético e influenciar e liderar pessoas? É fundamental termos repertórios abrangentes.

Agora, o ponto de atenção é sobre a conexão dessa construção. De nada adianta se a sua linguagem não verbal não ajudar a construir essa imagem. Cuidado com o gestual, expressões fechadas, posturas que demonstrem desinteresse, superioridade ou outros.

3 – Cuide do seu comportamento:

Nos últimos tempos não faltaram exemplos de líderes e executivos de diversos segmentos serem demitidos ou exonerados de cargos por comportamentos inadequados.

Então, cuidado com piadas mesmo em roda de amigos, postagens em redes sociais, agressividade ou exaltação quando as metas não são perfeitas, reuniões com clientes ou assuntos difíceis.

Saiba trabalhar a sua inteligência emocional.

Se for preciso, procure ajuda profissional, temos excelentes profissionais de Coach, professores de etiqueta e outros.

Não tenha vergonha de procurar ajuda para desenvolver sua inteligência emocional ou ainda uma especialista em gestão de Reputação, em Códigos de Comportamento e Etiqueta. No mundo contemporâneo não há mais espaços para esse tipo de medo e /ou despreparo.

E, para finalizar, seja intencional em sua imagem e faça dela a sua aliada para o seu sucesso! Crie um legado!

Deixo aqui uma reflexão: De que forma você deseja ser lembrado?

Abraços e até o próximo encontro.

*Maria de Fátima Fernandes é empresária há mais de 14 anos e especialista em Gestão de Reputação, em Códigos de Comportamento e Etiqueta, além de ser certificada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) pelo curso Consultoria de Imagem e Gestão de Reputação. Instagram: @amariadefatima_
Relações-Públicas: Danielle Chaia @danichaiarp

Fiergs lança cursos de qualificação profissional para pessoas desempregadas 363

Fiergs lança cursos de qualificação profissional para pessoas desempregadas / Foto: The Climate Reality Project / Unsplash Images

Por meio do Senai-RS, serão ofertadas vagas gratuitas aos candidatos encaminhados pelos sindicatos das indústrias

As indústrias gaúchas poderão contar com novos profissionais qualificados por meio de uma iniciativa de capacitação técnica e gratuita de pessoas desempregadas. O programa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (Senai-RS), integrante do Sistema da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), foi lançado em parceria com os sindicatos industriais filiados à entidade. “O programa objetiva auxiliar diretamente a falta de recursos humanos capacitados para o setor”, afirmou o presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry.

De acordo com o presidente, a proposta é “apoiar os sindicatos na busca de um ambiente cada vez mais favorável aos negócios de seus associados, buscando elevar a competitividade das indústrias estabelecidas no Rio Grande do Sul”.

Segundo o diretor regional do Senai-RS, Carlos Trein, são mais de 1,5 mil vagas em cursos de qualificação no Estado. As indústrias podem encaminhar aos sindicatos as áreas com mais necessidade de profissionais. Para participar do programa, o candidato deve ser indicado por um sindicato da indústria, ter acima de 18 anos, estar desempregado e apresentar a autodeclaração de baixa renda (exigência regimental).

O edital com a relação completa de oportunidades, os critérios para participação e o endereço das unidades estão disponíveis para consulta neste site.

A internacionalização de empresas foi outro tema do evento, que contou também com a presença de presidentes e representantes de sindicatos industriais. Foi apresentada a plataforma de comércio exterior em BI (Business Intelligence) desenvolvida pela Fiergs e que pode ser acessada gratuitamente neste site.

Mérito industrial e sindical

A Fiergs apresentou também a nova configuração das premiações que tradicionalmente realiza. A partir de 2023, ocorrerá o Prêmio Mérito Industrial e Sindical, com periodicidade bianual. O prêmio terá três categorias: Empresário Industrial (proprietário ou sócio de indústria), Destaque Sindical (sindicato industrial filiado à Fiergs) e Projeto Inovador (ações ou soluções industriais novas com tecnologia e inovação).

A Fiergs também criará o Museu da Indústria, localizado na sede da entidade, em Porto Alegre (RS). Será um centro de pró-memória, com registros históricos por todos os meios disponíveis (físicos e virtuais).

Setor segurador cresce no início de 2022 com destaque para regiões Norte e Nordeste 411

Ronaldo Dalcin é presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne) / Divulgação

Confira análise de Ronaldo Dalcin, presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne)

O início de 2022 foi muito positivo para o setor segurador, especialmente na região sob a administração do Sindicato das Seguradoras dos Estados do Norte e Nordeste (Sindsegnne), que abrange 13 estados brasileiros. Em fevereiro, conseguimos auferir um crescimento de 25,7%, superior à performance que obtivemos em janeiro (1,4%) e maior que o próprio comportamento nacional que teve uma evolução de 21,3%.

Observando o bimestre acumulado, comparativamente ao mesmo período de 2021, crescemos na ordem de dois dígitos, ou seja, 12,6%, com arrecadação de R$ 4,9 bilhões, atingindo a marca de 9,3% de market share. A liderança vai para o segmento de Danos e Responsabilidades, com 24% do total arrecadado, o que representa R$ 1,2 bilhões. Nesse segmento, mais uma vez, o protagonista é o Seguro de Automóvel que detém quase 54% da linha de Danos e Responsabilidade, com um volume arrecadatório de R$ 634 milhões.

Pontos importantes a serem ressaltados: a carteira de Seguro de Automóvel cresce mais do que o segmento de Danos e Responsabilidades, linha da qual ele faz parte. Danos e Responsabilidades detêm, no bimestre, crescimento de 21,5% e o auto está com 24,6%. Esse comportamento não segue a mesma lógica nacional, onde Danos e Responsabilidades está com 24,2% e auto 21,3%.

Podemos afirmar que grande parte disso tenha motivação no fato de que essas regiões têm grande volume concentrado na carteira de seguros veiculares (um fator importante, também, é o aumento do prêmio médio nesse segmento). O número citado anteriormente – 54% do total do segmento de Danos e Responsabilidades na nossa região sindical – é composto da carteira de auto e nacionalmente esse número é bem menor: 41%.

Temos também alguns destaques extremamente positivos dentro da seção de Danos e Responsabilidades observando os resultados do Norte e Nordeste: Transportes, com crescimento de 25,7; Crédito e Garantia, com elevação de 116,8%; Responsabilidade Civil, com alta de 73,8%; e Risco de Engenharia com robustos 209%, referendando que a demanda outrora represada por conta das restrições da pandemia está retomando o ritmo normal.

Traduzindo a análise para um olhar mais amplo e de perspectiva, na visão dos últimos 12 meses móveis, reeditamos o ciclo virtuoso de crescimento de dois dígitos (15,6%). Por mais que saibamos que o conflito entre Rússia e Ucrânia continuará afetando as cadeias produtivas mundiais e trará impactos para a nossa indústria, continuo afirmando com muita convicção que nosso setor seguirá essa jornada de números ascendentes, contribuindo com louvor para o crescimento da economia nacional.

Profundas transformações no Seguro Garantia nas duas últimas décadas 437

Stephanie Zalcman é embaixadora da Sou Segura (Associação das Mulheres no Mercado de Seguros) / Divulgação

Confira artigo de Stephanie Zalcman, embaixadora da Sou Segura (Associação das Mulheres no Mercado de Seguros)

O seguro Garantia foi transformado nas últimas duas décadas. Em junho de 2003, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicou a Circular 232 com o objetivo de divulgar as informações mínimas que deveriam estar contidas nas apólices, condições gerais, condições especiais e outras disposições, um avanço para a época no que se referia ao Seguro Garantia em geral, uma redação bem-intencionada e que pela primeira vez registrou a nova modalidade Judicial. Naquela época o setor tinha um cenário bem diferente, o mercado de resseguros no Brasil era fechado, com o monopólio do IRB, e o volume de prêmios dessa modalidade era relativamente baixo para o potencial. No início houve resistência e a maioria das seguradoras abriram as carteiras por volta de 2010, a partir de quando o seguro garantia de forma geral foi se desenvolvendo, com uma importante contribuição do segmento judicial.

Os anos seguintes tiveram resultados expressivos – crescimento do volume de prêmio entre 2005 e 2013 na ordem de quase 1.000% – o mercado ganhou força e foram necessários ajustes. Por isso, em novembro de 2013, a Susep publicou a Circular 477/2013, mas que era um tanto confusa. Extensa, com diversas regras para as seguradoras registrarem suas notas técnicas, distinções foram feitas entre os produtos para o setor público e privado, a Susep deixou de contabilizar de forma separada cada modalidade, mas não se preocupava em simplificar e apresentar de forma claro o produto aos segurados.

Em seguida vivemos anos de incrível desenvolvimento deste setor, seja no Seguro Garantia Judicial ou em todas as outras modalidades – entre 2003 e 2021 houve crescimento de 308%, passando de R$ 1 bilhão para R$ 3 bilhões o volume de prêmio emitido, mantendo evolução estável mesmo em um período de desafios da pandemia.

Em meio a esse franco crescimento, finalmente a Susep acertou a mão com a nova Circular 662/2022, publicada em 12 de abril, alcançando a simplicidade, objetividade e liberdade para atuação do mercado. Em 37 artigos, a autarquia demonstra foco em dar autonomia e liberdade às seguradoras, em vez de um engessamento regulatório.

A circular Susep 662/2022 entrou em vigor no dia 2 de maio estabelecendo as novas regras e critérios para a elaboração e a comercialização do Seguro Garantia. A partir de 1º de janeiro de 2023 as seguradoras não poderão mais comercializar novos contratos em desacordo com as disposições da Circular.

O texto, que passou por duas consultas públicas no ano passado, com a última rodada realizada em novembro de 2021, refina as regras e diretrizes do segmento, aumenta a precisão técnica, reforça os mecanismos de transparência, adota redações mais adaptadas à realidade do mercado e reduz significativamente a assimetria de informações entre as partes interessadas no seguro.

Seguindo a linha da Susep de simplificação do mercado, a nova norma visa facilitar a regulação, aumentar a liberdade contratual e fomentar novos clausulados. Além disso, a Circular ajusta dispositivos para atender melhor a demanda dos clientes e para assegurar e proteger os seus direitos. Dentre as principais mudanças, podemos destacar a flexibilidade e a liberalidade negocial entre seguradora, tomador e segurado, para cobertura de seus riscos.

Temos, agora, regulamentação condizente com um mercado maduro, com liberdade de atuação, pronto para o potencial brasileiro de desenvolvimento do Seguro Garantia.

Argo Seguros e MDS oferecem seguro de RC Profissional para advogados da CAASP 563

Mariana Miranda é Corporate Sales da Argo Seguros; Rogério Lemes é diretor de Retail da MDS Brasil / Divulgação

Seguro protege a carreira, imagem e patrimônio desses profissionais contra eventuais erros cometidos na execução do serviço

Em parceria com a MDS Brasil – uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos – a Argo Seguros está ofertando seu produto de Responsabilidade Civil Profissional para todos advogados da Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo (CAASP). O órgão tem o objetivo de servir assistência social aos advogados e estagiários paulistas regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e seus dependentes.

Esse seguro protege a carreira, imagem e patrimônio desses profissionais contra eventuais erros cometidos na execução do seu serviço, como falhas na tese de defesa, perda de prazo, quebra de sigilo profissional do cliente, e indenização por perda e danos à imagem.

Entre as principais coberturas que o seguro da Argo oferece estão custos judiciais de defesa e honorários advocatícios, danos materiais morais e corporais, erros e omissões, gerenciamento de crises e perda de prazos legais. O produto conta ainda com até seis opções de limites de cobertura – entre R$ 50 mil e R$ 500 mil – e pode ser adquirido tanto por pessoas físicas como por pessoas jurídicas.

“Desenvolvemos um seguro bem completo para a Advocacia Paulista, através dessa parceria com a MDS Brasil. Ele abrange as despesas de defesa, indenizações, acordos e demais pedidos de reparação de danos envolvendo todos os advogados e seus dependentes ligados a OAB no estado de São Paulo”, afirma Mariana Miranda, Corporate Sales da Argo Seguros.

Segundo Rogério Lemes, diretor de Retail da MDS Brasil, entre as principais vantagens que esse produto oferece estão a segurança financeira e econômica, a proteção ao patrimônio e à reputação do profissional, menos burocracia no momento da indenização, tranquilidade para o desenvolvimento do negócio e a garantia de indenização. “É importante frisar também que não há necessidade de ação judicial para acionar o seguro. Caso um terceiro alegue que sofreu um dano por erro profissional, o segurado já pode nos acionar”, completa.

Quem desejar mais informações, pode acessar a página deste produto clicando aqui.

Carlos Josias: Sinistralidade, a queixa 475

Carlos Josias Menna de Oliveira é Sócio do CJosias&Ferrer Advogados Associados / Divulgação

Confira artigo do Dr. Carlos Josias Menna de Oliveira, sócio-fundador da C.Josias & Ferrer – Advogados Associados

Ao longo dos anos tenho me deparado com uma queixa recorrente sempre na mira do tema como um desafio ao setor de seguros, mais precisamente ao segurador, uma espécie de chefe da cadeia – na medida em que é ele quem suporta o risco – qual seja a alta sinistralidade nos mais diversos ramos.

A todo nascer de ano este tema se levanta quase como uma bandeira a ser empunhada para ser vencida esta guerra que se estabeleceu travar.

Não que o tópico não seja relevante, claro que é, mas às vezes me deparo com um dilema que, este sim, me parece mais significativo. Não foram poucas as ocasiões em que sustentei, e convicto estou que corretamente, ser o nosso mercado dotado de extraordinária capacidade de se reinventar, vide a pandemia – entre tantos outros exemplos.

Não houve dificuldade, por mais cruel que tenha sido sua origem, que não acabasse ultrapassada. De sorte que, rotineiramente, os desafios são vencidos, com maiores ou menores esforços, com mais ou menos talento, com ampla ou restrita divulgação.

Com tal habilidade, histórica, do sistema, a queixa sobre a alta sinistralidade, e os desafios que ela possa provocar – e duelos a vencer, sabemos, representam custos, e este é o problema maior do lamento – não deveriam ter a imensa preocupação que parece causar.

Propagar proezas justas tem mais alcance do que se deixar abater pelas perdas – e é uma maneira inteligente, penso, de minimizar estas. Sempre se teve – lema que parece meio esquecido – que o pagamento do sinistro era o “cartão postal” do segurador – o que houve com ele? Tenho, faz tempo, que é necessário divulgar mais o bem que esta alta sinistralidade representa quando é entregue a indenização aos beneficiários. Neste momento, se salvam vidas e patrimônios. E não creio haver, de fato, maior publicidade do que esta.

Quando se pensa na alta sinistralidade deveria se refletir diretamente que sem ela o produto deixaria de existir!

Bendita alta sinistralidade;

Saudações.