59% das empresas já sofreram algum tipo de ciberataque, revela pesquisa 545

59% das empresas já sofreram algum tipo de ciberataque, revela pesquisa / Foto: Thomas Vanhaecht / Pexels

Em análise feita com empresas nacionais destaca que mais da metade delas não possui proteção de dados e informações

A evolução dos setores tecnológicos, atualmente, é constante. A cada ano, surgem novos dispositivos, softwares, hardwares, entre outras tecnologias que até pouco tempo atrás pensávamos ser impossíveis de existir!

Isto, é claro, beneficia pessoas e empresas de todos os portes, fornecendo cada vez mais recursos, seja qual for a finalidade da utilização de determinadas tecnologias.

Os ataques hackers tiveram um aumento significativo nos últimos anos, principalmente durante a pandemia. No mesmo ritmo, houve um aumento nos gastos com resgates de dados, já que ataques como Ransomware e o Phishing, por exemplo, exigem o pagamento em criptomoedas para a recuperação dos dados.

Nesta esteira, os principais alvos acabam sendo as empresas, que segundo os próprios cibercriminosos, são as que possuem maior poder aquisitivo, justamente para poder cobrar valores maiores com o resgate.

Considerando todos esses pontos, a empresa AX4B, consultoria com especialização em Segurança da Informação, realizou uma pesquisa com 20.480 empresas de todo o Brasil, tendo como objetivo analisar a vulnerabilidade contra os ataques hackers e os resultados são alarmantes.

“Muito se fala em proteção contra ataques hackers, mas ainda percebemos que boa parte das empresas no Brasil não estão preparadas para evitar essas ameaças”, comenta Rômulo Oliveira, Gerente de Marketing da AX4B.

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59% das empresas já sofreram algum tipo de ciberataque, invasão ou sequestro de dados

Evidenciando o aumento significativo já citado anteriormente, esse dado mostra que mais da metade das organizações já sofreu com qualquer tipo de ataque cibernético.

“A pesquisa nos revelou uma informação preocupante, estamos falando desde pequenos ataques até as grandes invasões, como as noticiadas nos telejornais. Pequenas e médias empresas são as que mais sofrem com ataques, já que o empreendedor com medo de perder as informações se sujeita a pagar pelos resgates cobrados pelos hackers. Muitas vezes, uma solução de antivírus e backup em nuvem teria evitado o ataque”, diz Rômulo.

Os resgates podem variar conforme o tamanho da empresa e os dados obtidos pelos hackers. Tudo dependerá do quanto de informações foram sequestradas pelos invasores. “Já vimos indústrias pararem totalmente a atividade por duas semanas pois toda a linha de produção e a área administrativa foi comprometida pelo ataque, além disso, pagaram cerca de R$ 400.000,00 em criptomoedas. As quantias para pequenas e médias empresas podem variar de R$ 10.000,00 a R$ 50.000,00”, acrescenta.

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64% das organizações não possuem nenhuma solução Antivírus

Para deixar a situação ainda mais preocupante, a pesquisa realizada aponta que as empresas não estavam preparadas para os primeiros ataques e nem mesmo para os futuros. 64% dos entrevistados afirmaram que não possuem nenhum tipo de proteção, como antivírus, o que evidencia a falta de segurança nas empresas.

Além disso, 53% afirmaram não ter implementado nenhuma solução de backup em nuvem. “As pessoas possuem a falsa impressão de segurança, por serem empresas desconhecidas acreditam que não são alvos de hackers. Mas isso não existe, hackers tentam se aproveitar de qualquer empresa com brechas em sua estrutura de segurança”, complementa Romulo Oliveira.

Perspectiva de melhora (em dados)!

Apesar desta evidente vulnerabilidade de um grande número de empresas brasileiras, é fato que a preocupação dentro delas começa a aumentar, principalmente à medida em que casos de grande repercussão acabam ocorrendo. Isso, claro, é um bom sinal.

Não à toa, os entrevistados também foram questionados se, atualmente, considerariam uma solução de proteção cibernética para suas respectivas organizações. Por aqui, a diferença foi considerável: 76% responderam que sim, contra 24% dizendo que não. E, segundo os especialistas, a tendência é de que este número aumente!

Como as organizações podem se proteger?

Para se proteger dos diferentes modelos de ciberataques, um dos principais pilares trata-se da adoção de soluções de proteção para as organizações. As soluções podem variar diante da complexidade e orçamento da empresa, a mais simples e de fácil acesso é a instalação de antivírus nos equipamentos e dispositivos dos colaboradores

Um Antivírus pode, entre outras coisas, detectar vulnerabilidades ainda não reveladas, mas que estão tentando instalar softwares maliciosos que vão infectar com facilidade o sistema, como os de Ransomware, por exemplo.

Logo, com a implementação dessas soluções, é fato que arquivos, senhas, dados financeiros/ bancários e quaisquer outros tipos de informações sensíveis, estarão com um nível consideravelmente maior de proteção ao seu lado.

“É importante que a empresa mantenha os softwares atualizados, crie políticas de uso dos equipamentos corporativos e treine os colaboradores para identificar sites e e-mails fraudulentos”, finaliza Romulo Oliveira.

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Assistência médica totaliza 49,8 milhões de beneficiários 404

Assistência médica totaliza 49,8 milhões de beneficiários

Planos exclusivamente odontológicos registraram 29.9 milhões de usuários

Os dados de beneficiários de planos de saúde referentes a junho de 2022 estão disponíveis na Sala de Situação https://www.ans.gov.br/images/stories/Materiais_para_pesquisa/Perfil_setor/sala-de-situacao.html, ferramenta de consulta do portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No período, o setor totalizou 49.789.947 usuários em planos de assistência médica e 29.894.874 em planos exclusivamente odontológicos. Nos planos médico-hospitalares, em um ano houve crescimento de 1.650.293 beneficiários – o equivalente 3,43% de aumento em relação a junho de 2021. No comparativo de junho de 2022 com maio de 2022, o crescimento foi de 248.639 usuários.

Já nos planos exclusivamente odontológicos, somaram-se 2.414.293 beneficiários em um ano – o que representa 8,79% de crescimento no período – e 248.639 na comparação de junho de 2022 com maio de 2022.

Nos estados, no comparativo com junho de 2021, o setor registrou evolução de beneficiários em planos de assistência médica em 26 unidades federativas, sendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro os que tiveram o maior ganho em números absolutos. Entre os odontológicos, 26 unidades federativas registraram crescimento no comparativo anual, sendo também que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os estados com maior crescimento em números absolutos.

Importante destacar que os números podem sofrer alterações retroativas em razão das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras.

As tabelas de evolução de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF em diferentes competências estão disponíveis no portal da ANS. Clique aqui e acesse https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias-1/periodo-eleitoral/junho-assistencia-medica-totaliza-49-8-milhoes-de-beneficiarios

ABECOR NEWS fala sobre o mercado de resseguros com Jason Roe, da Chubb UK 412

ABECOR NEWS fala sobre o mercado de resseguros com Jason Roe, da Chubb UK


Oficina do Texto Eduardo Toledo, presidente da ABECOR –  Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguros, recebeu, diretamente de Londres, o Gerente Geral de Produtos da Chubb para área de Marine, Spicie e fine arts, Jason Roe, para falar sobre o mercado de resseguros.

Ao ser questionado sobre o que é Spicie, Roe afirma que Spicie é uma palavra muito antiga na língua inglesa e significa moedas de ouro. “Ela é usada hoje, em tempos modernos, para descrever itens de altíssimo valor. Seja esse valor intrínseco, como em uma commodity, diamante, ouro ou de valor artístico, como nas belas artes ou outros itens similares, como um certificado de ações ou tickets de alimentos”, explicou.

Sobre sua visão sobre o mercado de resseguros, o entrevistado disse que o mercado de resseguros de Londres em termos de fine arts e Spicies é enorme. “Há capacidade para alocar US$ 2.5 bilhões de negócios em resseguros facultativos para o risco brasileiro, se risco se enquadrar nos critérios corretos de subscrição para resseguradora, em termos de segurança, preços e histórico de risco”, disse.

Confira a entrevista na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=MTlryrCsGsQ

Associação beneficente da Allianz Seguros retoma mostra presencial de artes visuais e digitais 407

Associação beneficente da Allianz Seguros retoma mostra presencial de artes visuais e digitais

Evento reuniu mais de 800 pessoas em três dias; Visitantes acompanharam trabalhos inspirados no artista e produtor cultural indígena Jaider Esbell

Após duas edições totalmente on-line, a Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz Seguros (ABA) retomou presencialmente sua Mostra de Artes Visuais e Digitais. Realizada entre os dias 28 e 30 de julho, o evento reuniu mais de 800 pessoas entre frequentadores da instituição e visitantes, que foram divididos em grupos durante os três dias de exposição, seguindo todos os protocolos sanitários de prevenção à covid-19 e evitando aglomerações.

“É diferente você viver essa experiência presencialmente. Para nós, a construção da Mostra tem o significado de um recomeço”, comemorou Rose Oliveira, diretora da ABA. O evento reuniu o aprendizado adquirido pelas crianças, adolescentes e idosos durante o primeiro semestre de 2022. No espaço, os visitantes acompanharam artes visuais, digitais e audiovisuais relacionadas à natureza e inspiradas no artista e produtor cultural indígena Jaider Esbell. Além disso, assistiram, em vídeo, o espetáculo de ballet “Coisa de Criança” – os interessados também podem conferir a apresentação no Portal da ABA Digital (https://www.youtube.com/watch?v=Co_dZz8doFA). “Por meio dessas ações, buscamos ampliar o repertório das crianças, jovens e idosos que aqui frequentam para que eles se posicionem de uma forma positiva na sociedade, sem receios e preconceitos”, explicou Rose.

As pessoas que passaram por lá também participaram ativamente do jogo das palavras, desenvolvido pelos idosos por meio de conceitos básicos de programação. João Raimundo Oliveira Santana, de 67 anos, foi um dos idosos envolvidos nessa atividade. “Eu sou tipógrafo, profissão que não existe mais. Trabalhei por anos e ainda trabalho em gráfica e vim à ABA porque preciso aprender a mexer no computador para continuar no mercado de trabalho”, disse ele. “Já era para ter iniciado o curso antes, mas não tive oportunidade. Agora, que surgiu, eu agarrei”, explicou.

Marco Campos, diretor de Recursos Humanos e Comunicação da Allianz Seguros e atual presidente da Associação, esteve presente no evento. “A ABA nasceu há 28 anos e atendia aproximadamente 120 crianças. Hoje, prestamos atendimento a mais de 1 mil crianças, adolescentes e idosos”, relembra, destacando que os colaboradores da Allianz são parte ativa do projeto. “O apoio dos nossos colaboradores é fundamental para o sucesso deste projeto. Temos um engajamento muito bom em todas as ações promovidas”, disse. Marco destacou ainda a importância de as empresas investirem em ações voltadas à responsabilidade social corporativa. “A Allianz é uma marca conhecida globalmente e tem como um de seus compromissos contínuos contribuir com o desenvolvimento da sociedade. Ao promover ações como essa, a companhia também contribui para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e ética”.

Várias gerações, uma história 

Josevan da Silva Castro, de 28 anos, frequentou a primeira turma da ABA e acompanhou a evolução da instituição. Ele esteve presente na mostra por um motivo duplamente especial: relembrar a vivência adquirida no local e jogar uma partida de xadrez com seu filho, Nícolas Miguel da Silva Castro, que hoje é uma das crianças assistidas pela Associação. “Aprendi a jogar xadrez na ABA. Jogamos em casa também e eu tento passar o máximo de aprendizados possíveis que adquiri na ABA, pois cada brincadeira também tem um propósito”, afirmou ele, que permaneceu na ABA até os 17 anos de idade. “Participei de todo o processo, desde a creche até o curso de capacitação. A ABA foi tudo para mim e possibilitou conhecimentos que nunca tive lá fora”, resumiu.

Kauê Pereira Araújo da Silva, de 27 anos, também foi frequentador da ABA. Permaneceu na Associação dos sete aos 15 anos e, atualmente, trabalha na área Comercial da filial Campinas-Jundiaí da Allianz Seguros, onde iniciou a carreira como menor aprendiz. “A ABA é um mundo à parte. Você entra nesse universo e aprende a conviver em grupo e a ter acesso a diversas oportunidades”, pontuou. “Vim aqui prestigiar esse lugar que me trouxe muitas alegrias”.

Recovery dá dicas de como aumentar a renda aproveitando a proximidade do Dia dos Pais 401

Recovery dá dicas de como aumentar a renda aproveitando a proximidade do Dia dos Pais

Veja o que comercializar para fazer dinheiro e turbinar o orçamento

Uma das datas mais especiais para as famílias brasileiras, o Dia dos Pais, em 2022 será celebrado no dia 14 de agosto e é também uma ótima oportunidade para empreendedores que querem ganhar uma renda extra por ser uma das datas mais importantes para o varejo. A Recovery, empresa do Grupo Itaú e especialista em recuperação de crédito, listou algumas dicas de como aproveitar a data para alavancar a renda mensal com a venda de itens para o Dia dos Pais.

Em 2021, segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mais de 107,7 milhões de pessoas foram às compras para presentear os pais, movimentando cerca de R$ 22 bilhões.

Esse é, portanto, um bom momento para quem deseja ganhar fôlego financeiro para equilibrar as contas, fazer um pé de meia, começar a investir ou quitar dívidas. Se você já é empreendedor ou tem alguma aptidão que possa ser convertida em um presente bacana, aqui vão algumas ideias para turbinar a renda. Confira, também, as dicas para se dar bem na venda de produtos e serviços, descobrindo onde estão seus potenciais clientes, calculando o preço certo e agregando mimos ao que irá entregar.

Cestas gourmet

Alimentos e bebidas são um dos carros chefes da renda extra. E receber uma bela cesta com itens que a gente adora é tudo de bom. Aposte na venda de cestas de café da manhã, vinhos, queijos, pães, frios e até chocolates variados, para pais fãs dessas guloseimas. São muitas as opções, mas a sugestão é não abrir muito o leque para não desperdiçar esforços. Concentre-se em dois ou três tipos de cestas e ofereça opções de tamanhos e valores para atender a todos os bolsos. Capriche na embalagem e na escolha dos produtos, monte e fotografe algumas cestas-modelos para divulgar. Trabalhar sob encomenda, nesse caso, é fundamental. Assim, você compra os ingredientes que irá entregar, sem precisar gastar com estoque.

Tábuas de queijos, frios e castanhas

Em vez de cestas, que tal preparar e vender tábuas de frios? Elas são um excelente presente para pais que gostam de petiscar enquanto ouvem música ou assistem algo na TV. Como queijos e frios estragam rapidamente fora da geladeira, é preciso planejar bem a montagem e entrega para preservar os alimentos. Você pode oferecer tábuas com produtos como: queijos de tipos diferentes, salames, presuntos e outros frios especiais, batata chips, azeitonas, castanhas e frutas secas e torradas e minipães. Aqui também valem as dicas básicas de caprichar na apresentação e oferecer duas ou três versões diferentes de tábuas.

Kits de cervejas

O mercado de cervejas artesanais evoluiu muito no Brasil nos últimos anos, passando a oferecer opções para os diversos paladares. Uma ideia é aproveitar o amplo número de ofertas para criar kits que alegram pais cervejeiros. Crie kits com tamanhos e preços diferentes e escolha algumas marcas de cervejas com as quais irá trabalhar. Na hora de comprar, vale fazer uma busca para encontrar ofertas, mas sem descuidar da data de validade. Outra dica é conversar com gerentes ou donos de cervejarias artesanais de sua região. Além de ajudar na escolha dos sabores, elas também podem oferecer descontos nas compras em maior quantidade

Canecas para cerveja e café

Elas podem ser de cerâmica, plástico, vidro, alumínio, inox, cobre e outros materiais. Esmaltadas, emborrachadas, transparentes ou com coberturas rústicas, como madeira. Há as mais adequadas para cervejas, que mantêm o líquido gelado por mais tempo, e as que seguram a bebida quentinha até o último gole e são perfeitas para café. Podem ser vendidas em duplas, em caixas, ou em kits, acompanhadas de uma boa cerveja, café especial ou de um livro. Nesse caso, o seu trabalho será descobrir produtos legais, negociar com o produtor, preparar uma embalagem diferente e vender. Outra opção é oferecer canecas personalizadas para diferentes estilos de pais, com o nome gravado, frases ou estampas originais. Se a sua pegada de negócio for essa, há diversos tutoriais que ensinam a estampar canecas (https://www.youtube.com/results?search_query=como+personalizar+canecas) à mão ou usando prensas que podem ser encontradas no mercado a partir de R$ 400,00.

Camisas sociais personalizadas

Camisas sociais são sempre uma carta na manga. Mesmo para pais que não usam essa peça para trabalhar, ela é útil em ocasiões especiais como casamentos, jantares e festas. Aqui, vale a mesma regra das camisas esportivas: comprar em lote, por atacado, e vender com algum valor agregado. Um jeito de fazer isso é personalizar as peças que irá vender com botões, iniciais do homenageado ou algum desenho simples, que tenha significado para quem vai receber o presente. A personalização deve ser combinada no ato da venda.

Churrasco & cozinha

Organizadores de armários, barra magnética para pendurar facas, kits para churrasco, facas de queijo, vidros para deixar os mantimentos à vista, potes de pimentas, ervas aromáticas e temperos. Quem gosta de cozinha adora ganhar itens como esses, então, combinar utilidades domésticas e condimentos pode ser um jeito de realizar boas vendas. Descubra atacadistas na sua região, pesquise preços de produtos e embalagens como caixas e sacolas de tecidos para organizar os itens que irá entregar. As combinações podem ir muito além de tábua e faca para churrasco e chimichurri.

Algumas dicas para ser bem-sucedido nas vendas – Agora que você já tem algumas ideias sobre o que fazer para turbinar a renda no Dia dos Pais, pode dar o próximo passo que é organizar a sua oferta. E, nessa hora, planejamento é fundamental. Independente do que irá vender, você precisará de bons fornecedores, de uma produção (se for o caso), montagem e entrega bem-organizadas.

Cada detalhe conta muito para o sucesso do empreendedor, por isso, invista na apresentação e em materiais de qualidade. Se puder usar embalagens recicláveis e biodegradáveis, melhor ainda! Hoje em dia, existem opções acessíveis que não agridem a natureza. Além disso, cartões e bilhetinhos escritos à mão são sinais de atenção e cuidado. Dois pontos são fundamentais: calcule o preço de venda e acerte na divulgação.

Caso o seu empreendimento seja uma loja física, aproveite o Dia dos Pais para enfeitar o lugar, caprichando na vitrine e comunicando uma venda especial durante todo o mês de agosto. Foque na decoração: ela é um excelente cartão de visitas e rende ótimas fotos para redes sociais.

Essas dicas podem fazer com que você tenha uma renda extra e melhore suas finanças ou quite suas dívidas durante o Dia dos Pais. Para consultar seu CPF com a Recovery e entender a sua situação, acesse o https://renegocie.gruporecovery.com/.

Diretora de Normas do IBRACOR analisa impactos da Lei 14.430/22 511

Diretora de Normas do IBRACOR analisa impactos da Lei 14.430/22

Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR / Divulgação
Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR / Divulgação

Ao comentar os possíveis reflexos da Lei 14.430/22, publicada nesta quinta-feira (04 de agosto), que dispõe, entre outros temas, sobre a emissão de Letra de Risco de Seguro (LRS) por Sociedade Seguradora de Propósito Específico (SSPE) e promove alterações no Decreto-Lei 73/66 e na Lei 4.594/64, a advogada Priscila Figueiredo, diretora Técnica e de Normas do IBRACOR – Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, afirmou que o texto aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Presidente da República reflete aprimoramentos que contribuem para o avanço da categoria profissional dos Corretores de Seguros, “especialmente sob a ótica da capacitação, organização e da autorregulação”.

Na avaliação dela, considerando que as autorreguladoras do mercado de seguros são órgãos auxiliares da Susep na forma disposta na Lei Complementar 137/10, a Lei 14.430/22 fortalece a autonomia da organização do setor profissional, obedecidas as regras editadas pelo CNSP, garantindo que a habilitação, regulação e fiscalização dos profissionais possa ser realizada pelas entidades autorreguladoras devidamente autorizadas a funcionar. “Trata-se de um importante ganho para o sistema nacional de seguros privados sob a ótica da gestão de riscos, na qual a Susep poderá efetivamente valer-se das auxiliares legalmente estabelecidas, as autorreguladoras, e dedicar-se a aprimorar, entre outras atividades, os controles para garantia do cumprimento legal e normativo aplicável ao setor, sobretudo na fiscalização prudencial das sociedades seguradoras e resseguradoras, especialmente diante da criação de uma nova forma de constituição de sociedade seguradora”, acrescentou.

Priscila Figueiredo disse ainda que, sem afastar a competência da Susep em continuar responsável pela habilitação e fiscalização do mercado de corretagem de seguros, a atuação da autarquia neste âmbito pode passar a ser residual mediante critérios a serem fixados pelo CNSP e obedecidos pelas entidades autorreguladoras que, por sua vez, além de subordinadas àquela autarquia, serão integralmente dedicadas ao aperfeiçoamento deste mercado.

Nesse contexto, ela entende que as modificações promovidas na Lei 4.594/64 refletem uma modernização da legislação da categoria profissional, além de promover ajustes de adequação às alterações do Decreto-Lei 73/66. “Vale destacar, que a Lei expressa a essencialidade do corretor de seguros durante a contratação e a vigência dos contratos de seguros, inclusive na assistência aos segurados e na liquidação de sinistros, além de suprimir a possibilidade de que as sociedades seguradoras possam receber propostas de contratação de seguros a partir de representantes e agências, delimitando-as o recebimento de propostas advindas da intermediação dos corretores de seguros ou diretamente a partir dos proponentes”, frisou.

A diretora do IBRACOR apontou ainda como outro destaque da nova Lei a possibilidade de divulgação da relação dos registros dos corretores de seguros devidamente habilitados pelos Sindicatos da categoria e pela FENACOR, mediante a disponibilização de informações advindas das entidades responsáveis pelo registro destes profissionais. “Em sendo os corretores de seguros capacitados para atendimento aos consumidores e para defesa de seus interesses perante as seguradoras, torna-se necessário maximizar a forma de garantia da conferência da regularidade do registro, idoneidade e capacitação técnica destes profissionais”, argumentou.

Priscila Figueiredo observou também que a modernização do marco legal dos corretores de seguros contribuirá na sua inserção na economia digital, porém, mantidas as suas características de atendimento presencial e de relacionamento de confiança com os segurados, que podem ser “melhor compreendidas no âmbito da autorregulação a partir de suas atribuições consagradas na Lei 14.430/22, especialmente da função social de assistência ao segurado e seus beneficiários desde a identificação dos riscos até a liquidação de sinistros”.

Por fim, a advogada lembrou que, ao editar a MP 1103/22, o Poder Executivo Federal fundamentou a urgência e a necessidade do ato para simplificar operações de riscos, trazendo recursos do mercado de capitais para o mercado de seguros e, por outro lado, a existência de novos ativos de investimentos disponíveis no mercado não atrelados ao ciclo econômico. “Além de novas competências atribuídas ao CNSP e à Susep no âmbito da regulamentação e supervisão destas entidades, nasceu também a necessidade de interação contínua entre o CNSP, a SUSEP, o Conselho Monetário Nacional e a Comissão de Valores Mobiliários para que, cada umas das instituições, dentro de suas respectivas competências, disponha sobre as operações das SSPEs e sobre os tipos de riscos passíveis de aceitação por meio das letras de risco de seguros”, pontuou, ressalvando ainda que, somando-se a todo o rol de competências e responsabilidade que o CNSP e a Susep já possuem, a lei sancionada “exige uma interação e atuação multidisciplinar no âmbito das SSPEs, demandando ainda mais atenção da entidade fiscalizadora para garantir a segurança e a liquidez do mercado”.