Empresas precisam planejar o futuro com medidas de cibersegurança 538

Empresas precisam planejar o futuro adotando medidas de cibersegurança / Foto: Sigmund / Unsplash Images

Francisco Gomes Junior, advogado especialista em direito digital e crimes cibernéticos, explica que mudanças vão muito além de mudanças contratuais e treinamentos

Estamos na era digital e prestes a ingressar em um momento de rápida evolução tecnológica com a implementação do 5G. Prevê-se forte impacto em toda a indústria e no agronegócio com a possibilidade de novas formas de produção e controle de qualidade.

A revolução tecnológica vem sendo acompanhada por uma adaptação legislativa que garanta o direito dos usuários e da sociedade. O Brasil possui o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) e, mais recentemente, a Lei Geral de Proteção dos Dados (Lei 13.709/2018), que estabelecem regras para as redes de internet e para a forma como dados pessoais dos usuários podem ser utilizadas.

Reconhecendo o direito à privacidade e intimidade como um direito constitucional fundamental, legisladores buscam garantir a máxima segurança ao usuário de internet e mídias sociais com a preservação de seus dados pessoais. Entretanto, inúmeros questionamentos sobre se as medidas legais até aqui adotadas são capazes de garantir tais direitos, tendo em vista que todas as semanas são noticiadas invasões de hackers a sistemas de empresas públicas e privadas com dados pessoais sendo vazados e inclusive comercializados na deep web.

Conclui-se assim que, além das medidas legais de adaptação à LGPD para garantir os direitos de seus usuários, é fundamental que as empresas adotem medidas efetivas de cibersegurança, visando impedir acessos indevidos a seus sistemas. A segurança cibernética se torna um diferencial de mercado, um importante ativo para as empresas em um mercado competitivo.

Uma medida sempre comentada é a privacidade por design. Com o processamento de dados das empresas em ambientes não totalmente confiáveis, como nuvens públicas, é necessário que os sistemas sejam concebidos como “trancados” em sua concepção, através de segurança dos dados com computação de aprimoramento de privacidade (PEC). Outra medida que deve ser aprimorada nos próximos anos com o desenvolvimento cada vez maior da Inteligência Artificial é a da governança que faça a gestão desses módulos. Com o estabelecimento da legislação desta matéria, os parâmetros de controle serão detalhadamente estabelecidos e permitirão medidas de segurança e gestão efetivos.

Pode haver a tendência de que empresas ofereçam ao usuário um controle de privacidade centralizado, ou seja, um portal de autoatendimento onde o titular dos dados gerenciará os consentimentos, os avisos e cookies em uma experiência que garanta maior transparência e segurança.

Enfim, empresas devem investir cada vez mais em medidas de cibersegurança. A adaptação às leis e a garantia efetiva de segurança ao usuário vão muito além de mudanças contratuais e treinamentos. Obviamente que é necessário implantar cultura de privacidade de dados nas empresas, mas sem medidas efetivas de segurança elas estarão vulneráveis a intrusões ilegais e criminosas. É o momento das companhias planejarem seu futuro.

Francisco Gomes Júnior – Sócio da OGF Advogados. Presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). Autor do livro Justiça Sem Limites. Instagram: https://www.instagram.com/franciscogomesadv/

Começam as inscrições para Prêmio de Inovação em Seguros da CNseg 401

Começam as inscrições para Prêmio de Inovação em Seguros da CNseg / Foto: Giorgio Trovato / Unsplash Images

Premiação acontecerá em dezembro para três categorias

Principal referência das ações do setor em transformação digital e da agenda ambiental, social e de governança (ASG), o Prêmio Antônio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros abre as inscrições na próxima segunda-feira, dia 4 de julho. “O futuro é agora” é o mote da premiação que está na11ª edição e é promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

“A cultura da inovação é uma métrica permanente do Prêmio de Inovação, e os projetos, olhando o histórico das contribuições de todas as suas edições, têm sido fundamentais para nos adaptarmos ao ambiente desafiador das mudanças sociais, econômicas e ambientais, criando soluções para sustentar as operações das seguradoras e inovações para aperfeiçoar e agregar cada vez mais valor para os consumidores”, afirmou a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Nos últimos três anos, a CNseg tem registrado a participação de diversos projetos atentos a demandas da nova sociedade, englobando temas como equidade feminina, mudanças climáticas, saúde emocional, humanização nos processos, cuidados com idosos, mitigação de litígios, uso da inteligência artificial em prol do consumidor e outras facilidades digitais de melhorias de acesso dos segurados. Para estimular ainda mais a adoção de práticas ‘ASG’, os ‘Princípios de Sustentabilidade em Seguros” constam dos critérios de pontuação dos projetos avaliados pelos jurados do Prêmio de Inovação.

Poderão participar do Prêmio de Inovação projetos nas categorias “Produtos e Serviços”, “Comunicação” e “Processos e Tecnologias”. Em suas dez edições, 862 projetos já foram examinados pela banca julgadora do Prêmio. Considerando-se a média de inscrições, o prêmio 2022 pode superar mil projetos julgados ao longo de todas as suas edições, avaliou Solange. No ano passado, por exemplo, a premiação bateu recorde de inscrições, com 167 projetos avaliados em sua 10ª edição.

Quinze projetos estarão na final que acontece em dezembro. O primeiro, segundo e terceiro colocados, em cada uma das três categorias, vão receber R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 10 mil respectivamente.

As inscrições poderão ser feitas pelo site: www.premioseguro.com.br.

ViaCap distribui R$ 11,4 milhões para entidades filantrópicas em cinco meses 447

ViaCap distribui R$ 11,4 milhões para entidades filantrópicas em cinco meses / Divulgação

Hospitais e associações voltadas para pessoas em vulnerabilidade social foram beneficiadas

Movida pelo propósito de construir um mundo mais justo e sustentável, a ViaCap chega ao mercado de capitalização com grandes conquistas. De janeiro a maio de 2022, já foram R$ 11.469.869,00 distribuídos para cinco instituições filantrópicas de todo o Brasil. Entre as iniciativas, há trabalhos voltados para o atendimento de pessoas em vulnerabilidade social e com deficiência intelectual, múltipla e autismo – além do hospital infantil que atende casos de alta complexidade

Para o Gerente Atuarial da ViaCap, Walter de Vargas, os números refletem a importância social da filantropia. “Com a venda massiva de títulos de baixo custo, centenas de pessoas têm suas vidas mudadas para melhor”, afirma. Apesar de não ser uma doação, a Filantropia Premiável funciona como um instrumento para ajudar na sustentabilidade das organizações sociais, que não precisarão contar apenas com uma forma de captação de dinheiro.

A instituição com maior arrecadação durante o período foi a Irmandade Santa Casa Londrina (Iscal), entidade filantrópica que disponibiliza redes de hospitais e centros de educação em Londrina, no Paraná. Ao todo, foram resgatados R$ 6.200.686,00.

Entre abril e maio, a ViaCap repassou o montante de R$ 2.854.913,00 à Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), instituição de São Paulo que oferece atendimento a pessoas com Deficiência Intelectual e Autismo para mais de 980 famílias.

No sul do país, em Santa Catarina, o Instituto Plural recebeu R$ 2.249.403,00 que irão ajudar na promoção do bem-estar social de crianças, adolescentes e idosos através da alimentação, saúde, esporte e educação. Ainda no mesmo estado, a Associação Beneficente Nossa Casa, de Criciúma, recebeu R$ 81.908,00 em janeiro. A entidade acolhe crianças e adolescentes em situações de risco social.

As atividades de acolhimento e proteção social para pessoas com deficiência física do Lar da Fraternidade, de Linhares, no Espírito Santo, foram fortalecidas pela quantia de R$ 82.959 recebidas através da Filantropia Premiável.

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Grupo Bradesco Seguros apresenta novo aplicativo que melhora ainda mais a jornada do cliente 450

Fabio Dragone é Diretor de Digital, CRM, Inovação e CX do Grupo Bradesco Seguros / Divulgação

Seguradora investe em design moderno, interface intuitiva e melhor performance nesta nova versão

Mirando um público cada vez mais conectado, o Grupo Bradesco Seguros traz para os segurados seu novo aplicativo, com visual e tecnologia mais modernos e intuitivos. O novo app, disponibilizado desde o início do ano para um número crescente de clientes, otimiza as diversas jornadas do usuário, reunindo todos os produtos de seguros em um só lugar, o que proporciona mais facilidades aos segurados.

Para Fabio Dragone, diretor de Digital, CRM, CX e Inovação do Grupo Bradesco Seguros, as mudanças vieram para tornar o processo mais simples e muito mais rápido para o segurado. “Antes de mais nada, procuramos entender quais eram as principais demandas e necessidades dos nossos clientes. Em geral, eles nos mostraram que buscavam um uso prático, que entregasse os principais serviços com o mínimo de cliques possíveis. Por isso, redesenhamos o aplicativo, contando com especialistas no assunto, para criar uma ferramenta mais leve e com muito mais conteúdo”, detalha o executivo.

Durante o período de testes do aplicativo, a seguradora contou com a participação dos usuários Beta Testers que participaram da construção e depois da execução da Proof of Concept (PoC). Os campos de digitação foram reduzidos em 80% e os números de toques na tela caíram 66%. “Toda a concepção das novas ferramentas foi pensada ouvindo o segurado”, finaliza Dragone.

O novo aplicativo está disponível para os sistemas Android e iOS.

Assistências: opções para complementar o seguro de vida e oferecer benefícios para o dia a dia do cliente 319

Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos / Divulgação

Vantagens dos serviços para residência e pets podem ampliar geração de negócios para o corretor

As coberturas de seguro de vida são soluções intangíveis que proporcionam uma tranquilidade financeira no dia a dia do cliente. No entanto, pensando também em proporcionar um benefício concreto para os segurados, a MAG Seguros disponibiliza aos corretores parceiros a oportunidade de comercialização de uma série de serviços assistenciais para os clientes que contratarem um seguro de vida na companhia.

A assistência pet oferece uma série de serviços, como transporte emergencial, atendimento emergencial, vacinas (aplicação em domicílio), funeral ou cremação, hospedagem do pet, entre outras vantagens.

Quem contrata um seguro de vida da MAG pode optar também pela assistência residencial, que, dentre os serviços oferecidos estão, por exemplo, chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, cobertura provisória de telhados, desentupimento, limpeza de ar-condicionado e instalação de barra de segurança nos banheiros.

“A ideia de contar com um portfólio de assistências é de proporcionar ao corretor parceiro a geração de mais negócios. Já para o cliente, é a oportunidade de contar com benefícios concretos para a solução de problemas cotidianos de uma forma rápida e fácil”, explica Rodrigo Cunha, gerente de Desenvolvimento de Produtos.

Além das assistências pet e residencial, também é possível incrementar a proteção com assistência auto e saúde, sendo esta segunda oferecendo telemedicina 24 horas e desconto em medicamentos, e segunda opinião médica.

Seguros crescem 20% em abril e reforçam expectativas positivas em 2022 537

Seguros crescem 20% em abril e reforçam expectativas positivas em 2022 / Foto: Pixabay / Pexels

Riscos de Engenharia (91,2%), Grandes Riscos (50,8%) e seguro Rural (35,7%) são os ramos de maior destaque no ano

O setor de seguros (sem Saúde e DPVAT) manteve bom desempenho e apresentou forte crescimento de 20,3% em abril na comparação com o mesmo mês de 2021. Nos quatro primeiros meses do ano, a expansão foi de 16,5%.

“Os dados de abril demonstram a solidez do crescimento do setor e reforçam as expectativas da CNseg de que 2022 será um ano muito positivo para o ramo de seguros no Brasil”, avalia o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, no edital da publicação Conjuntura CNseg nº 74.

Oliveira destaca que das 32 categorias da classificação utilizada pela CNseg, 24 apresentaram crescimento positivo no acumulado do ano até abril. “Os principais fatores são a retomada da atividade econômica pós-pandemia e uma maior percepção da importância dos seguros que a pandemia trouxe para grande parte da sociedade. Em face das dificuldades enfrentadas nesses últimos anos, constatamos mais uma vez que os seguros são uma importante ferramenta social para garantia das condições de vida e estabilidade financeira das famílias e empresas”, afirma.

A expansão do setor nesses primeiros quatro meses do ano tem sido sustentada, de um lado, pelo bom desempenho de ramos de grande participação no mercado como o de Automóveis (26%) e seguro Rural (35,7%) e, de outro, pelo forte crescimento de seguros de Grandes Riscos (50,8%) e Riscos de Engenharia (91,2%).

A expansão do seguro de Riscos de Engenharia está ligada à normalização das atividades em vários setores da economia após a pandemia da Covid-19. “Popularmente chamado também de seguro de obras, indeniza o segurado em caso de danos materiais causados por acidentes ocorridos durante a realização de obras, tais como construções ou reformas. Ele se aplica a qualquer tipo de obra e cobre inclusive acidentes causados por veículos, roubo e furto de insumos. Este seguro pode ser contratado por pessoas físicas ou jurídicas e seu custo representa muito pouco sobre o valor da obra”, explica o presidente da CNseg.

Os pagamentos de indenizações, benefícios, resgates e sorteios mantiveram o ritmo acentuado de crescimento no primeiro quadrimestre, totalizando R$ 75,5 bilhões, alta de 26% em relação ao mesmo período de 2021. Grande parte dessa expansão das indenizações se deve ao aumento de preços de veículos novos e usados assim como das peças automotivas.

Outro destaque neste período são as indenizações do seguro Rural que somaram R$ 7,2 bilhões, alta de 394,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse valor já supera o total pago em todo o ano de 2021, em razão de condições climáticas adversas.