Cobertura de riscos climáticos e o avanço do Seguro Rural 592

Rodolfo Bokel é sócio da corretora Globus Seguros / Divulgação

Confira artigo de Rodolfo Bokel, sócio da corretora Globus Seguros

Não é surpresa para ninguém dizer que o agronegócio move a economia do Brasil e fomenta, por consequência, outros setores, como o de seguros. Só no ano passado, de acordo com dados do Ministério da Agricultura, o valor segurado ultrapassou R$ 68 bilhões – o que representa um aumento de aproximadamente 49% em relação a 2020. As agriculturas que apresentaram maior demanda por seguro rural foram: soja, milho (2ª safra), trigo, milho (1ª safra), café, maçã, uva, arroz e tomate.

O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aplicou, em 2021, R$ 1,18 bilhão, valor 34% maior que o executado em 2020. Foram beneficiados aproximadamente 121 mil produtores rurais, contratadas 218 mil apólices e a área segurada total foi de 14 milhões de hectares, 2,4% superior ao resultado de 2020. Isso significa que os produtores rurais estão cada vez mais conscientes sobre a preservação de suas fazendas e plantações e querem estar preparados para as mais diversas situações, como, por exemplo, os riscos climáticos.

De fato, os sinistros mais comuns são perdas por geadas e seca e queda de produtividade pelo excesso ou falta de chuva. Independente do tamanho do agricultor, o seguro climático é essencial para assegurá-lo contra perdas ocasionadas pela própria natureza. Fenômenos naturais, mudanças bruscas de temperatura, entre outros, podem prejudicar e muito o empresário que depende da venda daquilo que produz.

Existem três modalidades de seguros que cobrem riscos climáticos: Multirisco, Nomeados e Seguros de produtos paramétricos. O Multirisco, como o próprio nome sugere, cobre diversos riscos climáticos. Na cotação mais básica normalmente estão inclusos os principais, tais como chuva excessiva, seca, geada, granizo, raio e incêndio, entre outros. Quando se tratar de seguro de faturamento/receita, a variação de preço da cultura também será um dos riscos cobertos.

Na modalidade de Multirisco é importante observar algumas variáveis. A Produtividade Esperada é uma delas, pois tem como referência o potencial de produção da lavoura baseado em uma média histórica. O mercado segurador geralmente define esses números com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cooperativas, instituições financeiras ou consultando o próprio produtor rural.

O nível de cobertura é outro fator importante a ser observado, já que ele é um percentual de proteção garantida pela apólice. Esse número varia de 50% a 85%, dependendo da seguradora e do produto. Quanto maior o nível de cobertura, maior a proteção oferecida pela apólice. Outra variável da modalidade de Multirisco são as coberturas adicionais. Alguns produtos oferecem a possibilidade de contratação, como é o caso, por exemplo, da Cobertura de Replantio e de Perda de Qualidade.

Já na modalidade de Riscos Nomeados, o segurado pode contratar proteção apenas para os riscos de seu interesse. Por exemplo, em áreas de baixa temperatura, o produtor rural pode optar por contratar apenas a cobertura de geada. Cobre diversos riscos climáticos numa única cobertura.

Em agriculturas de frutas e hortaliças, o principal objetivo é cobrir as perdas qualitativas, além da produtividade. Em culturas de grãos e cana de açúcar, a indenização costuma se basear na proporção da área atingida em relação à área total segurada. Na apólice deve constar a franquia ou Participação Obrigatória do Segurado (POS), que é o percentual de risco assumido pelo próprio segurado, o qual normalmente varia de 10% a 30%.

No Seguros de Produtos paramétricos a cobertura é baseada na variação de um parâmetro preestabelecido na apólice, que pode ser de dois tipos: 1. Seguro de Dados Meteorológicos que se baseia na variação de um determinado índice meteorológico, como pluviométrico ou temperatura, indenizando os segurados caso os índices sejam inferiores ou superiores ao estipulado na apólice, gerando prejuízos à lavoura. 2. Seguro de Produtividade Média de Grupo onde a cobertura é dada a um conjunto de agricultores segurados e se baseia na produtividade média de todos, geralmente estabelecida pelo IBGE. O nível de proteção dependerá do percentual de cobertura contratado.

Seja qual for a opção de Seguro Rural escolhido, é importante levar em consideração todos os fatores que influenciam a produtividade do seu negócio e entender todas as cláusulas e coberturas garantidas pela apólice. Se você tem dúvidas, consulte sua seguradora e tire elas antes de qualquer decisão, pois no futuro você pode estar mais preparado diante de uma situação adversa ou se arrepender por não ter dado a devida importância neste tema.

Sabemi, Peper e MetLife apresentam novidades aos corretores do CSP-MGdg 549

Representantes das beneméritas Sabemi, Peper e MetLife com os dirigentes do CSP-MG / Divulgação

CSP-MG realiza primeiro evento híbrido com a presença de beneméritas

Depois de dois anos e meio promovendo atividades on-line devido à pandemia, o Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG) realizou, no dia 21 de junho, o primeiro evento híbrido de 2022. O IV Workshop Conhecer para Proteger teve a participação das beneméritas Sabemi, Proteção Escolar Permanente (Peper) e MetLife.

O reencontro com o público, obedecendo todos os protocolos sanitários, aconteceu no auditório do Sindicato das Seguradoras (SindSeg MG/GO/MT/DF), no centro de Belo Horizonte. Os participantes foram recepcionados com um welcome coffe.

“Registro a minha satisfação com a presença de vocês. Sejam bem-vindos! Retomamos os eventos presenciais após a pandemia de Covid-19 ter arrefecido um pouco por causa do crescimento do número de pessoas vacinadas. Mesmo assim manteremos todos os cuidados visando à segurança dos participantes. É o primeiro evento nesse modelo. Caso haja adesão do público, podemos repetir o formato nos próximos workshops que estão agendados para este ano”, afirmou o presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello.

A primeira apresentação da manhã ficou a cargo do diretor da benemérita Sabemi, Rodrigo Pecoraro, que participou de forma remota. O executivo falou sobre a histórica companhia, que está prestes a completar 50 anos de fundação.

A empresa atua com seguros de vida individual e coletivo, acidentes pessoais, previdência e prestamista. Segundo o executivo, há dois anos a Sabemi começou a intensificar a distribuição voltada ao mercado de affinity. “É um segmento que precisa ser desenvolvido. No Brasil, apenas 15% da população possui apólices de seguro de vida, enquanto em países como nos Estados Unidos esse número chega a 70%”, constatou.

Pecoraro destacou que a Sabemi investe “fortemente” no mercado massificado e espera contar com os corretores para a ampliar a distribuição dos produtos. Atualmente, a companhia atua com mais de 500 corretores em todo País e tem 12 filiais, inclusive em Belo Horizonte, que está sob o comando da executiva de Vendas, Patrícia Brandão, presente ao evento.

“Estamos abertos para conversar, traçar planos de crescimento do nosso negócio e da carteira do corretor. Nos últimos anos, a companhia deu um salto muito importante, é o que chamamos de ‘mar aberto’. Estamos trazendo para o mercado um player forte, uma empresa extremamente sólida e com planos de expansão audaciosos”, salientou o executivo.

O diretor da Sabemi reforçou que a empresa possui “um olhar bastante amplo” para o segmento de benefícios, a serem utilizados em vida, além de oferecer assistências inovadoras. “Em julho, por exemplo, lançaremos o programa de medicamento gratuito – com receituário – para nossos segurados. Seremos a primeira companhia do País a oferecer essa novidade”, anunciou.

A diretora do Peper, Elaine Patente, apresentou-se em seguida. A executiva falou sobre os diferenciais do produto, que é considerado “o seguro escolar mais inovador do mercado”. Trata-se de um seguro de acidentes pessoais, voltado para instituições de ensino regular, escola de idiomas, cursos técnicos, escolas de enfermagem, creches e cooperativas de ensino, que já atende a mais de 1 milhão de estudantes segurados no Brasil.

“Além da cobertura de acidentes pessoais, que funciona 24 horas fora ou dentro das escolas, inclusive em viagens internacionais, o produto agora está mais completo, pois agregou as coberturas do Responsabilidade Civil (RC) e do Seguro Educacional, ampliando a proteção para escolas, pais e alunos”, enfatizou.

O Peper, segundo a executiva, oferece diversos serviços como carteirinha digital do aluno, aplicativo personalizado, ampla rede credenciada mais reembolso, professor particular, tratamento odontológico em virtude de acidente, fisioterapia (transporte integrado), exames investigativos, entre outros.

Elaine Patente também listou as vantagens para o corretor que comercializa o produto. “Começa pelo custo do produto, que é muito competitivo, e os ganhos para o corretor, bem atrativos. Disponibilizamos um sistema de gestão operacional e financeiro, cotação e contratação simplificadas, apoio de equipe especializada. Há ainda a possibilidade de prospectar mais clientes nas escolas, abrindo o leque de relacionamentos. Por meio do Peper, os corretores podem explorar novos negócios e oferecer aos clientes outros produtos também”. O Peper opera hoje com 350 corretores parceiros em todo Brasil, de acordo com a executiva.

A próxima apresentação do workshop foi feita por Amanda Martins, especialista em Vida MG/CO da MetLife, que apresentou a equipe comercial da companhia, que estava presente ao evento: Alessandra Castellano (diretora comercial RJ/ES/N/NE/MG/CO); Fernanda Machado (gerente regional Minas Gerais e Centro Oeste); Marcos Delgado (gerente filial Digital & Canais de Vendas); Henrique Dolabela (executivo comercial) e Sofia Magalhães (executiva comercial).

Amanda Martins ressaltou o propósito global da companhia, sintetizado no slogan “Sempre com você, construindo um futuro mais seguro”. Apresentou números da corporação e falou também sobre as propostas de valor da empresa calcados nos pilares “Produtos”, “Suporte à corretora”, “Condições Comerciais”.

“Somos especialistas em vida e odontológico. Temos todo o suporte para gerar valor ao corretor. Somos muitos acessíveis e oferecemos inúmeros diferenciais e benefícios para aqueles que atuam com os produtos da MetLife. Podem entrar em contato, porque estamos sempre ao dispor de todos os corretores de seguros. Convido a todos que não trabalham com a MetLife que venham conhecer os nossos produtos e as nossas soluções”, concluiu.

Após cada apresentação, o público, no auditório, e as pessoas que acompanhavam a transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do CSP-MG puderam interagir com os palestrantes, enviando perguntas, dúvidas e sugestões. A mediação ficou a cargo do diretor do Clube, consultor e professor, Maurício Tadeu Barros Morais.

Próximo evento

O V Workshop Conhecer para Proteger já tem data marcada. Será realizado no dia 6 de julho, das 9h30 às 11h30, no auditório do SindSeg. Haverá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do CSP-MG. Mais detalhes serão divulgados em breve.

CSP-MG mostra como a inteligência em vendas pode alavancar negócios 551

Professor Maurício Tadeu ministrou o curso "Inteligência em Vendas - Como alcançar alto desempenho na comercialização de Seguros de Pessoas" / Divulgação

Treinamento, em parceria com a ENS, aconteceu de 13 a 15 de junho

A inteligência em vendas como aliada do corretor para alcançar alto desempenho na comercialização de seguros de pessoas. Esse foi o mote do último curso on-line realizado pelo Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG), de 13 a 15 de junho, em parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS). O treinamento ficou a cargo do professor e consultor, Maurício Tadeu Barros Morais.

Segundo o professor, hoje o corretor precisa mudar a forma de se relacionar com o cliente. “A abordagem passa essencialmente por aspectos comportamentais, emocionais, pelo uso de competências interpessoais. O cliente espera um atendimento cada vez mais personalizado e customizado”, ensina.

Morais explica que há uma mudança estrutural na cadeia produtiva do setor de seguros. Uma série de iniciativas já estão impactando o mercado como o lançamento de novos produtos e coberturas baseados no conceito Pay Per Use, seguros incorporados, seguros paramétricos, modelagem preditiva para precificação dos produtos, monetização de dados, aumento dos processos de automação, inovação acelerada, Open Insurance, insurtechs, bigtechs.

“A transformação é profunda e envolve fornecedores, distribuidores e consumidores. Os corretores devem se preparar, adaptando seus negócios à realidade. É fundamental que o profissional coloque o cliente no centro do processo. Outra dica é estar cada vez mais próximo do segurado, observando a sua cultura, demandas, esclarecendo suas dúvidas, ouvindo suas dores. Construir uma relação de confiança, gerando valor ao cliente, por meio de uma comunicação clara, objetiva, antenada ao mundo digital”, acrescenta.

Maurício Tadeu acredita que o corretor é um agente de transformação e proteção da sociedade. “Cabe a ele acompanhar, planejar que tipo de proteção o cliente vai necessitar em cada etapa de sua vida. É o papel de educador securitário e financeiro”, ressalta.

O professor forneceu uma série de dicas de abordagem e fechamento de propostas, usando também técnicas de neurociência. Os alunos registraram suas opiniões na plataforma de aprendizado. “Fantástico! O curso abordou pontos que eu ainda não tinha visto em outros treinamentos”, elogiou Moacir Abba de Souza Filho.

Para Ivan José da Silva, uma das principais lições do treinamento é que o corretor “precisa estar preparado, principalmente emocionalmente para conduzir um atendimento de forma favorável”.

“O curso foi bastante produtivo e eficaz. Devemos sempre ofertar ao cliente aquilo que ele quer e não o que nós queremos. É preciso falar a linguagem do cliente”, observou Carla Guimarães.

Na avaliação do presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, o Clube encerra o ciclo de cursos de 2022 com um saldo “extremamente positivo”.

“Foram quatro oportunidades de capacitação que disponibilizamos ao mercado. Reunimos centenas de profissionais do seguro para aumentar a qualificação em temas atuais, primordiais para o desenvolvimento pessoal e profissional, como LGPD, Previdência Complementar, Saúde Suplementar e o último de Inteligência em Vendas, com foco nos Seguros de Pessoas”, enfatizou.

Para ministrar os cursos, foram escolhidos instrutores “de comprovada competência, chancelados pela ENS, nossa parceira no projeto. Disponibilizamos ainda aos participantes a oportunidade de contribuir com nossa campanha de doação de cestas básicas. Certamente repetiremos o projeto, ofertando cursos com outros temas de relevância para os agentes de nosso mercado. Agradecemos às beneméritas do CSP-MG que possibilitaram a realização dos treinamentos”.

Gallagher Brasil e Horiens apoiam evento sobre gestão de riscos e seguros em Energia Offshore 589

Encontro acontece nesta terça (21), a partir das 14h

A gestão de riscos e a contratação de seguros têm se provado cada vez mais aliadas e essenciais para a sustentabilidade e crescimento das empresas. Fatores climáticos, pandemias, crises energéticas, transformações sociais, econômicas e políticas desenham cenários em que a busca de proteção por meio do seguro passa a fazer parte na tomada de decisões especialmente empresariais.

É neste ambiente que, com apoio da Gallagher Brasil e da Horiens Risk, o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-Rio) realiza evento no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, dia 21, tendo como tema “Gestão de Riscos e Seguros como Diferencial no Setor de Energia Offshore”. Além do apoio institucional, os executivos Thiago Navega, Diretor de Riscos Facultativos da Gallagher Re; e Rafael Souza, Diretor de Riscos e Seguros da Horiens Risk, serão painelistas no fórum.

A Gallagher e a Horiens – duas companhias com reconhecidas expertises mundiais em gestão de riscos e seguros para o setor de energia offshore – levarão ao público o conhecimento dos riscos e dos instrumentos de proteção desta atividade que é essencial ao progresso, pois é a energia o que move o mundo nas mais diferentes frentes. No painel que compartilharão, o objetivo é apresentar soluções qualificadas e precisas que apoiam as empresas para a tomada das melhores decisões de negócio.

Agenda

Insurtech Planetun apresenta inteligência artificial que aprova seguro em poucos segundos 652

Henrique Mazieiro é CEO da Planetun / Divulgação

Solução agiliza aprovação de vistorias e facilita a contratação de seguros

A insurtech Planetun lança nesta segunda-feira (20) o VIA, sua nova solução de vistoria automotiva. Baseada em inteligência artificial, o VIA oferece mais agilidade no processo de aceitação da apólice e comunicação com o cliente, além de direcionar os processos complexos e suspeitos para análise humana.

O VIA aprova os processos que podem ser aceitos, direciona para análise dos peritos os processos que necessitem avaliação humana e recusa os que devem ser recusados. Para isso, além de analisar as imagens da vistoria, ela valida toda a jornada do cliente trazendo um score, que pode ser calibrado de acordo com as regras do cliente, que pode definir os processos a serem aceitos automaticamente.

A IA valida processos que o perito consegue ver, como se o veículo da foto é o mesmo da proposta de seguro, danos aparentes no veículo e valida documentos. Além disso, ela é capaz de verificar processos antifraude que o perito não consegue ver, como fotos de um único processo feita por diferentes aparelhos, envio de fotos de fotos, fotos repetidas já utilizadas em outros processos e, adicionalmente, realiza uma profunda análise baseada na jornada padrão do uso de aplicativo e inteligência adquirida ao longo de todos estes anos de estudo.

Na jornada atual da contratação do seguro, o cliente envia fotos através do app para a seguradora, que envia o material para o perito analisar. Esse processo pode levar até 5 dias. Com o VIA, o cliente envia as fotos através do app e a IA embarcada no appweb analisa, ao mesmo tempo, as fotos enviadas, a jornada do cliente e faz a análise antifraude, para definir o score para direcionamento dos processos aceitos, recusado e a serem analisados pelo perito. Para processos aceitos de acordo com o score, a aprovação é feita na hora.

Atualmente o processo de vistoria prévia penaliza o bom cliente, já que o processo atual tem como objetivo procurar os processos que possam ser recusados. “Em média, aproximadamente 7% das vistorias prévias são recusadas. No entanto, o mesmo processo de avaliação é realizado para todos os demais processos onerando em muito a operação e deixando a experiência do cliente não muito encantadora. Com a inteligência artificial do VIA e nosso sistema de antifraude, trazemos um olhar para os processos que podem ser aceitos na hora e direcionamos para análise dos peritos apenas os processos que realmente necessitem de uma análise mais detalhada. Nosso processo veio para somar e contribuir com os modelos de análise já realizados pelo mercado. Isso só foi possível pelo longo tempo de estudo de todos dados adquiridos nos últimos 16 anos do grupo Planetun”, explica Henrique Mazieiro, CEO da Planetun.

Chubb Digital: Inspeção de Riscos Ambientais para Fins de Seguro 608

Treinamento acontece nesta terça (21), a partir das 9h30min

Nesta terça-feira (21 de junho), a partir das 9h30min, o Chubb Digital vai apresentar um pouco mais da abordagem da companhia para realização das inspeções de riscos ambientais para fins de seguros.

Na ocasião, os parceiros de distribuição da Chubb irão saber como é realizada a inspeção, no que difere das inspeções de riscos tradicionais de propriedade, como as empresas poderiam se beneficiar da inspeção de riscos ambientais, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em que estamos inseridos e muito mais.

O momento terá como host o especialista Marco Amendola. Para participar é muito simples, basta acessar este endereço.

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