Andréia Araújo: CVG RS faz aniversário de 32 anos 678

Andréia Araújo: CVG RS faz aniversário de 32 anos / Divulgação

Executiva é presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul

Mais de três décadas de força e foco do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) marcam nossa trajetória.

As histórias são diversas nesses 32 anos de existência da Entidade. Hoje, 28 de junho, celebramos essa data com o mesmo entusiasmo de décadas atrás.

Nosso objetivo continua o mesmo: proporcionar ao mercado segurador gaúcho relevantes encontros sociais, culturais, educativos, interativos e inclusivos. Além disso, queremos estar cada vez mais próximos dos nossos associados e futuros associados.

Nossas portas estão abertas para que boas ideias e tendências contribuam com o crescimento da nossa entidade e por consequência do setor.

Desde 1990, o CVG RS vem promovendo encontros e ações colaborativas, formativas e de networking.

Nossa Entidade consolida sua marca através do empenho, profissionalismo e dedicação de todos que compõem essa diretoria e todas as que nos antecederam.

Nesses 32 anos de mercado segurador reforçamos o desejo de chegar cada vez mais nos lares brasileiros levando a conscientização da importância da proteção através do seguro.

Durante o período em que encontros presenciais não foram possíveis, encontramos na tecnologia uma aliada para nos transportar até o público do CVG RS realizando mensalmente bate-papos online que trouxeram temas diversos.

Felizmente já podemos nos reencontrar e o retorno dos nossos habituais eventos presenciais foi marcado recentemente pela tradicional Feijoada do CVG RS que reuniu mais de 200 participantes – momento em que iniciamos as comemorações pelos 32 anos do CVG RS.

Fico muito feliz também que, neste mandato, tenhamos aberto as fronteiras no Estado do Rio Grande do Sul através do Projeto de Interiorização, para que juntos pudéssemos unir ideias e iniciativas, alavancando ainda mais o mercado segurador no segmento de Vida, Previdência e Saúde. Além da Interiorização, o nosso “Sem Fronteiras” tem trazido diferentes vozes do mercado nacional para compartilhar experiências.

Quem venham mais muitas e muitas décadas de trabalho dedicado à proteção das pessoas! É um privilégio e uma grande honra fazer parte desta história.

Gratidão;
Andréia Araújo

Justiça Federal libera operação da Buser no Rio Grande do Sul 416

Justiça Federal libera operação da Buser no Rio Grande do Sul / Divulgação

Magistrada reconheceu a legalidade da startup, e ressaltou a importância do modelo de negócios que empodera o consumidor final. Decisão permite viagens interestaduais no RS, tanto no modelo de fretamento colaborativo como marketplace

A 2ª Vara Federal de Porto Alegre liberou as operações da Buser em viagens interestaduais no Rio Grande do Sul. A sentença da juíza Daniela Tocchetto Cavalheiro julgou o mérito, e encerrou o processo movido pela Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do RS (Fetergs) contra a startup, que promove a intermediação de viagens de ônibus por meio de uma plataforma na internet.

Na decisão, a magistrada ressaltou que a Buser é uma empresa de tecnologia. Portanto, não sendo uma empresa de transporte, não precisa de autorização ou concessão do Poder Público para operar. “Não se trata de transporte irregular sob o manto da livre iniciativa, se trata de um modelo novo de negócio, anterior ao momento do transporte, capaz de conectar e agrupar pessoas às prestadoras de fretamento, estas sim sujeitas às normas atinentes ao negócio de transportes e fiscalização da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)”, afirmou. “Neste ponto destaco que quando do cadastramento dos prestadores fretadores, exige-se a apresentação de documentos relativos à autorização administrativa, o que atesta a legalidade da atividade”, complementou.

A juíza também reconheceu a legalidade da Buser, e ressaltou a importância do modelo de negócio da startup do ponto de vista do consumidor. “O modelo empodera o consumidor final, já que este, em última análise, é quem ganha com a possibilidade de utilizar de um fretamento coletivo para viajar a um mesmo destino com outros consumidores, que podem usar então de um modelo privado de transporte, caso entendam melhor e mais barato.

Para a magistrada, o modelo de negócio da Buser não envolve serviço público. Segundo Daniela, isso não afasta a possibilidade de empresas de transporte que operam linhas regulares, concedidas pelo Poder Público, de se juntarem à plataforma da startup. “O novo formato inclusive pode resultar que as empresas representadas pela parte autora (Fetergs) venham a utilizar o mesmo modelo, que não se confunde com o serviço público por elas prestado.

A sentença também confirmou que não existe norma que proíba o modelo de negócio da Buser. “A inexistência de proibição dessa natureza implica, por decorrência lógica, a sua permissão”, salientou. “A proibição indistinta de tal modalidade de prestação de serviço acabaria por contrariar a livre iniciativa e a livre concorrência, ensejando crescimento desproporcional de reservas de mercado em favor daqueles atores econômicos que já se encontram estabelecidos, o que, aliás, prejudica o próprio consumidor final, que não pode desempenhar sua liberdade de escolha”.

A magistrada afastou, ainda, a alegação de concorrência desleal. “Os dados juntados não permitem qualquer conclusão quanto aos motivos que provocaram tal diminuição da procura pelo transporte coletivo. Não há qualquer demonstração de relação de causa e efeito, no que diz respeito ao momento subsequente à existência de sistemas de aplicativos (…), de modo que qualquer relação aventada fundamenta-se em suposições”.

Na visão da magistrada, é plenamente possível que o transporte fretado e o regular ocorram de modo concomitante. “A existência de uma modalidade de transporte diversa, como a discutida neste processo, não implica, necessariamente, a cessação da forma jurídica das concessões das linhas regulares”.

Por fim, a juíza também descartou que existam elementos concretos que indiquem riscos à segurança dos passageiros nas viagens por fretamento. E frisou que as operações das empresas fretadoras intermediadas pela plataforma Buser são fiscalizadas pela ANTT.

Jurisprudência favorável ao modelo da Buser

Plataforma de intermediação de viagens rodoviárias que já conta com 8 milhões de clientes em todo o Brasil, a Buser vem conquistando importantes vitórias nas disputas judiciais que discutem questões regulatórias. Assim como aconteceu com os aplicativos de transporte individual em todo o País, o caminho também tem sido esse no transporte rodoviário de passageiros.

A Buser vem obtendo importantes vitórias nas mais altas instâncias do Poder Judiciário nessa disputa regulatória. O primeiro embate superado pela startup frente às empresas tradicionais foi junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), após a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) ajuizar ação (ADPF 574) pedindo que o STF declarasse inconstitucionais todas as decisões judiciais que autorizavam o funcionamento do “fretamento colaborativo” de ônibus por meio de aplicativos. Na ocasião, o ministro Edson Fachin (STF) negou o pedido de suspensão do aplicativo da Buser. Mais tarde, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também consideraram que não havia irregularidades na atividade da Buser. Tais posicionamentos motivaram que a Abrati finalmente desistisse do pleito em abril de 2021.

Em dezembro de 2020, foi a vez do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) julgar improcedente um recurso do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo (Setpesp), que acusava a Buser de transporte ilegal de passageiros.

Já em novembro de 2021, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) havia derrubado outra tentativa de restringir o direito de escolha dos viajantes de ônibus. Por unanimidade (3 votos a 0), a 12ª Câmara Cível da Corte negou o provimento de recurso do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários Intermunicipais (Sinterj), que queria suspender as atividades da Buser no Estado. Na prática, o TJ-RJ liberou as operações das empresas de fretamento em viagens intermunicipais, e derrubou a argumentação dos grandes empresários de ônibus de que a Buser opera de forma irregular.

A tentativa de impedir a liberdade de escolha dos viajantes para manter o oligopólio, que comanda o setor de transporte rodoviário há décadas, já havia sido derrotada também no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que decidiu no mesmo sentido, liberando as operações de fretamento colaborativo em viagens interestaduais partindo do Rio de Janeiro.

A Justiça da Bahia também suspendeu uma sentença que proibia a operação da startup no Estado. Em junho, o Judiciário de Santa Catarina também liberou as viagens intermunicipais pela Buser em todo o território catarinense ao revogar uma liminar concedida antes da promulgação de um Decreto que reformulou a legislação estadual sobre o transporte fretado de passageiros.

No fim de maio, uma decisão da 3ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Minas Gerais determinou que a norma do “circuito fechado” não vale para o fretamento colaborativo. Na sentença, o juiz Ricardo Machado Rabelo ressaltou que a regra que impõe às empresas fretadoras que façam viagens sempre com o mesmo grupo de passageiros, nos trajetos de ida e volta, “trata-se de medida restritiva destituída de amparo legal”.

Mais recentemente, uma decisão da Justiça do Espírito Santo deu ganho de causa à Buser e às duas empresas de fretamento parceiras em ação movida pela Viação Águia Branca, uma das maiores empresas de ônibus do País. O magistrado também defendeu o circuito aberto e destacou, ainda, que a imposição da regra do circuito fechado ao transporte por fretamento fere autonomia e liberdade de locomoção dos consumidores.

Circuito fechado é anticoncorrencial

O principal entrave regulatório para o negócio da Buser hoje, e que muita vezes acaba sendo alvo de disputas judiciais entre as plataformas e as velhas empresas, é o Circuito Fechado no fretamento, norma estabelecida por um decreto presidencial de 1998, que determina que o mesmo grupo de passageiros faça obrigatoriamente as viagens de ida e volta, no mesmo ônibus, na mesma rota.

Diversos estudos e pareceres de especialistas mostram que essa regra, além de anticoncorrencial, é um entrave ao crescimento econômico do país. Três ministérios do atual governo já se manifestaram favoráveis ao fim do circuito fechado, incluindo o MInfra. Em janeiro deste ano, o Ministério da Economia, por meio da Frente Intensiva de Avaliação Regulatória e Concorrencial (FIARC), declarou que o “circuito fechado” é anticoncorrencial, que viola as regras da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e que traz prejuízo estimado em R$1 bilhão ao ano para o país, além de propor alteração da regulação para prever a categoria de fretamento colaborativo, ofertado via aplicativos, por gerar benefício à população e nova demanda para o setor. O Ministério do Turismo também já emitiu parecer contrário a essa norma.

Um estudo feito pela LCA Consultoria mostrou que a mudança da regra do circuito fechado geraria uma expansão na ordem de R$ 2,7 bilhões no PIB, com um aumento de R$ 462,8 milhões na arrecadação tributária federal com as atividades turísticas e a criação de 63,5 mil novos empregos diretos e indiretos.

A Buser tem acompanhado com atenção o trabalho da Câmara dos Deputados, por meio da Comissão de Viação e Transportes. Há diversos projetos positivos em tramitação que buscam solucionar a situação enfrentada pelo setor de transporte de passageiros por fretamento.

PROCEDIMENTO COMUM Nº 5005487-53.2020.4.04.7100/RS

Roadshows da Akad Seguros em agosto devem reunir mais de 200 corretores 421

Rafael Fragnan, COO da Akad Seguros / Divulgação

Seguradora realizará eventos em Porto Alegre (RS), no dia 10; e Belo Horizonte (BH), no dia 25

Com o objetivo de apresentar suas novidades e ampliar o relacionamento com os parceiros comerciais, a Akad Seguros terá dois encontros com os corretores durante o mês de agosto. O primeiro deles está agendado para o próximo dia 10, às 09h30min, em Porto Alegre (RS), no Hotel Hilton, no bairro Moinhos de Vento.

O segundo evento será realizado em Belo Horizonte (BH), no dia 25, no mesmo horário, no Hotel Radisson Blu Savassi. Ao todo, as duas reuniões devem reunir mais de 200 profissionais do setor e representantes de corretoras e assessorias

A comitiva da Akad Seguros que participará dos eventos será formada pelo CEO, Danilo Gamboa; o COO, Rafael Fragnan; o Head de Transporte, Ivor Moreno; o executivo comercial, Marcio Santos; a executiva de Vendas e Marketing, Cintia Santos; e o coordenador de Parcerias, Vinicius Chiliani.

“Temos grandes parceiros nessas duas capitais e será um prazer revê-los presencialmente, depois de quase dois anos de pandemia. Já para aqueles que ainda não trabalham conosco, faço o convite para que compareçam aos eventos. Será uma oportunidade de nos conhecer melhor e, quem sabe, começarmos a construir bons negócios em conjunto”, disse Rafael Fragnan, COO da Akad Seguros.

Os corretores que desejarem participar de qualquer um desses encontros pode enviar uma mensagem para equipe comercial da seguradora através do e-mail marketing@akadseguros.com.br.

Vale lembrar que a marca Akad Seguros foi lançada recentemente em substituição a Argo Seguros. A seguradora mudou de nome após receber aporte da GP Investments, um dos principais gestores brasileiros de fundos de private equity. Apesar da mudança na identidade visual, a equipe, os produtos e a forma de operar da companhia não sofreram mudanças.

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Empresariado gaúcho lamenta aumento na taxa de juros; Renda fixa é opção para investidores 1224

Empresariado gaúcho lamenta aumento na taxa de juros; Renda fixa é opção para investidores

Copom anunciou elevação do índice conforme expectativas do mercado financeiro

A taxa Selic foi elevada para 13.75% a.a. após reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central. Diante disso, os investimentos em renda fixa ficam em ascensão, mas diversos segmentos da cadeia produtiva lamentam o novo aumento e defendem o fim deste ciclo dos juros no Brasil.

É o caso do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

“Esse foi o décimo segundo aumento na dose desse remédio amargo que começou a ser administrado em março do ano passado para conter o processo inflacionário. Diante de um cenário cheio de incertezas, o administrador desse remédio – a autoridade monetária – tem toda sua atenção nas expectativas de inflação à frente para considerar qualquer novo ajuste na Selic. Na prática, com a taxa básica de juros já muito elevada, o crédito mais caro não apenas reduz o impulso de consumo e de investimento, mas também encarece as dívidas contraídas pelas famílias e pelos empresários, exigindo atenção ainda maior nesses tempos desafiadores”, comentou.

Já a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) defendeu enfaticamente o encerramento deste “ciclo de apertamento monetário”.

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, alcançando 13,75%, foi criticada pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry:

“O Banco Central já fez seu trabalho e acredito que o ciclo de aperto monetário deva ser encerrado. A elevação da taxa de juros no Brasil começou muito antes do que nos demais países, e sabemos que as implicações dos juros mais elevados têm impactos defasados sobre a economia. Dessa forma, as decisões do Copom tomadas ao longo dos últimos 12 meses terão efeitos sobre a atividade por diversos meses à frente, o trabalho do Banco Central já foi feito, agora é esperar. O quadro atual aponta para a desaceleração da inflação, juntamente com o aumento dos custos de crédito, postergação dos investimentos e risco de uma queda acentuada na atividade. Além disso, o cenário externo está mais favorável: o aumento nos juros e redução da atividade econômica nos países desenvolvidos deve provocar uma desaceleração do crescimento econômico global e já se observa o primeiro efeito dessa conjuntura sobre os preços das commodities, que vêm mostrando sinais de arrefecimento”, analisou.

Renda fixa seguirá como destaque, mas há alternativas para diversificar investimentos

Com o nível atual dos juros, a renda fixa seguirá como destaque nas carteiras dos investidores. Arley Junior, estrategista de Investimentos do Santander Brasil, observa que a captação nas aplicações indexadas ao CDI – taxa que acompanha de perto o juro básico – têm acelerado nos últimos meses. Dentro dos ativos pós-fixados, o investidor tem alternativas que proporcionam resgate imediato, como CDBs, fundos DI e o Tesouro Selic, ou as Letras (LCIs e LCAs), que possuem carência, mas são isentas de cobrança de Imposto de Renda para pessoa física.

“Investimentos em crédito privado também têm sido muito procurados, seja via títulos ou fundos e previdência. São alternativas que estão com prêmio em relação aos títulos públicos e, em alguns casos, são isentas de IR para pessoa física. Por isso, na nossa visão, devem complementar a parcela do portfólio alocada em renda fixa”, compartilhou Arley.

“Ainda neste universo, recomendamos alocação nos títulos prefixados, cuja rentabilidade é conhecida no momento da contratação. Num contexto de juros altos e prêmios relevantes, comparado às expectativas de juros futuros, esse investimento se torna interessante, mas vale destacar que ainda esperamos volatilidade nas taxas desses papeis no curto prazo. Além disso, caso sejam resgatados antes do vencimento, os rendimentos ficam sujeitos à marcação a mercado”, acrescenta o especialista.

Arley Junior, estrategista de Investimentos do Santander Brasil / Divulgação
Arley Junior, estrategista de Investimentos do Santander Brasil / Divulgação

Multimercados são opção interessante

Para quem quer diversificar, o estrategista de Investimentos do Santander Brasil recomenda os multimercados: “fundos que permitem acesso aos mercados de renda fixa, renda variável e câmbio no Brasil e no exterior. A flexibilidade e dinamismo da classe é imprescindível na atual conjuntura desafiadora e de juros elevados, e temos observado fundos com boas performances no ano”, afirmou.

“Outra opção de diversificação para investidores que não desejam oscilações são os Certificados de Operações Estruturadas (COEs). Possuímos alternativas que acompanham diferentes índices, como Dólar, Ibovespa, IPCA e S&P. Todos contam com capital garantido, ou seja, se o cliente levar o investimento até o vencimento, ele terá a proteção do valor investido. Em alguns casos, há ainda uma rentabilidade mínima garantida, onde o investidor ganha o que for maior, entre o desempenho do índice ou uma taxa prefixada, desde que levado até o vencimento”, mencionou Arley Junior.

E a renda variável?

“Existem muitas alternativas interessantes para investir no momento, mas dado o cenário de incertezas e a proximidade com as eleições, esperamos bastante volatilidade nas ações de empresas ao longo dos próximos meses. Para aqueles com maior perfil de risco e/ou prazo para resgatar suas aplicações, indicamos a alocação na classe, seja via fundos ou previdência, carteiras de rebalanceamento mensal ou diretamente com o Trader”, comentou Arley.

Em resumo, a recomendação do especialista do Santander Brasil é que o investidor tenha uma carteira diversificada, equilibrada em relação ao perfil de risco, e tenha em mente que oscilações podem gerar oportunidades. “Para ajudar a identificá-las, é fundamental contar com o apoio de um assessor que saiba quais aplicações são mais adequadas ao seu momento de vida, objetivo e perfil”, finalizou.

*Com informações de Fecomércio, Fiergs e Santander Brasil.

Os desafios na aplicação do IFRS 17 491

Os desafios na aplicação do IFRS 17

Confira análise de Daiane Nabuco, Principal na Charles River Associates

O ano de 2022 virou um grande desafio para as seguradoras, que correm contra o tempo. O International Financial Reporting Standard (IFRS 17), aqui conhecido como Normas Internacionais de Relatórios Financeiros, entrará em vigor só em 2023, mas a adequação às normas já movimenta o mercado. De uma forma geral, teremos princípios de contabilidade que serão aplicáveis aos contratos de seguro, permitindo comparação entre as empresas do setor por meio de uniformização das demonstrações financeiras.

Entre os pontos positivos advindos das alterações a que a norma estabelece, podemos mencionar a maior transparência, quando da possibilidade de comparação entre as empresas, a checagem de receita por meio dos contratos de seguro, fazendo com que as informações sejam mais claras e precisas e por consequência os investidores podem melhor conhecer os riscos da companhia.

Para que as companhias se adaptem ao novo padrão contábil, é necessário que mudanças ocorram. Essas mudanças são significativas e seus custos têm sido bastante elevados.

De acordo com a pesquisa da WTW, com base em pesquisa global junto de 270 seguradoras de 45 países, a consultora estimou que a aplicação da nova contabilidade pelo setor dos seguros custará entre 18 e 24 mil milhões de dólares (entre 17 e 22,6 milhões de euros).

A aplicação da norma, impactará em outras áreas ligadas não só diretamente a contabilidade, como a área atuarial, tecnologia e controles internos, requerendo mudanças de gestão, processos e sistemas. As empresas terão também que investir em capacitação de seus funcionários.

O investimento em tecnologia não poderá ser deixado de lado, uma vez que as empresas terão que armazenar dados que são exigidos pela norma, o que contribuirá para a automação de dados no setor de seguros.

Os esforços já vêm sendo colocado em prática há anos, foi necessário planejamento, inclusive financeiro, para se adequar e implementar a norma. Os desafios são grandes, há de se investir em pessoas capacitadas para implantação da norma, em novas ferramentas, novos controles, novos processos e dados suficientes e com a qualidade necessária para processamento das informações ao atendimento do IFRS 17.

Vocês já estão preparados para esta nova realidade?

KSA Corretora: 15 anos de paixão pelo seguro 16394

Empresa celebra a data com foco no futuro e na inovação do setor

A KSA Corretora de Seguros está completando 15 anos de história movida pela paixão pela atividade, aliada a uma equipe multidisciplinar, que coloca em prática os conhecimentos em seguros, gestão comercial, marketing e direito no dia a dia da empresa. “Apesar da KSA estar debutando, dentre seus sócios existem profissionais com mais de 40 anos de atividade no mercado. Comento que conhecemos o mercado por todos os ângulos, como gestores de seguradoras, assessorias, clientes e como Corretores. Isso faz com que tenhamos um posicionamento um pouco diferente em relação às negociações que tratamos com as seguradoras parceiras, buscando de forma conjunta um excelente atendimento aos clientes, indicando melhorias nas regras de conformidade e a preservação do equilíbrio técnico das apólices”, destaca o Diretor da KSA, Jean Figueiró.

Confiança e agilidade são palavras que os clientes associam à empresa. Prova disso são os bons índices de avaliação do atendimento da KSA, em que qualquer nota abaixo de 8,5 resulta em uma conversa com o cliente com o intuito de buscar feedbacks. “Nossa equipe é instruída a conhecer profundamente as condições gerais de cada produto que comercializamos, bem como os principais diferenciais entre uma seguradora e outra, desta forma, nossas pesquisas por produtos, adequadas às reais necessidades dos clientes, se tornam mais rápidas e ágeis. No entanto, acredito que os principais ingredientes são o amor e a empatia, tão necessários nos dias de hoje”, comenta.

“Nossa atenção com o cliente é permanente, usamos todas as ferramentas atuais de comunicação para criar cada vez mais vínculos”, acrescenta.

Confira a entrevista exclusiva que o JRS fez com Jean Figueiró, Diretor da KSA Corretora de Seguros, para celebrar a data:

JRS: Qual a percepção dos executivos que constroem a KSA diariamente sobre as transformações do setor de seguros nesses 15 anos de história?

Jean Figueiró: Esta pergunta me fez, particularmente, voltar no tempo, afinal, vivencio há 45 anos muitas gerações de grandes profissionais com os quais me relacionei e me relaciono, e aqui faço uma referência saudosa ao fundador e grande divulgador do mercado de seguros Jota Carvalho, meu amigo e colega na extinta União de Seguros Gerais. Bom, a tecnologia de informação que avança na velocidade da luz, tem exigido esforços contínuos no mercado segurador. Há 15 anos atrás usávamos disquetes para implantação de dados, hoje falamos em metaverso, tudo isso dentro destes poucos anos. O Sandbox regulatório, as Insurtechs e seus novos produtos, tudo isso tem exigido, por parte das seguradoras, pesados investimentos em equipamentos, operacionalização e novos produtos. Lembrando que a pandemia obrigou a sociedade também a se adaptar mais rápido ao processo de digitalização.

Trabalhamos ativamente em nossas redes sociais, gerando conteúdo para cada segmento e, seguindo a uma tendência que atrai engajamento e visualizações, vídeos curtos, como os “Reels”, trazendo o dia a dia de nossa rotina de uma forma humorada e descontraída. No entanto, eu particularmente, apesar de todo crescimento tecnológico, acredito que falta mais investimento na cultura dos seguros, e todos nós precisamos achar de alguma forma um caminho para educação preventiva. Nós, da KSA, estamos desenvolvendo, junto a um garoto de 14 anos, um ‘game’ – o “Mundo Seguro”, onde, brincando, jovens terão contato com o produto seguro e seus benefícios. Desta forma, acreditamos que contribuiremos para o mercado com futuros clientes mais conscientes da necessidade de se prevenir. Este “game” está em fase de aprimoramento e deve ser disponibilizado na plataforma do Google Play até o fim do segundo semestre.

JRS: Qual a dica para se tornar um player especialista no setor de seguros?

JF: O mercado é cheio de oportunidades, então estar atento e informado é de extrema relevância, por isso é tão importante estar presente nos eventos, participar de forma efetiva das entidades do mercado. Outra dica são as parcerias de gestão entre corretores, sejam de produtos específicos ou administração de carteiras. Hoje a KSA administra a carteira de 6 outras corretoras e efetiva seguros para vários colegas nas carteiras de GOC, Fiança, RD, Riscos de Engenharia e o Seguro Saúde, recentemente incluído em nosso portfólio de negócios, já tendo grande êxito.

JRS: Como vê o futuro da KSA?

JF: Olhamos para o futuro com o compromisso e a obrigação de levar produtos e a cultura do seguro a todas as camadas da sociedade brasileira, nos sentimos como uma jovem de 15 anos, cheia de sonhos e projetos para vivenciar, dentre eles está nossa outra empresa: o KSA Clube Seguro Funeral. Agradeço a todos nossos clientes que confiam em nosso trabalho, razão de todo nosso esforço e dedicação e deixar registrado aqui na matéria um agradecimento especial a toda nossa equipe, inclusive aos que em algum momento de nossa trajetória passaram por nossa empresa nos honrando com sua dedicação.