Zurich é reconhecida por melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil 880

A seguradora se destacou, na segunda edição do Guia Exame de Diversidade, por empreender iniciativas na promoção de um ambiente de equidade

A Zurich foi reconhecida como uma das empresas com as melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil, na segunda edição do Guia Exame de Diversidade. Como uma das duas únicas empresas do setor de seguros que figuraram entre as mais bem pontuadas pelo ranking, a companhia se posiciona no seleto grupo das 52 organizações com nota superior a 7 na avaliação das políticas de desenvolvimento.

“Diversidade e equidade são princípios da Zurich e a companhia sempre esteve na liderança de políticas e práticas no sentido de criar um ambiente que ofereça as mesmas condições para cada colaborador desenvolver o seu potencial”, destaca nota da empresa. “É muito gratificante estar entre as empresas mais diversas do Brasil no Guia Exame de Diversidade. É um reconhecimento do nosso compromisso de sempre acolher e valorizar os profissionais e respeitar as diferenças”, reitera Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

O reconhecimento faz parte de uma iniciativa da Revista Exame, em parceria com o Instituto Ethos, que há 22 anos tem a missão de auxiliar as empresas a gerir negócios de forma socialmente responsável. Neste ano, o ranking avaliou o desempenho em diversidade de 96 companhias em todo o país.

Covid-19: MPT garante proteção de 170 mil trabalhadores do setor frigorífico 811

Desde 2010, mais de 500 mil trabalhados do setor já foram contemplados pelo projeto em todo o Brasil

O Ministério Público do Trabalho (MPT), por meio do Projeto Nacional de Adequação do Meio Ambiente do Trabalho em Frigoríficos, já implantou medidas de proteção à saúde de 170 mil trabalhadores no período da pandemia. Até o momento, foram firmados Termos de Ajuste de Conduta (TACs) que abrangem 78 unidades frigoríficas no país.
As indústrias de abate e processamento de carne vêm dialogando com o Ministério para definir medidas técnicas disponíveis ao enfrentamento da Covid-19 no setor. Entre elas estão gigantes como BRF S.A, Marfrig Global Foods e Aurora Alimentos S.A, que já pactuaram medidas como a adoção de máscaras adequadas, proteção de grupos vulneráveis até a garantia de distanciamento mínimo entre pessoas, inclusive na linha de produção.
Neste contexto, o MPT, por meio do Projeto Nacional de Adequação das Condições de Trabalho em Frigoríficos, também vem buscando soluções extrajudiciais de resolução de conflitos, com vistas à adoção de medidas de prevenção. Além de assegurar a saúde dos trabalhadores, os acordos dão segurança jurídica às empresas e garantem o abastecimento de alimentos. Para os procuradores do MPT Priscila Schvarcz, Sandro Sardá e Lincoln Cordeiro, os compromissos assumidos contêm obrigações uniformes para todo o setor, são completamente exequíveis, evitam judicializações desnecessárias.
O Projeto de Adequação do Meio Ambiente do Trabalho em Frigoríficos existe desde 2010. De lá para cá, já foram firmados acordos com todas as grandes empresas do setor, para assegurar pausas de recuperação térmica e de fadiga – 10 minutos a cada 50 minutos ou de 20 minutos a cada 1h40min de trabalho – que reduziram de forma substancial os adoecimentos nos frigoríficos e o número de ações trabalhistas individuais e coletivas, beneficiando cerca de 500 mil trabalhadores do setor.
A partir de 2015, o projeto firmou acordos com as empresas BRF S.A, JBS S.A, Aurora e dezenas de outras visando a adequação do ritmo de trabalho, um dos fatores de maior risco em frigoríficos. ​

Head da SulAmérica fala de campanhas e venda da operação de Auto e Massificados 2277

Eduardo Dal Ri

Dal Ri comentou temas em live com corretores

Em uma das maiores transmissões ao vivo do mercado segurador em período de distanciamento social, Eduardo Dal Ri, head da SulAmérica Auto e Massificados, conversou com mais de 3,5 mil corretores e assessorias na tarde desta segunda-feira (1º). Ao lado das lideranças comerciais da companhia – Christian Menezes (SP), José Henrique Pimentel (RJ, ES, Norte e Nordeste), Marco Neves (MG e Centro-Oeste), Gustavo Bopp (Sul) e Gilson Bochernitsan -, o executivo abordou um leque de temas que foi de campanhas de vendas a atualizações sobre o processo de venda da operação de Auto e Massificados para a Allianz.

Um dos destaques do bate-papo com os corretores foi a campanha Super Campeões Auto, lançada na sexta-feira (29) e que levará para a Grécia, em 2021, os corretores com melhor desempenho em vendas. Dal Ri e os líderes comerciais destacaram algumas das campanhas em andamento para potencializar as vendas neste momento, bem como todo o suporte para a atuação do corretor e das assessorias.

Dal Ri ressaltou que a campanha desse ano é uma forma de motivação e também de esperança por dias melhores. “Acreditamos que tudo isso vai passar e sairemos mais fortes. Vamos lutar para podermos comemorar quando estivermos em segurança”, afirma, em referência à pandemia provocada pela Covid-19 e a atuação sólida da SulAmérica Auto e Massificados neste momento.

O processo de venda da operação de Auto e Massificados para a Allianz Brasil também entrou em pauta. Dal Ri e os líderes comerciais trouxeram atualizações sobre a negociação, ainda a ser concluída, e reforçaram a importância da parceria com o corretor para o novo momento, as oportunidades e o otimismo esperado para os próximos meses.

Ainda, os executivos da SulAmérica Auto e Massificados responderam a uma série de perguntas dos corretores parceiros, como as expectativas para o futuro, a comercialização de produtos após a união com a Allianz e as oportunidades atuais, sobretudo em Auto Frota.

A gravação do conteúdo estará disponível em breve no canal da SulAmérica Auto e Massificados no YouTube.

Moro em apartamento. Devo investir em um seguro residencial? 1046

Executivo da Bradesco Auto/RE esclarece dúvidas e apresenta informações sobre seguro residencial

Muitas pessoas têm dúvidas sobre contratar ou não o seguro residencial para um apartamento por acreditar que os riscos são mais baixos nesse tipo de imóvel, principalmente em relação à ocorrência de roubos e furtos. Apesar de estar amparado pela estrutura do edifício e por um seguro do condomínio, afinal é necessário contratar seguro para um apartamento?

Segundo dados do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, o número de incêndios em edificações (residenciais, comerciais, públicos e privados) cresceu 10% entre 2017 e 2018 – de 7.416 casos para aproximadamente 8.165. Por sua vez, o Sindicato das Seguradoras do Rio revelou que o número de indenizações pagas por seguros residenciais até julho de 2019 aumentou 21% em relação ao mesmo período de 2018 em todo o Brasil. Esses dados só corroboram a necessidade de proteção ao imóvel.

Fato é que a ocorrência de algum evento inesperado no seu imóvel — seja ele próprio ou alugado — pode gerar perdas significativas. Além de oferecer uma boa relação custo x benefício para o segurado, se comparada a outras modalidades, o seguro residencial também possui uma variedade de assistências que simplificam a vida de quem contrata, como chaveiro, eletricista e encanador, por exemplo, na cobertura básica. Para esclarecer as principais dúvidas, Ney Dias, diretor-geral da Bradesco Auto/RE – empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros –, explica como funciona o produto, esclarece as dúvidas e orienta sobre como adquirir uma proteção vantajosa para seu imóvel.

Patrimônio protegido: segurança e tranquilidade
O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, que pode ser habitual ou de veraneio, mas também móveis, roupas, eletrodomésticos, entre outros bens. “O seguro pode ser contratado pelo proprietário ou pelo inquilino do imóvel. É possível contratar coberturas apenas para a residência, só para o que estiver dentro dela ou para ambos”, destaca Ney Dias.

A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. Os planos também oferecem diversas coberturas adicionais, as principais são: danos elétricos, desmoronamento, despesas emergenciais, quebra de vidros, vendaval, roubo e furto, entre outros.

Moradia Temporária
Há casos em que o prejuízo causado ao imóvel impossibilita a permanência dos moradores no local. Neste momento conturbado, seja o segurado proprietário ou inquilino, ainda há preocupação adicional com custos para permanência em outro lugar temporariamente. Assim, em caso de interdição do imóvel segurado, a cobertura acessória para moradia temporária garante despesas como hospedagem e aluguel que o segurado tenha que arcar nesse período.

Cobertura envolvendo terceiros
Outro ponto importante que deve ser observado é cobertura de Responsabilidade Civil Familiar (RCF), que contempla ocorrências envolvendo terceiros. “Se a reforma que você realizou no seu apartamento afetou a casa do vizinho ou se uma planta cai da sua varanda e atinge uma pessoa, se o seu cachorro morde alguém, você pode ficar despreocupado, pois se você contratou esta cobertura, logo, estará protegido das consequências desses episódios”, explica Ney Dias. Estes são exemplos de danos involuntários, corporais ou materiais, causados a terceiros pelo segurado ou por menores de idade sob sua responsabilidade que estão previstos neste tipo de cobertura.

Por fim, é importante não confundir o seguro residencial do apartamento com o seguro de condomínio. No Brasil, por exigência legal, é obrigatório que edifícios possuam seguro de condomínio, que ofereça, no mínimo, proteção contra incêndio ou destruição, parcial ou total. “A maior aceitação do seguro residencial está relacionada à conscientização das pessoas sobre a necessidade de garantir proteção a um dos patrimônios mais importantes que alguém pode conquistar em vida, que é a residência e os seus bens. Esse tipo de seguro oferece diversos benefícios, adequados aos mais variados perfis de clientes”, conclui.

Susep desenvolve metodologia de rating para avaliação de riscos 947

Primeira etapa de diálogo sobre a iniciativa com o setor sobre a proposta ocorreu hoje, em webinar com diretores e coordenadores da autarquia. Ferramenta tem a finalidade de aperfeiçoar a supervisão

Em linha com as melhores práticas internacionais de supervisão, a Susep está desenvolvendo um Sistema de Rating com a finalidade de aperfeiçoar seu processo de supervisão. A classificação final será confidencial e comunicada somente para a entidade supervisionada objeto da avaliação, que não poderá divulgá-la. Hoje, 03 de junho, a autarquia realizou um webinar para apresentar o projeto de implementação do sistema e dialogar com o setor sobre a proposta.

Na abertura do seminário digital, a superintendente Solange Vieira destacou a importância do diálogo com o mercado para o desenvolvimento eficaz dos projetos: “Este processo ainda está em gestação e nosso objetivo hoje é ouvir o setor e passar a metodologia para vocês”, disse. “O projeto é mais uma etapa do processo de simplificação da fiscalização, em linha com o Ministério da Economia para desburocratização da Administração Pública”, completou.

O Sistema de Rating proporcionará à Susep uma visão mais abrangente das empresas supervisionadas, com foco em sua situação econômico-financeira; e na qualidade de sua governança, de seus processos de gestão de riscos e de seus controles internos. Busca-se, dessa forma, estabelecer uma sistemática eficaz de indução de melhoria nos processos de gestão de riscos das supervisionadas.

Após a realização da análise, será atribuída uma nota para cada supervisionada. A coordenadora geral Myrian Neves explica como se dará a pontuação, que ficará acessível somente para a empresa analisada: “A nota final será apurada com base no mapeamento de riscos e de seus respectivos controles, além da própria solidez econômico-financeira da entidade. Serão considerados elementos e critérios quantitativos e qualitativos, que serão apurados e avaliados pelas áreas de supervisão da Susep.”

Projeto piloto

O Diretor Vinicius Brandi explica que os próximos passos do projeto envolvem a implementação de um piloto – prevista para o segundo semestre deste ano. “Será importante intensificar nosso diálogo, por isso nós vamos promover outros eventos e conversas. Contamos com o apoio de todos vocês para que consigamos ter uma supervisão mais eficiente. A Susep entrará em contato com algumas empresas para debater sobre o método e o projeto piloto, que deve ser iniciado no segundo semestre deste ano”, informa.

O webinar de Rating da Susep contou também com a participação de outros coordenadores gerais da autarquia: Carlos Queiroz (fiscalização prudencial), Roberto Seabra (monitoramento prudencial), Eduardo Rente (seguros massificados, pessoas e previdência) e Diogo Ornelas (Grandes Riscos e Resseguros).

O Projeto de Rating faz parte do contexto de transformações no processo de supervisão da autarquia, que busca eficiência em processos mais intensivos em informação, maior integração entre a supervisão prudencial e de conduta. Além disso, está alinhada à consolidação de um modelo de supervisão baseada em riscos, no qual os recursos utilizados no processo serão intensificados nas entidades que concentram maiores riscos.