CVG RS quer ouvir associados e profissionais do mercado 655

Pesquisa reforça diálogo com associados e mercado segurador

Focado na experiência de seus associados, há 30 anos o Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) incentiva o setor a compartilhar momentos, conhecimentos e oportunidades únicas. Agora, uma pesquisa amplia a conversa entre o CVG RS e associados, empresas e profissionais do mercado segurador de pessoas e previdência. A pesquisa, que começa nesta semana, vai ouvir o mercado de seguros gaúcho e saber quais são suas impressões, preferências e necessidades para oferecer a eles a melhor experiência possível.

Segundo Ricardo Rezende, diretor financeiro do CVG RS, “Estamos passando por um momento histórico muito importante com a pandemia e o seguro de pessoas está desempenhando, para milhares de famílias, um papel muito relevante. E isso passa, diretamente, pelo corretor de seguros, que é a ponte entre as seguradoras e os clientes finais. Para nós, do CVG, é um desafio enorme e um dever estar ao lado do corretor (das seguradoras também) e ajudá-lo a exercer a sua função como elo de estabilização econômica e social junto à comunidade”, destaca.

Para a presidente do CVG RS, Andreia Araújo, “Nos últimos anos o perfil do consumidor vem mudando drasticamente. Acredito que com a pandemia esse processo além de acelerar, nos deixará um forte legado de conscientização do que ‘realmente importa’. E dentro deste contexto, nós do CVG RS quando lançamos o slogan ‘Unidos pelo novo pensar’, estávamos fortemente conectados à ideia de agregar cada vez mais valor à nossa entidade. A ideia, ao lançarmos uma pesquisa aberta, é escutar justamente do público que queremos atingir, e então entendermos o que essas pessoas esperam do CVG RS. Contamos com a participação de todos e voltaremos em breve com o resultado e ações estratégicas propostas a partir desse trabalho.” destaca ela.

Os resultados da pesquisa vão nortear a entidade a entender melhor como o CVG RS é visto pela comunidade; identificando oportunidades de chegar cada vez mais perto do público que vive o seguro, e, sobretudo chegar até aqueles que não conhecem o seguro. Além disso, cria um relacionamento ainda mais próximo com o marcado de seguros do Rio Grande do Sul.

A pesquisa gratuita será enviada para o mercado de seguros gaúcho. As respostas do questionário podem ser enviadas logo após o recebimento do e-mail de solicitação.

Susep homologa CERC e CSD que já podem registrar operações do mercado de seguros 613

Mecanismo aumenta transparência

CERC e CSD tiveram seus sistemas homologados pela SUSEP, na última sexta, para atuarem como registradoras no setor de seguros. B3 segue em homologação.

Com o novo mecanismo, que tem por objetivo aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações, a Susep também espera que seguradoras e população possam se beneficiar das sinergias que ocorrerão com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos.

O processo para a elaboração da convenção que definirá a interoperabilidade entre registradoras credenciadas será concluído até 2 de outubro. Em novembro o registro das operações passa a ser obrigatório para o seguro garantia.

Para operar o sistema, as registradoras devem seguir rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), como determinam as regras aprovadas pela Susep este ano.

Entre os critérios está a exigência de patrimônio mínimo de R$ 15 milhões e capacidade técnico-administrativa.

AXA lança série para reforçar a importância do Seguro de Vida para PME 872

Materiais digitais estão prontos para o corretor usar em suas redes ou enviar pelo whatsapp, auxiliando na abordagem de venda digital

André Calazans, Superintendente Técnico de Vida & Parcerias da AXA no Brasil

A AXA no Brasil criou uma série de pílulas para trazer informações relevantes sobre o seguro de vida para PMEs. São temas como produtividade, benefícios utilizados em vida e também nos bons momentos – quebrando um tabu que cerca o seguro de vida, muito ligado aos casos de falecimento ou acidente. A série é parte das iniciativas da companhia para reforçar a proximidade com o corretor e para apoiá-lo no momento da venda, sobretudo na abordagem digital.

“Fizemos uma live em nosso Instagram com o Interney, um grande influenciador quando o assunto é internet, para falar sobre uso de redes sociais para prospectar e vender. Está claro que todos precisamos estar presentes nas redes e o corretor não foge a isso. Esses materiais estão prontos para uso nas redes e no whatsapp. Isso reflete nossa proposta de valor: experiência digital humanizada e suporte a vendas”, afirma Danielle Titton Fagaraz, Gerente de Marketing Estratégico da AXA no Brasil.

O Seguro Vida Flex da AXA no Brasil atende as necessidades das pequenas e médias empresas que tenham entre 5 e 500 colaboradores, além de possibilitar a inclusão de cônjuges e filhos. A contratação é simples e rápida, através do Portal do Corretor.

“Esse produto é uma alternativa para complementar o pacote de benefícios oferecidos pelos empresários aos funcionários garantindo segurança e bem-estar. Afinal, proteger quem trabalha do seu lado também é proteger seu negócio. Isso traz mais tranquilidade para os imprevistos do dia a dia” afirma André Calazans, Superintendente Técnico de Vida & Parcerias da AXA no Brasil.

Dentre as principais coberturas, estão: morte, invalidez permanente por acidente, invalidez funcional permanente por doença; despesas médicas, hospitalares e odontológicas por acidente; cesta básica; e assistência funeral. O funcionário pode contar, ainda, com cesta natalidade em caso da chegada de um novo membro na família e com assistência residencial.

SulAmérica integra novamente índice de sustentabilidade FTSE4Good 589

Pelo quarto ano consecutivo, seguradora é confirmada em índice internacional de companhias com fortes práticas ambientais, sociais e de governança

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good Index Series, um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. O FTSE4Good é composto por companhias de capital aberto comprometidas com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG), a partir de rígidos critérios de seleção que consideram mais de 300 indicadores. A SulAmérica compõe o índice desde que ele se tornou disponível para mercados emergentes, em 2016, e apresenta nesta quarta edição um desempenho superior ao da última, com aumento de pontuação (de 3,9 para 4,3, numa escala de 0 a 5).

“A SulAmérica é uma empresa comprometida com a adoção das melhores práticas ambientais, sociais e de governança e com a inserção da sustentabilidade na estratégia de negócios. Trabalhamos para promover uma vida saudável e bem-estar para todos, que é um dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, e cuidar da saúde física, emocional e financeira dos nossos clientes com um olhar único de proteção. A confirmação no FTSE4Good representa um reconhecimento do impacto positivo da companhia na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica, Tomás Carmona.

A SulAmérica é signatária do Pacto Global, dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros e, por meio da asset SulAmérica Investimentos, dos Princípios para o Investimento Responsável, que são iniciativas ligadas à ONU e servem para direcionar a forma como a companhia gerencia riscos e oportunidades socioambientais e se relaciona com a sociedade. A seguradora também foi a primeira do ramo no Brasil a empregar a metodologia GRI (Global Reporting Initiative) para reportar indicadores socioambientais, em 2008.

Em nome da garantia do benefício e do equilíbrio das finanças 654

Sharecare destaca principais desafios da gestão de planos de saúde empresarial

Para boa parte dos especialistas, a gestão de planos de saúde empresarial é um processo crucial para qualquer organização que almeja garantir o uso adequado do benefício e o equilíbrio das finanças. Sem ela, o cenário financeiro pode ficar cada vez mais nublado, sobretudo devido aos custos dos serviços.

“Por isso, é importante entender exatamente quais são os desafios nessa gestão, visando à elaboração de estratégias para solucioná-los com base em dados confiáveis. Do contrário, o achismo pode levar a empresa a sofrer com absenteísmo, gastos excessivos com os planos e baixa produtividade no trabalho”, enfatiza nota da Sharecare.

Pensando nesse contexto, a diretora de Produtos e Soluções Digitais da empresa, Ana Claudia Pinto, discorre a seguir sobre os desafios da gestão de planos de saúde e o que fazer para superá-los:

Os desafios da gestão de plano de saúde empresarial

De forma geral, como explica Ana Claudia, o maior desafio é fugir do aumento dos custos. A gestão de planos de saúde empresarial emerge como um processo que não é assimilado com tanta naturalidade pela área de RH. Afinal, uma coisa é oferecer o benefício; e outra é ter capacitação profissional para lidar com suas especificidades.

Os serviços de saúde têm um custo direto, aquele relacionado a cirurgias, consultas e gastos gerais. Na prática, reduzi-lo já é um grande desafio — tanto que boa parte das empresas sofre com gastos crescentes, principalmente com o uso inadequado dos serviços, que ocorre quando o funcionário não sabe exatamente a qual canal de atendimento ou especialista recorrer.

Reduzir custos indiretos

Nas palavras de Ana Claudia, a empresa tem que lidar com uma série de questões que “envolvem muitos custos indiretos”. Dois bons exemplos seriam a desmotivação do empregado e o absenteísmo. A faixa etária média nas empresas, por exemplo, é de 32 ou 33 anos, segundo a especialista. Nesse grupo, “os problemas mais recorrentes são de ortopedia, porque há muitas indicações de cirurgias, as quais nem sempre são necessárias“, ela explica.

“Esse ponto é preocupante, tanto pelo custo direto, quanto pelo custo indireto que se perde com absenteísmo. A ortopedia é uma das causas mais frequentes de falta dos colaboradores ao trabalho”, ela completa. Para ir além, a redução da sinistralidade dos planos, por exemplo, é outro desafio que cresce a cada ano, já que o impacto negativo é dobrado, se considerarmos não só o aumento dos custos, mas fatores econômicos, como a inflação.

Reduzir nível de estresse e ansiedade

Transtornos mentais como ansiedade e depressão também se tornaram preocupações maiores no mundo corporativo. O impacto no bem-estar dos funcionários — e na produtividade da empresa — pode ser enorme. Ana Claudia explica que são quadros que podem tirar mesmo as pessoas mais produtivas do ambiente de trabalho, gerando casos de absenteísmo difíceis de gerenciar. Para complicar, esse tipo de problema tende a vir acompanhado de outras doenças crônicas.

Preservar o sigilo

Problemas de saúde são questões de cunho pessoal. Nem todo mundo se sente confortável para tratar disso abertamente. Logo, a empresa se depara com um obstáculo para o próprio mapeamento da população. Mesmo quando a identificação de um quadro clínico é feita, os funcionários temem que suas informações não sejam mantidas sob sigilo. Esse é um problema que pode ser resolvido com soluções de saúde e o apoio de quem é especialista no assunto.

As melhores práticas para solucionar esses problemas

O primeiro passo para uma abordagem efetiva é fazer um levantamento claro sobre quais são os problemas existentes e, a partir desse panorama, definir as prioridades. Esse mapeamento pode ser feito com soluções clínicas específicas.

Adote uma modelagem preditiva

A modelagem preditiva é uma metodologia baseada em algoritmos matemáticos e estatísticos, cuja função é gerar previsões sobre o risco de um determinado evento ocorrer em um intervalo de tempo futuro. No contexto da saúde nas empresas, ela é aplicada para delimitar grupos de risco, apontando quais problemas merecem atenção especial na população.

Ana Claudia exemplifica: “se uma população conta com 500 hipertensos e a empresa só tem condições para priorizar o cuidado em 100 pessoas, a modelagem preditiva ajuda a encontrar o funcionário que tem mais risco“. A partir dessas informações, é desenvolvido um trabalho de saúde preventiva.

Na prática, o resultado é uma economia geral de custos — tanto por evitar que quadros piores se desenvolvam, quanto pelo direcionamento das pessoas para um comportamento de autocuidado. Isso significa conscientizar, educar e informar sempre que preciso, promovendo a adoção de hábitos mais saudáveis e evitando a necessidade de visitas constantes ao pronto-socorro ou à clínica.

Gestão de dados em saúde

Outra iniciativa importante é a adoção de ferramentas que permitam gerenciar os dados com mais eficiência. O aplicativo Sharecare, por exemplo, conta com uma funcionalidade chamada RealAge, que calcula a idade real do corpo com base em indicadores de saúde inseridos na plataforma.

A partir desses dados, “é possível ter um mapeamento muito claro dos problemas que a empresa tem”, conta Ana Claudia. Além de promover reduções de custos importantes, o método respeita as demandas dos funcionários por privacidade das informações.

“A avaliação permanece sigilosa. A empresa não fica sabendo da condição específica do paciente, mas sabe que há uma porcentagem de pessoas com a condição X. Então, por meio do cruzamento de dados, pode encaminhar as pessoas para os programas sem que essa informação tenha que ter o nome de alguém”.​