Marcio Coriolano, da CNseg: há sinais positivos de reação do setor segurador

Presidente da CNseg participou da abertura do 21º Congresso Nacional dos Corretores

Caudatário dos fundamentos econômicos, o setor de seguros enfrenta uma conjuntura desafiadora, mas dá cada vez mais sinais positivos de reação. Essa foi a mensagem-chave apresentada pelo presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em discurso na solenidade inaugural do 21º Congresso Nacional dos Corretores, aberto nesta quinta-feira (10) à noite – o evento encerra-se no sábado, na Bahia.

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Marcio Coriolano assinalou que as reformas estruturais encaminhadas pelo Executivo e Legislativo são transformações inéditas e seus resultados tendem a se materializar a médio prazo para o setor. Ele disse que o equilíbrio fiscal e a sustentabilidade da economia, além da estabilidade política e solidez das instituições, são premissas importantes para criar um novo ambiente de negócios, não só para os seguros, como para todas as atividades produtivas.

O presidente da CNseg disse que o setor já pode comemorar alguns dos avanços da sociedade. “Refiro-me especialmente ao empenho geral para fazer avançar as reformas estruturais, das quais a trabalhista, a previdenciária e a tributária ganharam ênfase privilegiada, com grande impacto futuro sobre o sistema securitário privado. Nessa direção, temos planos, projetos e programas claros e aderentes à nova realidade”, lembrou.

Ele destacou medidas que estão recuperando o protagonismo da livre iniciativa, como a Lei 13.784, a da liberdade econômica, sem falar nas diretrizes e medidas das áreas econômica, agrícola e a de infraestrutura do governo, para desregulamentar, desburocratizar e incentivar o investimento privado.

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Para ele, as iniciativas reformistas estão de acordo com o clamor de mudanças exigidas pela sociedade. “Todo esse ambiente de debates e iniciativas reformistas vão ao encontro das expectativas de mudanças. Aqui, no nosso setor, sabemos bem sobre o novo consumidor, as suas preferências e o seu inédito protagonismo. E temos sido ativos em nos ajustar ao novo momento e perspectivas do Brasil, algo que impõe mudanças de mentalidades, de modelos e de práticas de nossos negócios”, declarou.

Lembrando que o mercado acumula crescimento de 11,5% até agosto – dois dígitos só observado no antecedente de 2015 – ele chamou a atenção para a forte evolução de ramos de alcance social, como o de Vida Risco e o Residencial.

Concluindo, frisou que a harmonia entre as seguradoras e corretores é indispensável para assegurar a transformação sustentável do País “Mudando paradigmas, unindo competências, integrando funções, ajudaremos o nosso país a alcançar o seu melhor destino”.

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