São Caetano do Sul e Sorocaba conhecem nova Campanha de Incentivo da Previsul 413

São Caetano do Sul e Sorocaba conhecem nova Campanha de Incentivo da Previsul

Lançamentos acontecem nos dias 26 e 27 de março, em São Paulo

Nesta semana, a Previsul Seguradora apresenta a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”, em São Caetano do Sul e Sorocaba (SP). Até maio, a Previsul passará por 27 cidades em 12 estados para apresentar a campanha.

Mais do que incentivo, a Previsul Seguradora aposta no reconhecimento do esforço dos corretores em alcançar cada vez melhores resultados. A companhia está em constante evolução e busca sempre oferecer mais vantagens e benefícios ao corretor, seu principal parceiro na comercialização dos seguros.

“Os corretores são nossos parceiros diários na ampliação da presença da Previsul em todos os cantos do Brasil. Por isso nada melhor do que reconhecer esse esforço com uma viagem para um dos lugares que mais cresce e gera negócios no mundo: Dubai, nos Emirados Árabes Unidos”, afirma a diretora de Negócios e Marketing, Andréia Araújo, citando a nova Campanha de Incentivo de Vendas 2019 “Sou + Previsul – Dubai: Experiência Completa, emoção nas alturas”.

Além disso, desde o último ano, o programa de pontos “Clube Sou + Previsul” possibilita a troca de pontos por prêmios mensais mediante a produção.

Com 112 anos de atuação, a Previsul Seguradora é referência em seguro de pessoas no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.

Seminário reúne profissionais da arquitetura e debate questões como Responsabilidade Civil 299

Seminário reúne profissionais da arquitetura e debate questões como Responsabilidade Civil

Evento aconteceu no dia 21 de março, em uma universidade de Porto Alegre (RS)

Atualmente, o projeto de arquitetura é indissociável do PPCI, seja nas escadas protegidas, distâncias a percorrer, escolha de materiais e outros aspectos técnicos. Isso exige dos arquitetos e arquitetas criatividade nos projetos para entregar um produto funcional, seguro e com qualidade estética.

Preocupados com esta realidade, a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA-RS) preparou um importante seminário com o tema: “Projeto Arquitetônico com requisitos e condicionantes de PPCI”, trazendo conteúdo técnico para que os profissionais de arquitetura possam melhor integrar o PPCI no desenvolvimento dos projetos arquitetônicos.

O evento foi realizado no dia 21 de março na UniRitter Campus Iguatemi e contou com participação de André Jabur Rodrigues, underwritter da Travelers Seguros. “Falando um pouco sobre RC para o profissional arquiteto hoje temos uma questão cada vez mais forte no código civil, onde as pessoas são cada vez mais responsáveis pelos atos que elas praticam. Quando uma pessoa causa dano a um terceiro ela é obrigada a repará-lo, independente da culpabilidade nesse dolo”, explicou o especialista. “De maneira geral, se durante a performance profissional o arquiteto tenha tido algum problema que impacte no proprietário da obra ele pode ser judicialmente acionado para reparar um terceiro, seja por negligência, falta de alguma disposição ou cumprimento de normas, escolha de materiais e indicação de produtos ou até mesmo no caso de refação de uma obra”, completa.

Confira algumas imagens do evento:

“Temos uma revolução em curso”, diz Solange Vieira ao tomar posse na Susep 506

O ministro da Economia, Paulo Guedes, discursa durante a posse de Solange Vieira como superintendente da Susep / Reprodução

Cerimônia que marca primeira mulher no posto de superintendente da autarquia aconteceu na sexta-feira

“Temos uma revolução em curso. As insurtechs aparecem como uma nova forma de fazer e comercializar seguros. Precisamos acelerar a velocidade de novos produtos no mercado”, disse Solange Vieira Paiva ao ser oficialmente empossada como superintendente da Superintendência de Seguros Privados. Trata-se da primeira mulher a ocupar o cargo na autarquia.

Em seu discurso, Solange agradeceu a confiança do ministro da Economia, Paulo Guedes, em seu novo desafio à frente da Susep, e ressaltou a relevância do setor de seguros como um alicerce de crescimento para empresas e grandes segmentos e de proteção ao cidadão.

Segundo ela, é necessário flexibilizar o ambiente regulatório e harmonizar às leis aos avanços tecnológicos. “Precisamos desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competição, garantir segurança jurídica e, acima de tudo, tornar o seguro um produto simples e acessível à população”, enfatizou.

Solange Vieira também abordou a baixa participação de seguros, previdência complementar aberta e capitalização no PIB brasileiro, principalmente se comparada a dos Estados Unidos que é de 11%. “Nosso índice de penetração, dado pela relação prêmio/PIB, nos coloca em relação inferior à África do Sul e ao Chile. E quando comparado com o grupo de países em desenvolvimento, estamos na 14ª posição”, pontuou.

A participação do Estado como protagonista do setor de seguros também permeou a exposição da superintendente. “Por que no resseguro ainda temos uma empresa na qual o governo tem golden share e participação de 11,7%? Por que nossa maior seguradora é o Estado, com seguro de crédito à exportação, seguros rurais, de acidente de trabalho, auxílio-doença, dentre outros seguros?”, indagou, afirmando que é necessário reduzir a participação do Estado. “Precisamos de mais Brasil e menos Brasília”, salientou.

Ainda no âmbito governamental, Solange Vieira disse acreditar no trabalho conjunto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Susep para o aprimoramento do mercado de capitais. Outro ponto realçado por ela foi a tecnologia como ferramenta para eficiência financeira e operacional. “Temos uma revolução em curso. As insurtechs aparecem como uma nova forma de fazer e comercializar seguros. Precisamos acelerar a velocidade de novos produtos no mercado”, observou.

Durante o evento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, enfatizou a importância do setor de seguros para o País e seu enorme potencial de crescimento. Ele defendeu a importância de um Estado menor também no setor de seguros. “Tem um enorme território à frente a ser conquistado. Nós vamos trocar o eixo da economia efetivamente de uma economia de planejamento central, de uma economia dirigista, onde o Estado decide tudo. Nós estamos trocando esse eixo para mercado”, explicou.

Também compuseram a mesa de autoridades da solenidade, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o secretário-executivo do ministério da Economia, Marcelo Guaranys. Cerca de 250 pessoas entre dirigentes do Governo, representantes de entidades do setor de seguros e servidores da Susep acompanharam a cerimônia.

Trajetória

Em sua carreira, a economista Solange Vieira participou de grandes projetos do Governo, como a reforma da Previdência em 2000, com a criação do fator previdenciário e, mais recentemente, da criação da Nova Previdência. Foi secretária de Previdência Complementar e secretária de Administração da Advocacia-Geral da União (AGU). No Supremo Tribunal Federal, atuou como assessora da presidência. Presidiu a Agência Nacional de Aviação (Anac). Foi chefe do gabinete da presidência do BNDES, onde também foi presidente do Fundo de Previdência Social (Fapes).

Futuro e gerenciamento de negócios são temas de palestras da 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr 467

Evento aconteceu nos dias 21 e 22 de março em Curitiba (PR)

A 6ª Convenção Nacional da Lojacorr levou mais de 1.200 participantes de todas as regiões do Brasil à Capital paranaense. O objetivo do evento foi de entregar conteúdo, com as palestras ao longo dos dias 21 e 22 de março, e promover negócios, nos relacionamentos nos lounges e nas Mesas de Negócios, espaços em que as companhias seguradoras puderam atender corretores presentes.

Para o palestrante Arthur Igreja o profissional do futuro é alguém que enxerga a transformação. “Quando nos assustamos com as profissões do futuro é porque estamos tentando entender o que virá com as ferramentas que temos hoje”, afirmou. “O futuro é absurdo, é muito diferente do que conhecemos hoje, a distância entre o real e a ficção é uma linha tênue”, acrescentou.

Igreja também crê que não basta apenas ter um objetivo, mas, sim, ter um propósito. “O profissional do futuro tá acordando todo dia e se perguntando qual é a sua caixa de ferramenta e qual a ferramenta tem que trocar, pois esse é o mundo dos que se adaptam e tem propósitos”, disse. “No mundo que estamos vivendo, as respostas mudam o tempo todo e a coisa mais inteligente que fazemos é buscar referências e não respostas”, concordou o também palestrante Allan Costa. “Quando você amplia suas referências e das pessoas a sua volta, você está ampliando tudo ao seu redor e da sua empresa”, acrescentou.

Além disso, o antropólogo e escritor, Professor Marins, lembrou da importância de se vivenciar o presente. “O único momento em que somos inteligentes e livres é aqui e agora e o nosso maior desafio é o da atenção, pois as pessoas não estão no exato momento”, comentou. “É preciso reeducar, aprender a encher a cabeça do momento presente e aprender a mais simples das coisas: que eu não existo nenhum segundo a mais ou a menos”, finalizou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr 327

CEO da AXA no Brasil participa da 6ª Convenção Nacional da Lojacorr

Delphine Maisonneuve foi uma das convidadas para o talk show “Humanização como Agente de Mudanças”

A CEO da AXA no Brasil, Delphine Maisonneuve, participou hoje do Talk Show “Humanização como Agente de Mudanças”, parte da programação da 6ª Convenção da Lojacorr no ExpoUnimed em Curitiba. No evento, que reúne corretores, gestores e dirigentes das áreas de seguros de todo o Brasil, Delphine debateu os desafios do ambiente digital e as oportunidades que este modelo apresenta para corretores e seguradoras.

“A digitalização pode gerar muitas oportunidades e o mercado de seguros não pode ficar fora do celular, que é hoje o dispositivo mais presente em nossa rotina. Com a agilidade que o digital confere aos processos, o  corretor tem mais tempo para fazer o que mais importa, que é vender, entender o cliente”, afirma Delphine.

Para a executiva, a digitalização abre novos mercados, demanda produtos para os riscos emergentes e elimina as barreiras geográficas da distribuição. Pensando no resultado, o digital possibilita reduzir custos, garante agilidade e traz segurança.