Um projeto com tudo para dar certo 4484

Confira a coluna de Antônio Penteado Mendonça, para o Estadão

Um dos maiores problemas do setor de seguros é sua baixa penetração, o que compromete a possibilidade da criação de uma rede de distribuição com a capilaridade necessária para atingir todas as camadas da sociedade brasileira.

A questão não é se esta ou aquela seguradora consegue atingir o público com poder aquisitivo mais baixo, a verdade é que ninguém consegue chegar lá. As razões para isso são complexas e passam por barreiras que vão muito além do preço.

O que tem que ser explorado e descoberto é como vive o brasileiro das classes D e E. Não a vida alegre, o glamour que as novelas nos mostram, mas a realidade do cotidiano dessas pessoas, com certeza, a imensa maioria composta de gente honesta, trabalhadora, com sonhos e esperanças como todos os seres humanos, independentemente de classe social, raça, religião ou time de futebol.

Quem é o brasileiro das periferias das grandes cidades? Quem é o morador das comunidades mais estruturadas? Quem é morador da favela da beira das linhas de trem? Pode parecer incrível, mas a pobreza se subdivide em escalas com diferenças gritantes, que necessitam ser conhecidas para o embasamento e o desenvolvimento de qualquer ação.

Não adianta imaginar que os números consolidados das excelentes estatísticas apresentadas pelo IBGE são suficientes para criar o alicerce necessário ao implemento de planos destinados a este público. A classe E do Rio de Janeiro é diferente da classe E do Recife, que é diferente da classe E do interior de Minas Gerais, que é diferente da classe E de São Paulo. E a afirmação vale para todo o imenso território nacional, com uma agravante séria: qual a linha que separa a pobreza da miséria?

A resposta simples seria: na miséria não há dignidade. Mas isso não faz do miserável um não cidadão. Ao contrário, ele é um cidadão e é ele que deve ser a prioridade absoluta no enfrentamento dos nossos graves problemas sociais.

Infelizmente, não é isso que se vê. Aliás o que se vê é lamentável. Se uma pequena parte das perdas com políticas completamente equivocadas, baseadas no autoritarismo e na incompetência de nossos administradores recentes, não tivesse sido perdida, ou roubada, mas investida em saúde pública, o dramático quadro do SUS poderia ser completamente diferente.

E a mesma regra vale para a educação. Um país como o Brasil não tem o direito de formar analfabetos funcionais, mas é isso que estamos fazendo. Nossas escolas caem de nível ano depois de ano. Parte está dominada pelo crime organizado, parte está aparelhada ideologicamente e a parte mais importante tem professores interessados que não recebem qualquer apoio das autoridades. Não há meritocracia, plano de carreira para valer, investimento em treinamento e muito menos a valorização dos professores.

Neste quadro complicado, o ano de 2017 assistiu o surgimento de uma parceria com chances concretas de dar certo. Os sindicatos das seguradoras e dos corretores de seguros do Estado de São Paulo, atuando em conjunto, firmaram um convênio com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo para a implantação de um programa para a divulgação dos parâmetros básicos que norteiam o seguro, dentro das escolas estaduais.

Importante salientar que estes parâmetros são os pontos fundamentais de qualquer sociedade: ética, boa-fé, solidariedade, proteção mútua, poupança e divisão das perdas e dos ganhos. São os diferenciais positivos que levaram o homem a sair das árvores e a desenvolver a complexa estrutura social atual.

O mais interessante é que o projeto se apoia num jogo que o aluno baixa no seu celular. Ele joga e vai vendo, através do resultado de seus movimentos, o que acontece em função de suas opções. Ele ganha ou perde, como se estivesse na vida real, onde cada decisão gera frutos ou perdas, em função de cada opção.

Este foi o primeiro passo para a inclusão destes conceitos na rede estadual de ensino. Muita coisa é nova, já em outras os alunos conseguem fazer paralelos com suas realidades. O importante é a parceria prosseguir e ajudar a melhorar o nível de nossas escolas.

Publicado originalmente aqui.

Unimed-Rio lança projeto exclusivo de relacionamento para corretores 225

Unimed-Rio lança projeto exclusivo de relacionamento para corretores

Ação irá premiar trimestralmente os melhores profissionais até o final do ano

Todo corretor quer ser único. Foi a partir dessa premissa que a Unimed-Rio, líder do mercado de saúde suplementar no Rio de Janeiro, criou uma campanha de relacionamento para estimular ainda mais a atuação de seus mais de 4 mil corretores. Chamada de Único, a ação irá premiar os profissionais que apresentarem melhor resultado durante o período da campanha com benefícios que vão desde ingressos de cinema até diárias em hotéis para a família.

A partir do resultado de 2018, foram selecionados os 100 primeiros corretores participantes, que foram divididos em três categorias: Esmeralda, Jade e Turmalina. Os corretores que ocuparem as melhores posições terão direito a benefícios exclusivos, como ingressos para shows de grandes artistas, até o final do ano.

Além dos prêmios, os corretores ganharão brindes para darem a clientes a cada contrato fechado, almoço e presente de aniversário, bonificação diferenciada e sessão de cinema exclusiva. Vouchers para restaurante e lojas de roupa são outros benefícios exclusivos que os corretores com os melhores resultados poderão ganhar, dependendo da sua categoria.

“O trabalho dos nossos corretores é fundamental para o crescimento da Unimed-Rio. Estamos vivendo um novo momento na cooperativa e queremos que os corretores se sintam parte disso. Com o Único, estamos valorizando ainda mais o trabalho daqueles que contribuem para alavancar nossas vendas”, diz Mauro Madruga, superintendente de Mercado e Operações.

Para estar elegível ou permanecer na campanha os profissionais devem seguir alguns critérios, como o de ter 90% de confirmação da venda e de não ter nenhuma inconsistência no contrato. A campanha já teve início e segue com apuração do ranking a cada trimestre até o final do ano.

Big Data e Inteligência Artificial: o que as operadoras podem fazer diante de tantos dados? 1627

Big Data e Inteligência Artificial: o que as operadoras podem fazer diante de dados?

Confira artigo de Tatiana Giatti, diretora executiva da Saúde Concierge

Vivemos em uma era em que toda empresa precisa ter um sistema tecnológico em seu negócio. Independente do segmento, difícil encontrar uma apresentação institucional que não mencione Big Data ou Inteligência Artificial. As operadoras de seguros e corretoras também já incorporaram tais termos em seus discursos.

Mas será que estamos verdadeiramente prontos para trabalhar com essas informações? Não duvido da usabilidade ou capacidade humana, mas a pergunta é: sabemos como usar a tecnologia para traduzir as inúmeras informações ali encontradas em ações realmente assertivas?

Para exemplificar e tentar responder à questão, pensemos no processo de implantação de uma nova tecnologia em uma empresa. Você apresenta a plataforma, o que ela faz e os benefícios que espera gerar. Então, constrói um padrão de uso para ela. Treina e educa os profissionais para utilizarem esse padrão. Além de habilidade tecnológica, é preciso boa comunicação para explicar o que se espera do profissional e o porquê de usar a nova ferramenta dentro dos padrões estabelecidos. Depois, é preciso ter uma forma tão tecnológica quanto para medir a efetividade e detectar possíveis falhas.

Podemos definir essas etapas como Metodologia de Gestão. Esse é o grande diferencial de uma operadora que passa a usar a tecnologia em seus negócios. Com metodologia de gestão, a aplicação é bem estruturada, o profissional sabe qual é o seu papel dentro desse novo ecossistema e sabe que há um monitoramento para acompanhar a assertividade do programa.

Quantas empresas você conhece que tenham um método de gestão atrelado a sua tecnologia?

Sem essa metodologia, vivemos como bombeiros corporativos, apagando incêndios que estavam sendo alertados, mas que não tínhamos recursos metodológicos para compreendermos.

Traduzindo para a saúde, vemos empresas com aplicativos que registram os dados clínicos do paciente e que emitem alertas sonoros quando esses estão fora de parâmetro. Ótimo. E o que é possível fazer com isso? A resposta mais simples seria “chamar um médico diante de uma alteração”.

Ok, chame um médico, mas analise esse dado. Por que da alteração? O que mais o sistema nos mostra? Era possível evitar esse “incêndio” com outras ações?  O que precisamos analisar ou quais informações precisamos enxergar ali para ter as respostas?

O passo a passo para acionar o médico, socorrer rapidamente o paciente e analisar as informações certas de maneira adequada estarão contidos na metodologia de gestão. Somente ter a tecnologia e o dado não significa que você tomará a melhor decisão quando o sistema soar o alerta.

Analisar, tomar uma ação, medir sua eficácia, modificar e monitorar até evoluir. Transformar dados em ações conforme o previsto, dentro de processos e padrões. Essa é a metodologia de gestão. Sem ela, esperaremos o próximo alerta para apagar mais um “pequeno fogo”.

Capemisa realiza palestra sobre educação financeira com o consultor José Edson Cunha 288

Capemisa realiza palestra sobre educação financeira com o consultor José Edson Cunha

Especialista atua há mais de 23 anos com Previdência Complementar

A Capemisa Seguradora recebeu, no último dia 24 de maio, no auditório do escritório do Rio de Janeiro, o consultor financeiro José Edson Cunha. Com mais de 23 anos de atuação no ramo de Previdência Complementar e na esfera do governo como Diretor de Contabilidade e Secretário Adjunto de Políticas de Previdência Complementar, José Edson falou para os colaboradores da companhia sobre Educação Financeira e Previdenciária.

A palestra contou com transmissão simultânea para todas as sucursais, em âmbito nacional. O consultor trouxe dicas práticas sobre planejamento financeiro, como controlar gastos, a importância de um orçamento organizado e de estabelecer metas. “É preciso que o ato de poupar se torne um hábito, faça parte da rotina das pessoas. A partir do momento que ela aprende a poupar, o próximo passo é a aprender a investir”, explica José Edson.

Já a segunda parte da palestra abordou o planejamento previdenciário e sua importância para um futuro tranquilo. “O Brasil hoje enfrenta o desiquilíbrio entre o aumento da taxa de longevidade e a diminuição da taxa de natalidade. Os tempos mudaram e a realidade do nosso sistema social também. É preciso que o brasileiro mude sua mentalidade, aprenda a pensar de forma mais coletiva e entenda a importância de poupar e se preparar para o futuro desde cedo”, enfatiza o consultor.

Para Patricia Pacheco, gerente de RH da CAPEMISA responsável pela coordenação da ação, a palestra é uma iniciativa da companhia que combina ganho pessoal com profissional. “Somos uma seguradora, vendemos produtos e soluções financeiras, então a noção de educação financeira é importante para o nosso colaborador na sua vida pessoal e na profissional, assim ele passa a entender melhor a importância dos produtos que sua empresa vende desempenham na vida das pessoas” afirma Patrícia.

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço? 904

Embarquei e esqueci o seguro viagem, o que faço?

ComparaOnline explica: a seguradora precisa dar autorização prévia e cada caso será analisado individualmente

Apesar de ser obrigatório nas viagens para a Europa, o seguro viagem ainda é um serviço com informações pouco disseminadas e gera dúvidas para quem vai embarcar para outros locais. É comum os viajantes deixarem para contratá-lo na última hora e até mesmo após o embarque. Apesar de ser possível contratá-lo já em viagem, pode ser arriscado. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de seguros e produtos financeiros, reuniu informações importantes que você deve saber sobre a contratação do seguro viagem depois de embarcar.

“Se você já embarcou e precisa contratar serviço, será necessária uma autorização prévia da seguradora, que analisará caso a caso. Geralmente existem exigências como uma carta de próprio punho do passageiro solicitando permissão para compra e declarando bom estado de saúde, informações como nome, CPF, data de nascimento, datas de saída e de volta para o Brasil”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

O seguro pode sofrer alteração de valor devido a flutuação do dólar, mas não há cobrança de tarifa extra por não efetuar a contratação antes do embarque. Um ponto de atenção quando se faz a contratação já estando em viagem é que as seguradoras podem estipular um período de carência, durante o qual o segurado não poderá acionar o seguro e nem ser reembolsado por qualquer despesa. Essa carência varia de seguradora para seguradora e caso a caso, mas normalmente fica entre um a dez dias. Após esse período, o segurado poderá utilizar o seguro viagem normalmente.

Caso o viajante ainda esteja no período de carência e tenha alguma emergência, as opções seriam ir até um hospital particular e arcar com os custos, sem a possibilidade de reembolso, ou tentar atendimento público. Dependendo do país, estrangeiros precisam de autorização prévia para utilizar o serviço público de saúde gratuito ou com taxas baixas, no Canadá, por exemplo, turistas não podem ter acesso a gratuidade ou pagamento mais baixo do serviço. Em alguns casos, as seguradoras chegam a direcionar para o atendimento mais próximo pago ou público, contudo, não é um serviço obrigatório ou frequente.

“O ideal é que o serviço seja contratado antes do embarque, assim, o viajante pode escolher o seguro viagem com calma, analisando as coberturas e valores oferecidos por cada seguradora. Apesar de ser possível contratá-lo depois do embarque, nem todas as seguradoras aceitam e o viajante terá que optar pelas disponíveis naquele momento”, finaliza Marchetti.

Ibmec lança iniciativa pioneira entre as instituições de ensino do Brasil: o Intercâmbio Nacional 308

Ibmec lança iniciativa pioneira entre as instituições de ensino do Brasil

Trata-se de uma das mais importantes e qualificadas escolas de negócios do País

Líder na criação e no aperfeiçoamento de iniciativas que contribuem para a formação dos verdadeiros protagonistas nas suas áreas de atuação, o Ibmec possui um amplo portfólio de graduação em suas diferentes áreas. Com unidades próprias no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, a instituição proporciona aos seus alunos um ambiente de colaboração e integração, além de iniciativas para que eles estejam preparados para enfrentar os diversos desafios do mundo.

Reconhecido como uma das mais importantes e qualificadas escolas de negócios do País, o Ibmec acaba de lançar uma iniciativa pioneira entre as instituições de ensino do Brasil: o intercâmbio nacional. Trata-se de um programa, exclusivo para alunos de graduação do Ibmec, que planejam realizar parte de seu curso em uma outra unidade da instituição no Brasil, cursando disciplinas de sua grade curricular ou disciplinas eletivas em caráter de intercâmbio. O programa terá a duração de seis meses, podendo o aluno solicitar a extensão do período por mais seis meses, totalizando e nunca ultrapassando um ano de intercâmbio.

O Ibmec acredita que diante de um mercado cada vez mais competitivo, volátil e ambíguo, torna-se imprescindível que os profissionais tenham uma visão global da sua atuação. Por meio desta iniciativa, os alunos estarão em contato com novos profissionais e universos, além de terem a oportunidade de desenvolverem a capacidade de adaptação a mudanças, diversificando assim os conteúdos aprendidos.