Sindicato dos Corretores: ruim com, pior sem eles 795

Sindicato dos Corretores: ruim com, pior sem eles

Confira artigo exclusivo de Arley Boullosa, Diretor de Ensino do Sincor-RJ

Os Sindicatos dos Corretores de Seguros começam a agonizar. A semana começou quente nas redes sociais. Recentemente escrevi que “corretores que comemoraram o fim da contribuição sindical obrigatória e não são associados aos Sindicatos, ficam pedindo ajuda contra cooperativas, associações de proteção veicular e venda direta de seguros realizadas diretamente pelas seguradoras”.

Não estou recuando de meu posicionamento, mas acredito que seja importante ‘tocar na ferida’. Fico muito satisfeito em perceber que o que escrevo gera alguma reação em uma categoria onde grande parte parece ‘anestesiada’, sem enxergar o que está por vir.

Estamos em um momento em que os Sindicatos de Corretores de Seguros de todo País enfrentam um grande desafio de se reinventar em função da queda de arrecadação. Muitos não conseguirão ou ficarão reduzidos. Muitos estão em situação difícil por não possuir representatividade, é verdade. A maioria poderia ter escrito uma história diferente e falharam.

Sempre tive críticas ao Sincor, em função do que ouvia. Fui segurador por 21 anos e sou sócio de corretora há quase 7. Fui contratado pelo Sincor-RJ para cuidar do ensino e qualificação profissional dos corretores, em função da minha experiência como professor da Escola Nacional de Seguros e relacionamento com os corretores.

Coordenador de MBA de Seguros EAD, que será lançado no primeiro semestre, sou ainda sócio da Dino, uma agência de marketing digital. Sou sócio, ainda, da Resolve Sinistros, e do site Panorama Seguro, além da SegFlix, que entra no ar também no primeiro semestre. Ainda sou fundador da Kuantta, uma consultoria que presta serviços para seguradoras e corretoras de seguros.

Nos últimos dois anos tenho me dedicado a ajudar os corretores do Rio de Janeiro à frente da Diretoria de Ensino do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro e o esforço foi reconhecido após o resultado das eleições, realizadas no final de 2018, onde fomos reeleitos pelos profissionais da corretagem para mais um mandato.

Fico impressionado com aqueles que insistem em apenas criticar, mas não participam de absolutamente nada do Sindicato e fazem oposição por “pirraça”. Alguns, parecem ficar o dia inteiro me acompanhando nas redes sociais.

Alguns corretores, que sempre estiveram na oposição, e que aparecem 3 meses antes da eleição para montar uma chapa e concorrer, nunca fizeram qualquer trabalho para ajudar os corretores. Estão, agora, comemorando as dificuldades que os sindicatos estão passando e torcendo por seu fim.

Como ter uma categoria mais forte e representativa com sindicatos patronais fracos? Quando o novo governo chegar ao mercado de seguros alguém acredita que tudo continuará como está?

Um governo liberal quer arrecadar impostos, fazer a economia girar e nosso sistema de seguros possui uma penetração baixa na população. A participação no PIB é menor que a média mundial. Como ficará a regulamentação do setor? Quem vai poder vender seguros?

Semanalmente vemos novos agentes entrando em nosso mercado e vendendo seguros. Os corretores de seguros são concorrentes e não são, ou não deveriam, ser inimigos. Podem ter certeza que o enfraquecimento e fim dos Sindicatos de Corretores interessam à muitos, menos a maioria da categoria.

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida 290

Liberty Seguros lança expansão das coberturas de seus principais produtos de Vida

Novidade vale para os produtos Liberty Vida Especial e Vida Perfil e é mais um investimento da seguradora no segmento

Com o objetivo de tornar seus produtos ainda mais completos e atender às necessidades de seus clientes, a Liberty Seguros anuncia a ampliação de dois dos seus principais produtos do segmento: o Liberty Vida Perfil e o Liberty Vida Especial. Com a expansão, os produtos passarão a oferecer novas coberturas focadas na saúde e no bem-estar dos segurados, além de mais insumos para os corretores no momento de negociar as vendas das apólices.

Essa mudança, dentre outras iniciativas da seguradora, faz parte do constante investimento da companhia no setor de Vida – no qual a Liberty já se destacou em 2018, crescendo 16,2% em comparação a 2017.

Liberty Vida Perfil

A partir dessa atualização, o produto Vida Perfil passará a contar com um novo limite de capital de até R$ 3,5 milhões. Além disso, o cliente poderá optar entre três diferentes planos com coberturas para Doenças Graves – com combos de 10, 20 ou tipos de 24 doenças. Com elas, o segurado tem apoio para tratamentos como Transplantes de Órgãos, Implante de Marcapasso e doenças como Alzheimer, Embolia Pulmonar e Câncer.

Liberty Vida Especial

Na nova versão deste produto, os segurados podem contar com uma cobertura de Diárias de Incapacidade Temporária (DIT) de até R$1.300,00, além de duas coberturas exclusivas: LER e DORT e de Hérnia. O Vida Especial também oferece coberturas de Doenças Graves, nos combos de 10 e 20 tipos de doenças, e um novo limite capital de R$ 2,5 milhões.

Além disso, os produtos contam com o uso da telessubscrição, que dispensa a entrega da proposta física assinada pelo cliente. Com esse formato, a contratação se torna mais simples e ágil tanto para corretores quanto segurados.

Vantagens para os corretores

Além das novidades na cobertura dos produtos, a campanha Feliz da Vida da Liberty já impactou mais de 1.500 corretores com treinamentos sobre Vida e está realizando uma campanha de incentivo que vai até junho e irá beneficiar parceiros que se destacarem nas vendas de produtos do setor com prêmios catalogados e uma experiência em um festival de música. Nesta fase, parceiros que comercializarem o Liberty Vida Especial participarão de 4 sorteios mensais no valor de R$5 mil.

Os corretores e segurados ainda podem aproveitar todos os benefícios do Club Liberty Momentos, com descontos exclusivos em Diversão, Gastronomia, Viagens, Compras e Presentes, entre outros serviços.

Para mais informações sobre os produtos e os benefícios em vendê-los, basta acessar este endereço.

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil 346

Chubb estimula seguros para Festas Juninas em todo o Brasil

Apólices disponibilizam coberturas para diversos imprevistos que podem acontecer

A Chubb, uma das maiores seguradoras do mundo, diz que, a exemplo do carnaval, as festas juninas estão demandando proteções securitárias de modo crescente em todo o Brasil. As apólices cobrem riscos como ferimentos por fogos de artifício, quedas de estruturas retráteis, choques elétricos, danos corporais por conta de tumultos, intoxicação com alimentos e bebidas, danos a equipamentos, incêndio e vários outros episódios que podem ocorrer ao longo de eventos organizados em recintos abertos e fechados.

“As ameaças presentes nas festas juninas não são menores em relação ao carnaval, pois as festividades hoje chegam a durar mais de 30 dias, dentro de uma programação bastante intensa de brincadeiras com diferentes graus de risco”, diz Juliana Santos, Responsável pela área de seguros de Entretenimento da Chubb. De acordo com a executiva, as festas são tradicionalmente organizadas por milhares de instituições de todo o Brasil, considerando entidades públicas, associações, empresas, escolas, igrejas e outras.

Juliana Santos observa que, nos últimos anos, diversas prefeituras do país assumiram a realização dos eventos. “Em algumas localidades, a festa evoluiu muito com o passar dos anos e hoje já atrai um grande fluxo de pessoas de cidades vizinhas e outros estados, além de turistas estrangeiros”, observa. Segundo ela, na região nordeste, em especial, os eventos do período junino passaram a movimentar de forma expressiva a economia de várias cidades pequenas, médias e grandes.

Conforme Juliana, o investimento de um pequeno valor em uma apólice de seguros pode evitar prejuízos que poderiam significar o fechamento do negócio do promotor de um evento junino, tais como perdas ocasionadas por incêndios, cancelamentos e acidentes com vítimas fatais. “O mercado se encontra cada vez mais consciente disso e, por essa razão, a Chubb está estimulando os corretores de seguros a contatarem o quanto antes os organizadores dessas festas”, conta. Como as oportunidades vão surgir até a véspera do período junino, ela destaca que a seguradora dispõe de um sistema que emite boleto, certificado e apólice em até 24 horas antes do inicio da montagem do evento.

“Estamos levando para nossos parceiros uma experiência de mais de 50 anos em seguros de Entretenimento no mundo, bem como os conhecimentos adquiridos a partir de uma atuação pioneira no Brasil”, conclui.

Como soluções de seguros podem alavancar o crédito corporativo? 301

Como soluções de seguros podem alavancar o crédito corporativo?

Palestra do economista Ricardo Amorim sobre as expectativas da economia brasileira contribuirá para o debate a respeito da importância do mercado de seguros na criação de ferramentas alternativas para alavancagem de crédito corporativo

A Lockton, uma das maiores corretoras de seguros do mundo, promoverá no próximo dia 23, quinta-feira, no Hotel Grand Hyatt São Paulo, o Lockton Financial Lines Day. O evento mediado pela jornalista Carla Vilhena, debaterá o uso de ferramentas disponíveis no mercado de seguros para alavancagem de crédito corporativo, aumento de financiabilidade e operações estruturadas.

“Será uma grande satisfação para a Lockton reunir os principais especialistas do mercado para debater soluções customizadas de seguros de crédito e garantia, tendo como foco a otimização do capital e fluxo de caixa de nossos clientes”, exalta Marcelo Elias, Diretor Executivo de Risk Solutions da empresa.

A agenda será marcada por três painéis, sendo o primeiro pautado pelo tema “O mercado de seguros como ferramenta para operações estruturadas, financiamentos e alavancagem de crédito corporativo”. Este debate trará diferentes visões a respeito do atual cenário de crédito do mercado e como a utilização estratégica de seguros pode auxiliar as empresas na melhoria de seu perfil de risco. Representando a Lockton, Franklin Nogueira, Head de Seguro de Crédito e Riscos Políticos, e Thais Ferreira, Head de Seguro Garantia, dividirão o palco com Daniel Nobre, CEO da Atradius, Roque Mello, Vice-Presidente da Junto Seguros, e Fabricio Bonadio, Superintendente da Fator Seguradora.

O tema “Evolução do seguro garantia judicial no Brasil e perspectivas de mercado” será abordado por João Di Girolamo, Diretor da Swiss Re Corporate Solutions, Fernanda Felício, advogada da Pottencial Seguradora, Cassio Amaral, sócio da Mattos Filho Advogados, e Cristina Tseimatzidis, Head de Financial Lines da Lockton. Este painel promete debater as tendências do mercado de Seguro Garantia, traçando um paralelo entre o desenvolvimento do produto como principal proteção de passivos judiciais das empresas, as mudanças do ambiente legislativo do país e a disponibilidade de capacidade do mercado.

O encerramento do evento ficará a cargo do economista e consultor, Ricardo Amorim. Sua palestra será norteada por dois temas centrais, que abordarão as perspectivas e oportunidades da economia brasileira: “Compreendendo os ciclos econômicos: a chave para o sucesso dos negócios e dos investimentos financeiros.”; e “Por que a economia deve melhorar e crescer mais do que você imagina nos próximos anos? Como aproveitar as oportunidades?”.

Lockton Financial Lines Day tem vagas limitadas e é direcionado principalmente aos executivos das áreas Financeira,  Jurídica, e Riscos. As inscrições podem ser feitas neste link.

Serviço: 

Evento: Lockton Financial Lines Day
Data: 23 de maio de 2019, das 08h30 às 13h.
Local: Hotel Grand Hyatt São Paulo
Inscrições: http://evento.lockton.com.br/evento-lockton-global-de-linhas-financeiras

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas 303

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

No final de abril, o Magazine Luiza, conhecido também por Magalu, anunciou a compra da Netshoes em uma negociação estimada em 62 milhões de dólares. É fato que a gigante do comércio eletrônico de esportes e moda acumula anos de prejuízos, dificuldades para controlar seus custos e nenhum sinal de reação a partir do seu único canal de vendas, o site de suas marcas. Em contrapartida, nos últimos três anos, o Magazine Luiza apresentou uma valorização de quase 17.000% no valor de suas ações, crescimento esse que pode ser creditado ao sucesso obtido em sua missão de criar um varejo no modelo omnichannel, com uma forte presença por meio de sua rede de 900 lojas aliada à eficiência logística e uma estratégia digital inovadora, que é aplicada a partir de seu e-commerce e de outros canais tecnológicos.

Há alguns anos, muito especula-se sobre o fim do varejo tradicional como conhecíamos antes do advento das conexões de internet velozes e dos smartphones. Gurus mais apocalípticos arriscaram até um palpite sobre o fim das lojas físicas. Porém, esse movimento da Magalu acaba por decretar, de uma vez por todas, que presença local e relacionamento continuam sendo fatores de sucesso, inclusive, passamos por um momento em que se coloca em xeque a viabilidade de varejos exclusivamente digitais, que dificultam o contato e a experiência do cliente.

O cliente já é omnichannel. Esta frase tem sido repetida como um mantra nas reuniões estratégicas de todas as empresas que discutem o futuro dos seus negócios. Para simplificar, o termo em inglês poderia ser facilmente substituído, resumindo a sentença em: o cliente quer ter o poder de decidir o que é melhor para ele.

Nos últimos anos, o varejo vem enfrentando uma série de mudanças significativas, entre elas, a redução de fluxo de clientes nas lojas, o maior acesso à informação pelo consumidor para tomada de decisão da compra, o aumento da exigência de nível de serviço, o crescimento da disponibilidade de marcas e produtos e a competição entre canais de venda físicos e digitais.

Tudo indica que a melhor solução para as empresas enfrentarem este cenário é otimizar o aproveitamento dos seus canais, utilizando o que cada um oferece de melhor. O acesso à informação e a disponibilidade entregues pelos canais digitais podem caminhar de mãos dadas com o relacionamento e experiência presencial proporcionados pelos canais físicos.

Dentro deste contexto, as lojas físicas deixam de cumprir apenas com o papel de ser um ponto de venda, mas recebem as atribuições de ponto de logística, compartilhando seus estoques com a rede e disponibilizando espaços para troca e retirada de produtos. Tornam-se também o ponto de relacionamento, onde o cliente pode tirar dúvidas, experimentar e ter contato com produtos e serviços que poderão ser entregues pelo e-commerce ou, até mesmo, por outras lojas.

Além dos benefícios relacionados à melhoria da experiência do cliente, as empresas que obtiverem sucesso ao desenvolver uma sinergia entre seus canais, consequentemente se beneficiarão também de uma melhoria no giro de seus estoques, assim como do aumento nas vendas e da otimização da utilização dos recursos de marketing e logística.

Para obter sucesso nesse desafio, é importante observar cuidadosamente as peculiaridades relacionadas aos pilares que envolvem pessoas, processos e tecnologias existentes em cada um dos canais. As lojas físicas, provavelmente, terão dificuldades ao encarar os desafios de marketing digital e termos como SEO, inbound marketing, rede de display, SAC, entre outros. Em contrapartida, para as lojas virtuais, gerenciar PDV, TEF, visual merchandising, aluguel percentual de shopping e metas de vendas poderão ser novidades difíceis de digerir inicialmente.

Além disso, ainda existe a dificuldade tecnológica de integrar os diversos sistemas que as empresas utilizam com a finalidade de automatizar os processos entre os canais e promover consistência na experiência do consumidor.

O futuro do varejo está nas mãos das empresas que conseguirem encontrar o equilíbrio e serem mais eficientes com os seus canais, pois nesta nova realidade de mercado, o cliente ganha, e muito. E com o leque de possibilidades que se abre, as lojas também ganham.

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, empresa desenvolvedora de sistemas especialistas em lojas de calçados. O executivo apresenta, no dia 22 de maio, a partir das 13h, uma palestra sobre o tema durante a SICC (Salão Internacional do Couro e do Calçado), evento do setor de calçados que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 20 a 22 de maio de 2018.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Serra Park.
Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS.
Mais informações: neste endereço.

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi 237

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi

Luiz Eduardo Dilli Gonçalves integra o Conselho Fiscal até 2022

O diretor comercial do Grupo MBM, Luiz Eduardo Dilli Gonçalves, integra o Conselho Fiscal da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que reúne 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no País.

O evento de posse da CNseg e Federações (Fenseg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) para o triênio 2019-2022 reuniu cerca de 400 participantes em confraternização do setor, em São Paulo, no dia 09 de maio. “Posso afirmar que estou muito feliz com essa oportunidade e garanto que eu, juntamente com o MBM, contribuirei para que o setor se fortaleça ainda nos próximos anos”, comenta Dilli.

A FenaPrevi é uma associação civil sem fins lucrativos, afiliada à Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).