Sindicato dos Corretores: ruim com, pior sem eles 712

Sindicato dos Corretores: ruim com, pior sem eles

Confira artigo exclusivo de Arley Boullosa, Diretor de Ensino do Sincor-RJ

Os Sindicatos dos Corretores de Seguros começam a agonizar. A semana começou quente nas redes sociais. Recentemente escrevi que “corretores que comemoraram o fim da contribuição sindical obrigatória e não são associados aos Sindicatos, ficam pedindo ajuda contra cooperativas, associações de proteção veicular e venda direta de seguros realizadas diretamente pelas seguradoras”.

Não estou recuando de meu posicionamento, mas acredito que seja importante ‘tocar na ferida’. Fico muito satisfeito em perceber que o que escrevo gera alguma reação em uma categoria onde grande parte parece ‘anestesiada’, sem enxergar o que está por vir.

Estamos em um momento em que os Sindicatos de Corretores de Seguros de todo País enfrentam um grande desafio de se reinventar em função da queda de arrecadação. Muitos não conseguirão ou ficarão reduzidos. Muitos estão em situação difícil por não possuir representatividade, é verdade. A maioria poderia ter escrito uma história diferente e falharam.

Sempre tive críticas ao Sincor, em função do que ouvia. Fui segurador por 21 anos e sou sócio de corretora há quase 7. Fui contratado pelo Sincor-RJ para cuidar do ensino e qualificação profissional dos corretores, em função da minha experiência como professor da Escola Nacional de Seguros e relacionamento com os corretores.

Coordenador de MBA de Seguros EAD, que será lançado no primeiro semestre, sou ainda sócio da Dino, uma agência de marketing digital. Sou sócio, ainda, da Resolve Sinistros, e do site Panorama Seguro, além da SegFlix, que entra no ar também no primeiro semestre. Ainda sou fundador da Kuantta, uma consultoria que presta serviços para seguradoras e corretoras de seguros.

Nos últimos dois anos tenho me dedicado a ajudar os corretores do Rio de Janeiro à frente da Diretoria de Ensino do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro e o esforço foi reconhecido após o resultado das eleições, realizadas no final de 2018, onde fomos reeleitos pelos profissionais da corretagem para mais um mandato.

Fico impressionado com aqueles que insistem em apenas criticar, mas não participam de absolutamente nada do Sindicato e fazem oposição por “pirraça”. Alguns, parecem ficar o dia inteiro me acompanhando nas redes sociais.

Alguns corretores, que sempre estiveram na oposição, e que aparecem 3 meses antes da eleição para montar uma chapa e concorrer, nunca fizeram qualquer trabalho para ajudar os corretores. Estão, agora, comemorando as dificuldades que os sindicatos estão passando e torcendo por seu fim.

Como ter uma categoria mais forte e representativa com sindicatos patronais fracos? Quando o novo governo chegar ao mercado de seguros alguém acredita que tudo continuará como está?

Um governo liberal quer arrecadar impostos, fazer a economia girar e nosso sistema de seguros possui uma penetração baixa na população. A participação no PIB é menor que a média mundial. Como ficará a regulamentação do setor? Quem vai poder vender seguros?

Semanalmente vemos novos agentes entrando em nosso mercado e vendendo seguros. Os corretores de seguros são concorrentes e não são, ou não deveriam, ser inimigos. Podem ter certeza que o enfraquecimento e fim dos Sindicatos de Corretores interessam à muitos, menos a maioria da categoria.

Lojacorr defende rede de corretores empreendedores 1028

Lojacorr defende rede de corretores empreendedores

Convenção Nacional da empresa reúne mais de 1.200 participantes em Curitiba

O CEO da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

A inovação e maneiras de entender o novo consumidor tem sido temas fortemente debatidos no mercado de seguros nos últimos anos. Essa também é uma preocupação constante da Rede Lojacorr, conforme ficou evidenciado na cerimônia de abertura da sua 6ª Convenção Anual, que ocorre 21 e 22 de março em Curitiba (PR) e reúne 1.200 participantes entre corretores de seguros e parceiros.

Desde a última convenção, que aconteceu em 2017, a Lojacorr cresceu quatro vezes mais, segundo o CEO Diogo Arndt Silva. “É tempo de transformação e a Lojacorr supera diariamente as nossas expectativas”, destacou. “Nosso objetivo no início era alcançar 100 corretores em Curitiba e região e hoje temos mais de 1.100 corretores em 21 Estados e em 51 unidades espalhadas pelo Brasil”, detalhou.

De acordo ele, a missão dos corretores de seguros de levar proteção ao brasileiro é nobre. “A transformação não está na tecnologia, está nas pessoas, em suas atitudes, e o nosso maior papel como líderes de mercado é encorajar as pessoas a experimentarem, a verem novas formas de consumo”, comentou. Enxergar a figura do corretor de seguros como empreendedor seria fundamental para essa prática. “A maior parte dos projetos e das pessoas não fracassam, elas desistem. E a persistência tem que estar imbuído nos nossos objetivos”, disse.

Em 2017, a empresa que Diogo preside reuniu uma equipe multidisciplinar para realinhar seu planejamento estratégico tendo em vista que se transformou em uma rede de empreendedores. “Quando percebemos que somos novos líderes e empreendedores, pensamos em como criaríamos um ecossistema de soluções para auxiliar cada vez mais a distribuição de seguros através dos corretores”, explicou.

O momento reforça a crença de grandes líderes de mercado de que somente os corretores podem levar efetivamente as melhores proteções aos clientes. “Por intermédio de relações humanas, seremos capazes de levar proteção à parcela da sociedade que ainda não tem acesso, pois muito mais do que vender apólices, queremos proteger as pessoas”, comentou. Valores como transparência seriam fundamentais. “Sabemos que ainda existe um caminho muito grande a percorrer, mas seguimos caminhando, buscando inovar e crentes nos nossos valores, como transparência, que gera colaboração e, com ela, inovação”, afirmou.

A primeira palestra da Convenção ficou a cargo do administrador Max Gehringer.

Para o administrador Max Gehringer, que comandou a primeira palestra da Convenção, a grande profissão até o século XIX era a de agricultor, do século XX empregado e a do século XXI é empreendedor. “O que nós fazemos em nossa carreira é continuar correndo atrás do que vai nos diferenciar e vejo aqui uma plateia de empreendedores”, disse. “O que precisa para ser empreendedor, primeiramente, é não tomar a decisão de ser empreendedor pelo motivo errado, um bom motivo é enxergar uma oportunidade e um futuro”, defendeu.

Neste sentido, empresas como a Lojacorr estão a frente, uma vez que busca inovar sem perder a essência humana. “Não dá para conseguir confiança através da tecnologia, nós olhamos no olho de outra pessoa e conversamos com ela pessoalmente”, alertou. “O empreendedor brasileiro é um teimoso, pois a lei e a burocracia não ajudam, e mesmo assim ele não só insiste, como persiste com as suas ideias”, frisou.

6ª Convenção Nacional Lojacorr – Imagens do primeiro dia

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019 266

Segurança foi o grande tema do primeiro almoço mercado segurador gaúcho em 2019

Encontro foi realizado nesta quinta-feira, em Porto Alegre (RS)

As similaridades entre a segurança pública e o mercado de seguros, no que tange a proteção de vida e patrimônio, dão ênfase à importância de alinhamento entre o Governo do Rio Grande do Sul e o Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindseg/RS). Neste sentido, o primeiro almoço das seguradoras de 2019 recebeu Marcelo Gomes Frota, secretário adjunto da pasta, para representar o vice-governador e secretário de segurança, Randolfo Vieira Junior. Tudo aconteceu na quinta-feira, no Clube do Comércio, na Capital gaúcha.

Frota destacou a segurança como prioridade do governo de Eduardo Leite. “A ação reflete em outros setores. Sem investimentos em segurança pública não existe a garantia e confiabilidade necessárias para o setor privado investir”, explicou. “O ciclo da economia fica vinculado à isso e os demais setores são prejudicados no Estado”, comentou o secretário adjunto.

O almoço do Sindseg/RS é promovido há mais de 70 anos e trata-se de uma das tradições mais marcantes do mercado gaúcho de seguros.

Confira todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador Gaúcho:

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre 492

Confraria Feminina de Seguros realiza primeiro encontro, em Porto Alegre

Grupo surgiu com propósito de união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher no mercado

“Todas essas mulheres estão aqui por que quiseram. Estão por conta própria por que querem crescer, querem se fortalecer e querem algo a mais, querem mais espaço. Esse é o objetivo do grupo”, disse a executiva Estela de Moura Rey, durante o 1º Encontro da Confraria Feminina de Seguros. Tudo aconteceu nesta quarta-feira, no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre (RS).

A ideia surgiu com o intuito de fortalecer a representatividade feminina no setor de seguros. O grupo nasceu de uma conversa entre Estela e Marilze Benvenuti, há aproximadamente 3 anos. Fundada em novembro de 2018, a confraria conta com mais de 162 mulheres.

“Fomos maturando até chegar na formulação desse evento. O propósito do grupo é união, fortalecimento e desenvolvimento da mulher dentro do mercado de seguros por conta da troca de informação. Temos um grupo que fomenta a troca de informações, onde elas se ajudam, indicam e formam novos negócios em prol do desenvolvimento do mercado. Essa é a importância do grupo. Estamos nos fortalecendo para desenvolver o mercado”, explica Estela Rey.

“Existem pessoas aqui que estão começando e corretoras que estão atuando há mais de 37 anos. Essas mulheres não tem restrição alguma para ajudar a outra. Elas não tem medo de concorrência”, completa.

Confraria Feminina de Seguros – Imagens do Encontro:

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones 298

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones

Empresa deve construir espaços altamente digitalizados e automatizados para que os drones voem com segurança nos próximos anos

A Indra apresenta a Air Drones, um conjunto de soluções avançadas para gerenciar o tráfego aéreo de drones em baixa altitude. Trata-se da primeira solução global, capaz de oferecer a flexibilidade e a capacidade de adaptação necessária para gerenciar o tráfego em qualquer nível: local, regional ou de um território completo. A estrutura foi pensada para garantir a segurança das operações aéreas dos aviões não tripulados em regiões urbanas, rurais e de aeroportos, onde as normas de segurança são mais exigentes.

O novo sistema UTM (Unmanned Traffic Management) da Indra será a peça encarregada de organizar todo este tráfego, identificar cada aeronave e controlar seu acesso e movimentações de forma segura. A plataforma foi pensada para integrar soluções de detecção e neutralização de drones, complementando a capacidade de gerenciamento do tráfego aéreo.

Além disso, conta com uma solução UTM Hub, que vai automatizar o fornecimento de serviços centralizados de coordenação para todos os setores, no qual estarão envolvidos: operadores, fornecedores de informação e autoridades.

Por fim, a Indra Air Drones oferecerá um serviço inteligente, altamente digitalizado e automatizado. Dessa forma, será possível facilitar o acesso rápido e simples a qualquer usuário que queira operar seu drone ou sua frota de drones com total garantia de segurança. A liderança da Indra como fornecedora de sistemas de tráfego aéreo torna a companhia capacitada para configurar um espaço UTM deste tipo, com os níveis de segurança necessários.

A solução tem em vista o aumento do fluxo aéreo nos próximos anos, em que a companhia projeta um aumento exponencial no número de aeronaves, com drones de baixo custo junto a outros de caráter profissional muito mais sofisticados, helicópteros, aviões convencionais.

Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE 1054

URGENTE: Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE

Pleito é visto pelo governo Bolsonaro como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19, que irá apoiar a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), um pleito brasileiro. “Eu estou apoiando o Brasil para entrar na OCDE”, disse, no Salão Oval da Casa Branca, onde recebeu o presidente Jair Bolsonaro. O pleito é visto pelo Brasil como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Questionado sobre facilitação de vistos a brasileiros, Trump afirmou que essa possibilidade é cogitada, mas rapidamente mudou de assunto para criticar o nível de comércio entre os dois países. “Pensando muitas coisas em diferentes opções, também estamos pensando facilitar os vistos, mas o comércio que temos com o Brasil não é tão bom como deveria ser. Temos que trabalhar para que seja o melhor possível”, afirmou o americano.

Os dois presidentes trocaram camisetas de futebol. Trump presenteou Bolsonaro com uma camiseta de um time americano, com nome do Bolsonaro escrito atrás. Já Bolsonaro deu uma camisa da seleção brasileira com o número 10, do Pelé, e o escrito “Trump” nas costas. Bolsonaro estava acompanhado do filho mais novo, o deputado Eduardo Bolsonaro.

Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que o Representante Comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer pediu que o Brasil deixe a lista de países de tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC) em troca do apoio norte-americano à entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo o ministro, essa foi a solicitação de Lighthizer. “Eu fiz o meu pedido: quero entrar na primeira divisão. Ele falou: então me ajuda a limpar a segunda divisão”.