Seguros e previdência são mercados que tem tudo para avançar no RS, diz vice-governador do Estado 921

Ranolfo Vieira Jr e o secretário da Segurança Pública, Marcelo Frota, foram homenageados pelo MBM

Para o vice-governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Júnior, o mercado de seguros e previdência pode permanecer determinado em 2019. “Sem dúvida alguma são mercados que tem tudo para avançar no nosso país e no nosso Estado”, afirmou com exclusividade ao JRS/Seguro Sem Mistério. Sobre o tema, o secretário adjunto de Segurança Pública Marcelo Gomes Frota acredita que policiais, bombeiros e militares precisam ter segurança em função de labutarem em uma profissão de extremo risco. “E a melhor maneira de estar seguro é justamente tendo um plano de vida de uma empresa com solidez, eu sempre recomendei por onde estive à frente que buscassem ter um seguro de vida, pois nunca sabemos o dia de amanhã”, declarou.

O secretário adjunto de Segurança Pública Marcelo Gomes Frota, recebendo a Comenda. Filipe Tedesco/JRS

Os dois foram homenageados pelo Grupo MBM com a Comenda Walter Perachi de Barcellos, na quarta-feira (27), na sede da empresa em Porto Alegre (RS). “A concessão desta comenda é um demonstração de respeito e esperança, pois o Estado precisa e necessita de um momento de virada e eu acredito que este Governo que agora inicia é de diálogo, de entendimento e vai buscar isso”, considerou o presidente do Grupo MBM, Paulo Benhur.

Sobre a distinção, Ranolfo considerou “uma satisfação recebê-la, pois representa muito ao estado do Rio Grande do Sul”. “Agora tenho ainda mais dimensão do que faz o MBM, que é de uma grandeza com suas 27 unidades em mais de 17 estados do Brasil”, acrescentou. O secretário Marcelo Frota ainda traçou um paralelo entre o nome da Comenda, do militar e ex-governador Walter Perachi de Barcellos, e a trajetória do Grupo MBM. “[A empresa] nasce dentro dos quartéis da Brigada Militar, se fortalece e hoje é uma empresa sólida, absolutamente confiável, com uma gestão diferenciada de coronéis agora empresários da iniciativa privada, trazendo confiança, que é o que as pessoas, ao assinar uma apólice, precisam”, avaliou.

O vice-governador ainda ressaltou que este início de Governo apresenta alguns desafios. “Aqui no Rio Grande do Sul essa dificuldade fica redobrada em razão do cenário fiscal”, comentou. “Infelizmente passamos por uma situação dramática do ponto de vista financeiro, mas não temos dúvidas de que não vamos medir esforços para possibilitar que estejamos novamente entre os grandes Estados da Federação”, confia.

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones 310

Indra lança solução pioneira para gerenciar o tráfego de drones

Empresa deve construir espaços altamente digitalizados e automatizados para que os drones voem com segurança nos próximos anos

A Indra apresenta a Air Drones, um conjunto de soluções avançadas para gerenciar o tráfego aéreo de drones em baixa altitude. Trata-se da primeira solução global, capaz de oferecer a flexibilidade e a capacidade de adaptação necessária para gerenciar o tráfego em qualquer nível: local, regional ou de um território completo. A estrutura foi pensada para garantir a segurança das operações aéreas dos aviões não tripulados em regiões urbanas, rurais e de aeroportos, onde as normas de segurança são mais exigentes.

O novo sistema UTM (Unmanned Traffic Management) da Indra será a peça encarregada de organizar todo este tráfego, identificar cada aeronave e controlar seu acesso e movimentações de forma segura. A plataforma foi pensada para integrar soluções de detecção e neutralização de drones, complementando a capacidade de gerenciamento do tráfego aéreo.

Além disso, conta com uma solução UTM Hub, que vai automatizar o fornecimento de serviços centralizados de coordenação para todos os setores, no qual estarão envolvidos: operadores, fornecedores de informação e autoridades.

Por fim, a Indra Air Drones oferecerá um serviço inteligente, altamente digitalizado e automatizado. Dessa forma, será possível facilitar o acesso rápido e simples a qualquer usuário que queira operar seu drone ou sua frota de drones com total garantia de segurança. A liderança da Indra como fornecedora de sistemas de tráfego aéreo torna a companhia capacitada para configurar um espaço UTM deste tipo, com os níveis de segurança necessários.

A solução tem em vista o aumento do fluxo aéreo nos próximos anos, em que a companhia projeta um aumento exponencial no número de aeronaves, com drones de baixo custo junto a outros de caráter profissional muito mais sofisticados, helicópteros, aviões convencionais.

Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE 1056

URGENTE: Trump diz que vai apoiar entrada do Brasil na OCDE

Pleito é visto pelo governo Bolsonaro como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19, que irá apoiar a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), um pleito brasileiro. “Eu estou apoiando o Brasil para entrar na OCDE”, disse, no Salão Oval da Casa Branca, onde recebeu o presidente Jair Bolsonaro. O pleito é visto pelo Brasil como um selo de confiança internacional e tem sido defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Questionado sobre facilitação de vistos a brasileiros, Trump afirmou que essa possibilidade é cogitada, mas rapidamente mudou de assunto para criticar o nível de comércio entre os dois países. “Pensando muitas coisas em diferentes opções, também estamos pensando facilitar os vistos, mas o comércio que temos com o Brasil não é tão bom como deveria ser. Temos que trabalhar para que seja o melhor possível”, afirmou o americano.

Os dois presidentes trocaram camisetas de futebol. Trump presenteou Bolsonaro com uma camiseta de um time americano, com nome do Bolsonaro escrito atrás. Já Bolsonaro deu uma camisa da seleção brasileira com o número 10, do Pelé, e o escrito “Trump” nas costas. Bolsonaro estava acompanhado do filho mais novo, o deputado Eduardo Bolsonaro.

Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que o Representante Comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer pediu que o Brasil deixe a lista de países de tratamento especial e diferenciado da Organização Mundial do Comércio (OMC) em troca do apoio norte-americano à entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo o ministro, essa foi a solicitação de Lighthizer. “Eu fiz o meu pedido: quero entrar na primeira divisão. Ele falou: então me ajuda a limpar a segunda divisão”.

JRS apresenta atrações especiais e anuncia novidades para 2019 1075

De 25 a 29 de março acontece a “Super Semana”, com atrações diárias, a partir das 19h

O JRS apresenta ao público as novas versões de suas atrações para 2019. Apostando forte no digital para consolidação das operações também no Sudeste do Brasil, o JRS São Paulo agora será apresentado às segundas e contará com um formato remodelado, muito mais dinâmico e ágil na hora de informar. A atração será apresentada no dia 25, a partir das 19h, e tem o comando do apresentador William Anthony.

Já na terça-feira, o Show de Prêmios traz diversos brindes, além de boas conversas com o fundador do JRS, Jota Carvalho. Na quarta é a vez de Carvalho, Júlia Senna e William Anthony darem início ao Redação JRS. Neste formato, os apresentadores da casa debatem os principais temas da semana com relação ao setor de seguros, previdência e capitalização, especialidades da empresa de Comunicação.

Na quinta-feira acontece a grande estreia do JRS Rio Grande. O novo webjornal conta com apresentação de Júlia Senna e marca a expansão do formato do JRS São Paulo também para os gaúchos. A atração também vai ao ar a partir das 19h. E por fim, na sexta-feira, William Anthony traz os principais acontecimentos da semana no JRS Notícias.

A Super Semana JRS marca o início das comemorações de 19 anos do JRS, que serão completados no mês de agosto. Tudo será transmitido primeiramente no YouTube, depois no Facebook. No Instagram, edições drops dos programas serão incluídas ao longo da semana. Outras novidades ainda serão anunciadas ao longo dos próximos dias, fique com a gente!

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas 317

Escola Nacional de Seguros promove Curso Megavendas

Treinamento apresenta como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados

A Unidade Rio Grande do Sul da Escola Nacional de Seguros apresenta seu novo curso de vendas. Com o Megavendas, os profissionais de seguros vão aprender como o funil de vendas e a metodologia spin podem incrementar resultados.

Entre os conteúdos, estão as mudanças nas relações comerciais e o que pode-se esperar da próxima década, além de Comunicação persuasiva em vendas. As etapas, desde prospecção até à fidelização para vender mais também serão apresentadas, de forma a transformar o aprendizado em resultados.

O curso é ministrado por Rodrigo Maia, graduado em Comunicação e com especialização em Gestão Empresarial e Recursos Humanos pela PUC do Rio de Janeiro. Com quase 20 anos de experiência em Gestão Estratégica de Recursos Humanos e desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas à estratégia do negócio, o especialista ocupou cargos de gestão em grandes empresas, inclusive no exterior.

As aulas acontecem nos dias 12 e 13 de abril. No dia 12, das 16h às 22h, e no sábado, das 8h às 17h. O investimento é de R$ 700 a vista. As aulas serão ministradas na sede da Escola Nacional de Seguros no RS, na Av. Otávio Rocha, 115 – 1º andar – Porto Alegre (RS).

Saiba mais informações pelos telefones: (51) 3224-1965 / 5267 / 6661 ou no e-mail unidaders@ens.edu.br.

O seguro garantia e a retomada do desenvolvimento 341

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da CNseg

Nos últimos 30 anos, o Brasil enfrentou – e venceu – desafios imensos. Nos anos 1990 derrotou a hiperinflação e, nas décadas seguintes, superou os efeitos de grandes terremotos financeiros internacionais. Agora, recém-saído da pior recessão desde os anos 1930 e com o início do novo governo, o País tem pela frente mais um grande desafio: avançar nas reformas necessárias ao inadiável ajuste fiscal – com destaque para a reforma da Previdência, – sem abrir mão de uma agenda de retomada do crescimento econômico com justiça social.

A infraestrutura ocupa lugar central nessa agenda.  Investimentos no setor significam melhoria da qualidade de vida dos brasileiros em áreas fundamentais como saneamento e mobilidade urbana, geração de empregos e a ampliação da presença competitiva do Brasil na economia global, com mais e melhores ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e bons serviços de energia elétrica, telefonia e outros. Em um momento no qual o País decidiu abandonar modelos que derrubaram o emprego e a renda média, viabilizar investimentos em infraestrutura é algo estratégico para a reconstrução, modernização e reconstrução da vida nacional.

Nesse cenário, a Confederação das Seguradoras (CNseg) considera que a inserção do seguro garantia obrigatório para grandes obras públicas é tema prioritário. Trata-se de uma modalidade de seguro que reforça o arcabouço para a estruturação de financiamento e garante o cumprimento das obrigações assumidas pelo contratado, eliminando a necessidade de recorrer a garantias como o patrimônio das empresas (o que frequentemente põe em risco sua sobrevivência) ou fianças bancárias (que já se demonstraram ineficazes para as amortizações de longo prazo características dos empreendimentos de infraestrutura). O objetivo é garantir que a obra seguirá no ritmo esperado, e que a construtora contratada será rapidamente substituída por outra se abandonar os trabalhos.

O seguro garantia é instrumento crucial para melhorar a qualidade, a transparência e a execução de projetos governamentais, em parceria com a iniciativa privada, e deixar para trás um modelo que resultou na paralisação de milhares de empreendimentos. Estudos recentes dão conta de que existiam em 2016 mais de 2.500 obras paralisadas no Brasil, sendo pouco mais de 500 delas de infraestrutura.  Ainda que muitas tenham sido retomadas, esses são números preocupantes. Obras paradas significam população privada de serviços, e dinheiro do contribuinte escorrendo pelo ralo – além de configurar sinal negativo para potenciais investidores. De acordo com o Ministério do Planejamento, a maior parte das paralisações acontece por problemas técnicos, abandono da obra pela empresa responsável e dificuldades financeiras.

São informações que reforçam a importância do seguro garantia, figura que já existia nos Estados Unidos do século XIX para apoiar obras voltadas ao desenvolvimento do país e dar bom destino aos impostos pagos pelos cidadãos. Em 1893, o Congresso americano aprovou o “Heard Act”, estabelecendo a obrigatoriedade das garantias em todos os contratos governamentais, dando mais segurança à aplicação dos recursos públicos. A primeira seguradora especializada nessa modalidade de seguro surgiu em 1895, na Filadélfia.

No Brasil, o tema precisa de mais atenção. Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6814/2017 (apensado ao PL 1292/1995), que prevê alterações na Lei de Licitações, com a adoção de seguro garantia obrigatório para obras acima de R$ 100 milhões, e ampliação da garantia para 30% do valor do empreendimento. A lei atual já permite (mas não obriga) a contratação de seguros, que podem variar de 5% a 10% do valor da obra. Hoje, a maioria dos seguros é de 5%.  Nossa proposta para o novo seguro garantia tem como parâmetros práticas do mercado internacional.

Existe um largo atraso a superar. Os investimentos nesse setor não passam de 1,67% do PIB, quando o ideal seria uma taxa de 4% a 5%, ou algo em torno de R$ 300 bilhões por ano ao longo de uma década. O desafio é grande, mas entendemos que há motivos para estarmos otimistas. Apesar de persistirem incertezas no horizonte, a confiança começa a retornar. A Fundação Getúlio Vargas registrou, em janeiro, o primeiro resultado positivo no Índice de Clima Econômico depois de três trimestres consecutivos de níveis negativos, o que significa expectativa de retomada de investimentos e contratações. E os movimentos iniciais do governo federal são alentadores.

Na infraestrutura, que voltou a merecer um ministério, o plano é realizar leilões de 23 concessões de aeroportos, ferrovias e terminais portuários dentro dos primeiros cem dias de governo. Já se percebe também movimentação de investidores interessados em explorar as possibilidades de parceria em obras públicas. Os empreendimentos necessários a dotar o país de infraestrutura compatível com seu tamanho e importância na geopolítica mundial envolve desafios logísticos relevantes e exige atualização de marcos regulatórios, o que confere ao seguro garantia importância ainda maior.

No mundo inteiro, o setor de seguros passou a fazer parte da pauta de mudanças de políticas macroeconômicas pelas quais, em maior ou menor grau, todos os países passam hoje, com menor participação dos governos em setores como saúde, previdência e infraestrutura.  No Brasil, queremos estar no centro das políticas públicas, junto com o setor de resseguros em coberturas de grande valor, fundamental para o equilíbrio do sistema, como garantidor da atividade seguradora. O apoio ao desenvolvimento brasileiro será o tema do 8º Encontro de Resseguro, que se realiza em abril, no Rio de Janeiro.

No Brasil, o setor de seguros dispõe de ativos para garantir riscos assumidos da ordem de R$ 1,2 trilhão, equivalentes a 25% da dívida pública brasileira, montante que o posiciona entre os grandes investidores institucionais do país.

As seguradoras estão preparadas e confiantes na recuperação, apostando que é possível devolver ao Brasil o desenvolvimento frustrado, a melhoria da infraestrutura, a competitividade, a liberdade de empreender e a reconquista do emprego.