Entender necessidades dos clientes é o presente e futuro do seguro 948

Lideranças estiveram reunidos em Convenção da Lojacorr

O presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz.

As companhias de seguros buscam entender seus clientes em conjunto com os corretores. Essa preocupação ficou clara durante talkshow promovido pela 6ª Convenção Nacional da Rede Lojacorr, na quinta-feira (21) na Capital paranaense.

De acordo com o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz, a nova realidade em que a sociedade está inserida mostra que as empresas precisam focar na necessidade do cliente de maneira completa. “Precisamos entender que ele precisa de proteção dos riscos ao qual ele está exposto e que esses riscos mudam ao longo da vida”, comentou.

O CEO da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli.

Albernaz ainda acredita que o desafio está em entender essa nova situação em conjunto com o mercado como um todo. A exemplo disso está o seguro saúde têm a tendência de personalização no mundo como um todo, sendo um objeto de desejo da população. “O cliente mudou, ele é muito mais informado e está querendo soluções rápidas e adequadas e o nosso grande desafio é encantar esse cliente”, opinou.

Sobre personalização, o CEO da Liberty Seguros, Carlos Magnarelli, confia que “cada cliente quer um serviço único para ele e personalizado a sua realidade”. E que, além disso, o público está mais consciente, conhece as empresas e os produtos ofertados. “Por isso temos que entender o consumidor, qual a sua jornada e escutá-lo, pois ele vai nos indicar o que temos que entregar”, confiou.

O vice presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, Helio Kinoshita.

Na discussão que envolve a realidade do cliente, a revolução digital entra como um relevante elemento desta equação. “A transformação está nas pessoas e eu diria que temos cinco grandes desafios e um deles é a mudança da estrutura hierárquica para um processo em que todos trabalham em prol do mesmo objetivo, numa discussão mais horizontal dos processos”, detalha o vice presidente da Mitsui Sumitomo Seguros, Helio Kinoshita. “Assim poderemos andar Mais rápidos sendo mais assertivos nas inovações”, complementou.

Por outro lado, a Sancor, companhia argentina que completará 6 anos de atuação no Brasil, tem buscado oferecer meios para que o corretor de seguros consiga entender cada vez mais o seu cliente. “Estamos indo no caminho de disponibilizar ferramentas para que os corretores possam ofertar os produtos certos, pois ele também tem e quer estar preparado para esse novo consumidor”, explicou o diretor geral da Sancor no Brasil, Leandro Poretti.

O diretor geral da Sancor no Brasil, Leandro Poretti.

Além disso, o CEO da HDI Seguros, Murilo Riedel, acrescenta outro ponto interessante à discussão: a especialidade das companhias. “No passado, sempre foi um diferencial, mas se tornou algo negativo para uma seguradora”, afirmou. Ele explica que, na empresa que preside, 95% das operações advém do produto automóvel e que ela é afetada com a queda da faixa de veículos altamente seguráveis (de 0 a 5 anos) de 2014 para 2018. “Essa frota que alimenta o mercado tinha 17 milhões de veículos em 2014 e hoje tem 12 milhões, ou seja, 5 milhões desapareceram e saíram dessa classificação”, comentou.

Resultado disso, é a mudança de visão da HDI, passando do auto para uma seguradora da mobilidade. “A mobilidade é sair de um ponto a outro e chegar em algum lugar e o bem que te leva é apenas um

O CEO da HDI Seguros, Murilo Riedel.

componente de uma experiência que te leva”, disse. “O entendimento das seguradoras mudou sobre aquilo que significa mobilidade e oferecer produtos que compõe essa experiência virou algo mandatório”, salientou.

Conforme esse raciocínio, a companhia passa de fazer o seguro do bem para o seguro da experiência como um todo. “Temos uma visão de que buscar parcerias com seguradoras especializadas, como a nossa parceria com a Icatu, faz com que conjuntamente ofereçamos produtos que compõe essa experiência ampla de mobilidade”, finalizou.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente 304

Fidelização exige conhecer de perto todas as necessidades do cliente

Confira artigo de Robson Tricarico, diretor comercial da Suhai Seguradora

Para as empresas de todos os setores, seria cômodo se os clientes retornassem as compras ou renovassem os seus contratos ao longo dos anos sem esforços de fidelização. Contudo, dada a concorrência na grande maioria dos mercados, além da alta qualidade do produto ou serviço oferecido e de conhecer muito bem as necessidades do cliente, uma das chaves para o sucesso é inovação. Mas esse fator é algo muito mais complexo do que simplesmente disponibilizar ferramentas tecnológicas na operação ou no processo.

No mercado de seguros, por exemplo, oferecer múltiplos canais para facilitar a comunicação entre o cliente e a seguradora, apesar de não ser mais novidade, nunca foi tão importante. Saber quem é o cliente, como ele quer se comunicar e em qual momento ajuda a estreitar os laços e fortalecer a parceria, contribuindo para que ele enxergue (e se interesse) pela geração de valor que está disponível nas apólices. Ao oferecer vantagens e mostrar os diferenciais competitivos do que está em oferta para o cliente, é importante ter a certeza que ele receba a mensagem e enxergue esse valor para que, portanto, a relação seja fortalecida e tenha muito mais perspectiva de longo prazo.

Nesse contexto, a figura do corretor não pode ser esquecida. Trata-se de um pilar extremamente importante na mediação entre a seguradora e o cliente, sendo eles quem passam as explicações a respeito dos diferencias que são oferecidos e das inovações.

Com a cadeia completa e com todos os elos operando com foco no cliente, o setor ganha com a democratização do seguro, com respeito às escolhas dos clientes. No caso do seguro automotivo, por exemplo, ganham aquelas que reforçam a sua reputação de respeito ao cliente não apenas no momento da venda do seguro, mas na relação diária com o segurado, com foco em expertise de atuação em todos os tipos de veículos, sobretudo naqueles que têm maior risco de exposição a roubos e furtos, ou motos.

Porto Seguro apresenta novidades no aplicativo Corretor Online 208

Porto Seguro apresenta novidades no aplicativo Corretor Online

App permitirá o acompanhamento da performance de produção, compartilhamento de apólices e boletos em atraso via Whatsapp

Com o objetivo de facilitar ainda mais a gestão da carteira de clientes dos Corretores, a Porto Seguro reformula e moderniza o aplicativo Corretor Online. Agora, os Corretores podem acessar a plataforma por meio de biometria, aumentando a segurança das informações disponibilizadas no canal.

O Corretor também terá acesso aos gráficos referentes à sua carteira. Neles, é possível verificar, em tempo real, a performance da produção realizada, das cotações e conversões e também das suas renovações.

Além disso, outras novidades estarão disponíveis, tais como a regularização da parcela, emissão de segunda via de boleto, compartilhamento do boleto pelo WhatsApp e e-mail e contato direto com o cliente. Os Corretores também acompanharão as informações completas sobre as propostas pendentes, apólices em andamento e cobrança.

Rivaldo Leite, diretor geral da Porto Seguro, explica que todas as melhorias foram feitas após um estudo, “entender como é a experiência do Corretor e como poderíamos melhorá-la, foi essencial para chegarmos nesse novo formato. Esperamos trazer agilidade e maior mobilidade para o seu negócio”.

O aplicativo está disponível nas lojas virtuais App Store e Google Play. Os Corretores que já possuem o aplicativo precisam apenas atualizá-lo nas lojas.

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto 560

Projeto de Lei determina que consumidor receba celular reserva durante conserto

Aparelhos devem permitir acesso à internet, através do mesmo plano que o cliente possui

Ficar sem celular pode ser um pesadelo para muitos, mas às vezes eles precisam entrar em reparo e aí é preciso ter muita paciência, caso o dano exija que o aparelho fique na assistência técnica por alguns dias. Neste sentido o Projeto de Lei Complementar 142/2015 determina que um aparelho reserva seja concedido ao consumidor durante o período de manutenção.

De autoria da deputada Lauriete (PSC-ES), o projeto inicialmente previa que os aparelhos permitissem a emissão e recebimento de chamadas. No entanto, o relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente (CMA), ex-Senador Flexa Ribeiro, apresentou emenda prevendo que o aparelho deva também permitir acesso à internet, por meio do mesmo plano que o consumidor possui.

Um dos grandes receios dos consumidores, das empresas de assistência e companhias de seguros é que a medida gere aumento nos custos das operações desse tipo de segmento, embora o projeto determine que não haja cobrança adicional para o consumidor caso ele opte pelo celular reserva. “Isso irá variar de empresa para empresa. Pode haver impacto de forma indireta, com aumento no custo de reparo”, conta Danilo Martins, sócio-diretor da Yesfurbe.

A plataforma possibilita tanto a compra de aparelhos recondicionados como, também, a venda de aparelhos usados e troca por créditos para adquirir um modelo refabricado ou um novo. Esses processos podem ser realizados tanto pelo e-commerce da marca como, também, por meio de marketplaces e varejistas parceiros. “Dessa forma, as pessoas passam a ter acesso à smartphones modernos, com baixo custo e maior segurança. Os aparelhos comercializados pela empresa possuem seis meses de garantia”, explica Martins. “São aparelhos que passam por mais de 10 tipos de testes, em um processo muito criterioso de qualidade”, completa.

Na visão do especialista o consumidor sairá ganhando com a medida. “Isso só acontece na vigência de garantia, mas em casos como a quebra de vidro não há cobertura. O celular é muito mais que uma ferramenta de trabalho e hoje em dia é difícil ficar sem um aparelho”, defende.

A empresa rendeu mais de R$ 2,5 milhões apenas em 2018, conforme destacou reportagem da revista Pequenas Empregas, Grandes Negócios (PEGN). A Yesfurbe também visa fomentar negócios com o setor de seguros. “Vemos nesse mercado uma grande oportunidade. O celular é um item indispensável e o resource é muito valorizado no exterior, mesmo que ainda avance em curtos passos no Brasil. Esse Projeto de Lei reforça cada vez mais a importância dos aparelhos. As seguradoras também apostam no nosso tipo de negócio para fazer a reposição do bem ao segurado com um valor muito mais atrativo para a liquidez de seus negócios”, finaliza.

As alterações devem ser incluídas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990). O tema está em estudo pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) com instituições de defesa do consumidor e o setor produtivo. O projeto foi aprovado pelo Senado Federal na última quinta-feira (11).

*Com informações de Agência Senado.

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros 510

Corretores devem apostar na união para expandir o setor de seguros

Movimento visa sustentabilidade e maior solidez ao mercado, além de negócios mais atrativos

A necessidade de expandir a base de segurados no Brasil ficou evidenciada na fala do corretor de seguros Thiago Fecher ao JRS São Paulo. “Trata-se de uma necessidade da própria economia e da sociedade. Existem muitos outros produtos que os já conhecidos pelo público em geral, principalmente no ramo empresarial. A contratação de proteção fomenta a expansão da atividade econômica e até mesmo do Produto Interno Bruto (PIB)”, explica o profissional, que agora integra a Comissão de Seguro de Transportes do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP).

Thiago Fecher afirma que o consumidor muitas vezes não conhece outras opções de proteção e o corretor acaba tendo grande dificuldade para fomentar a comercialização de outras soluções. “O corretor tem um papel fundamental. A gente precisa investir mais em divulgação dos produtos e das soluções que o mercado tem para garantir esse empresário ou profissional, na sua própria formação. Penso ser necessário falar sobre isso na faculdade, nos cursos de graduação e de extensão. Quando esse profissional entrar no mercado de trabalho ou abrir um novo negócio ele poderá contar com uma solução que diminuirá a taxa de mortalidade desse novo empreendimento”.

Ainda sobre o consumidor, Fecher classifica como impossível a possibilidade de se prever o que acontecerá com as preferências do consumidor em cinco anos ou até mesmo na próxima semana, dada a velocidade das transformações em curso. “Temos uma revolução tecnológica e uma nova dinâmica social que torna impossível ter qualquer tipo de previsão do que o consumidor irá necessitar em alguns anos ou até mesmo meses. Aí entra a experiência do corretor de seguros adaptar as soluções existentes às novas preferências desse consumidor”, justifica.

Fecher seguiu os passos do pai com a Alfatec Corretora de Seguros, de São Bernardo do Campo (SP). A região do ABC Paulista foi fortemente castigada no início do ano por conta de chuvas acima da média no mês de março. “Quando acontecem esses casos de calamidade pública nós precisamos ressaltar o fator social do seguro. Todos os trabalhos de entidades, incluindo o do Sincor-SP, visam expandir esse mercado. Quanto mais pessoas estiverem protegidas pelo seguro, menos acidentes poderão provocar o fim de empresas e provocar prejuízo às famílias. Isso foi o que vimos nos recentes episódios das chuvas. Os corretores atuaram no sentido de orientar o público em geral, até mesmo para exemplificar de que modo o mercado poderia ajudar naquela situação”, constata ao reiterar o vasto prejuízo que foi registrado naquela ocasião. “Existem diversos tipos de realidade e todos foram afetados, independente de classe social. Isso mostra como todos são iguais”, reitera.

“A Alfatec foi fundada em 1987 pelo meu pai. Tem até um fato curioso, que a data do CNPJ dela é a data de meu nascimento. Desde o começo sempre tivemos uma tendência muito grande para seguros empresariais e de transporte. Nos especializamos nisso e desde então construímos nossa carteira”, diz o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Hoje já temos um novo viés, inclusive com uma nova corretora dentro da Alfatec. Trata-se de uma plataforma, que diverge de uma assessoria, que visa o apoio ao corretor que ainda não atua no setor de transportes e empresarial, mas que deseja implantar esses nichos dentro de sua corretora”, prossegue o profissional. “Queremos expandir o conhecimento de Seguro Transporte para um corretor que não atua. Isso cria mais volume de prêmio no mercado. Esse corretor que ainda não atua nesse segmento vai expandir esse ramo em sua carteira para aqueles que ainda não fazem a contratação dessa proteção e isso só beneficia o mercado. Quanto mais prêmio arrecadado, mais fácil fica de aceitar novos riscos. Assim, o mercado fica mais consistente para absorver novos riscos e também consegue-se baixar as taxas e até mesmo a precificação”, enaltece.

O Sindicato e a Comissão de Transportes tem um projeto que visa dar apoio para qualificação de Corretores de Seguros. “A ideia é transmitir conhecimento de como lidar com esse tipo de risco. É uma forma de poder abordar o cliente de forma bem tranquila e segura”, considera.

Sobre estratégias para expansão do negócio, Thiago Fecher considera sua abordagem como “muito próxima com o cliente”. “Nada me convence que essa não é a abordagem mais correta. Quando você conhece a empresa e o risco as conversas são muito mais realistas. Até mesmo aumenta a possibilidade de identificar riscos que ele não estava disposto a cobrir”, destaca ao elencar a união dos corretores como fundamental para o pleno desenvolvimento do setor em nível nacional. Thiago Fecher finaliza recomendando que os profissionais participem de grupos e entidades, a exemplo da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) e a própria Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA).

“O seguro é um instrumento de crescimento socioeconômico. Não existe nenhum país desenvolvido que não tenha um mercado de seguros desenvolvido”, prossegue o corretor de seguros Thiago Fecher.

“Mesmo com toda a rotina agitada o que mais me dá prazer é atender o segurado. Tenho uma trajetória totalmente focada no seguro, mas totalmente feliz e realizada”, conta Fecher ao lembrar que o ramo de seguros lida essencialmente com as emoções humanas.

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos 924

Constatação reforça papel da venda consultiva através do Corretor de Seguros

Responsabilidade Civil é a maior causa de sinistros no Seguro de Eventos
Fauze Farhat é executivo principal da Ayfa Seguros

Com o intuito de fornecer um serviço de qualidade, colocando-se como uma ’boutique de seguros’, a Ayfa Corretora de Seguros completa 26 anos no mercado segurador. Para celebrar mais um ano de conquistas e especialidade no ramo de eventos e de patrimoniais no segmento luxo. “Fomos crescendo aos poucos, prestando bons serviços e evoluímos para o ramo de Seguros Empresariais. Sempre procurei diferenciar do mercado em geral, que trabalha com todos os ramos, por isso me especializei nesse nicho”, explicou Fauze Farhat, executivo principal da empresa.

Na opinião do especialista, a cobertura mais relevante para contratação de um organizador de evento diz respeito à sua Responsabilidade Civil, principalmente no que tange ao público e terceiros que estejam nas proximidades ou envolvidos com a montagem do espetáculo, show, festa ou demais agremiações. “A indenização de uma vida pode custar milhões. A grande proteção é contra fatalidades. O segredo do corretor é desenhar uma apólice que proteja bem cada risco. Os riscos não são iguais neste sentido, independente do tamanho do evento. É preciso entender o briefing do organizador para desenhar a proposta ideal para este caso”, reitera Farhat.

A Ayfa Seguros foi a corretora responsável pela contratação do Seguro de Responsabilidade Civil do Réveillon da Avenida Paulista, evento que reúne quase 2 milhões de pessoas na cidade de São Paulo. “Entender quais as responsabilidades neste caso é desafiador, mas gratificante”, enfatiza. “O caminho desde a fundação da empresa até os dias de hoje sempre foi promover a troca de experiências. No caso de Seguro de Eventos o organizador é quem saberá descrever melhor as particularidades de cada momento, para que elas também sejam englobadas nessa cobertura”, prossegue Fauze Farhat.

O executivo principal da Ayfa Seguros também explica que “pequenos eventos podem ser englobados por uma linha de negócios pré-definida, mas grandes eventos exigem análise técnica. Isso envolve organizador, corretor e a seguradora especializada em eventos. São poucas companhias no Brasil com especialidade nesse produto”.

Já no segmento de luxo, a corretora de seguros atua fortemente em apólices voltadas para coberturas patrimoniais. “Atendemos algumas grandes marcas mundiais de franquia, com coberturas à incêndio ou até mesmo de fiança locatícia, que vem ganhando bastante destaque pelo mercado como um todo. É uma forte necessidade de Pessoa Jurídica. São clientes que exigem consultoria e uma confidencialidade diante dessas empresas”, analisa Farhat.

O corretor de seguros afirma que está mudando a percepção sobre a tecnologia no ramo de seguros. “Sempre fomos muito tailor-made, mas a tendência digital é irreversível. É preciso sempre fomentar novas maneiras de falar com nosso público”, constata.

Outro ponto que carece de atenção no segmento trata do cancelamento do evento. “Tivemos recentemente o caso do Lollapalooza, que quase teve o segundo dia cancelado por riscos apresentados pela chuva. As variáveis e complicações de grandes e pequenos eventos deve ser sempre levada em conta”, exemplifica ao abordar as mudanças no comportamento do público, principalmente no que diz respeito à mobilidade urbana. “Aplicativos de transporte, patinete e bikes são uma realidade”, completa.

Um dos segredos da Ayfa Seguros, na visão de Fauze Farhat, é tratar os seguros dentro de casa, de forma a oferecer um maior controle no que está acontecendo com cada contrato. “Esse acompanhamento é sob medida. Trata-se de um segmento muito consultivo, desde a contratação. Estamos falando inclusive de problemas envolvendo equipamentos ou a própria montagem do evento, por exemplo. Para atuar no nicho é preciso compreender a linguagem do organizador. Esse é um mercado mais restrito e exige capacitação constante por parte do corretor”, finaliza.