Os desafios e oportunidades do seguro intermitente 1968

Os desafios e oportunidades do seguro intermitente

Confira artigo de Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros

Recentemente, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou a comercialização de seguros com vigência reduzida de contrato e período intermitente. Isso vai ampliar as possibilidades de proteção dos consumidores brasileiros, garantindo a oferta de produtos mais adequados às suas necessidades. Já para as seguradoras, abrirá novos nichos de mercado que poderão ser explorados futuramente.

Para quem ainda não sabe o que são os chamados ‘seguros intermitentes’, acredito que a melhor maneira de explicar é fazer um contraponto aos planos de telefonia celular. Antigamente só tínhamos o plano pós-pago, ou seja, você pagava mensalmente, independentemente de quanto você usava. Hoje, com os planos pré-pagos, os clientes pagam apenas o que efetivamente utilizam.

Com essa regulamentação da Susep, vai ser possível fazer a mesma coisa no seguro. Então, por exemplo, ao invés de você contratar um seguro de residência anual, você poderá optar em ter a cobertura apenas quando estiver em viagem. Quando você estiver em casa, não estará coberto.

O mesmo poderá ser feito em seguros de automóvel. Com a modalidade intermitente, será possível a cobertura vigorar somente quando você sair com seu carro, por exemplo. Se ele passa o dia na garagem, automaticamente o seguro ficará desabilitado.

Acredito que isso deve abrir um leque bem interessante, principalmente no segmento de microsseguros. Apesar de ainda estar em desenvolvimento no Brasil – e ser o mercado que mais cresce atualmente no país – a nova regulamentação da Susep vai ajudar a ter uma maior penetração dentro do Delivered Duty Paid (DDP), como parte do seguro.

Claro que, por ainda se tratar de uma novidade, tem que ver como isso vai realmente funcionar na prática. Em outros países, a modalidade intermitente é mais comum no ramo Automóvel, no pay-as-you-go (PAYG) e no seguro viagem. Então, talvez, a gente consiga também ter um espaço para isso aqui no Brasil.

Penso que sua maior aplicação será na área de seguros para pessoas. Talvez seja possível criar algo voltado para pay-as-you-go (PAYG). Pode ser interessante, principalmente num país como o nosso.

Por outro lado, ainda temos algumas barreiras a serem superadas, como a questão de clausulado, como ficarão as indenizações, os valores cobrados, a regulamentação e criação de produtos… sem falar na tecnologia – que sempre foi e continuará sendo um desafio para a nossa indústria. Produtos assim são muito tecnológicos, já que tudo tem que ser basicamente automatizado.

O fato é que toda essa questão deve trazer uma onda de inovação para os nossos produtos, aumentará as ofertas para os nossos clientes, ajudará a indústria a se desenvolver e a criar conceitos, além de aumentar a penetração e a cultura do seguro em toda sociedade brasileira.

Nós, que fazemos parte do Grupo Argo, já estamos pensando nisso, sempre dentro dos nossos ramos: bicicleta, talvez o próprio E&O (no futuro) e até alguns outros que podemos estar vislumbrando.

*Newton Queiroz é CEO e presidente da Argo Seguros.

Bradesco Seguros oferece 15% de desconto em cobertura de Seguros Empresariais 1204

Porto Seguro realiza ação de incentivo aos corretores na comercialização e renovação do produto empresarial

Promoção está prevista até 05 de julho

A Bradesco Auto\RE anunciou nova ação para amenizar o momento de incerteza que a pandemia do coronavírus está trazendo. A seguradora está oferecendo 15% de desconto em cobertura de seguros novos, renovações ou endossos para o ramo empresarial. Essa promoção está prevista para até 05 de julho. Por meio da ação, em média, 20 setores serão contemplados com o desconto, que alcança desde escolas até empresas de produtos alimentícios.

“Ter um seguro como este traz soluções rápidas para os problemas corriqueiros do dia a dia e segurança para situações mais graves que podem surgir. Além disso, é um benefício que está ao alcance de todos, independentemente do tamanho da empresa. O seguro empresarial traz mais tranquilidade em situações adversas, como incêndios, vidraças quebradas e possíveis avarias ao patrimônio como um todo”, afirma Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Auto/RE.
Dentre as atividades cobertas por essa ação, encontram-se os segmentos de Atividade Especial, Confecção (calçado, couro e têxtil), Cultura, Esporte e Lazer, Elétrico, Metal, Maquinário Elétrico e Mecânico, Estabelecimentos de Ensino, Saúde, Têxtil, Vestuário, Máquina, Equipamento, Produtos Alimentícios, Bebidas, Fumo e Serviços.​

Opinião Jurídica: a inconstitucionalidade do Projeto de Lei 2.113/20 4218

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

Artigo é do advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna

No Brasil, temos a reunião das figuras de Chefe de Estado, Governo e Administração em uma mesma pessoa, que é o Presidente da República. Com isso, a cada 4 anos, troca-se a representação do País perante a comunidade internacional, o plano de governo e, não menos importante, todo o planejamento administrativo que, noutros países, possui uma blindagem contra a Política, e contra políticas circunstanciais e casuísticas, através de Agências Regulatórias, que possuem autonomia e independência perante o Poder Executivo. Pois a solidez das instituições é justamente uma das condições mais importantes para o progresso econômico e social de um país, justamente porque uma alternância do plano de ação em curto período de tempo, muitas vezes em direções antagônicas, causa prejuízo à obtenção de resultados em qualquer gestão, seja pública ou privada. E o prejuízo aos resultados de uma gestão pública manifesta-se na forma de recessão, desemprego, desigualdade, deseducação. No Presidencialismo de coalizão em que vivemos, fica , por vezes, difícil escapar do ciclo vicioso decorrente do fato de que a premência pela resolução de problemas urgentes tende a inspirar medidas imediatistas, que por sua natureza populista, não podem resolver os problemas estruturais – o que, a médio prazo, gera mais instabilidade e mais problemas com premência por resolução. Por outro lado, a credibilidade das instituições, a previsibilidade do cenário sócio-econômico, a estabilidade jurídica com a preservação da propriedade privada criam as condições necessárias para o progresso econômico, que é solução definitiva para os problemas a que as medidas populistas não combatem senão de modo paliativo.

Neste cenário atual de fragilidade institucional, veio à lume o Projeto de Lei 2.113/20, recentemente aprovado no Senado Federal e atualmente sob apreciação da Câmara dos Deputados. Dentre outras disposições, o texto predica indistintamente para o seguro – saúde e o seguro de vida: a) Proibição de exclusão da cobertura de eventos decorrentes do COVID-19 mesmo para contratos já firmados; b) Liquidação do sinistro no prazo máximo de 10 dias; c) Impossibilidade de suspensão ou cancelamento do contrato por falta de pagamento do prêmio; d) Manutenção obrigatória do valor do prêmio.

Primeiramente, já merece críticas o fato de o Projeto, rompendo com um viés de mais de 20 anos, disciplinar de modo indistinto os seguros de saúde e de vida, com objetos tão diversos, já que o primeiro pode trazer consequências afetas ao próprio direito à vida, ao passo que o segundo tem efeitos meramente patrimoniais. O mais grave, porém, é a nítida inconstitucionalidade do texto, por malferir o ato jurídico perfeito. A Constituição veda que as leis retroajam para atingir situações já consolidadas, entre elas os contratos que já estavam vigentes quando de sua publicação. Ao alterar o teor dos riscos predeterminados garantidos no contrato, instituindo uma cobertura obrigatória e intervindo em pactuações já consumadas, o Projeto viola o art. 5º, XXXVI da Magna Carta.

Além de ampliar o espectro de cobertura, o Projeto proíbe que seja adequada a contraprestação a encargo dos segurados, isto é, as seguradoras terão de pagar por algo que não receberam e, dada a proibição de cancelamento, terão de pagar ainda que sem receber nada. Trata-se de outra inconstitucionalidade notória, na medida em que prestar cobertura em descompasso com o prêmio recebido nada mais é do que violar o direito de propriedade. Um exemplo que bem ilustra o ponto e denota como, por vezes, o Estado confunde o interesse público, por que deveria zelar com, o interesse meramente estatal, é a Lei 11.960/09, que procurou indexar as dívidas da Fazenda Pública pelo índice de poupança, depauperando os créditos dos cidadãos. Cinco anos levou o Supremo Tribunal Federal para excluir a norma do Ordenamento por violar o “direito fundamental à propriedade”, já que “não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.”

Tão graves inconstitucionalidades, com os consequentes ruinosos efeitos aos cânones econômicos necessários a geração de riqueza e criação de uma sociedade próspera, demonstram o caráter meramente imediatista do Projeto de Lei em pauta, tal como vimos ao início. Por mais bem intencionado que seja o texto, a prestação obrigatória de um serviço sem uma fonte de recurso é medida que não pode escapar do rótulo de populista, e não se constrói o progresso de uma nação, com medidas populistas, sejam de Esquerda, de Direita ou do Congresso Nacional.

Transpetro bate recordes em meio à pandemia 1263

​Em maio, empresa movimenta 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível exportado pela Petrobras

Em meio à pandemia da Covid-19, a Transpetro é responsável pela movimentação do número recorde de 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível exportado pela Petrobras no mês de maio. Esse volume supera em 10% o melhor resultado anterior, alcançado em fevereiro deste ano. Os terminais de Angra dos Reis (Tebig) e de Suape (PE) também apresentaram desempenho operacional histórico no mesmo período.

“Atuamos em uma atividade essencial e isso torna o nosso desafio ainda maior em meio a uma crise de saúde como a que estamos enfrentando. Nesse cenário, somente a dedicação e a competência de nossas equipes, somadas a todos os nossos protocolos de segurança e saúde, puderam nos proporcionar um resultado tão importante”, destacou a presidente da companhia, Cristiane de Marsillac.

Voltado ao mercado internacional, o ocex (óleo combustível exportação) está em alta em função da busca por soluções com baixo teor de enxofre no exterior. Além do aumento da demanda, contribuíram para o recorde a maior integração entre áreas de programação da Transpetro e da Petrobras e a aposta nas soluções voltadas para eficiência operacional.

Na Transpetro, o ocex é exportado a partir dos terminais de Santos (SP), São Sebastião (SP), Ilha D’Água (RJ), Madre de Deus (BA), Suape (PE) e, eventualmente, Angra dos Reis (RJ). Santos, Ilha D’Água e Madre de Deus são opções logísticas para essa operação por estarem próximos às principais produtoras desse derivado no país: as refinarias do Vale do Paraíba (Revap/SP), do Planalto Paulista (Replan/SP), Duque de Caxias (Reduc/RJ) e Landulpho Alves (Rlam/BA).

Os terminais de São Sebastião e de Suape têm autorização para movimentar óleos combustíveis por meio de operações de transbordo (o produto passa de um navio para outro, sem utilizar a tancagem das unidades), que permitem a exportação utilizando navios de maior capacidade.

O terminal aquaviário de Suape, aliás, também apresentou um recorde na movimentação de produtos no mesmo mês, sendo o ocex um dos principais na lista. Ele atingiu a marca de 2,2 milhões de metros cúbicos, superando a anterior de 2,1 milhões de metros cúbicos.

Em Angra, as equipes do terminal realizaram a operação de 41 navios, maior número alcançado em seus 43 anos de atividades, garantindo a entrega do petróleo exportado pela Petrobras a países como China e Índia.

“Esses recordes são frutos de um trabalho minucioso que temos realizado nos terminais, de acordo com rigorosos procedimentos de segurança. Envolve integração das áreas de programação, controle e operações, e equipes altamente especializadas. São resultados de extrema importância que comprovam nossa eficiência, inclusive em momentos de crise”, avaliou o diretor de Dutos e Terminais da Transpetro, Marcos Benício Antunes.

Liberty Seguros: Movimento na vibe do Vida 1610

Seguradora lançou campanha para mostrar de uma forma leve e cheia de energia positiva, que estar seguro é importante em todos os momentos

O movimento na vibe do Vida está no ar! Algumas coisas a gente não prevê, não é mesmo? Por exemplo, o cenário que estamos vivendo, que requer atenção, cuidado e proteção.

Mas sabe o que pode nos deixar mais tranquilos? Um Seguro de Vida! Quem tem um Seguro de Vida está sempre na “vibe” para aproveitar o que a vida tem de melhor!

Por isso a Liberty Seguros lançou o movimento na vibe do Vida, que vai mostrar de uma forma leve, pra cima e cheia de energia positiva, que estar seguro é importante, vale a pena e a seguradora tem a melhor opção para cada tipo de cliente!

São diversos produtos desenhados para caber em cada perfil e qualquer bolso!

Por exemplo, você sabia que os seguros de Vida Liberty começam a partir de R$15,00 ao ano*? Além disso, os produtos contam com a Cobertura para Doenças Graves, que é a mais completa do mercado, com até 24 tipos de doenças*, inclusive com cobertura para a Covid-19 em todos os produtos*. E mais, os clientes podem estender as coberturas contratadas para cônjuge e filhos* e, se forem sortudos, podem ganhar prêmios com os sorteios mensais*!

Conheça os produtos:

Produtos Vida Individual

Liberty Vida Especial – Segurança completa para toda a família;

Liberty Vida Perfil – Para quem valoriza a qualidade de vida;

Liberty Vida Mais Tranquila – Proteção sem complicação, fácil contratação;

Liberty Acidentes Pessoais Individual – Tranquilidade contra uma série de imprevistos.

Produto Vida em Grupo

Liberty Pequena Empresa – Maior comodidade e segurança no dia a dia em caso de imprevistos;

Liberty Vida Global – Tranquilidade para empresas e colaboradores;

Liberty Prestamistas – Para garantir a quitação dos compromissos financeiros de seus clientes;

Liberty Massmarketing – Segurança e tranquilidade para os clientes das empresas;

Liberty Proteção Educacional – O auxílio para um ensino seguro.

E para reforçar esse movimento, a Liberty preparou uma série de ações. Confira:

Novos lançamentos de coberturas;

Melhorias no produto Vida Global;

Nova campanha de incentivo;

Playlist para cada momento da sua Vibe do Vida;

Treinamento de Mindfulness;

Treinamento online dos produtos individuais e em grupo;

Treinamento das ferramentas e iniciativas Liberty para aumentar seu potencial em vendas.

Bradesco Seguros anuncia novidades para seguro condomínio 2819

Cobertura passa a contar com proteção personalizável, Sob Medida, com serviços mais abrangentes e completos para cada perfil de consumidor

A Bradesco Auto/RE, empresa do grupo Bradesco Seguros, vem investindo no aprimoramento de coberturas e serviços com objetivo de tornar a experiência dos segurados e corretores ainda mais completa. A remodelação do produto Seguro Condomínio, que agora passa a oferecer cobertura personalizável – Sob Medida – com proteção e serviços mais abrangentes e completos, reverbera o compromisso da seguradora com a qualidade de seus produtos.

A cobertura básica passa a contemplar a proteção em casos de tumultos, greves e lockout; queimadas em zonas rurais; fumaça; impacto de veículos terrestres, e ainda, mantém as proteções já existentes, como incêndio, explosão, queda de raios e aeronaves. Além disso, a Bradesco Auto/RE oferece coberturas acessórias para atender aos mais variados riscos, como em casos de roubo de bens de condôminos e valores em trânsito; cobertura contra danos em vidros, mármores, granitos e porcelanatos. “Estamos sempre atentos às demandas do mercado. Por isso, buscamos trazer novidades que aprimorem ainda mais nossa relação com os corretores e atendam às expectativas dos segurados, mantendo o padrão de excelência de nossos produtos”, afirma Saint´Clair Lima, diretor técnico e de produtos da Bradesco Auto/RE.

Para saber mais informações, acesse este link.