Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva? 954

Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva?

Confira artigo de Alan Leal, diretor de Underwriting da Allianz Partners

Há alguns anos a vantagem competitiva no segmento de Assistência 24h era estabelecida a partir de informações restritas. A visão do nosso universo era apartada do todo e trabalhada em silos. Algo que se tornou um passado distante, principalmente quando o motor que dita o ritmo dos contratos, dos atendimentos e do relacionamento passou a ser o comportamento dos clientes e os dados por eles gerados. Definitivamente, nos próximos anos os negócios e, consequentemente, as disrupções, serão pautados nas necessidades presentes no ecossistema que o público está inserido e, não há dúvidas, que ele será tão desafiador quanto o presente.

Já partimos do pressuposto de que resultados, custos, análise de mercado e tendências, assim como agilidade e transparência no reporte de informações são as grandes chaves para atingirmos a satisfação daqueles que utilizam nossos serviços, sejam eles B2B ou B2C. E a crescente demanda por dados, capazes de identificar preferências, hábitos de consumo, volume de utilização e até a aceitação das gerações, é uma realidade sem volta.

Neste meio, um grande desafio se apresenta: é preciso que o Business Intelligence (BI) tenha à disposição a unificação dos dados apresentados. Como os diferentes segmentos com que se relaciona não contam de um modelo a seguir, o trabalho de captar, estruturar, gerar informações analíticas e, por fim, identificar conclusões significativas apresenta muitas oportunidades de melhorias, principalmente por ser crucial no apoio à gestão efetiva do negócio com diagnósticos claros e importantes na tomada de decisão.

Por isso que a mudança de mindset de todos os envolvidos nesse processo é evidente. Mais do que nunca precisamos ouvir para oferecer o melhor serviço, a melhor experiência a todos os públicos com os quais mantemos contato e, também, para obtermos a compreensão de quais rumos tomar a cada salto tecnológico ou disrupção que a sociedade prover. Não estamos sozinhos nesse processo e o Big Data está aí para não nos deixar titubear tanto no pré quanto no pós-venda. O cenário atual e futuro nos chama à adaptação de práticas e à diferenciação e permanecer inerte não é uma opção.

Fato que pode ser comprovado pelo interesse constante em entender como devemos atuar no atendimento das variadas gerações. Muito embora caminhemos para a automatização dos processos com a oferta de chatbots e voicebots para a solução de demandas de assistência a automóveis e residência, ainda observamos com cuidado a relevância de canais humanizados e capazes de corresponder às expectativas de um amplo número de pessoas. As interações e preferências que evidenciamos, seja em uma jornada tradicional ou digital, norteia nossos passos à reinvenção da forma que aplicamos o nosso propósito e  garantimos tranquilidade ao dia a dia das pessoas. Quebrar barreiras está sendo a palavra de ordem e é, justamente, o que favorece a atuação em todas as pontas, inclusive no que tange a realização de consultorias pontuais.

Dizer exatamente quais caminhos o segmento percorrerá não é uma questão apenas de matemática. A análise de informações nos leva também, à uma conexão mais profunda com os consumidores, fidelizando a nossa marca e aquelas que representamos, tendo a certeza de que o contentamento é verídico e que existem inúmeras formas de realizar a entrega de produtos e serviços com excelência. O futuro nos reserva incertezas? Não, ele nos reserva oportunidades!

*Alan Leal é diretor de Underwriting da Allianz Partners.

Quarentena x Isolamento Social, você sabe a diferença? 866

Confira a importância de se manter em casa é essencial para a diminuição da curva de contágio do coronavírus

Desde dezembro de 2019 o mundo está acompanhando assustado a disseminação do novo coronavírus, o Covid-19. A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou o vírus uma pandemia no último dia 13 de março e, desde então, acompanhamos países enfrentando graves surtos e impondo a quarentena como uma solução para conter a disseminação do coronavírus. Mas, como funciona a quarentena? Ela é importante? É realmente efetiva?

No Brasil, o primeiro caso do novo coronavírus foi confirmado no final do mês de fevereiro. Atualmente, são quase 2 mil casos confirmados e dezenas de mortes. A disseminação do vírus está crescendo de maneira exponencial, o que preocupa as autoridades do país e a população no geral. Como lidar com esse momento? O que podemos fazer? Algumas recomendações são dadas para evitar que o vírus se espalhe ainda mais. Em meio ao surto, o Ministério da Saúde publicou uma Portaria com regras sobre a adoção do isolamento e da quarentena. As medidas previstas como meios de enfrentamento da doença entraram em vigor em 6 de fevereiro, na Lei nº 13.979.

A quarentena é a restrição de atividades comuns da rotina para pessoas que não estão infectadas ou que não apresentam os sinais da doença. É uma medida administrativa que visa separar essas pessoas das que estão com o Covid-19, evitando a propagação do vírus. Pode durar até 40 dias, podendo se estender pelo tempo necessário para reduzir a transmissão comunitária. Já o isolamento separa pessoas confirmadas ou que estejam em investigação clínica e laboratorial (sintomáticas ou assintomáticas). Ou seja, pessoas que tiveram contato com alguém que teve suspeita ou confirmação de portar o Covid-19 e para pessoas que voltaram de viagem de lugares que enfrentam o surto do vírus recentemente. Esse isolamento pode ser feito em casa ou em hospitais e tem como objetivo, evitar a propagação da infecção e transmissão local.

O objetivo do isolamento domiciliar é retardar e evitar a disseminação do vírus, visando o “achatamento da curva” da epidemia. “Essa medida deve ser seguida principalmente para os grupos de riscos. Lembrando que associado às medidas de isolamento devemos reforçar os hábitos de higiene. Lavar as mãos com água e sabão, ao espirrar utilizar a prega do braço, evitar ambientes fechados ou aglomerados, beber bastante líquido e fazer atividades que reduzam a ansiedade”, explica Glaucia Duarte, Coordenadora de Enfermagem da Docway.

O achatamento da curva é importante para evitar que a rede de saúde enfrente um pico de casos sem ter disponibilidade de mão de obra e material necessário para atender todos os pacientes. Com a curva achatada, os hospitais ganham mais tempo e qualidade para tratar os pacientes infectados.

Buscando ajuda

Os sintomas do Covid-19 são bastante parecidos com os de uma gripe comum, como dor de cabeça, febre, dor no corpo, dor de garganta e coriza. Com a semelhança, é comum que diversas pessoas procurem o Pronto-Atendimento pelo aparecimento de qualquer um dos sintomas listados acima, o que pode ser um perigo em tempos de crise. Ao visitar o hospital, você fica exposto a diversos riscos, além de infectar outras pessoas caso realmente esteja com o Covid-19. Por isso, é recomendado buscar o Pronto-Atendimento mais próximo apenas se você apresenta sintomas graves da doença, como casos de insuficiência respiratória grave. Para quem teve contato com algum caso confirmado do vírus ou voltou de viagem recentemente, é recomendado que procurem um posto de saúde ao invés do Pronto-Atendimento.

Mas então, o que fazer quando surgir uma dúvida? Onde buscar informação?

A Telemedicina é uma importante aliada no combate ao Covid-19. Com ela, o paciente consegue se comunicar com o médico através de uma chamada de vídeo, podendo tirar dúvidas, receber orientações e entender se o caso se enquadra como potencial coronavírus ou se pode ser apenas um resfriado comum. A Docway, oferece atendimentos por vídeo por meio das maiores seguradoras de saúde, seguradoras de viagem e como benefício para sua empresa. Saiba mais em: https://docway.com.br/.

Como evitar o contágio do coronavírus por meio de cédulas e moedas? 803

Startup de finanças dá dicas de higienização e comenta como substituir a moeda comum por troco digital

O avanço de casos confirmados no país aumenta o número de questionamentos sobre a doença. Por isso, o cuidado para prevenir o contágio do coronavírus deve ser maior. Assim como lavar as mãos e cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar, outras medidas podem ajudar a evitar a propagação do novo vírus.

Muitos estados decretaram situação de emergência exigindo o fechamento de alguns comércios e estabelecimentos. Mas ainda permanecem abertos mercados, farmácias, padarias, postos de combustível e outros serviços essenciais. Durante o pagamento de uma compra, uma nota ou qualquer moedinha, pode transformar essa simples ação em problema de saúde. Vale lembrar que a transmissão da doença ocorrer por contato com pessoas infectadas ou superfícies que tenham o vírus.

Nesse caso, as cédulas de papel e a moedas podem transmitir uma série de bactérias e não apenas o coronavírus. Pensando nisso, a Troco Simples – criadora de uma tecnologia que reverte as moedas comuns de troco em moedas digitais para facilitar a vida dos varejistas separou algumas dicas sobre higienização e cuidados no manuseio do dinheiro.

Lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel

Um dos hábitos mais simples e eficientes que podemos adotar ao manusear o dinheiro é higienização das mãos. Após o contato com cédulas e moedas é preciso evitar esfregar os olhos, colocar a mão na boca e nariz. Nesse caso, o álcool em gel é eficaz para reduzir o risco de infecções, assim como lavar a mão com água e sabão, ambos previnem o coronavírus. O ideal é sempre higienizar as mãos o quanto antes depois do contato com o dinheiro.

Mudar hábitos comuns durante contato com dinheiro

Muitas pessoas têm o hábito de contar dinheiro passando o dedo na língua. A ação é extremamente prejudicial a saúde, a partir do momento que você molha o dedo na boca e conta o dinheiro facilita a entrada de bactérias e vírus no organismo. Além disso, o fato da saliva entrar em contato com as cédulas, aumenta a quantidade de agentes maléficos nesses itens. Por isso é preciso redobrar a atenção durante saques de dinheiro em caixas eletrônicos, ao pagar contas, comprar produtos ou qualquer outra tarefa que envolva a conferência de dinheiro.

Usar alternativas às cédulas e moedas

Para reduzir os riscos e garantir mais segurança contra infeções e a contaminação por coronavírus, ao efetuar uma compra presencialmente em comércios e estabelecimentos a utilização de cartão de crédito ou débito evitam o contato com cédulas e moedas. Além disso, por ser de plástico o cartão tem uma higienização mais prática. Segundo Anderson Locatelli, diretor executivo da Troco Simples outra opção durante as transações é aceitar solicitar o troco digital. “A solução permite receber a moedinha de troco diretamente no CPF do comprador. É possível também fazer o pagamento das próximas compras com o valor acumulado evitando o contato total com o dinheiro”, explica.

A pandemia e oportunidade para o mercado securitário 499

História mostra que momentos de crise são impulsionadores para companhias de seguros

Diante do cenário atual, estamos iniciando um novo tempo onde os valores materiais e, principalmente, os imateriais passam a ser foco no que tange a sua efetiva proteção.

O mercado segurador, baseando-se no princípio da solidariedade (entre outros) possui uma função social muito importante, que é a de proteger a sociedade com relação a seus bens e, num segundo momento, evitar que sonhos se desfaçam.

Para tanto, como já era de se esperar, e com a sensibilidade que o cenário requer, boa parte das companhias seguradoras estão desconsiderando cláusulas de exclusão de cobertura, nos seguros de vida, referente a epidemias e pandemias, num gesto ímpar em prol da sociedade, de sabedoria e humanidade, além de um movimento comercial preciso.

Toda crise gera reações, mas crises como a que está ocorrendo agora geram mudanças de comportamento e reavaliações de princípios e valores. Como diria o ditado: é na freada da carroça que as melancias se ajeitam.

A Covid-19 trouxe ao mundo uma maior consciência sobre o dever de cuidado, a atenção aos detalhes em prol da coletividade e a obediência das normas para o bem comum. Isso tudo se traduz, pelo menos em parte, em evolução de mindset da sociedade.

E o que isso tem a ver com o ramo securitário ?

Tudo. O setor de seguros se desenvolve na medida em que as necessidades humanas vão surgindo. Afinal, o seguro surgiu após o grande incêndio de Londres de 1666, onde milhares de imóveis foram consumidos pelo fogo durante cinco dias ininterruptos, sendo necessários cerca de 50 anos para sua completa reconstrução. Ademais, o seguro de veículos surgiu após o aumento na quantidade de veículos nas estreitas vias e da relação “condutor x pedestre” no início do século XX. Em ambos os casos se visualizou uma necessidade de proteger os bens materiais e a vida.

Neste prisma, olhando o copo meio cheio, a atual pandemia pode ser até benéfica para o setor securitário, haja vista o surgimento de uma necessidade que pode culminar com a criação de novos produtos.

Já no enfoque social, sempre analisando o aspecto mais otimista, o ser humano necessariamente evoluirá na ciência/medicina, no fator humano (cuidado, solidariedade e amor), mas também no aspecto econômico, no sentido de perceber e dar mais valor à proteção de seus bens, sejam eles materiais ou imateriais, cabendo ao mercado segurador adequar ou inovar produtos para suprir esta nova demanda.

 

Por André Luis Borsato, advogado empresarial e integrante da equipe de Seguros do escritório Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica.

Salvar vidas ou salvar a economia? 639

“Esta é uma parada momentânea, de 2 a 6 semanas, tempo suficiente para que o sistema se equilibre. Depois tudo volta ao normal, e a recuperação será muito rápida”

Segundo números do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), o Brasil registra, anualmente, em torno de 300.000 feridos graves por acidente de trânsito. Sem falar dos feridos leves. E nem por isso existe um caos. Mas se esses 300.000 recorressem ao sistema de saúde em 60 dias, certamente teríamos o caos instaurado. Muitos morreriam por falta de atendimento.

Qual seria a solução? Parar a circulação de todos os carros para reduzir o número de acidentes e ir liberando gradativamente até que o sistema, como um todo, se equalizasse. O que ocorre com o Coronavírus é a mesma coisa. Como ele tem um poder de contágio muito alto, a circulação de pessoas de forma irrestrita, fará com que o índice de pessoas infectadas seja muito elevado. Sabemos que somente cerca de 5% requer atendimento hospitalar. Mas 5% de uma população é um número absurdamente grande, o que geraria um caos no sistema de atendimento hospitalar.

Não existe estrutura hospitalar em lugar nenhum que dê vazão a essa demanda. Então teríamos que escolher quem viveria e quem morreria, como já está acontecendo em alguns países. A decisão sensata é parar a circulação de pessoas, para parar a transmissão do vírus. Mas é uma parada momentânea, de 2 a 6 semanas, tempo suficiente para que o sistema se equilibre. Depois tudo volta ao normal, e a recuperação será muito rápida.

Não se deve pregar o pânico. Precisamos ter racionalidade. O mundo não vai acabar. Nesse momento em que estamos vivendo, aparece todo tipo de experts sobre o assunto, falando do que não entendem, gerando pânico na população, como se um fato excepcional fosse a regra, como se um fato episódico fosse permanente.

Haverá uma perda de renda, sim haverá. Mas é por tempo curto. E nesse ponto entram os poderes públicos, para de forma sensata, conduzir a situação. A perda de renda, a eventual perda de emprego, a perda de receita das empresas, tudo isso tem fim, e o fim está ao alcance dos nossos olhos. Portanto tenhamos serenidade. Dias melhores virão e saírem fortalecidos.

Vamos salvar vidas e a economia!

 

Por Milton Rui Jaworski, fundador da Jaworski Consultoria Empresarial (www.jaworskiconsultoria.com.br)

Mercado Segurador dá demonstração concreta de modernidade e agilidade 838

“Vejo com muito entusiasmo as diversas ações que nossas seguradoras estão colocando em prática nos primeiros dias de isolamento social a que fomos obrigados a nos submeter, demostrando agilidade e modernidade”

Ao contrário da visão equivocada de que temos baixo uso de tecnologia, as seguradoras têm apresentado um verdadeiro arsenal de facilidades utilizando o que há de mais moderno em termos de tecnologia e digitalização, objetivando reduzir os impactos econômicos no setor, ajudando os corretores de seguros na sua difícil tarefa de renovar as apólices que estão vencendo nas próximas semanas e poder fazer novos negócios e, acima de tudo, garantir que os sinistros que venham a ocorrer sejam atendidos e pagos de forma veloz e eficaz.

Todas buscando operar em plataformas 100% digitais, através de ferramentas de última geração, tais como VPN, VDI, Office 365, telefonia digital virtual, aplicativos, mobile e etc., garantindo 100% de mobilidade e acessibilidade. Em pouco mais de uma semana nossas associadas colocaram mais de 90% das suas Equipes trabalhando em home office, sem qualquer prejuízo da qualidade no atendimento.

Várias rotinas e processos foram adaptados e flexibilizados para garantir a continuidade das operações, com foco total nos nossos corretores de seguros, prestadores de serviços e segurados. As vistorias prévias, antes realizadas presencialmente por profissionais especializados, foram substituídas por self vistoria; apresentação de documentos necessários para finalizar um processo de sinistro, antes entregues fisicamente, podendo hoje serem enviados de forma digital; vistorias de sinistros para constatação de danos são migradas para fotos digitais, sem a presença humana; pedidos de Assistência 24h e agendamento de carro reserva são feitos também por meios digitais e tantas outras medidas que, em tempo recorde, as seguradoras brasileiras colocaram em operação.

Graças ao desenvolvimento contínuo dessa estrutura operacional, as seguradoras têm demonstrado capacidade de manter pleno atendimento aos seus parceiros e clientes, mesmo em face desta crise profunda pela qual o Brasil passa neste momento.

Temos humildade para reconhecer que ainda há muito espaço para evoluir, mas é importante registrar, de forma contundente, que não somos um setor obsoleto! Muito pelo contrário! Estamos na mesma velocidade e na mesma direção do mundo digital quando comparados com as grandes seguradoras americanas, europeias e asiáticas.

Por Antonio Carlos Costa, Presidente do Sindseg RJ/ES