Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva? 734

Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva?

Confira artigo de Alan Leal, diretor de Underwriting da Allianz Partners

Há alguns anos a vantagem competitiva no segmento de Assistência 24h era estabelecida a partir de informações restritas. A visão do nosso universo era apartada do todo e trabalhada em silos. Algo que se tornou um passado distante, principalmente quando o motor que dita o ritmo dos contratos, dos atendimentos e do relacionamento passou a ser o comportamento dos clientes e os dados por eles gerados. Definitivamente, nos próximos anos os negócios e, consequentemente, as disrupções, serão pautados nas necessidades presentes no ecossistema que o público está inserido e, não há dúvidas, que ele será tão desafiador quanto o presente.

Já partimos do pressuposto de que resultados, custos, análise de mercado e tendências, assim como agilidade e transparência no reporte de informações são as grandes chaves para atingirmos a satisfação daqueles que utilizam nossos serviços, sejam eles B2B ou B2C. E a crescente demanda por dados, capazes de identificar preferências, hábitos de consumo, volume de utilização e até a aceitação das gerações, é uma realidade sem volta.

Neste meio, um grande desafio se apresenta: é preciso que o Business Intelligence (BI) tenha à disposição a unificação dos dados apresentados. Como os diferentes segmentos com que se relaciona não contam de um modelo a seguir, o trabalho de captar, estruturar, gerar informações analíticas e, por fim, identificar conclusões significativas apresenta muitas oportunidades de melhorias, principalmente por ser crucial no apoio à gestão efetiva do negócio com diagnósticos claros e importantes na tomada de decisão.

Por isso que a mudança de mindset de todos os envolvidos nesse processo é evidente. Mais do que nunca precisamos ouvir para oferecer o melhor serviço, a melhor experiência a todos os públicos com os quais mantemos contato e, também, para obtermos a compreensão de quais rumos tomar a cada salto tecnológico ou disrupção que a sociedade prover. Não estamos sozinhos nesse processo e o Big Data está aí para não nos deixar titubear tanto no pré quanto no pós-venda. O cenário atual e futuro nos chama à adaptação de práticas e à diferenciação e permanecer inerte não é uma opção.

Fato que pode ser comprovado pelo interesse constante em entender como devemos atuar no atendimento das variadas gerações. Muito embora caminhemos para a automatização dos processos com a oferta de chatbots e voicebots para a solução de demandas de assistência a automóveis e residência, ainda observamos com cuidado a relevância de canais humanizados e capazes de corresponder às expectativas de um amplo número de pessoas. As interações e preferências que evidenciamos, seja em uma jornada tradicional ou digital, norteia nossos passos à reinvenção da forma que aplicamos o nosso propósito e  garantimos tranquilidade ao dia a dia das pessoas. Quebrar barreiras está sendo a palavra de ordem e é, justamente, o que favorece a atuação em todas as pontas, inclusive no que tange a realização de consultorias pontuais.

Dizer exatamente quais caminhos o segmento percorrerá não é uma questão apenas de matemática. A análise de informações nos leva também, à uma conexão mais profunda com os consumidores, fidelizando a nossa marca e aquelas que representamos, tendo a certeza de que o contentamento é verídico e que existem inúmeras formas de realizar a entrega de produtos e serviços com excelência. O futuro nos reserva incertezas? Não, ele nos reserva oportunidades!

*Alan Leal é diretor de Underwriting da Allianz Partners.

Final de ano: uma grande oportunidade para novos negócios 4623

Final de ano: uma grande oportunidade para novos negócios

Consultor Tiago Melo participou do Podcast Sem Mistério #03

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O terceiro episódio do Podcast Sem Mistério recebeu o gestor da TCBM Gestão de Riscos e membro da Court of the Table da Million Dollar Round Table Brazil (MDRT), Tiago Melo. O especialista em seguros de vida fez um balanço de 2019, indicou que este período do ano trata-se de um dos melhores para efetivação de novos negócios e apontou um cenário otimista para a economia e desenvolvimento da cultura securitária do Brasil em 2020.

O mineiro, que atua há mais de 12 anos como consultor e assessor do mercado financeiro de proteção patrimonial, ainda é autor do livro “Xeque-Mate – Descomplicando a Sucessão Empresarial e Proteção Patrimonial por meio do Seguro de Vida. Será que isso serve para mim?”. A obra atingiu repercussão internacional.

O programa, apresentado por William Anthony, ainda aborda alguns dos principais temores dos profissionais da corretagem de seguros diante de mudanças significativas no segmento, tais como as alterações regulatórias e a explosão das insurtechs. A atração está disponível na íntegra no Spotify, a casa dos podcasts.

Rentabilidade da Prevcom atinge 10,15% entre janeiro e novembro 1035

Rentabilidade da Prevcom atinge 10,15% entre janeiro e novembro

Impulsionada pela diversificação da carteira, a Fundação registrou o maior percentual de rentabilidade do ano no mês passado

A carteira de investimentos da Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) rendeu 10,15% em 11 meses. A entidade, responsável pela gestão do patrimônio de R$ 1,36 bilhão dos servidores públicos estaduais, obteve o maior percentual de rentabilidade da série anual, com retorno de 1,36% em novembro.

O patamar de rentabilidade é sustentado pela crescente diversificação do capital distribuído 70% em títulos de renda fixa, 15% em multimercados, 9% em renda variável e 6% investidos no exterior. Com este perfil de investimentos a Fundação superou o alvo de IPCA mais 5%%, que ficou em 7,84%, ativos de referência como o CDI, que fechou o período com 5,57%, e os 3,99% da poupança.

A Prevcom administra planos exclusivos de previdência complementar dos funcionários públicos dos estados de São Paulo e Rondônia além dos municípios de Ribeirão Preto, Guarulhos, Osasco, Birigui, Santa Fé do Sul e Jales que fizeram adesão ao plano multipatrocinado da instituição.

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Susep abre edital de seleção para o projeto de inovação sandbox 2223

Susep abre edital de seleção para o projeto de inovação sandbox

Início do processo será no primeiro trimestre de 2020

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o edital de seleção para o projeto de inovação (Sandbox) não terá início no dia 1º de janeiro de 2020, conforme previsto na consulta pública nº 11/2019.

A autarquia esclarece ainda que o edital será lançado no primeiro trimestre de 2020 e que o prazo de vigência será previamente comunicado.

Liberty Seguros oferece treinamento para impulsionar negócios de corretores 1775

Liberty Seguros oferece treinamento para impulsionar negócios de corretores

Segunda edição da Academia Digital foi lançada no final de novembro pela companhia

Com o intuito de expandir a carteira de segurados dos profissionais da corretagem de seguros, a Liberty Seguros lançou no final de novembro a segunda edição do treinamento Academia Digital. Trata-se de um curso online com enfoque no desenvolvimento de técnicas voltadas ao marketing digital dos corretores, a fim de ajudá-los a crescerem em vendas e ampliarem os negócios.

“WhatsApp Business” e “Google Ads” foram os temas do curso, que caiu no gosto dos parceiros de negócios da companhia. Ao todo são 7 vídeo aulas, são elas: WhatsApp Business para corretores de seguros, Google Ads para corretores de seguros, Palavras-chave: a mágica da publicidade no Google, Start: Faça sua primeira campanha no Google Ads, Otimização de anúncios, Remarketing para venda de seguros e Análise de resultados.

“O uso da internet como ferramenta de negócio é uma realidade. O objetivo da Liberty com os treinamentos oferecidos pela Academia Digital é ajudar seus corretores parceiros a se desenvolverem cada vez no ambiente online, agregando conhecimento e, consequentemente, novas possibilidades na captação de clientes e na divulgação de seus serviços”, comenta Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.

As aulas da primeira edição da Academia Digital continuam disponíveis na plataforma para que todos os interessados possam assisti-las, porém, não é necessário ter feito a primeira edição do curso para participar dessa sequência.

Quase 50% dos clientes brasileiros não confiam em companhias aéreas 1791

Quase 50% dos clientes brasileiros não confiam em companhias aéreas

Falta de transparência das empresas sobre direitos e elegibilidade impulsiona desconfiança

De acordo com um estudo recente da empresa britânica de pesquisa YouGov, encomendado pela AirHelp, empresa líder mundial dedicada a ajudar passageiros aéreos, quase metade (46%) dos brasileiros entrevistados não acreditam no tratamento justo em relação à compensação a passageiros após infração das companhias. O estudo foi realizado entre os meses de junho e julho de 2019 e ouviu 2.106 brasileiros. Em casos de voos cancelados ou de preterição, quando um passageiro, mesmo comparecendo pontualmente para o voo, não consegue embarcar em razão de diversos fatores, como overbooking, cancelamento e atrasos em razão de troca de aeronave ou imprevistos de operação, o consumidor tem direito à compensação financeira.

A baixa confiança nas companhias aéreas é causada por muitos exemplos de violação dos direitos dos passageiros, não apenas por não informá-los sobre seus direitos em caso de interrupção de voos, admitem 60% dos brasileiros que viajam de avião. As companhias aéreas maltratam seus clientes também no momento de pagar a compensação. 50% dos brasileiros que reivindicaram seus direitos devido à interrupção de voo para a companhia aérea responsável receberam o substituto de dinheiro (como vale-refeição, por exemplo), mas não a compensação financeira a que tinham direito. Na Europa, apenas 13% dos passageiros enfrentam situação semelhante.

“Os passageiros aéreos de todo o mundo são constantemente maltratados pelas companhias aéreas e a maioria dos viajantes não sabe como lutar pela compensação a que tem direito. Como organização, estamos lutando em defesa dos passageiros todos os dias e não descansamos até que os viajantes recebam tratamento mais eficiente, compensação financeira e a educação que merecem por parte das companhias aéreas”, diz Christian Nielsen, diretor jurídico da AirHelp. A pesquisa da AirHelp aponta que somente 5% dos brasileiros que viajam de avião conhecem seus direitos em situações de atraso, interrupção e cancelamento de voo.

Passageiros brasileiros não se sentem em posição de lutar por seus direitos

Os passageiros brasileiros não se sentem em posição de reivindicar seus direitos à empresa. O estudo da AirHelp mostra que apenas 49% dos passageiros brasileiros que pensam que são elegíveis entraram com uma compensação financeira à companhia aérea. 80% deles, que solicitaram compensação para a empresa responsável pela cancelamento ou atraso do voo, desistiram de lutar por seus direitos depois de receber a primeira rejeição da companhia aérea. Além da falta de transparência, os passageiros brasileiros precisam lidar com o tratamento inadequado de reclamações por parte das companhias aéreas. Um estudo separado* da AirHelp descobriu que as companhias aéreas rejeitam uma média de 58% das reclamações por motivos ilícitos.

“Os passageiros estão perdendo dinheiro que é legitimamente deles porque as companhias aéreas são desonestas com os direitos de seus próprios passageiros. O processo de pedidos de indenização tornou-se tão desanimador que muitos passageiros desistiram após a reivindicação inicial ter sido rejeitada, destacando o fato de que muitos consumidores se sentem impotentes contra as companhias aéreas. A legislação brasileira está em vigor para capacitar os passageiros e não deve ser usada pelas companhias aéreas como ilusão, permitindo que eles evitem sua responsabilidade legal. Com a alarmante taxa de 95% dos passageiros brasileiros desconhecendo seus direitos, a AirHelp continuará a educar e fornecer os recursos e conhecimentos necessários para garantir que a lei funcione a seu favor”, comenta Christian Nielsen, diretor jurídico da AirHelp.

Entre os motivos mais comuns pelos quais os brasileiros não solicitam a compensação de voo estão a falta de conhecimento sobre como registrar a reclamação e sobre os direitos dos passageiros, além da suposição de que o processo de compensação leva muito tempo.

Passageiros têm respaldo da legislação

Os passageiros brasileiros estão protegidos por uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (ANAC). A legislação mais relevante para passageiros é conhecida como Resolução ANAC Nº 400, que define claramente as responsabilidades das companhias aéreas em relação aos passageiros quando ocorrem atrasos, cancelamentos e reservas em excesso de voos. Garante ainda vários direitos aos passageiros, especificando com precisão quais tipos de assistência as companhias aéreas precisam fornecer e quando. Sempre que uma companhia aérea deixa de prestar assistência, o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor permite que os passageiros reivindiquem uma compensação pelo inconveniente.

As leis do Brasil permitem que os passageiros reivindiquem custos atrasados como comida, bebida e transporte após um problema de voo – estes são chamados de “danos materiais”. Mas, de acordo com o Código do Consumidor do Brasil, os passageiros também têm o direito de buscar uma compensação pelo que é conhecido como “danos morais”. Isso significa que não há necessidade de os passageiros provar que incorrem em um custo – as leis entendem que tempo perdido, oportunidades perdidas e tratamento inadequado também são importantes e merecem ser recompensados.

A lei se aplica a todos os viajantes aéreos que chegam ou partem de aeroportos brasileiros. O período de rescisão para solicitar indenização é de dois anos (para internacional) e cinco anos (para voos domésticos).