Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva? 1085

Assistência 24h à base de dados: o que o futuro nos reserva?

Confira artigo de Alan Leal, diretor de Underwriting da Allianz Partners

Há alguns anos a vantagem competitiva no segmento de Assistência 24h era estabelecida a partir de informações restritas. A visão do nosso universo era apartada do todo e trabalhada em silos. Algo que se tornou um passado distante, principalmente quando o motor que dita o ritmo dos contratos, dos atendimentos e do relacionamento passou a ser o comportamento dos clientes e os dados por eles gerados. Definitivamente, nos próximos anos os negócios e, consequentemente, as disrupções, serão pautados nas necessidades presentes no ecossistema que o público está inserido e, não há dúvidas, que ele será tão desafiador quanto o presente.

Já partimos do pressuposto de que resultados, custos, análise de mercado e tendências, assim como agilidade e transparência no reporte de informações são as grandes chaves para atingirmos a satisfação daqueles que utilizam nossos serviços, sejam eles B2B ou B2C. E a crescente demanda por dados, capazes de identificar preferências, hábitos de consumo, volume de utilização e até a aceitação das gerações, é uma realidade sem volta.

Neste meio, um grande desafio se apresenta: é preciso que o Business Intelligence (BI) tenha à disposição a unificação dos dados apresentados. Como os diferentes segmentos com que se relaciona não contam de um modelo a seguir, o trabalho de captar, estruturar, gerar informações analíticas e, por fim, identificar conclusões significativas apresenta muitas oportunidades de melhorias, principalmente por ser crucial no apoio à gestão efetiva do negócio com diagnósticos claros e importantes na tomada de decisão.

Por isso que a mudança de mindset de todos os envolvidos nesse processo é evidente. Mais do que nunca precisamos ouvir para oferecer o melhor serviço, a melhor experiência a todos os públicos com os quais mantemos contato e, também, para obtermos a compreensão de quais rumos tomar a cada salto tecnológico ou disrupção que a sociedade prover. Não estamos sozinhos nesse processo e o Big Data está aí para não nos deixar titubear tanto no pré quanto no pós-venda. O cenário atual e futuro nos chama à adaptação de práticas e à diferenciação e permanecer inerte não é uma opção.

Fato que pode ser comprovado pelo interesse constante em entender como devemos atuar no atendimento das variadas gerações. Muito embora caminhemos para a automatização dos processos com a oferta de chatbots e voicebots para a solução de demandas de assistência a automóveis e residência, ainda observamos com cuidado a relevância de canais humanizados e capazes de corresponder às expectativas de um amplo número de pessoas. As interações e preferências que evidenciamos, seja em uma jornada tradicional ou digital, norteia nossos passos à reinvenção da forma que aplicamos o nosso propósito e  garantimos tranquilidade ao dia a dia das pessoas. Quebrar barreiras está sendo a palavra de ordem e é, justamente, o que favorece a atuação em todas as pontas, inclusive no que tange a realização de consultorias pontuais.

Dizer exatamente quais caminhos o segmento percorrerá não é uma questão apenas de matemática. A análise de informações nos leva também, à uma conexão mais profunda com os consumidores, fidelizando a nossa marca e aquelas que representamos, tendo a certeza de que o contentamento é verídico e que existem inúmeras formas de realizar a entrega de produtos e serviços com excelência. O futuro nos reserva incertezas? Não, ele nos reserva oportunidades!

*Alan Leal é diretor de Underwriting da Allianz Partners.

Os impactos da Covid-19 no mercado de seguros 471

Confira artigo de Ana Rita Petraroli, sócia-fundadora do Petraroli Advogados

A pandemia da Covid-19 impactou todos os setores, fato. A forma de trabalhar mudou, as relações comerciais precisaram ser renegociadas, sistemas de contratação sofreram alterações e inúmeras outras questões vieram à tona nos últimos meses. Com o mercado de seguros não foi diferente. As seguradoras viram-se obrigadas a se adaptar rapidamente e enfrentar inúmeros desafios, como os impactos financeiros – assim como ocorreu com a economia mundial -, e a desregulamentação das leis. Novas ações precisaram ser incorporadas de forma imediata nas operações das companhias, tendo o peso das decisões do governo de obrigatoriedade de cobertura para exames, tratamentos e mortes em decorrência do novo coronavírus.

O maior gargalo para um seguro de pandemia é encontrar uma solução viável tanto para o segurado quanto para a seguradora. Os altos investimentos em tecnologia para permitir atendimentos online, trabalhos home office – juntamente com o marco regulatório em andamento e a revogação da MP 905 – forçou a atuação digital dos corretores, em prol da população, em especial, neste momento.

Nesse sentido, vale ressaltar o posicionamento da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em relação à desregulamentação do setor de saúde, que deve funcionar como um alicerce de crescimento para empresas e grandes segmentos de proteção ao cidadão. Afinal, desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competitividade, garantir a segurança jurídica e tornar o seguro um produto simples são os caminhos para a acessibilidade do indivíduo.

O mercado de seguros permanece resiliente neste presente crítico e responde prontamente aos obstáculos impostos pelo coronavírus, acolhendo os riscos decorrentes da pandemia. Diante disso, terão desvio na sinistralidade os seguros de benefícios de saúde suplementar e vida; produtos dos segmentos de danos e responsabilidades; e seguros pessoais.

Encontrar mecanismos eficientes de custeio de toda essa operação é uma necessidade atual. A preocupação com a sociedade é natural, e louvável, mas a balança precisa estar nivelada para todos os lados que sofrem com esse acontecimento inusitado que estamos vivendo. O mercado segurador requer uma nova mentalidade diante da pandemia para não correr o risco de colapsar. O momento é singular para todos: o cidadão, as operadoras e, até mesmo, para os órgãos reguladores.

União Seguradora celebra 107 anos 928

Grupo Aspecir e União Seguradora participam do 17º Troféu JRS

Empresa do Grupo Aspecir oferece variedade de soluções em seguros e proteção

O Vinte de Setembro é uma data comemorada com orgulho pelos gaúchos e também é a data de aniversário da União Seguradora, fundada em 1913. Na época, 57 caixeiros-viajantes reuniram-se para criar uma sociedade que defendesse os interesses da classe. Assim como os gaúchos defenderam seus ideais. Construída sob a presidência de João Fontoura Borges, a sede, na cidade de Santa Maria (RS), foi palco de momentos históricos importantes, como um discurso de Getúlio Vargas na década de 1930. Já nos anos 1990, o prédio foi considerado patrimônio histórico da cidade e hoje abriga diversos estabelecimentos comerciais.

Hoje, a União Seguradora – Vida e Previdência, tem sua sede em Porto Alegre e protege a vida, não somente dos gaúchos e gaúchas de todas as querências, como também a todos os brasileiros. E oferece uma variedade de soluções que atendem todas as necessidades de seguro e proteção, de cuidados com a família à segurança para eventos, sempre com profissionalismo e qualidade.

O Seguro Vida é um investimento no futuro. Em caso de falecimento do segurado, os beneficiários recebem uma indenização financeira para ajudar em um momento difícil. E se houver invalidez permanente, o seguro garante um pagamento de acordo com o grau de invalidez.

O Seguro Prestamista, em caso de falecimento ou invalidez do segurado, amortiza a dívida contraída até o valor do plano contratado, quitando bens ou planos de financiamento.

A União Seguradora também oferece o Pecúlio com Seguro, uma ampla cobertura com a facilidade do desconto em folha de pagamento para servidores da SIAPE, MARINHA, AERONÁUTICA, IPE-RS E GOV-RS. Além do seguro obrigatório para a realização de qualquer evento no Brasil e o Vida Global Simplificado para micro, pequenas e médias empresas.

União Seguradora, uma história de excelência cuidando do que realmente importa: as pessoas.

Grupo Delta completa cinco anos e fornece assistência 24h para mais de 200 mil veículos 473

Grupo Delta completa cinco anos e fornece assistência 24h para mais de 200 mil veículos

“Tecnologia, inovação e proximidade”, esse é o posicionamento da empresa ao celebrar cinco anos

Fundada em Porto Alegre, como startup que comercializava serviços de assistência 24 horas desvinculada do seguro, a Delta Assistance cresceu no mercado de frotas e hoje conta com mais de 200 mil veículos assistidos.

Para Nícolas Galvão, CEO do Grupo, chegar aos cinco anos é motivo de orgulho e um desafio, “Poucas empresas crescem tanto, em tão pouco tempo, em um mercado competitivo e dominado por empresas tradicionais. Chegamos a crescer 300% em um ano. Porém o desafio aqui na Delta é diário: entregar algo novo que faça a diferença na vida dos nossos clientes e parceiros”.

O crescimento veio não só por oferecer soluções inovadoras ao mercado, mas investir fortemente em tecnologia e atendimento especializado. Ao longo do tempo, uma fábrica de software e Hardware foi criada dentro do Grupo, para desenvolver em casa a inteligência que a empresa queria em seus produtos e serviços.

Sistema próprio de acompanhamento de sinistros, relatórios, rastreamento, telemetria e acionamento via WhatsApp, é um dos diferenciais oferecidos pela empresa gaúcha para o mercado de seguros e transporte.

Focada cada vez mais em frotas, toda a operação de atendimento 24 horas foi desenhada para que os profissionais fossem especialistas neste nicho de mercado. O que trouxe proximidade e agilidade na hora do atendimento.

“A especialização no atendimento e o forte investimento em tecnologia, nos destacou não apenas como uma empresa prestadora de serviços de qualidade, mas preocupada com a inovação e toda a facilidade e segurança que ela pode oferecer”, destaca Galvão.

Por fim, ele revela o que espera para dos próximos anos: “Trabalhamos com o olhar no futuro. Sabemos que o mercado que atuamos não é fácil, mas somos ousados, gostamos de desafios. Acreditamos que tendo nossos ideais alicerçados na tecnologia e focados em lançar soluções inovadoras, é a forma de sermos protagonistas na mudança positiva que queremos ver no mundo”.

Publicação da MDS aborda futuro do mercado segurador em nível global 183

Publicação da MDS aborda futuro do mercado segurador em nível global

Trata-se de uma das principais corretoras de seguros, resseguros, benefícios e riscos do País

O ano de 2020 é um divisor de águas para o mundo, principalmente em questões ligadas ao bem estar, à segurança, às relações de trabalho e ao meio ambiente. O novo cenário gerado pela pandemia e todas as mudanças trazem um futuro de incertezas. Por isso, a 13ª edição da Fullcover, revista editada pela MDS, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, aborda exatamente esse novo mundo e como as pessoas podem administrar os riscos presentes nele a fim de viver uma vida mais segura.

O editorial assinado pelo CEO Global, José Manuel Dias da Fonseca aponta como o setor de seguros terá que ser ainda mais estratégico para fidelizar clientes. “Tempestades nunca antes vistas, furacões, incêndios florestais e pandemias (como a mais recente, do Covid-19, que em tão pouco tempo lançou o caos no nosso modo de vida e economias) ameaçam a sobrevivência da humanidade como espécie. Depois de as nossas ações terem causado a extinção de muitas outras espécies, surge a pergunta: seremos nós a seguir? Durante muitos anos, seguradores e resseguradores estiveram na linha da frente da gestão de risco, porém, nunca antes o número crescente de desafios e incertezas lhes exigiu que identificassem tantas novas formas de gerir o risco ou encontrassem novas soluções”, evidencia o texto que abre a Fullcover #13.

Para lançar a revista, a empresa realizou um café da manhã com executivos da companhia e jornalistas. Além de Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink, também participaram do encontro virtual: Beatriz Cabral (Head Global de Marketing de Performance e Comunicação do Grupo MDS), Paula Rios (Editora-Chefe da Fullcover e Diretora Executiva da HighDome pcc) e Susana Neiva (coordenadora editorial e produção)

“Reunir formadores de opinião para compartilhar, em primeira mão, o conteúdo da revista Fullcover é um privilégio. Por meio das nossas ações, queremos disseminar conhecimento sobre o setor de seguros e gestão de riscos e contribuir com o fortalecimento do nosso mercado”, diz Beatriz. Já o CEO da MDS Brasil reitera o viés de prestação de serviço que marca a companhia e a publicação. “Nós temos que criar soluções para prever e mitigar riscos, trazendo mais segurança para empresas e pessoas. Compartilhar informações e ter um time de especialistas em uma revista 100% focada no nosso mercado é algo que reforça o nosso posicionamento e mostra a nossa vanguarda como companhia global”, finaliza Couto.

A revista pode ser acessada gratuitamente neste endereço..

“Demanda por seguros é ampla”, diz presidente da CNseg em artigo 460

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Confira considerações de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente CNseg

Chegamos a um paradoxo: o de planejar o futuro estando em um presente ameaçado gravemente por uma doença, a Covid-19, causada pelo novo coronavírus. O ânimo vem de promissoras vacinas que estão a caminho e dos indícios de que a vida vai, aos poucos, voltando a se movimentar mundo afora. Mas, que futuro é esse? Não é possível afirmar muita coisa porque a sociedade ainda está passando por um grande trauma, e as pessoas devem sair diferentes do “outro lado”. Porém, pelo menos um legado destes tempos difíceis parece claro: a busca por segurança. Neste contexto, o crescimento do mercado de seguros, quando tudo parece ruir em volta, tem ligação direta com a experiência covideana. Ninguém quer ser surpreendido, novamente, por algo que vire a vida de cabeça para baixo, quebre a empresa de uma hora para outra, leve à morte tantas pessoas queridas.

Em junho se comparado ao mês de maio, os seguros alcançaram índices robustos de expansão: quase 33%, potencializado pelo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), e 18,3%, sem essa alavanca. A demanda é ampla. Estudos apontam para um maior grau de exigência das pessoas em relação à sustentabilidade, às questões sanitárias e ao investimento científico. Tudo isso está relacionado ao seguro. Aprendemos, a duras penas, que a negligência com saneamento, água, floresta, lixo, pode custar muito caro, ceifar vidas. Como a tendência é de que catástrofes ambientais se repitam, a prevenção é prioridade. O desafio é falar de segurança em um cenário pós-pandêmico coalhado de desemprego e baixa renda.

No caso do Brasil, uma rápida olhada para trás, entretanto, evidencia que o novo coronavírus não inventou a crise, apenas agravou o quadro recessivo em andamento. O que a doença alterou, de fato, foi o conceito de risco. Hoje, ninguém quer ouvir o alerta popular sobre a impossibilidade de um raio cair duas vezes sobre a mesma cabeça, porque ficou provado que, sim, ele cai até mais vezes, uma vez que famílias ou patrimônios foram dizimados nesta tempestade.

A Covid-19 provocou o rastreamento consciente, qualificado e global, ao mesmo tempo, de cauções possíveis. Os seguros pessoais e empresariais protegem a vida e o patrimônio; as ações individuais e coletivas protegem o mundo. Essa conta só fecha com a participação dos governos na promoção do desenvolvimento e da igualdade social. Até 2018, por exemplo, 67% da população brasileira ganhavam menos do que dois salários mínimos por mês. A ideia da prevenção está diretamente relacionada à do desenvolvimento. O país precisa crescer para que mais gente tenha acesso a padrões mínimos de renda, alimentação, higiene, saúde e, na esteira, à proteção. A pandemia deu visibilidade a esses problemas seculares e que têm que ser resolvidos.

Alternativas estão sendo criadas, adaptadas ou flexibilizadas. Por exemplo, a cobertura intermitente, que pode ser bem-sucedida em apólices de automóveis, celulares e bicicletas, para citar alguns, tem perfil adequado para épocas de orçamentos menores. Mas é interessante notar que a pandemia recuperou a importância do seguro anual de automóveis. O carro se transformou em uma “cápsula móvel” de proteção. Em relação à residência, o isolamento social sacramentou uma mudança de comportamento que veio para ficar: o home office. Muitas moradias passarão a ser, em definitivo, ambiente de trabalho, e essa fusão pode significar economia. De seu lado, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem demonstrado estar comprometida a analisar as diferentes modalidades em esforço conjunto.

Mais do que nunca, o sentimento de fragilidade encontra conforto no “seguro emocional” – a fundamental sensação de acolhimento. O diálogo no pós-pandemia terá um foco central: estamos retomando as atividades, houve perdas nos negócios e como viabilizar a proteção à vida, à residência, à saúde, à empresa etc.? O seguro é parte preponderante do desenvolvimento civilizatório e o Brasil, enfim, absorve essa cultura. Esse é o futuro.

*Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)