Porteiras abertas para o seguro rural 743

Mestre em economia e consultor do Sindseg SP, Francisco Galiza, analisa a importância do produto no Brasil

O mês de abril terminou com uma importante negociação em curso na Esplanada nos Ministérios, em Brasília. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, se empenhava em convencer a área econômica do governo federal a abrir o cofre para importantes medidas em sua área. Com o objetivo de apresentar um Plano Safra 2020/21 com números mais robustos, a ministra buscava ampliar a subvenção para o seguro rural, de R$ 1 bilhão previstos para esse ano, para R$ 1,5 bilhão em 2021. Mais que isso, a ministra pretendia obter a anuência para que esse orçamento ganhe a rubrica de obrigatório, o que tornaria os recursos para o seguro rural livres de contingenciamentos.

O empenho da ministra é uma amostra de um entendimento cada vez mais disseminado de que o seguro rural é um dos pilares da produção agrícola brasileira, que caminha para um novo recorde em 2020, com a esperada produção de 247 milhões de toneladas de grãos. O antigo vaticínio de que o Brasil seria o “celeiro do mundo” se materializa, aos poucos, nos sucessivos recordes das safras agrícolas, com uma contribuição consistente da indústria seguradora.

Os riscos que envolvem a produção agrícola são conhecidos desde que o homem, nos primórdios da civilização, passou a tirar o seu sustento da terra. As adversidades climáticas se mantêm, apesar de todo o progresso tecnológico registrado na agricultura, como fatores capazes de comprometer todo o esforço e investimentos dos produtores rurais. Os prejuízos causados por eventos climáticos teriam se repetido, no início deste ano, no Rio Grande do Sul, por exemplo, se o Estado não contasse com grande cobertura do seguro rural. Estimativas indicam que cerca de 90% dos produtores rurais gaúchos já tenham sua produção protegida pelo seguro, o que evitou um quadro generalizado de perdas financeiras sob a severa seca registrada no Estado.

Dados levantados pelo Ministério da Agricultura mostram que, embora a cobertura dos seguros rurais ainda estejam, na maioria dos Estados, longe dos níveis verificados no Rio Grande do Sul, Estado com grande histórico de perdas agrícolas causadas pelos caprichos do clima, o produto vem ganhando celeremente aceitação em diferentes paisagens em todo o País. No ano passado, houve crescimento de 50% da área protegida pelo seguro rural, com a adesão de 58 mil produtores rurais ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Nessa expansão, foram destaques as Regiões Norte e Nordeste, que ampliaram em 128% as contratações de apólices de seguro rural.

As subvenções do governo não cobrem toda a produção agrícola, mas servem de poderoso indutor. Segundo o ministério, cada R$ 1 investido em subvenção resultou, em média, em importância segurada de R$ 45,76. Portanto, o total de seguros contratado pelas propriedades rurais girou em torno de R$ 20 bilhões. Atraídos pelo potencial desse nicho de negócios, o número de seguradoras que se voltam para as demandas do produtor rural vem crescendo ano a ano.

Para 2020, as expectativas do governo federal continuam bastante animadoras, embasando projeções de crescimento alentadoras. O Ministério da Agricultura acredita que, com novas regras definidas para a subvenção neste ano, deverá haver um crescimento de 17% no número de produtores rurais protegidos pelo PSR. São previstas cerca de 250 mil apólices, abrangendo a cobertura de um total de 18 milhões de hectares e um valor segurado de R$ 50 bilhões.

Estão embutidos nesses números a contribuição de uma diversificação crescente dos produtos, buscando atender às necessidades dos produtores rurais. Na lavoura, além dos grãos, outras culturas contam com produtos específicos da indústria seguradora. E, além da lavoura, recebem a proteção dos seguros o maquinário e as instalações.

Com essa abrangência, o seguro rural transformou-se em uma poderosa ferramenta de um setor produtivo que se profissionaliza cada vez mais. Por trás da paisagem bucólica das fazendas, empresas cada vez mais sofisticadas vêm agregando o seguro rural ao instrumental utilizado em sua gestão na busca por maior produtividade e rentabilidade.

Essa visão vem orientando o processo de aproximação que o Sindseg SP vem empreendo junto à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo. O governo paulista acredita que o seguro rural poderá vir a se converter em um instrumento de mudança de postura dos pequenos e médios produtores rurais, contribuindo para transformá-los em empresários rurais. Convidado a participar desse processo, o Sindseg SP não se furtará em dar sua contribuição.

Previdência privada: entenda quando contratar, quanto investir e qual plano escolher 848

Executiva da Porto Seguro dá dicas para quem pretende aderir à ferramenta

Fernanda Pasquarelli, é Diretora da Porto Seguro Vida Previdência e Investimentos na sede da empresa em São Paulo. Foto: Fernando Martinho

Embora os planos de previdência privada sejam lembrados muitas vezes como um investimento complementar aos benefícios pagos pelo INSS, as vantagens proporcionadas pela ferramenta vão além do complemento à aposentadoria. É o que diz Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro.

Segundo a executiva, ao investir em um plano de previdência, as pessoas conseguem manter no futuro tudo o que conquistaram ao longo da vida. “Elas ainda podem realizar projetos pessoais, como um intercâmbio ou a compra de um imóvel, por exemplo”, reforça.

Outra vantagem proporcionada pelos planos de previdência privada é a possibilidade de incluir coberturas de seguros em casos de invalidez e falecimento e pensões ao cônjuge, aos filhos menores ou por um prazo determinado até que a família possa se reequilibrar financeiramente.

Fernanda lista algumas dicas para auxiliar quem pretende contratar um plano de previdência complementar.

Quando investir: embora não exista idade certa para o início das contribuições, o ideal é que isso seja feito o quanto antes. “Quanto mais cedo se contratar uma previdência privada individual, maior será a reserva acumulada lá na frente e com menos esforço, pois as aplicações serão diluídas no tempo” afirma.

Quanto acumular para o futuro: um exemplo de como é importante começar cedo é quando o cliente contrata um plano aos 20 anos de idade. Com R$ 200 por mês, ele terá acumulado em torno de R$ 500 mil quando chegar aos 65 anos. Já quem tem 30 anos de idade precisará aplicar R$ 375 mensais para alcançar a marca de meio milhão de reais na mesma faixa-etária. Isso considerando uma rentabilidade conservadora de 6% ao ano e sem aportes extras.

Quanto aplicar: um plano de previdência privada permite que seu contratante contribua mensalmente a partir de R$ 100, valor que pode aumentar de acordo com a renda e com o planejamento do investidor. Mas também é possível realizar aportes em qualquer momento, no valor que quiser. Aportes são importantes principalmente quando a pessoa começou a investir mais tarde. Ela terá condições de recuperar o que não investiu antes. Uma dica da executiva é aproveitar parte do 13º salário e da Participação nos Lucros para planejar seu futuro financeiro.

Qual plano escolher: na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), o cliente consegue deduzir as contribuições em até 12% da sua renda bruta anual. Nestes casos, o plano funciona como um adiamento do imposto, pois na hora de fazer um resgate ou receber a renda haverá a cobrança do IR. Portanto, a dica é reaplicar no próprio plano os valores a mais da restituição ou do pagamento a menos de IR. Já a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é mais adequada para quem declara Imposto de Renda no modelo simplificado. “Embora não seja dedutível do imposto de renda, a tributação sobre o valor de resgate ou de recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento acumulado”, conclui Fernanda Pasquarelli.

Susep realiza Webinar sobre o Sistema de Rating 881

Projeto de implementação do sistema será apresentado no evento

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) realizará hoje, 03 de junho, às 11h, um webinar sobre o Sistema de Rating da Autarquia. O objetivo do evento é apresentar o projeto de implementação do Sistema de Rating da Susep e esclarecer como ele se insere no novo modelo de supervisão da autarquia, abordando tanto os aspectos de supervisão prudencial como de conduta. Participarão do webinar os coordenadores de áreas técnicas, a superintendente da Susep, Solange Vieira, e o diretor Vinicius Brandi.

As inscrições para o webinar são limitadas e devem ser realizadas neste link.

A iniciativa visa contribuir para o aperfeiçoamento das atividades de supervisão da Susep, bem como fornecer informações que podem sugerir a adoção de melhores práticas de gestão por parte das empresas supervisionadas.

Roberto Santos participa de projeto do CVG-RJ 803

Roberto Santos é o novo presidente executivo da Porto Seguro / Divulgação

O presidente da Porto Seguro aborda em artigo publicado no site da entidade o novo relacionamento adotado pela seguradora durante a pandemia

Nesta quarta-feira, 3, a série de artigos do CVG-RJ conta com a análise do presidente da Porto Seguro, Roberto Santos, sobre “O novo relacionamento no setor de seguros”. No texto, o executivo explica como a seguradora está lidando com a pandemia e destaca as iniciativas da empresa voltadas para o corretor de seguros.

“Desde março, desenvolvemos diversas frentes para auxiliar na sustentação dos negócios dos nossos corretores parceiros e garantir que as pessoas continuem protegidas, assim como os seus bens”, afirma. O sitewww.cvgrj.com.br, salienta que a maior parte dos funcionários da Porto Seguro está atuando de casa. “E a orientação a parceiros e corretoras é que considerem a possibilidade de trabalhar em home office, concedendo maior segurança e saúde a todos”, acrescenta o executivo.

Roberto Santos enfatiza, ainda, que a companhia vinha investindo, bem antes da Covid-19, em ferramentas tecnológicas. No artigo, ele traz como exemplo emblemático o Portal Corretor Online, canal em que a empresa publica notícias e orientações que mantêm os parceiros próximos das informações da seguradora. O presidente dá destaque, ainda, ao novo perfil da Porto Seguro no Instagram. “O Corretor é Pra Sempre (@corretoreprasempre) aproveitará a linguagem das redes sociais para facilitar o entendimento das notícias divulgadas pela companhia”.
A cada semana, uma nova análise de especialistas do mercado em relação ao momento atual, diante da pandemia do Coronavírus, é publicada no site do CVG-RJ.

Agrifoglio Vianna investe em criatividade para combater o Covid-19 2118

Escritório criou campanha que visa trazer aos colaboradores a sensação de acolhimento na retomada das atividades presenciais

O escritório de advocacia Agrifoglio Vianna decidiu apostar na leveza e no ambiente positivo durante este período de retomada gradual das atividades, sem perder o foco de prevenção contra a pandemia do coronavírus. O projeto traz modificações na sinalização interna do escritório, como forma de conscientizar, informar e trazer segurança aos colaboradores da empresa em relação ao Covid-19. A ideia propõe uma comunicação positiva, trazendo pontos de reflexão e de conforto em todos os ambientes.

Logo na entrada, a pessoa se depara com um totem de álcool em gel interativo e informativo. Ele é ilustrado com ícones que mostram a forma correta de se higienizar as mãos. O totem tem um mecanismo prático, pois, para que o álcool caia do recipiente, basta pisar no suporte do material. O adesivo colado na porta de vidro da sala de espera traz dizeres simples e acolhedores, perguntando como a pessoa está se sentido e convidando-a a respirar profundamente. O objetivo é que, assim, ela entre no ambiente se sentindo segura e abraçada. Esse mesmo acolhimento está explícito na parede atrás da recepção, com um quadro sugerindo que a pessoa carregue consigo sentimentos como esperança, amor, coragem, paz, leveza e serenidade.

Ainda nesse intuito de humanização, mas agora com a ideia de trazer um pouco de cor e alegria para quem lê, um quadrinho menor em outra parede do escritório sugere algumas ações para que a pessoa se sinta bem, como manter o contato virtual com quem ama, refletir sobre pequenos prazeres do dia e criar um momento de autocuidado.

As demais salas do escritório também estão supridas de álcool em gel preso a suportes ilustrados com ícones que reforçam a forma correta de se higienizar as mãos. Segundo os executivos da Agrifoglio Vianna, a ideia aqui é trazer um conhecimento mais profundo, incentivando a pessoa a higienizar suas mãos. Para dar suporte a toda essa sinalização, também foram criados alguns materiais digitais, como um pop up no site do escritório informando aos colaboradores que a empresa está funcionando com todos os cuidados necessários, uma frase apoiando as assinaturas de e-mail e cards informativos para serem enviados pelos canais de comunicação.​

Presidente da Icatu Seguros é o convidado do “Conversa com especialista” desta quinta 2860

Luciano Snel falará sobre momento atual e também fará análises do mercado

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, é o convidado da live realizada pela companhia nesta quinta-feira, 4, às 11h. O executivo falará sobre as medidas adotadas pela Icatu para enfrentar o momento atual, trazendo também insights do mercado segurador no cenário de crise deflagrado pelo avanço do coronavírus.

A live faz parte da programação “Conversa com especialista”, realizada pela Icatu semanalmente, sempre às quintas-feiras, em seu canal no YouTube, com o intuito de levar informação e esclarecimentos sobre o panorama econômico a clientes, corretores e parceiros. Casas como Adam Capital, Alaska, AZ Quest, ARX, Vinci Partners, Kinea, Schroders e Sparta já participaram dos encontros, além da economista-chefe da Icatu, Victoria Werneck.

Para acompanhar a live ou assistir os encontros já realizados, basta acessar:
https://www.youtube.com/channel/UCVyRx2WhYj1nfFc-BEtjBKw