Allianz apresenta Relatório Global da previdência 1196

Conforme indicadores divulgados pela companhia, o sistema previdenciário do Brasil ocupa a 43ª posição

O Grupo Allianz apresenta a primeira edição do seu “Relatório Global do Sistema Previdenciário”, trazendo um mapa dos sistemas em todo o mundo, através do próprio indicador de previdência criado pela companhia. O Allianz Pension Indicator (API) segue a seguinte lógica: ele inicia a análise com os pré-requisitos demográficos e fiscais e, em seguida, continua a examinar os sistemas previdenciários conforme duas dimensões, “sustentabilidade” e “adequação”. Assim, baseia-se em três pilares e leva em consideração cerca de 30 parâmetros, que são classificados em uma escala de 1 a 7, sendo 1 a melhor nota.

Ao somar todos os subtotais ponderados, o API atribui a cada um dos 70 países analisados uma nota entre 1 e 7, proporcionando assim uma visão abrangente do respectivo sistema previdenciário. “Dados demográficos e as previdências foram ofuscados por outras políticas nos últimos anos, principalmente as mudanças climáticas e, hoje, a luta contra a Covid-19”, disse Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Mas você ignora a demografia por sua própria conta e risco, a mudança demográfica logo estará de volta com uma vingança. Neutralizar a iminente crise previdenciária e preservar a justiça e a igualdade geracionais são fundamentais para a construção de sociedades inclusivas e resilientes”, completa.

A mudança dramática na demografia é melhor caracterizada pelo aumento da taxa de idosos inativos economicamente: até 2050, essa taxa crescerá de até 77%, ou seja, mais rápido do que nos últimos 70 anos desde 1950. Em muitas economias emergentes, a taxa vai mais do que dobrar nas próximas três décadas, isto é, em menos da metade do tempo que esse desenvolvimento levou na Europa e América do Norte. O exemplo mais proeminente é a China, onde a proporção aumentará de 17% para 44%. Para os países industrializados o nível absoluto dessa proporção é o principal motivo de preocupação, atingindo, por exemplo, 51% na Europa Ocidental.

Esse desenvolvimento se reflete no primeiro pilar do API, chamado de “pontos de partida”, que combina mudança demográfica e situação financeira pública (margem financeira). Muitos países emergentes na África ou na Ásia têm uma boa pontuação, pois a população ainda é jovem e os déficits públicos e as dívidas são bastante baixos. Europeus, como Itália ou Portugal, estão entre os piores desempenhos: a população de idosos enfrenta dívidas altas. “Para a maioria dos países industrializados, a velha piada escocesa se aplica: se eu construísse um sistema previdenciário estável, certamente não começaria por ali”, disse Michaela Grimm, autora do relatório.

“E essa é a situação antes do coronavírus e seu tsunami de novas dívidas. Um dos legados da atual crise certamente será o de que teremos de dobrar nossos esforços para reformar nossos sistemas previdenciários. O que havia sobrado de margem financeira se foi para sempre”.

O segundo pilar do API é a “sustentabilidade”, medindo como os sistemas reagem às mudanças demográficas: existem estabilizadores embutidos ou o sistema será destruído quando o número de colaboradores diminui e o número de beneficiários continua subindo? Nesse contexto, uma alavanca importante é a idade da aposentadoria. Na década de 1950, um homem de 65 anos, em média, morando na América do Norte ou Europa, poderia esperar passar cerca de 12,5 anos na aposentadoria. Hoje, a expectativa média de vida adicional de uma pessoa de 65 anos é de 17,6 anos e deve aumentar para 20,8 anos em 2050. Como consequência, a proporção entre vida profissional e tempo de aposentadoria diminuiu. Os países que decidiram ajustar a idade legal para aposentadoria ou o aumento dos benefícios ao desenvolvimento de uma expectativa de vida adicional – como a Holanda – têm, portanto, um sistema previdenciário mais sustentável do que os países onde adiar por mais tempo a aposentadoria ainda é um tabu.

Pilar Adequação

O terceiro pilar do API classifica a “adequação” do sistema previdenciário, questionando se ele proporciona um padrão de vida adequado na velhice. Elementos importantes são a taxa de cobertura – ou seja, qual a proporção da população em idade ativa e do grupo em idade de aposentadoria coberta pelo sistema previdenciário? – a relação de benefícios – ou seja, quanto (em termos de renda média) um aposentado recebe? – e a existência de fundo pensão para idosos e outras fontes de renda financiadas por capital.

No geral, a pontuação média no pilar de “adequação” (3,7) é um pouco melhor do que a do pilar de “sustentabilidade” (4,0), um sinal de que a maioria dos sistemas ainda atribui maior peso ao bem-estar da atual geração de aposentados do que a da futura geração de contribuintes e contribuições sociais. Os países que lideram o ranking de “adequação” ainda têm pagamentos a aposentados bastante generosos, como Áustria ou Itália, ou fortes segundo e terceiro pilares, como Nova Zelândia ou Holanda. Contudo, as soluções de aposentadoria financiadas por fundos de pensão estão sob crescente pressão no cenário persistente de baixa taxa de juros. A pandemia da Covid-19 exacerbou ainda mais essa tendência, pressionando ainda mais os rendimentos.

“O cenário de baixo rendimento forçou os fundos de pensão e as seguradoras de vida a explorar classes alternativas de ativos”, disse Cameron Jovanovic, chefe da proposta global de aposentadoria do Grupo Allianz. “Esse impulso para alternativas permite que os provedores de benefícios capturem o prêmio de iliquidez que combina bem com a duração do portfólio.

Brasil

Outra estratégia é descarregar o risco, em vez de buscar retornos, já que as permutas de longevidade, transferências de risco de pensão e configurações criativas de resseguro se tornam um meio de otimizar a exposição assumida pelos fundos de pensão e pelas seguradoras”. A combinação das pontuações dos três pilares do API fornece os resultados gerais: Suécia, Bélgica e Dinamarca têm relativamente os melhores sistemas previdenciários do mundo. O Brasil ocupa a 43ª posição e sua margem financeira é relativamente baixa (mesmo antes da Covid-19). E em nenhum outro país da América do Sul o envelhecimento da população será tão rápido quanto no Brasil: a taxa de idosos inativos economicamente quase triplicará nas próximas três décadas para cerca de 36%. Mesmo após as reformas mais recentes, o Brasil ainda tem um sistema previdenciário relativamente desigual: enquanto a pontuação de “sustentabilidade” (4,3) está claramente abaixo da média global (vide idade da aposentadoria e taxas de contribuição), a pontuação de “adequação” (3,2) está muito acima, principalmente graças à boa cobertura e a taxas de benefícios. Embora o Brasil já tenha feito grandes progressos para melhorar o sistema, não se pode permitir uma “fadiga” da reforma da Previdência: o trabalho ainda não está concluído.​

Grupo Aspecir oferece oportunidade de trabalho em Porto Alegre (RS) 564

Grupo Aspecir oferece oportunidade de trabalho em Porto Alegre (RS)

Vaga é para equipe do setor de cobrança

O Grupo Aspecir oferece uma oportunidade para equipe do setor de cobrança. A vaga está aberta para a cidade de Porto Alegre (RS). O Grupo atua com Previdência Privada, Seguro de Vida e Empréstimo.

É requisito ter experiência em negociações com clientes inadimplentes, facilidade de comunicação, conhecimentos básicos em informática e desejável conhecimentos sobre mercado segurador e/ou financeiro.

Entre os benefícios estão Vale Transporte, Vale Refeição, Vale Alimentação e Plano de Saúde. Carga horária de segunda a sexta-feira. Gostou? Envie seu currículo para vagas@grupoaspecir.com.br.

Divulgação
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União Seguradora celebra 107 anos 881

Grupo Aspecir e União Seguradora participam do 17º Troféu JRS

Empresa do Grupo Aspecir oferece variedade de soluções em seguros e proteção

O Vinte de Setembro é uma data comemorada com orgulho pelos gaúchos e também é a data de aniversário da União Seguradora, fundada em 1913. Na época, 57 caixeiros-viajantes reuniram-se para criar uma sociedade que defendesse os interesses da classe. Assim como os gaúchos defenderam seus ideais. Construída sob a presidência de João Fontoura Borges, a sede, na cidade de Santa Maria (RS), foi palco de momentos históricos importantes, como um discurso de Getúlio Vargas na década de 1930. Já nos anos 1990, o prédio foi considerado patrimônio histórico da cidade e hoje abriga diversos estabelecimentos comerciais.

Hoje, a União Seguradora – Vida e Previdência, tem sua sede em Porto Alegre e protege a vida, não somente dos gaúchos e gaúchas de todas as querências, como também a todos os brasileiros. E oferece uma variedade de soluções que atendem todas as necessidades de seguro e proteção, de cuidados com a família à segurança para eventos, sempre com profissionalismo e qualidade.

O Seguro Vida é um investimento no futuro. Em caso de falecimento do segurado, os beneficiários recebem uma indenização financeira para ajudar em um momento difícil. E se houver invalidez permanente, o seguro garante um pagamento de acordo com o grau de invalidez.

O Seguro Prestamista, em caso de falecimento ou invalidez do segurado, amortiza a dívida contraída até o valor do plano contratado, quitando bens ou planos de financiamento.

A União Seguradora também oferece o Pecúlio com Seguro, uma ampla cobertura com a facilidade do desconto em folha de pagamento para servidores da SIAPE, MARINHA, AERONÁUTICA, IPE-RS E GOV-RS. Além do seguro obrigatório para a realização de qualquer evento no Brasil e o Vida Global Simplificado para micro, pequenas e médias empresas.

União Seguradora, uma história de excelência cuidando do que realmente importa: as pessoas.

Berkley Brasil Seguros facilita contratação do Seguro Bike 559

Berkley Brasil Seguros facilita contratação do Seguro Bike

Companhia anunciou novas condições para aquisição de coberturas

A Berkley Brasil Seguros anunciou novas condições para contratação do Seguro Bike. A empresa disse que as mudanças visam prestar cada vez mais inovação e prestação de melhores serviços para corretores e clientes.

Com isso, apólices do segmento podem ser contratadas em até 10 parcelas, sem juros, no cartão de crédito. Além disso, foi disponibilizado desconto na renovação do seguro, em seguros familiares, o Seguro Bike não tem limitação quando ao número de bikes protegidas e o segurado poderá fazer cotação, emissão e pagamento direto pelo cartão de crédito, no aplicativo Seggy.

Os contratos da Berkley Brasil Seguros oferecem proteção para danos causados à bikes convencionais e elétricas, inclusive para acessórios.

Mário Sérgio Cortella participa de transmissão da Bradesco Seguros para corretores 488

O filósofo, escritor e educador Mário Sérgio Cortella / Divulgação

Nesta sexta-feira (18), Programa Integridade contará com a participação do filósofo, escritor e educador

O Grupo Bradesco Seguros apresenta nesta sexta-feira (18), às 16h, uma live especial voltada para as equipes comerciais da companhia e corretores de seguros de todo o Brasil. O tema do bate-papo será “Ética no Relacionamento com o Cliente”. Na ocasião, a live será conduzida pelo filósofo, escritor e educador, Mário Sérgio Cortella. O Programa Integridade conta com o apoio da Unibrad – Universidade Bradesco e UniverSeg – Universo do Seguro. Para os próximos meses, está prevista uma série de conteúdos referentes ao assunto.

Para Leonardo de Freitas, Diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros, o programa será mais uma oportunidade de troca e conhecimento com os parceiros de negócios. “A ética é de extrema importância para construir relacionamentos duradouros em todos os âmbitos da vida, é um aspecto indispensável para atrair, converter e fidelizar clientes. O intuito da live é gerar discussões sobre boas práticas na oferta de seguros”, afirma o executivo.

Em agosto deste ano, a Bradesco Seguros iniciou a primeira abordagem sobre o tema, em que promoveu um bate-papo entre os parceiros de negócios da seguradora e representantes da consultoria internacional LIMRA, com o tema “Digno de Confiança”.

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico 697

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico

Pandemia provocou reflexos no Direito do Seguro, destaca ENS

A realidade instaurada pela pandemia do novo coronavírus provocou reflexos e mudanças sobre o Direito brasileiro, principalmente sobre o Direito do Seguro, especialmente no que diz respeito a assuntos ligados à responsabilidade civil do corretor de seguros.

Para entender como o ‘novo normal’ afetou diretamente o corretor em sua atuação e discutir de forma ampla a responsabilidade desse profissional na atualidade e no futuro, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) criou o curso técnico Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros.

Ministradas na modalidade online, as aulas são ao vivo e vão mostrar a tendência da adequação dos precedentes nas interpretações dadas pelos Tribunais Superiores sobre a responsabilidade civil do corretor. No conteúdo do programa, haverá apresentação das mais recentes decisões proferidas pelos Tribunais Superiores sobre o tema, evidenciando as interpretações fundamentadoras dessas jurisprudências, a apresentação das legislações pertinentes ao assunto, além de tratar sobre as teorias da Responsabilidade Civil Profissional e a tendência do precedente vinculante.

Assim como a maioria dos cursos técnicos da ENS, o programa Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros tem curta duração (8 horas de aulas) e investimento acessível. Por isso, é ideal para quem busca qualificação rápida e direcionada.

O início das aulas está marcado para 20 de outubro e os interessados devem possuir ensino médio completo. Informações sobre ementa, cronograma e investimento estão disponíveis no site da Escola, onde podem ser feitas as inscrições.