‘Seguro Viagem não é Seguro Saúde’, alerta Advogado do C. Josias & Ferrer 724

Rodrigo Pedroso é Advogado no escritório C. Josias & Ferrer / Divulgação

Confira artigo de Rodrigo Pedroso, Advogado no escritório C. Josias & Ferrer

A frase do título consta no art. 25 da Resolução nº 315/2014 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) que regula o Seguro Viagem no Brasil. A norma determina que a frase deve constar em destaque em todas as apólices de seguro viagem emitidas por Seguradoras que atuem no país. No entanto, qual a diferença entre Seguro Viagem e Seguro Saúde?

Conforme a Resolução acima referida, “O seguro viagem tem por objetivo garantir, ao(s) segurado(s) ou seu(s) beneficiário(s), uma indenização, limitada ao valor do capital segurado contratado, na forma de pagamento do valor contratado ou de reembolso, ou, ainda, de prestação de serviço(s), no caso da ocorrência de riscos cobertos, desde que relacionados à viagem, durante período previamente determinado, nos termos estabelecidos nas condições contratuais”.

Dentre as coberturas que podem ser ofertadas no seguro viagem, existem as seguintes possibilidades: despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas tanto em viagens nacionais como internacionais, traslado do corpo, regresso sanitário, traslado médico, morte em viagem, morte acidental em viagem e invalidez permanente total ou parcial por acidente em viagem.

Para identificar a diferença entre o seguro viagem e o seguro saúde, com relação a cobertura de despesas médicas, vejamos o que consta no art. 3º da Resolução CNSP nº 315/2014: “Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas – consiste na indenização, na forma prevista nas condições gerais e limitada ao valor do capital segurado contratado, das despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas efetuadas pelo segurado para seu tratamento, sob orientação médica, ocasionado por acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda ocorrida durante o período de viagem nacional e uma vez constatada a sua saída de sua cidade de domicílio”.

Consta a mesma definição para a cobertura em viagens no exterior, tendo como única diferença em sua redação que o início da sua vigência é a partir da saída do país.

É possível perceber, portanto, que as despesas médicas, hospitalares e odontológicas somente serão indenizadas através do seguro viagem se a necessidade de tratamento for ocasionada por acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda ocorrida durante a viagem.

Não se admite, portanto, o pagamento de tratamento por doenças preexistentes à viagem ou mesmo por acidente que não tenha origem exclusivamente traumática, externa e súbita.

Contudo, em análise das Condições Gerais de seguro viagem de algumas Seguradoras que oferecem esse produto, verifica-se que eventuais crises causadas por doenças preexistentes ou crônicas também estão amparadas pelo seguro viagem, mas apenas até a estabilização do quadro crítico, de forma que lhe permita continuar viagem ou retornar para sua residência de origem.

Outro ponto relevante é que o tratamento indenizável pelo seguro viagem deve ser de emergência ou urgência. A Resolução do CNSP, para fins de regular a questão, conceitua emergência como sendo: “situação onde o segurado necessita de atendimento imediato, pois existe risco de morte” e, por outro lado, conceitua urgência como sendo: “situação onde o segurado necessita de atendimento, não caracterizado como de emergência, podendo aguardar o atendimento de casos emergenciais”.

Assim, podemos concluir que a cobertura de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas do seguro viagem tem como finalidade indenizar o segurado por despesas oriundas exclusivamente de moléstia que fora acometido durante a viagem e que precise de tratamento imediatamente, cessando a cobertura no momento em que o quadro clínico for estável e permita a continuidade da viagem ou o retorno com segurança para o local de origem.

Em uma primeira análise, a resposta da diferença pode parecer óbvia, contudo, é necessário destacar que o seguro viagem é comercializado inclusive para viagens de longa duração, tal como viagem de estudos ao exterior, tendo como limite máximo de vigência o período de 365 dias. Um estudante que contrata o seguro viagem pode pensar que eventuais despesas médicas cotidianas de que necessite no exterior estarão cobertas pelo seguro viagem, porém, poderá ser surpreendido com a negativa de indenização.

O Seguro Saúde, por sua vez, é regulado pela Lei nº 9.656/98 que dispõe sobre os planos de saúde e os seguros saúde. O seguro saúde tem como objetivo assegurar assistência à saúde principalmente mediante reembolso de gastos médicos do segurado, para o tratamento de todas as doenças da Classificação Estatística Internacional de Doenças e as doenças elencadas pela Organização Mundial da Saúde.

Dessa forma, o seguro saúde possui ampla cobertura e não possui nenhuma forma objetiva de restrição, tal como os critérios de emergência/urgência e de lapso temporal específicos do seguro viagem.

Uma vez esclarecida a diferença, o consumidor deve buscar contratar o seguro que melhor se amolda às suas necessidades, para que não seja surpreendido com uma despesa médica ou hospitalar que não estava preparado e que, a depender do seguro contratado, não será indenizada.

Setor de seguros conta com novas oportunidades para empreendedores 545

Diogo Arndt Silva é presidente (CEO) da Rede Lojacorr; e Dirceu Tiegs é diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr / Divulgação

Caxias do Sul (RS) é o foco da Lojacorr para nova Unidade de Negócios

Com o intuito de ampliar a capilaridade no País, gerar novas oportunidades para os corretores de seguros na região de Caxias do Sul e proteger mais e melhor os brasileiros, a Rede Lojacorr está apoiando o empreendedorismo no segmento de seguros. A empresa possui Unidades de Negócios no Rio Grande do Sul, mas em todo o País já são 58 unidades. Entretanto, a região nordeste gaúcha, que possui um potencial de crescimento significativo de acordo com pesquisas de mercado, é ainda carente de representação e a Lojacorr visa promover e apoiar a abertura de uma nova Unidade na localidade.

Para cooperar com esse crescimento, representatividade e desenvolvimento da capilaridade da Rede e da proteção no Brasil, a Lojacorr possui modelos de negócios voltados ao empreendedor. São três modelos: Unidades de Negócios com estrutura física de atendimento, Unidade Remota com atendimento e operação online, e Account Comercial que é uma extensão da unidade de negócios. Em todos os formatos, a Lojacorr tem soluções e ferramentas para proporcionar que o empreendedor possa se desenvolver no mercado de forma inovadora e compartilhada.

A viabilidade da concessão de uma Unidade conta com Acesso ao Mercado, BackOffice, Tecnologia, Estrutura e Desenvolvimento, que são a base para a realização de entregas substanciais e inovadoras que serão o suporte do novo negócio para promover o crescimento da produção da unidade, garantir a performance das corretoras, engajar novos negócios e promover conexões e o desenvolvimento sustentável dos corretores. “Somado a esses fatores, está a nossa gente, as pessoas sempre foram o centro de toda a evolução de nossa empresa. O que nos une é o espírito de colaboração, a confiança, o diálogo, o respeito, e a humanização”, afirma o presidente (CEO) da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva.

Por isso, o profissional que possui um perfil empreendedor e tem afinidade com o segmento de seguros possui suporte e soluções ideais para o seu crescimento com a Lojacorr. Segundo Renato Geraldino, concessionário das Unidades Brasília e Goiânia, ao longo dos 25 anos, a Lojacorr conquistou um grande espaço no mercado e surgiram as oportunidades de novos negócios como o Seguro Agro, Consórcio, Seguro Cyber e os Ramos Faturáveis.

“Para o mercado do Distrito Federal em particular, além das oportunidades, implantamos com o nosso modelo a cultura de ofertar novos produtos ao segurado, e criamos novas oportunidades de negócios aos nossos corretores, além é claro, de disponibilizar às seguradoras a oportunidade de usar a nossa esteira para divulgação dos produtos. A capilaridade da Rede Lojacorr também pode ser definida como uma forma de abranger o espaço que iremos ocupar sem se limitar geograficamente, visando ampliar o alcance e atingir o maior número de corretores e clientes possível”, acrescenta Geraldino.

Dessa forma, além de gerar mais negócios, movimentar a economia e aumentar a produção do mercado de seguros, a capilaridade da Rede desenvolve o empreendedorismo nacional e gera mais oportunidades de atuação para os corretores de seguros no Brasil. Dirceu Tiegs, diretor de Gente e Gestão (CHRO) da Lojacorr, ressalta que a empresa é uma facilitadora para o ecossistema de proteção do País e busca fortalecer a comunidade dos seguros nacional, por meio de inovação, cooperação e compartilhamento. “Além disso, nossa missão é gerir soluções que possam sustentar a expansão e desenvolvimento do setor, por meio do corretor e das unidades, com o apoio de tecnologias e ferramentas capazes de cada vez mais formar profissionais mais comprometidos com as demandas do seu cliente, de forma humanizada, assertiva e completa”, finaliza.

Para conhecer mais sobre como empreender com a Lojacorr clique neste endereço.

Cinco décadas de aprendizados e ensinamentos do Dr. Carlos Josias são celebrados em Porto Alegre (RS) 502

Advogado recebeu surpresa de amigos e colegas na sede do escritório C. Josias & Ferrer

Diz um certo ditado que “um homem se conhece pela sua obra, não por suas palavras”. Neste sentido, o Advogado Carlos Josias Menna de Oliveira foi homenageado em uma verdadeira surpresa na presença de amigos e colegas, no final da tarde desta quarta-feira (1º de dezembro), na sede do escritório C. Josias & Ferrer, em Porto Alegre (RS).

“Essa é uma trajetória muito bonita. Quem vivenciou sabe o quanto você aprendeu, ensinou e fez pelo mercado de seguros. Essa escultura visa representar um pouco de sua história”, citou o sócio e amigo Juliano Ferrer, ao entregar a obra ‘O Broto’, especialmente preparada para enfatizar a trajetória de cinco décadas do profissional no mercado segurador.

O momento contou com a participação de ilustres figuras, como a educadora Jane Manssur, “uma dama na estrada”, como suscitou o Dr. Carlos Josias em artigo para JRS.digital.

Em recente participação no programa Seguro Sem Mistério, o Dr. Josias defendeu uma maior divulgação das ações positivas e sociais do seguro para o público em geral. “O Direito Securitário evoluiu muito ao longo dos anos. O Seguro evoluiu muito. O Direito Securitário é uma consequência do seguro. O Seguro tem, hoje, uma visão muito mais humana do que se tinha anteriormente”, explicou. “Milhares de pessoas, diariamente, conseguem sobreviver e reconstruir suas vidas com as indenizações do seguro. Esse fim social precisa ser mais publicizado e debatido”, completou.

O Sócio-Fundador do escritório C. Josias & Ferrer ainda ressaltou que uma maior oferta de informações sobre a indústria de seguro gera maior interesse para o segurado. “O mercado, com a ascensão do Código de Defesa do Consumidor (CDC), passou a fomentar mais conhecimento sobre aquilo que o segurado está comprando. Quando o segurado, ou quem está recebendo a proposta, passa a entender o que está levando para casa, as vendas crescem e o mercado também cresce. Isso que é importante. Por isso temos de enfatizar os feitos e errar o menos possível”, finalizou.

Confira as imagens – Fotos: Filipe Tedesco/JRS:

Maria Helena Monteiro: Fatos Relevantes sobre a Habilitação dos Corretores de Seguros 369

Maria Helena Monteiro é Diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros / Foto: William Anthony / Arquivo JRS

Confira artigo de Maria Helena Monteiro, diretora de Ensino Técnico da Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Há 50 anos, os mercados segurador e da corretagem de seguros tiveram a coragem de fundar a Escola de Negócios e Seguros (ENS). Ao longo desse tempo, a ENS capacitou milhares de profissionais para a indústria brasileira de seguros, por meio de programas educacionais de excelência e inovadores. Assim, adquiriu credibilidade e se consolidou como a mais respeitada instituição de ensino voltada para a qualificação profissional em seguros e áreas afins.

Desde o início, a Escola teve como uma de suas principais atribuições a habilitação técnico-acadêmica dos corretores de seguros, missão cumprida com rara e exemplar competência. Em cinco décadas, foram mais de 100 mil corretores de seguros formados.

No começo de 2021, uma nova entidade foi autorizada a habilitar corretores de seguros no Brasil. A concorrência é salutar e faz parte do jogo de mercado. Novos entrantes sempre serão bem-vindos, desde que respeitem a história das empresas e entidades que ajudaram a construir a solidez e a reputação do mercado nacional de seguros, um setor forte e moderno, à altura dos players internacionais.

Essa nova instituição que atua na habilitação dos corretores baseia sua comunicação no fato de que veio para trazer inovação ao mercado, mas, na verdade, sabemos que é a ENS que vem inovando há 50 anos! A pandemia demonstrou isso de forma clara, quando fomos capazes de construir a primeira e única Sala do Futuro da América Latina, na nossa representação em São Paulo (SP). Além disso, firmamos parcerias inéditas com instituições de renome de Portugal, Inglaterra e Israel, para realização de treinamentos internacionais sobre Inovação, ratificando nossa posição de vanguarda.

Também em meio à pandemia, migramos todos os nossos cursos para o modo remoto, sem sequer uma hora de aula perdida, e com avaliações monitoradas por Inteligência Artificial, mantendo a máxima integridade do sistema de provas.

Isso além do material didático totalmente desenvolvido para o ensino a distância, com inúmeros recursos de aprendizagem e fixação de conceitos.

Não existe material didático pronto no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros (CHCS). Todos os anos, a ENS investe muito na criação de novos materiais e na atualização dos existentes, para que os alunos sempre tenham acesso a informação relevante e de qualidade para o exercício da profissão – nosso material didático é completo e de fácil entendimento. Não raro, nossas apostilas são impressas e viram bíblias acompanhando nossos alunos carreira afora.

Somente em 2021, o CHCS somou mais de 11 mil horas-aula on-line ao vivo, ministradas por um corpo docente composto por mais de 1.000 professores, de todo o ecossistema do mercado: seguradoras, resseguradoras, corretoras, escritórios de advocacia especializados, prestadoras de serviços, insurtechs, entre outras.

Sempre tivemos a preocupação de formar perfis empreendedores. Para isso, além das disciplinas de empreendedorismo durante o curso, promovemos as Oficinas dos Corretores de Seguros e as Feiras de Empreendedorismo, que buscam facilitar o início de carreiras autônomas e exitosas. Nesses eventos contamos com o apoio das grandes seguradoras, das grandes corretoras de seguros, das prestadoras de serviços e, mais recentemente, das insurtechs e demais empresas que militam no vasto universo da inovação, hoje fundamental para os corretores que iniciam carreira.

Para atender a um consumidor cada vez mais exigente e bem informado, o corretor de seguros vem, ao longo dos anos, aprimorando a sua abordagem ao cliente e passando a adotar uma postura voltada para a venda consultiva. Então, além do conhecimento técnico de excelência que a ENS transmite, passamos a moldar o perfil dos nossos alunos para atender a essa nova realidade, transformando-os em verdadeiros consultores de gestão de riscos com conhecimento em vários segmentos. Uma prova disso é que, em 2019, lançamos o curso para formação de AAIs (Agentes Autônomos de Investimentos), que abriu ainda mais o leque de atuação do corretor.

Vale ressaltar que a profissão de corretor de seguros é uma das mais inclusivas que existem. Antes da pandemia, com a predominância dos cursos presenciais, a ENS conseguia atender no máximo 60 municípios em todo o Brasil. Depois que o programa passou a ser ministrado de forma totalmente online, passamos a atender mais de 1.000 municípios, com alunos espalhados por todo o País.

A participação das mulheres no curso também merece ser destacada, já que é cada vez maior o número de alunas nessa profissão que possibilita bastante flexibilidade de horário. Desde 2001, as mulheres são maioria no setor de seguros. Dentro da sua filosofia de entender cada vez melhor o segmento em que opera, a ENS conduzirá, em 2022, o 4º Estudo das Mulheres no Mercado de Seguros. Esses trabalhos têm demonstrado como a presença feminina tem evoluído não só numericamente, mas, também, entre os cargos de gestão.

Os mais de 100 mil corretores de seguros formados pela ENS nos últimos 50 anos são a prova viva de que a tradição e a inovação convivem com estilo para produzir profissionais completos. E assim seguiremos, sempre buscando inovar em todos os programas educacionais que disponibilizarmos ao mercado, em especial, nos programas de formação de corretores de seguros.

O fenômeno da longevidade exige o olhar atento ao futuro 363

Nilton Molina é presidente do Instituto de Longevidade MAG / Divulgação

Confira artigo de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG

Estamos vivendo cada vez mais, e isso não é uma novidade. Temos acompanhado há mais de meio século o aumento contínuo da expectativa de vida, de acordo com dados e estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o caso brasileiro, mas no mundo inteiro se observa o mesmo fenômeno.

É bem verdade que, embora estudiosos estejam considerando sobre o eventual impacto da pandemia nos indicadores de sobrevivência, é preciso entender que a pandemia é apenas um retrato, enquanto a demografia deve ser vista como um filme. Isso fica ainda mais claro quando consideramos a rápida resposta da ciência no desenvolvimento de vacinas, visto que em menos de um ano, grande parte do mundo já está vacinado. Não obstante essa discussão, se a pandemia vai alterar ou não os índices de longevidade, precisamos continuar olhando o futuro.

Se o bônus da longevidade é viver mais, o ônus é representado pela necessidade constante de planejarmos nosso futuro financeiro. Para isso, o primeiro passo é admitir que pensa em longevidade não é coisa do futuro. Trata-se de um processo que deve permear toda nossa vida. Os valores poupados e os juros sobre essa acumulação confirmam essa tese: quanto antes começamos a poupar, mais rápido alcançaremos os nossos objetivos.

Outro ponto importante para considerar em nossos programas de educação financeira é um olhar sobre tudo o que significa ser previdente e não apenas considerar o propósito de longo prazo, ou seja, as aposentadorias. Nesse cenário de análise não podemos desconsiderar os imprevistos que poderão acontecer durante esse longo caminho, até as aposentadorias. É nesse contexto que o mercado de seguros ganha cada vez mais relevância.

É imprescindível que as pessoas passem a considerar todos os riscos aos quais estamos expostos: morte prematura deixando dependentes financeiros; invalidez que comprometa a capacidade de gerar renda; e bem-estar, a fim de garantir recursos para viver melhor e com saúde.

O seguro de vida é a solução para amenizar todos esses riscos. Por meio dele, é possível contar com soluções sob medida, para cada tipo de necessidade, perfil e até mesmo em diferentes condições de saúde e atividades profissionais.

A compreensão sobre a importância de planejar e preservar o próprio futuro e de suas famílias deve estar cada vez mais presente na nossa sociedade, muito impulsionada por fatores externos, como a pandemia, reforma da previdência, novos modelos sociais e a longevidade. É fundamental, no entanto, transformar consciência em ação, antes que seja tarde demais…

Paulo Barni, Superintendente do GBOEX: Boas perspectivas nas corporações 467

Paulo Antonio Barni é Superintendente de Compliance, Controles Internos e Modelagem do GBOEX / Divulgação

Confira artigo de Paulo Antonio Barni, Superintendente de Compliance, Controles Internos e Modelagem do GBOEX

O mundo corporativo tem inovado de maneira significativa. A gestão, relacionada com a execução dos processos das empresas, tem se direcionado, com intensidade, para a dimensão digital, em razão do movimento praticado pelas corporações em consequência da pandemia da Covid-19, uma nova realidade vivenciada pela sociedade.

Desde 2020, as empresas, objetivando a viabilização da sobrevivência dos seus negócios, adotaram fluxo de inovação e digitalização junto à maioria de seus processos. Esse empenho de customização, necessário para readequação das operações, estabeleceu novos desafios, cenários, riscos e trouxe novas oportunidades. É fato que a base estrutural das corporações foi movimentada, e a perspectiva de retorno à posição anterior, definitivamente, não existe mais.

A virtualização das operações, inicialmente, foi desafiadora, mas oportunizou às empresas vivenciarem uma nova realidade na gestão, em diversos aspectos, oportunizando às organizações trabalharem em uma estrutura mais matricial. O trabalho remoto possibilitou um outro modelo de liderança das equipes, permitindo que a tecnologia viabilizasse os negócios e o exercício da força de trabalho fosse executado, em muitas circunstâncias, ininterruptamente.

Olhando para o micromundo da operação, verificamos que os ciclos de negócios foram revistos, adaptados ou inovados. Os requisitos hoje são outros, e serão endereçados de forma apropriada. É fato que superamos o desafio posto pela pandemia.

Neste retorno ao trabalho presencial, lições de redesenho assimiladas estão sendo implantadas nas atividades técnicas, operacionais e comerciais. Ter uma concepção mais holística da organização, alinhando mercado, estratégia e operação, é requisito fundamental. Precisamos considerar o sentido das “partes” no “todo” corporativo. É imprescindível que as rotinas, as quais agora voltam a serem exercidas em uma dimensão presencial, sejam traçadas de maneira mais eficiente, eficaz e com a economicidade que a perspectiva do home office trouxe.

O mundo das corporações nunca mais será o mesmo. Compulsoriamente, em razão das circunstâncias, evoluímos nas relações de trabalho. Efetivamente, aprendemos com essa nova realidade. Empresas de alta performance souberam, com a abordagem de qualidade exigida, superar as adversidades do momento sem prejudicar seus clientes.