“As projeções apontam para um cenário inédito de pagamentos de indenizações decorrentes desse desastre natural”, declara André Thozeski

Na tarde de terça-feira, 14, André Thozeski, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), compartilhou sua visão sobre a situação enfrentada pelas seguradoras após as recentes inundações que assolaram o estado, em uma entrevista à Rádio Gaúcha. As projeções apontam para um cenário inédito de pagamentos de indenizações decorrentes desse desastre natural, superando até mesmo os valores desembolsados após o furacão Catarina em 2008.

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C Josias & Ferrer no JRS

Neste cenário, com a contratação  do seguro compreensivo, conhecido como “seguro total”, os proprietários de veículos têm uma proteção abrangente. Esse tipo de serviço cobre uma ampla gama de danos, incluindo colisões, incêndios, furtos, roubos e, especialmente, alagamentos, como os que ocorreram recentemente.

O presidente do SINCOR-RS ressaltou a importância de revisar o contrato de seguro com a ajuda de um profissional. “Cada contrato é único, com detalhes específicos variando entre seguradoras e tipos de contratação. Por isso, não é aconselhável generalizar”, destacou André Thozeski.

Agora, em meio a esses desafios, entra em cena uma questão técnica crucial: quando um dano é considerado perda total? “Normalmente, a tentativa de recuperação é a primeira opção. Porém, quando a recuperação atinge entre 70% a 75% do valor do próprio bem, ele é considerado como perda total. Isso significa que, tecnicamente, é mais ágil indenizar o cliente pelo valor total do que tentar realizar um processo de reparação”.

Resumindo, a dica é consultar um corretor de seguros. Ele tem visualização completa do compromisso, conhecendo cada detalhe. Vale destacar que o corretor representa o segurado, não estando ligado a nenhum banco ou seguradora. Ao lado do cliente, analisa soluções sob medida.

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Nos casos comerciais e residenciais, a variedade de opções e coberturas é ainda maior. Por isso, é essencial analisar minuciosamente o tratado específico, identificando o que foi contratado e o que não foi. Portanto, é fundamental não tomar nenhuma iniciativa sem a presença e o acompanhamento do especialista.

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