MetLife é reconhecida com o primeiro lugar na terceira edição da pesquisa Mulheres na Liderança

Estudo analisou 138 empresas brasileiras em 20 segmentos buscando as melhores práticas, políticas e processos na promoção da liderança feminina

Nesta segunda-feira a MetLife, uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, foi reconhecida com o destaque na categoria Seguros, Previdência e Capitalização no prêmio “Mulheres na Liderança”, realizado pela ONG Women in Leadership in Latin America (WILL) em parceria com os jornais Valor Econômico e O Globo, e as revistas Época Negócios e Marie Claire, com metodologia do Instituto Ipsos. Este é o segundo ano que a seguradora participa desta pesquisa, que tem o objetivo principal de mapear, reunir e reconhecer as melhores práticas, políticas e processos que estimulam a equidade de gênero e promoção de liderança feminina dentro das organizações.

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“Estamos muito felizes com esse reconhecimento, que comprova a importância e a força que o tema equidade e inclusão feminina tem, dentro da MetLife. Continuaremos trabalhando para criar um ambiente cada vez mais aberto e inclusivo, com iniciativas que incentivem oportunidades equivalentes em cargos de liderança. Subir da segunda colocação neste prêmio em 2020 para a primeira em 2021 mostra que estamos no caminho certo, o que é motivo de orgulho para todos”, comenta Daniela Dall’Acqua, Diretora de Recursos Humanos da MetLife Brasil. Além de ter um código de conduta, que proíbe o constrangimento ou a discriminação dos colaboradores em razão do seu gênero, a MetLife adota inúmeras iniciativas que valorizam a diversidade, equidade e inclusão. Entre elas, podemos citar: a adoção de metas de seleção e contratação de mulheres; a realização de programas obrigatórios de treinamento sobre preconceito de gênero para as lideranças; a disponibilização de um canal de denúncias que fiscaliza o preconceito, assédio moral ou sexual a colaboradoras e o monitoramento da satisfação salarial na empresa com o acompanhamento por um comitê, que analisa a remuneração variável e investiga possíveis discrepâncias entre os gêneros. “Internamente temos quatro comitês estratégicos que trabalham continuamente a diversidade, equidade e inclusão, com o objetivo de identificar situações, propor ações e promover debates que levem a melhorias. São eles: Mulheres de Atitude (mulheres), GLAM (Pessoas LGBTQIA+), MDA (Pessoas com Deficiência) e Presença Afro”, complementa a executiva.

A pesquisa “Mulheres na Liderança” foi realizada por meio de um questionário online, respondido de julho a setembro pelas empresas participantes, e avaliou as melhores práticas para a ascensão feminina aos altos cargos das organizações, por meio da análise de itens como: a participação de mulheres nos conselhos administrativos; o quanto as empresas estão possibilitando a conciliação entre vida pessoal e profissional das mulheres em seus quadros; como é a política formal de promoção de equidade de gênero, com o estabelecimento de metas e prazos na liderança; a promoção da ascensão de mulheres negras, LGBTQIA+, PCDs e com mais de 50 anos, entre outros.

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